sexta-feira, 17 de abril de 2015

Vai viajar? Mantenha seu pet livre de parasitas, como pulgas, carrapatos e leishmaniose



Antes de fazer as malas, uma visita ao médico veterinário poderá indicar o melhor tipo de proteção que deve ser aplicada no cão ou gato para garantir férias tranquilas e seguras

Em períodos de férias, muitos tutores aproveitam os dias de descanso ao lado de seus animais de estimação, por isso, antes de fazer as malas é preciso agendar uma consulta com um médico veterinário para buscar um método de proteção contra pulgas, carrapatos e leishmaniose, garantindo assim férias tranquilas e seguras para toda a família.

Os cuidados com os animais não se restringem a pulgas e carrapatos. Muitas regiões do país registram casos de leishmaniose visceral canina ao longo de todo o ano, sendo essa doença causada por um protozoário (a Leishmania) que acomete o cão e pode ser transmitido ao humano quando esse picado por flebotomíneos, ou “mosquito palha”, infectado. 


O cachorro é considerado o principal hospedeiro em ambientes urbanos, entretanto, animais silvestres, gatos e até mesmo o homem podem ser infectados. “O controle de ectoparasitas com a maioria dos produtos disponíveis no mercado deve ser feito todo mês, mas muitos proprietários não se lembram de realizar a aplicação, deixando seus animais suscetíveis a essas infestações e doenças ainda mais graves como as transmitidas por vetores aos humanos’”, afirma Marcio Moreira, Mestre pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e Professor Mestre e Responsável pelo Laboratório de Patologia Clínica e Banco de Sangue do Hospital Veterinário da Universidade Anhembi Morumbi.

O Ministério da Saúde recomenda que animais com leishmaniose sejam submetidos à eutanásia, o que é controverso. Portanto, a prevenção da doença é fundamental para que os animais não precisem ser submetidos a esse ato


Finalizadas todas as ações preventivas, a família pode aproveitar as férias e registrar as atividades diárias em fotos e vídeos, afinal, em uma viagem com o pet a diversão já começa antes mesmo de desembarcarem no destino final.

Dicas para viajar com seu pet


Se for se hospedar em hotéis ou pousadas, certifique-se, antes da viagem, de que o local aceita a permanência de animais em suas dependências;
Alguns animais podem estranhar ambientes diferentes ou barulhos como de fogos de artifício, muito comuns nessa época do ano. 


Por isso, é importante que o proprietário também fique atento com a segurança do pet, mantendo-o com uma coleira de identificação para que possa ser resgatado em caso de fugas;

Se a viagem for realizada de carro é importante que o pet seja transportado em uma caixa apropriada para animais. Durante o percurso, convém que sejam realizadas pausas para que o animal possa se movimentar, alimentar e fazer as suas necessidades;
é importante que o tutor leve todos os pertences do animal para o local em que ficarão hospedados. Isso inclui vasilhas para água e comida, panos ou caminhas em que o animal costuma dormir e brinquedos para distraí-lo no percurso e durante os dias de férias.

Referências bibliográficas

1 Otranto D et al. Prevention of canine leishmaniosis in a hyper-endemic area using a combination of 10% imidacloprid/4.5% flumethrin. PLoSONE. 8, 2013

2 Brianti E et al. Efficacy of a slow-release imidacloprid (10%)/flumethrin (4.5%) collar for the prevention of canine leishmaniosis. Parasites & Vectors. 2014

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Meu primeiro pet


São inúmeros os benefícios da convivência com um animal de estimação, mas antes de levar o seu novo amigo para casa você precisa saber que alguns cuidados são necessários para que essa 'amizade' traga apenas alegrias.

Além de amor e carinho, o animalzinho precisa de alimentação adequada, higiene e um ambiente saudável e sem riscos para a sua saúde. Não se preocupe, nada de muito complexo. Mas, é importante visitar um veterinário para que ele possa dar todas as orientações necessárias para a manutenção da saúde do seu cachorro ou gato.

Porém, se você é marinheiro de primeira viagem e acha que ainda não está pronto para cuidar do seu novo amigo aqui vão algumas dicas simples que podem ajudar a tornar essa experiência muito mais fácil para os dois.


Adotar ou Comprar?

Quando você decidir que está preparado para receber e cuidar de um animal de estimação está na hora de partir para o segundo passo: decidir se é melhor comprar ou adotar. As duas opções tem as suas vantagens e desvantagens.

Adotar: a principal vantagem é poder escolher um animal adulto, com o temperamento e hábitos conhecidos. Com isso, a avaliação se o cão é ideal para essa pessoa ou determinada família fica muito mais fácil. Ao escolher a adoção você também ajuda a tirar um cachorrinho das ruas e torna um animal abandonado muito feliz. A principal desvantagem é que ao adotar um cão filhote, você dificilmente terá como saber o temperamento e o tamanho que ele ficará.

Comprar: a principal vantagem é poder escolher a raça, tamanho e temperamento ideal para a sua rotina. Ao comprar de criadores idôneos e confiáveis você também recebe atestados e saúde e procedência, o que diminui os problemas com doenças. A principal desvantagem é que algumas raças são mais propensas ao desenvolvimento de doenças e muitas pessoas são enganadas por criadores sem escrúpulos que vendem filhotes frutos de acasalamentos sem nenhum crédito.

Cuidados antes de comprar

Para que a decisão de comprar um cão não se torne um pesadelo, alguns cuidados devem ser tomados para comprovar a idoneidade do criador. O primeiro passo é não comprar por impulso. Como o ideal é pesquisar a raça que se adeque ao seu perfil, também vale a pena pesquisar sobre o criador antes de comprar.

Tente conversar com outras pessoas que adquiriram seus animaizinhos lá. Pergunte se os cães são saudáveis e se correspondem ao padrão da raça. Também peça para ver a mãe e o pai da ninhada, além de comprovar a origem, ajuda a ver a personalidade e tamanhos do animal. Pesquise também a reputação do canil do Kennel Clube.
Para não adquirir um filhote doente, verifique alguns sintomas básicos: pelos sem brilho ou com falha, pele com feridas, ouvidos com forte odor e sujeira, olhos com secreção, vômitos, diarréia, barriga grande e costas com costelas aparecendo.

Antes de levar o seu novo amigo para casa, exija um contrato que defina as responsabilidades suas e do canil.

O Enxoval
Antes de levar o seu novo amigo para casa providencie alguns utensílios que são fundamentais para recebê-lo. Alguns não serão para uso imediato, mas é bom ter tudo para usar conforme as necessidades apareçam e evitar surpresas desagradáveis.

São esses utensílios que você vai precisar:

> Coleiras e guias

> Vasilha para água e comida

> Ração indicada pelo veterinário

> Ossinhos e outros 'petiscos' (servem para distração e recompensar o bom comportamento)

> Escova para os pelos

> Brinquedos

> Caixa de transporte

> Acessórios para identificação do cachorro (coleiras com espaço para colocar nome dos donos, endereço e telefone)

> Cama (existem de vários formatos, tamanhos e tecidos. O ideal é escolher a que melhor atenda as necessidades do cachorro e as da sua casa.)

Como cuidar do seu filhote
O filhote chegou na sua casa e agora é a hora de recebê-lo com muito carinho e cuidado. Nesse primeiro período da vida, o cãozinho precisa de mais atenção até se adaptar. Os primeiros dias são os mais difíceis. Lembre-se que ele foi tirado da sua matilha e das pessoas que já conhecia, mas com muito amor e um pouquinho de paciência esses problemas serão rapidamente resolvidos.

Defina o local onde ele irá dormir, se alimentar e fazer as suas necessidades. Para que ele entenda o que ele deve fazer em cada local confira algumas dicas muito valiosas.
> Para dormir: Ao perceber que ele está sonolento, leve-o até a caminha e fique com ele um pouco até pegar no sono. A noite é um pouco mais difícil, mas lembre-se que ele chora 'pedindo' que alguém apareça e se você aparecer, mesmo que para dar bronca, ele se sente recompensado. Os gatos gostam de camas confortáveis, prepare em um local longe de correntes de ar.

> Para comer e beber : No início, deixe a ração a vontade para que ele possa comer quando tiver vontade. Depois é só ir condicionando o cachorro para comer de duas a três vezes por dia, assim fica mais fácil dar a quantidade de ração indicada para o tamanho e idade. Evite dar comida e outros alimentos para seu animal, as rações de boa qualidade tem todos os nutrientes que ele precisa. A água deve ser sempre fresca e em abundância. Os gatos tem o paladar mais apurado, tente manter a mesma ração que ele já estava comendo. Caso queria trocar faça isso de forma gradual.

> Para as necessidades: Você precisa marcar um território para que o filhote entenda onde ele tem que fazer o xixi e o coco. Existem alguns produtos que ajudam essa tarefa como tapetes higiênicos. O jornal também pode ser usado. No início ele poderá fazer nos locais errados e você precisa corrigi-lo, mas evite muitos gritos e alardes. É preciso falar firme e levá-lo ao local correto. Palavras chaves como o 'aqui' e o 'não' podem ser usadas para condicioná-lo. Os gatos fazem suas necessidades nas caixas de areia, existem no mercado diversas opções de caixas e areias.

Paciência é a palavra chave para essa fase. Mas não se preocupe porque ele logo se adapta.



Fonte: _images_top_mask_png

Artigo - Febre aftosa: a importância da vacinação


O grande desafio da pecuária brasileira é produzir proteína de origem animal (carne, leite e seus derivados), com sustentabilidade, em demanda crescente sem aumentar a área de produção e com mitigação dos impactos ambientais.

Segundo o IBGE, as propriedades brasileiras possuem cerca de uma unidade animal (UA) por hectare, o que corresponde a 450 kg de peso vivo, ou seja, em média uma vaca adulta. Indicador este que já é um desafio, mesmo considerando que existem diversidades de taxa de lotação no Brasil pecuário (desde 0,5 UA/ha a mais de 10 UA/ha).

As estimativas da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) são de que, até o ano de 2050, o mundo terá de produzir 470 milhões de toneladas de carnes para atender ao mercado consumidor projetado para mais de nove bilhões de habitantes. A mesma Organização estimou em 308 milhões de toneladas a produção mundial de carne em 2013. Nesse cenário, o Brasil surge como um dos principais países do mundo capazes de colaborar para o alcance dessa crescente demanda. Há expectativas de abastecermos cerca de 40% das demandas de alimentos neste horizonte temporal.

Algumas tecnologias disponíveis corroboram com o aumento dessa produtividade, entre elas destaca-se o manejo sanitário. As doenças impactam negativamente, direta e indiretamente, os sistemas de produção bovinos, quer seja por causarem atraso no desenvolvimento ou óbito do animal, por serem transmissíveis ao ser humano - no caso das zoonoses - ou por resultarem em restrições mercadológicas à carne bovina e seus derivados.

A febre aftosa é uma das doenças de maior impacto na sanidade animal. A ocorrência de focos da doença determina o fechamento das exportações, tendo em vista ser uma doença classificada pela Organização Mundial da Saúde Animal (OIE) como transmissível e com alto e rápido potencial de disseminação. Em 2006, a FAO estimou uma queda de 9% na exportação de carne bovina brasileira, considerando a proibição de importação de carne dos estados de Mato Grosso do Sul e Paraná, em função do foco de febre aftosa registrado em outubro de 2005.

Não obstante, em função dos esforços somados após o foco de 2005, em 2007 o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou uma avaliação sobre a imunidade resultante das campanhas de vacinação contra a febre aftosa. A conclusão foi que os índices de registro observados entre os produtores entrevistados foram compatíveis com os altos índices de cobertura imunitária observados no estudo. Os resultados da vacinação contra a doença, do 2º semestre de 2013 no Brasil, publicados pelo Mapa, apontaram uma cobertura vacinal de 99,51% no País. Mato Grosso do Sul e Paraná fecharam 2013 com 99,32 e 96,80% de cobertura vacinal, respectivamente.

Esses dados mostram a conscientização do produtor rural quanto à importância de seu papel no combate à febre aftosa. Assim, somando os esforços de todos os segmentos e elos da cadeia produtiva – governo, produtor rural, indústria e mercado - o Brasil tem tudo para se firmar como grande fornecedor mundial de proteína de origem animal de qualidade. Desta forma, atenderá à demanda dos mercados consumidores mais exigentes, dos diferentes nichos, e que estão dispostos a pagar pelo padrão de conformidade que almejam à sua mesa.

Iniciamos a campanha de vacinação contra a Febre Aftosa em 2014. Precisamos (todos os atores desta importante cadeia produtiva) continuar cumprindo nosso papel. Cada um plantando a sua semente, pois a certeza dos bons frutos é garantida. A segurança em consumir uma carne brasileira com qualidade, no Brasil ou no mundo, não tem preço. Faça a sua parte nesta história de sucesso.
Por Paula Barbosa Miranda - Médica veterinária da Embrapa Gado de Corte

Fonte:Notícias da Pecuária

Saiba mais sobre manejo e alimentação de bezerros


Quando iniciar os cuidados nutricionais na criação de bezerros?

Os cuidados nutricionais iniciam-se logo após o parto, quando o bezerro deve ingerir o primeiro colostro, aproximadamente 5% do peso vivo, o mais cedo possível até seis horas após o nascimento; também conhecido como "leite sujo", o colostro é que vai garantir a sobrevivência do bezerro fornecendo os anticorpos necessários à sobrevivência do animal ante as doenças e enfermidades. Geralmente o bezerro é desmamado aos 8 meses de idade, mas o produtor pode lançar mão de alternativas para o desaleitamento precoce fornecendo além da dieta líquida, no caso o leite, um concentrado inicial próprio para estimular o consumo de dieta sólida e o desenvolvimento ruminal.

O concentrado inicial deve conter Proteína Verdadeira de alta digestibilidade, Minerais, Vitaminas e Aditivos, além de estimulantes ao consumo (ingredientes palatabilizantes e flavorizantes) que irão proporcionar um consumo ótimo e consequentemente o desenvolvimento precoce desses animais.

Como se explica o nascimento de bezerros fracos e pequenos?

Problemas como nascimento de crias fracas ou natimortos geralmente são causados por uma nutrição deficiente na gestação da vaca, isto é comum no campo, em propriedades onde não se faz uma suplementação correta e as pastagens não suprem as necessidades mínimas de mantença e crescimento do feto, principalmente no terço final da gestação. Vacas devem estar em boas condições corporais, sendo indesejáveis as condições extremas, vacas muito magras ou vacas muito gordas. A nutrição da cria inicia-se no período fetal, onde a nutrição tem um papel importante em atender as exigências do animal, Há evidências de que as deficiências de energia, proteína, fósforo, iodo, manganês, cobalto, selênio e das vitaminas A, D e E na dieta da vaca gestante podem causar problemas.

Quais as características de um bom concentrado para bezerros?

Os concentrados servem como estimulo para a cria desenvolver o seu rúmen, a ração fornecida no creep deve ser palatável. Ao prepará-la, deve-se estar atento para os seguintes pontos: textura não muito fina; os ingredientes finamente moídos reduzem o consumo, formam um bolo na boca e nos lábios, provocando recusas e aumentando as perdas. Para promover o sabor e cheiro agradável para estimular o consumo deve-se incluir flavorizantes e palatabilizantes na sua composição, outro ponto importante é manter um nível baixo de fibra aliado e alto de energia.

Os níveis de garantia devem ser de 20% a 25% de proteína bruta (PB) e 75% a 80% de nutrientes digestíveis totais (NDT), Minerais, Vitaminas e aditivos melhoradores de desempenho e preferencialmente na forma peletizada; deve ser fornecido aos bezerros da primeira semana de vida até a desmama.

Os bezerros podem ser criados a pasto desde o nascimento? Qual a melhor pastagem para bezerros?

Existem dois tipos de criação, a bovinocultura de corte e bovinocultura de leite, os bezerros de corte são criados ao pé da vaca e permanecem no pasto junto com a mãe; ali o animal é dependente somente da habilidade materna da mãe e do leite ingerido, o animal se adapta e começa a pastejar conforme o seu desenvolvimento ruminal, sem interferência humana nos primeiros dias de vida com exceção daqueles produtores que utilizam o sistema de creep feeding onde os bezerros já recebem dieta sólida a partir da primeira semana de vida.

Já as crias de vacas leiteiras após o seu nascimento vão para a maternidade, que deve ser um local limpo livre de contaminações e de parasitas, onde recebem o aleitamento e ração diariamente (creep), estes animais permanecem neste local até a desmama.

As pastagens recomendadas para bezerros em aleitamento devem ser de boa qualidade, caracterizadas por elevados teores de proteína, baixos teores de fibra, boa digestão e boa aceitação. Para bezerros de corte criados a campo, sugere-se o plantio de pequenas áreas, cercadas, dentro da invernada de cria, de sorte que somente os bezerros lhes tenham acesso (creep-grazing).


No caso de bezerros jovens, a cana-de-açúcar e a ureia podem ser utilizadas na alimentação destes animais?

A partir de 2 meses de idade os animais estão aptos a começarem a receber a cana-de-açúcar e ureia na sua alimentação, Deve-se, entretanto, tomar cuidado com essa categoria animal, para evitar possíveis casos de intoxicação. Como a cana possui um valor baixo de proteína é necessário acrescentar ureia e sulfato de amônio, resultando uma dieta equilibrada principalmente usada na época da seca do ano.

Como a Nutrição Funcional pode contribuir para a saúde das vacas gestantes e dos bezerros?

A nutrição eficiente dos animais em reprodução é o primeiro passo para o sucesso na produção de gado de corte e leite. A Nutrição Funcional tem papel fundamental para o bom desempenho reprodutivo e do rebanho em geral, na medida em que fornece os nutrientes necessários ao bem estar e a saúde desses animais através de suplementos compostos de ingredientes de qualidade e alta digestibilidade e aditivos que melhoram o desempenho e reduzem o stress e consequentemente melhorando o desempenho reprodutivo, de ganho de peso e produção leiteira. Nos produtos Real H, por exemplo, utiliza-se a Nutrição Funcional através do uso da Homeopatia Populacional e outros suplementos alimentares que proporcionam, entre outras funções, melhora nas taxas de conversão e eficiência alimentar, através de melhorias da atividade ruminal e da absorção intestina


Informações Real H
Fonte:

Curso de adestramento de cães terapeutas em Campinas

25/04/2015

Local: Campinas - SP


Sobre o Evento
O Curso aborda procedimentos, técnicas e aulas práticas para o treinamento de cães para atuarem como co-terapeutas em trabalhos de Terapia, Atividade e Educação Assistida pos Animais.

é destinado a pessoas que queiram treinar seu próprio cão para o trabalho de co-terapeuta e/ou trabalhar na área de adestramento para A/E/TAA.

Vagas limitadas


Mais informações: contato@projetomedicao.com.br


Fonte:
Bayer Pet - O Portal de quem é apaixonado por pet

Conheça o maior e o menor gato do mundo


Provavelmente, a história nasceu por conta da pelagem e da cauda muito similares aos do guaxinim. Mas, o Maine Coon, originado do cruzamento entre gatos do Oriente Médio e da Inglaterra, é considerado a mais antiga raça de gato nativo dos Estados Unidos de pelo longo, além de ser a maior de todas as raças de gatos do mundo. Pode pesar até 10 Kg e possui um corpo muito musculoso, com aspecto robusto e forte. Conhecido como o “dócil gigante”, o maior gato do mundo é equilibrado e calmo. Afetuoso e muito brincalhão, ele precisa de espaço para gastar toda sua energia.

Curioso, sociável e muito amável, o Singapure, é o menor gato do mundo, com peso inferior a 3 kg, pelagem curta que pode ter a coloração de castanho escuro até o marfim e olhos grandes e amendoados, originário de Singapura, mas seu desenvolvimento foi todo nos Estados Unidos. Atualmente, a raça ainda é rara, mas tem seguidores dedicados entre os criadores e proprietários de animais de estimação. Isso não é à toa: o Singapure possui um timbre suave, é sensível, gosta muito de dar e receber carinho e pode ser excelente caçador.

Maine Coon, Singapure e diversas outras raças raras e exóticas estiveram na Expo Gatos 2015, que foi realizada nos dia 11 e 12 de abril, no Ginásio de Esportes do Parque Jayme Ferragut, em Vinhedo, São Paulo.

Mais informações podem ser obtidas por meio do site www.amacoon.com.br

Fonte: PetShop Magazine

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Filhotes hiperativos se tornam cachorros mais espertos


Os filhotes mais agitados tiveram melhores resultados em testes que identificam cães bons para trabalhar


Quem tem um cachorrinho que adora aprontar, vai gostar dessa novidade: um estudo descobriu que filhotes hiperativos acabam se tornando mais comportados na fase adulta.

Esse estudo mostrou que esses filhotes mais agitados, respondem melhor aos treinamentos quando crescem.

Os pesquisadores também perceberam que, quanto mais tempo o filhote fica sozinho em casa, maiores são as suas chances de ter um treinamento de sucesso para ser um cão de trabalho. Eles sugerem que por ficar sozinho, ele tem uma resistência maior ao estresse.

Os autores do estudo acreditam que as descobertas podem ajudar na escolha antecipada de cachorros para trabalhar, inclusive como militares.

Esse estudo foi uma surpresa para especialistas, que costumavam associar a hiperatividade com problemas comportamentais.

O estudo foi realizado com 71 cachorros da raça pastor alemão, identificados como prováveis cães trabalhadores para o serviço militar suíço. Esses animais foram procriados em um único local e então foram mantidos em casas com famílias no primeiro ano de suas vidas.

O comportamento e os traços característicos de cada cachorro foram avaliados durante doze meses.

O teste analisou a disposição dos cães para ajudar e a interação com os humanos, assim como a reação deles em diversas situações que poderiam assusta-los.

Um resultado que já era esperado pelos pesquisadores foi comprovado: os cães que tinham um certo medo de estranhos, cachorros ou outros objetos, não tiveram um bom desempenho no teste de aptidão.

E o que surpreendeu nessa pesquisa foram os cachorros descritos pelas famílias como hiperativos, incansáveis, com tendência a perseguir sombras ou pontos de luz. Esses cães tiveram um desempenho melhor no teste de temperamento, que foi feito quando eles tinham entre 15 a 18 meses.