sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Eutanásia - Problema ou solução? Porque e quando ser feita?


EUTANASIA EM CÃES E GATOS

De origem grega a palavra Eutanásia significa “boa morte”, nela a morte não ocorre de forma natural, ela é a interrupção da vida de um ser, que teria chances de viver.

A Eutanásia é um assunto de grande polêmica, pois é difícil determinarmos a hora da morte de um ser, que, assim como, todos têm o direito natural de viver. E o direito de morrer? Esta é uma questão que passa pelas pessoas através da convicção pessoal, filosofia, religiosidade, e estado cultural, tendo assim um relevante valor moral e social.

A Eutanásia é aplicada em animais com doenças incuráveis e terminal, ou seja, em animais que só recebem o tratamento paliativo, ela deve ser aplicada somente com a autorização do proprietário e do veterinário.

Portanto, se os animais estiverem sofrendo, eles não precisam de métodos artificiais que prolongue o seu sofrimento, isto é desnecessário, pois aumentaria a dor e o sofrimento que o proprietário esperaria que acabasse com a morte natural, deve ser feita então a associação de drogas, para que o animal tenha uma boa morte, este deve ser induzido de forma rápida e suave, sem qualquer tipo de dor, sem alterações comportamentais, sem causar medo e ansiedade.

Segundo o artigo 3° da declaração universal dos direitos dos animais:

1. Nenhum animal será submetido nem a maus tratos, nem a atos cruéis. 
2. Se for necessário matar um animal, ele deve ser morto instantaneamente, sem dor e de modo a não provocar-lhe angustia.


O video mostra animais abandonados, que foram encaminhados para abrigo, onde devido a super lotação de animais, muitos tiveram que ser eutanasiado, quando não se tinha como preocupação questões financeiras, e o animal morria rapidamente sem dor e ansiedade, e sacrificado, quando a preocupação era econômica, esta é a forma mais cruel, onde o animal, demorava pra morrer, enquanto isso sofriam de dor e ansiedade.

Fonte: 
Ética e Moral na Medicina Veterinária

Relação vincular do homem com o animal

Relação vincular do homem com o animal 
Na nossa convivência com os outros, temos uma relação vincular. O vínculo é uma relação de troca entre sujeitos que envolvem a comunicação e a aprendizagem. Com estas relações vinculares, internalizamos imagens, situações e personagens. A partir disso, há uma interação no mundo inteiro que irá se constituir em um conjunto de fantasias inconscientes.

O primeiro grupo social em que estamos inseridos é a nossa família. É nela que depositamos nossas angústias, felicidades, desejos, que muitas vezes não são correspondidos, e isto podem ocasionar crises. Na família ocorre o depósito das angústias e conflitos em um membro do grupo; caso ele consiga lidar com a situação, será um líder, mas caso não consiga será o “bode expiatório”, ou seja, aquele ao qual serão atribuídas todas as frustrações da família.

A chegada de um animal dentro do grupo familiar pode ter um valor terapêutico, pois a pessoa irá atribuir suas frustrações, desejos, ansiedades e solidão nele. O animal, por sua vez, através de sua alegria, vivacidade, brincadeiras, consegue de certa forma suprir o depósito que lhe é atribuído. Pode-se notar que está ocorrendo uma procura na compra de animais domésticos por pessoas solteiras e viúvas, pois estas estão preferindo ter um companheiro a parceiro.

O animal para estas pessoas traz vida ao cotidiano, além de suprir a solidão, tristeza e ansiedades. Através desta visão podemos começar a compreender por que muitas vezes o animal é tratado melhor que um membro da família.


E já que o animal em si é tão benéfico para o ser humano, deixo aqui algumas dicas:

• Quando for adquirir um cãozinho, leve em conta o espaço que você pode oferecer a ele. Lembrem-se cães grandes precisam ter um espaço maior.

• Antes de adquirir um animal, tente conhecer a raça que escolher, para ver se esta é compatível com sua personalidade.

• Peixes são indicados para pessoas de qualquer idade; eles acalmam qualquer um.

• Crianças de 2 a 4 anos podem ter pássaros, pois o colorido vai estimular percepção, a fala e até mesmo coordenação ocular.

• Crianças de 4 a 6 anos, através da convivência com um animal, irão sentir-se estimuladas nas suas relações de carinho e afeto.

• Deixar a criança levar o animal para passear estimula a socialização e cria responsabilidade. Se a criança for muito pequena é necessário a supervisão de um dos pais.

• A criança pode, conforme sua idade, ajudar a cuidar do animal, como por exemplo, alimentá-lo. Isto ajuda no fortalecimento da responsabilidade.

• Se seu filho é alérgico a pelos evite dar-lhe de presente cães que sejam peludos.


Fonte:
https://www.portaleducacao.com.br


quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Dicas para escolher a melhor gaiola para calopsita



Nos últimos anos, a calopsita se tornou mais comum como um animal de estimação para os brasileiros. Porém, na hora de adquirir esta ave é preciso tomar alguns cuidados em relação a gaiola. Por isso, anote algumas dicas: 

  1. - Prefira as gaiolas quadradas. Evite comprar as arredondadas, já que os poleiros não ficam dispostos de forma adequada.
  2. - A medida deve ser de acordo com o pássaro. Por isso, a largura tem que ser duas vezes maior que as asas dele.
  3. - A gaiola precisa de uma grade removível ao fundo para separar a ave de suas fezes. 
  4. - Calopsitas são aves que adoram brincar, por isso geralmente são colocados playgrounds para que elas se divirtam e se exercitem. É importante deixar a gaiola em um único lugar para que a ave se acostume e se torne sua companheira cada dia mais.

O preço da gaiola varia de acordo com o estilo. Caso você queira ter mais de uma ave, opte pelos viveiros, que são maiores. 

*Fonte Portal das Calopsitas

Os cascos e as unhas dos caprinos também precisam de cuidados



As unhas dos caprinos possuem certa velocidade de crescimento para compensar o desgaste que sofrem devido ao atrito com o solo, pedras, entre outros. Os cascos se desgastam normalmente quando os animais são criados soltos, em regime semi-intensivo ou em pastoreio de percurso, uma vez que os animais andam mais.

Mas, quando os caprinos são criados em regime intensivo, em confinamento, sobre pisos de ripas de madeira, o crescimento dos cascos é maior e mais rápido se comparado ao desgaste. Com o alto crescimento os cascos se deformam, provocando desvios dos eixos dos membros, que consequentemente leva a defeitos graves nos aprumos.

Os animais que apresentam problemas nos cascos apresentam dificuldade para andar, sente dor, passa a se alimentar mal, envelhece mais rapidamente, entre outros. Os caprinos possuem uma estrutura anatômica muito complexa, quando as unhas crescem podem causar sérios problemas, sendo necessário apará-las o mais rápido possível. O ser animal deve ser contido para o corte do casco, usar uma tesoura especial.

Fonte: www.ruralnews.com.br

Cuidados necessários para fazer a castração do pet



Todo animal antes de passar pelo procedimento da castração, seja ele um cãozinho ou um gatinho, deve ser avaliado por um médico veterinário. A castração é um dos procedimentos mais comuns na veterinária, mas é uma cirurgia e requer atenção especial antes, durante e depois da operação.

O profissional é quem pode determinar se o animal está apto ou não ao procedimento cirúrgico. A avaliação consiste em um exame físico e também exames complementares, que são os exames pré-cirúrgicos.

No exame de sangue é possível avaliar a presença de infecções, anemias e quantidade de plaquetas, elementos fundamentais para a coagulação sanguínea. Quando as plaquetas estão com valor muito reduzido, esse animal pode ter problemas de hemorragias durante a cirurgia, não sendo indicado realizar o procedimento de castração.

Avaliação bioquímica (exame de sangue) renal e hepática também é importante, já que é através de fígado e rim que os anestésicos são metabolizados e excretados. Quando há um comprometimento da função desses órgãos, o risco da cirurgia aumenta. O Eletrocardiograma avalia a função cardíaca e é ainda mais importante em animais idosos. Após a realização dos exames, o veterinário vai determinar se o pet está apto ou não a realizar a cirurgia. Caso apareça alguma alteração no exame, pode ser necessário tratar o animal antes da realização da cirurgia. Os riscos da cirurgia são amenizados com esses cuidados.

Para reduzir o risco de vômito durante a cirurgia, geralmente é recomendado que o pet fique de estômago vazio antes de passar pela anestesia. O animal deve ficar 12 horas sem ingerir água e alimentar.

Até a operação mais bem sucedida pode ter complicações se o período do pós-operatório não é respeitado e lidado de forma inadequada. O principal cuidado com o animal após a cirurgia é a manutenção dos pontos. É preciso impedir o animal de lamber e morder os pontos para evitar a infecção, má cicatrização e até a abertura desses pontos com exposição dos órgãos internos. Para isso você pode usar uma roupinha cirúrgica no animal, que cobre os pontos ou então o famoso colar elizabethano (cone de plástico).

É preciso manter o animal num certo repouso, evitando saltos e corridas. É preferível que o proprietário esteja junto com o animal no pós-operatório para monitorar esses cuidados, ou quando o animal tem de ficar sozinho, pode-se limitar o espaço, deixando-o em um cômodo onde não possa fazer "estripulias".

O curativo dos pontos também deve ser feito diariamente. Faça uma limpeza com soro fisiológico e aplique uma pomada ou spray antisséptico, de acordo com a prescrição do médico veterinário. A colocação de gaze e esparadrapo ajuda a vedar o ferimento, conferindo uma maior proteção.

A administração de antibióticos e anti-inflamatórios faz parte dos cuidados no pós-operatório, e é fundamental que se respeite a dose e o tempo de administração prescrito pelo veterinário, para que o pet não sinta dor e não ocorra nenhuma complicação durante a recuperação.

Fonte: 

O sentido mais profundo das manifestações contra o atual governo e a participação do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira


Famílias, muitos jovens, ordem, serenidade, compenetração, preocupação e esperança. É o que vi na Paulista no último dia 16 de agosto. Para a multidão que novamente lotou a principal avenida de São Paulo, conhecida em toda a América Latina, o Brasil não pode ficar do jeito que está, e sobretudo não pode continuar rumando para a direção que lhe quer impor a esquerda atualmente no poder. A Terra de Santa Cruz tem de prevalecer sobre a sombra do comunismo, que paira sobre toda a América do Sul e tenta meter suas garras também em nosso País. Mas, detentores socialistas de poder político e da esquerda católica em geral, atentai para a advertência de Plinio Corrêa de Oliveira: Cuidado com os pacatos!

Diz um velho provérbio que o brasileiro “dá um boi para não entrar na briga, mas, uma vez nela, dá uma boiada para não sair”. Na realidade atual, o Brasil está oferecendo mais do que uma “boiada” — refiro-me às gigantescas manifestações populares — para que a causa da briga cesse, pois a inconformidade com o atual governo federal foi o motivo da mobilização multitudinária que lotou praças e ruas de mais de 200 municípios brasileiros.

Entretanto, muito além do pedido de impeachment, na forma da lei, o público tem uma intuição que se explicita mais e mais de que o Brasil é chamado a realizar uma grande missão, a qual vai se afirmando no sentido diametralmente oposto ao socialismo: precisamos de uma situação que favoreça a concórdia, a honradez, a tranquilidade para viver e trabalhar sem ter sempre o guante do Estado e da burocracia atrapalhando. O País almeja a restauração dos princípios básicos da civilização cristã, perseguidos violentamente por medidas como a introdução da Ideologia de Gênero nas escolas, o favorecimento do aborto e do “casamento” homossexual, as invasões de terras, a luta racial velada em terras como reservas indígenas e “quilombolas”, entre outras.

Eis por que as manifestações, que batem vários recordes de autêntica e espontânea participação popular, não necessitaram da intervenção direta da polícia: estavam todos unidos, de forma pacífica e ordeira, em torno de um ideal comum: a retirada de seu organismo de um corpo estranho que impede o Brasil de progredir sadiamente nas sendas da ordem e da verdadeira paz. O ambiente de bonomia encantava até os policiais, que apesar de estarem presentes com todo o aparato de segurança comumente usado em manifestações, a todo o momento eram solicitados a posar em fotos junto aos manifestantes.

O teor desta manifestação demonstrou um progresso em relação às duas anteriores (15 de março e 21 de abril p.p.). De fato, o público está percebendo com clareza cada vez maior que toda a corrupção e roubalheira, sobretudo os escândalos na Petrobrás — esse “buraco sem fundo”, dia a dia noticiado pela imprensa — encobre um problema ainda mais profundo: é o socialismo de modelo venezuelano ou cubano que lança mão de todos os meios, inclusive da corrupção e eventualmente do estelionato eleitoral, para deitar a mão em toda máquina estatal com vistas a dominar o País inteiro.

Prova dessa conscientização é a quantidade enorme de cartazes, em todas as principais cidades, com mensagens contra o comunismo, contra o bolivarianismo, contra a substituição “do verde e amarelo pela foice e o martelo”.

O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira [foto abaixo] solidarizou-se com as manifestações do dia 16 de agosto, fazendo-se presente em várias cidades, sendo seus representantes sempre bem acolhidos pelos circunstantes, que viam na entidade um importante polo de referência em meio à confusão da situação nacional. Em torno dos jovens membros do Instituto, era frequente a formação de pessoas que os fotografavam e os aplaudiam com seus símbolos. Vários órgãos de imprensa registraram a participação do Instituto: “Veja SP”, “Época”, “TV Folha”, “IstoÉ”, entre outros.


Como demonstra a história recente, foi em boa medida graças à ação de Plinio Corrêa de Oliveira que o Brasil não afundou para um regime de tipo comunista, o que é reconhecido até pelos seus adversários ideológicos.

E pela graça de Deus, nosso País resistirá mais uma vez às tentativas de comunização, se seu povo ordeiro e pacato, fiel a suas tradições cristãs, continuar vigilante e mobilizado, sejam quais forem as circunstâncias do futuro próximo. Para esse fim, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira está pronto para colaborar.



Fonte:
Agência Boa Imprensa – ABIM

3 de Setembro - Hoje é o dia consagrado àqueles que se dedicam à biologia



O microscópio é um instrumento de trabalho do biólogo

No Brasil, a profissão de biólogo foi regulamentada em 3 de setembro de 1979. Por isso esse dia ficou consagrado aos profissionais da área. A biologia é a ciência da vida (do grego bios = vida e logos = estudo).

Ela estuda as características e o comportamento dos organismos, a origem de espécies e indivíduos, e a forma como estes interagem entre si e com o seu ambiente. Analisam desde genes, células e órgãos, até as populações de plantas e animais e a estrutura dos ecossistemas.

Assim, a biologia abrange diversas áreas: biologia geral, biologia marinha, fisiologia, biofísica, bioquímica, biotecnologia, botânica, ecologia, genética, ciências morfológicas (citologia, anatomia, embriologia etc), microbiologia (imunologia, bacteriologia,etc), biologia econômica (paisagismo, apicultura, piscicultura etc), oceanografia, paleontologia, zoologia e outras.

Os biólogos podem trabalhar em institutos de pesquisa, órgãos governamentais, empresas, indústrias, hospitais, laboratórios, museus, jardins zoológicos e botânicos, parques e reservas naturais, instituições de ensino, empresas de turismo ecológico, herbários, biotérios, criadouros e estações de cultivo e ainda trabalhar com consultorias, perícias e assessorias.

Nos últimos anos, uma grande revolução científica vêm acontecendo justamente num dos ramos da biologia, a genética. É ela que tem permitido aos cientistas, por exemplo, fazer a clonagem de plantas e animais.

Por estar apresentando novas possibilidades de tratamento médico, de prolongamento da vida, de reprodução do ser humano, a biologia está provocando muitas discussões e debates no campo da moral e já existe uma disciplina, a bioética, só para discutir o que é positivo e o que é negativo em biologia.


Fonte:
UOL EducaçãoUOL Educação