segunda-feira, 13 de abril de 2015

Infecções e envelhecimento podem causar surdez nos pets


Ignorar os comandos de voz, latir menos, não notar a chegada dos tutores ou agir com surpresa e agressividade quando é tocado são alguns sinais do problema

Embora a perda auditiva em cães aconteça de forma gradual, os tutores nem sempre conseguem notar quando aparecem os primeiros sinais de que o mascote está desenvolvendo o problema. “O mais comum é que as alterações só sejam notadas quando estas se agravam”, explica a Dra. Carla Berl, diretora do Hospital Veterinário Pet Care. “Se tiver alguma suspeita, o tutor deve procurar um médico-veterinário para avaliar o animal. é importante identificar a possível causa do problema e, principalmente, se o animal não tem outras alterações”.

Os principais fatores ligados à perda auditiva são herança genética e outras doenças. “As infecções crônicas de ouvido, causada por fungos e bactérias, e infecções virais, como cinomose, estão entre as causas mais comuns dos quadros de surdez nos pets”, alerta a médica-veterinária. “O problema também pode estar ligado às doenças comuns em cães idosos, como a Sindrome Cushing, que atinge a produção de hormônios”, completa. Há ainda os pets que nascem com a deficiência. “Surdez congênita não é tão incomum para cães de raça pura como Dálmatas ou outras raças como Boston Terrier, Dachshunds, Collies, Bull Terrier e Pastor de Shetland e alguns SRDs. Gatos brancos e com cores de olho diferentes, um olho azul outro amarelo, por exemplo, também têm mais predisposição ao problema”, explica.

Segundo a veterinária, alguns medicamentos também podem provocar alterações significativas na audição dos animais. “Certos medicamentos podem causar surdez em cães por danificar a estrutura do ouvido. Os antibióticos aminoglicosídeos, em particular, podem ser prejudiciais em doses elevadas e quando os tratamentos são administrados por um longo período”, explica. “Um cão com esses medicamentos devem estar sob os cuidados de um veterinário”, conclui.

A Dra. Carla Berl lembra ainda que também entram na lista de fatores de risco para o surgimento do problema os acidentes e traumas. “Um acidente vascular cerebral ou uma pancada forte também podem lesionar nervos e ocasionar a surdez”, comenta.



Como identificar o problema
A médica-veterinária ensina que a maneira mais eficaz de identificar as alterações auditivas dos pets é prestar atenção às mudanças de comportamento. “Ignorar os comandos de voz, latir menos, não notar a chegada dos tutores até que estejam no campo visual ou agir com surpresa e agressividade quando é tocado são alguns dos sinais que podem indicar a presença de problemas auditivos”, lista Carla.

Também é possível fazer testes para saber se está tudo bem com a audição do pet desde filhote. “A melhor maneira de testar a audição é selecionar um barulho que os filhotes não conhecem, como o som agudo de um apito”, explica a diretora do Pet Care. “Coloque o animal em ambiente tranquilo e deixe que ele reconheça o novo espaço. Quando o pet estiver focado em você peça para que alguém emita o som, fora do alcance visual do animal. O cão que escuta vai procurar de onde vem o som e o animal surdo continuará a olhar para você como se nada tivesse acontecendo”. A simples movimentação das orelhas indica que o animal está escutando.

Mas é necessário esperar 25 dias após o nascimento para fazer o procedimento, pois, neste período, todos os cães escutam pouco. “O conduto auditivo está se abrindo e somente por volta dos 14 dias de vida é que os ouvidos se abrem e o animal pode começar a perceber os sons”, completa Dra. Carla.



Como educar um cão surdo
Normalmente, os cães são educados com elogios e repreensão verbal. O cão é auditivo e olfativo e aprende muito com a entonação da voz humana. Em casos de animais surdos, o tutor terá que aprender ensiná-lo de outra forma. “Como o cão não pode ouvir o elogio verbal, o ideal será usar sinais com as mãos (treinamento visual) que poderá se tornar o principal meio de comunicação entre o dono e o cão surdo”, explica a veterinária.

Além dos recursos tradicionais (movimentos com as mãos), o tutor poderá usar lanternas para se comunicar durante a noite, ou ponteiras de laser, pois é muito mais brilhante que a luz normal e pode alcançar até 100 metros a noite. “Ao brilhar a ponta de laser na frente do cão, ou em uma parede, o tutor pode atrair a atenção do cão, mas nunca direcionar nos olhos do animal, pois pode causar desconforto ou lesar a retina”, finaliza Dra. Carla.

Fonte:

sábado, 11 de abril de 2015

COMPORTAMENTO: Gatos possuem uma natureza comportamental diferente dos cães





Eles podem ser inquietos, brincalhões ou manter certa independência, mas o que todos os gatos possuem em comum é a necessidade de uma atenção especial que garantirá a sua saúde e bem-estar, assim como de toda a família. Com hábitos peculiares, os gatos possuem natureza comportamental diferente dos cães, por considerar o ser humano como um parceiro de seu convívio social, ao contrário dos cachorros, que mantém a família como uma matilha. Justamente por ter esta característica, os felinos precisam ser conquistados por seus proprietários desde a sua chegada ao lar.

Independente de ter sido adotado, comprado ou ter sido presenteado, a socialização do animal precisa ser iniciada logo que ele começa a conviver com a família. “Os gatos costumam demorar alguns dias para se adaptar a novos ambientes, portanto, é importante deixá-lo circular à vontade em sua chegada para permitir que ele conheça o local e se sinta seguro. 

Após a adaptação do animal, você pode começar a delimitar as áreas em que o gato não poderá ter acesso e é extremamente importante manter recipientes com água fresca em diferentes locais da casa, além do felino ter fácil acesso à ração e a caixa higiênica, que deve estar sempre limpa. Forneça sempre utensílios e brinquedos que possam estimular a prática de exercícios e a diversão do gato, afinal eles adoram novidades”, afirma o Dr. Carlos Alberto Geraldo Júnior, Professor Mestre de Clínica Médica de Pequenos Animais das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU) e veterinário da Clínica Vet Master.

A instalação adequada do animal não deve ser a única preocupação dos proprietários. Comum em gatos, as verminoses podem ser ameaças para o animal e toda a família, desta forma, a prevenção é a melhor solução. Os nematoides (vermes redondos) Ancylostoma sp. e Toxacara cati são considerados os de maior incidência e ocorrem quando o animal ingere larvas ou ovos presentes no ambiente.

 Entre os chamados cestódeos (vermes chatos) o mais comum é o Dipylidium caninum, que ocorre quando há a ingestão acidental das pulgas que são hospedeiros intermediários desse verme. “Os vermes intestinais são parasitas que, quando adultos, instalam-se no sistema digestório e causam manifestações clínicas como apatia, diminuição do apetite, emagrecimento, vômitos, diarreia, que pode ter ou não presença de sangue, anemia e alterações na pelagem. A intensidade e a gravidade de tais manifestações clínicas irão variar entre os animais parasitados, mas estão diretamente relacionadas com alguns fatores como o grau de parasitismo, idade (onde os mais jovens e idosos são mais predispostos), condição imunológica, tipo de alimentação e associação com outras doenças pré-existentes” , afirma o Dr. Carlos Alberto.

A vermifugação deve ser um ato incorporado à rotina de cuidados com o animal de estimação para minimizar os riscos de transmissão. Aos humanos, o parasita Ancylostoma spp. pode causar a larva migrans cutânea conhecida popularmente como ‘bicho-geográfico’, que caracteriza-se pela penetração da larva do verme na pele, formando lesões sinuosas que se assemelham a um mapa, causando muita coceira. Já no caso do Toxocara spp., o verme pode causar a larva migrans visceral e se alojar em diferentes partes do corpo humano. Os sintomas podem variar de dores abdominais, náuseas, vômitos, tosse e febre, até o estrabismo, diminuição da visão e cegueira, caso haja alojamento da larva em tecidos oculares. A infecção ocorre pela ingestão acidental dos ovos do verme, que pode ocorrer a partir do contato com o solo ou objetos contaminados (mãos levadas à boca). A Dipilidiose ocorre quando uma pulga contendo o verme Dipylidium Caninum é ingerida acidentalmente.

Para proteger o animal e, consequentemente toda a família, é importante que o gato receba um vermífugo tópico de amplo espectro como o Profender® SpotOn®, da Saúde Animal da Bayer HealthCare, que oferece a praticidade em sua aplicação, pois em um tratamento único elimina os nematoides e cestoides nas formas adultas e larvais, não sendo necessário repetir a dose após 15 ou 30 dias. Profender® SpotOn® pode ser utilizado por gatas prenhes, em lactação e filhotes a partir de oito semanas de idade, com peso acima de 0,5 kg, sendo a sua aplicação realizada na região da nuca do felino, que pode receber a vermifugação logo após o banho, com os pelos secos.

A avaliação para verminoses é realizada por um veterinário, que apoiado por exames parasitológicos nas fezes do felino, faz o diagnóstico. “É importante ressaltar que, em um ambiente com a presença de mais de um gato, todos devem ser vermifugados ao mesmo tempo, não somente o animal doente, pois o local se torna contaminado e pode servir como fonte de infecção para aqueles que estão sadios”, explica o Dr. Carlos Alberto.

Fonte:

CÃES: Questões comportamentais para termos uma convivência saudável com eles




Os cães são amigos de estimação maravilhosos e merecem todos os cuidados. Para que possamos ter uma convivência saudável com eles é importante conhecermos algumas questões comportamentais.

Todos os cães domésticos, Canis familiaris, descendem do lobo que vive em matilha. A matilha é uma unidade social que tem uma organização, que tem regras sociais baseadas principalmente na hierarquia, ou seja, no líder ou dominante, e nos submissos. O líder, que é chamado de líder alfa, também pode ser um casal alfa; estes resolvem as divergências com sua autoridade para que haja mais harmonia na matilha.

Cada vez mais os cães são considerados membros da família. Para o cão, a família humana será a sua "matilha" e nela ele procurará encontrar um líder, ou um dominante. Assim, o melhor é que o proprietário faça o papel de "dominante", uma vez que é ele quem deve orientar o comportamento do animal dentro da família, impondo os limites. O cão terá em seu dono a imagem de "líder da matilha".

O comportamento do cão pode ser estudado sob diversos aspectos. Para conhecer melhor seu amigo, destacamos algumas classes do comportamento canino:

Comportamento social
  1. O Período Neonatal vai desde o nascimento até a abertura dos olhos. Nesse período o comportamento resume-se a mamar e dormir.
  2. O Período de Transição começa com a abertura dos ouvidos e o filhote começando a perceber os ruídos.
  3. O Período de Socialização inicia-se após o período de transição, com três semanas de idade, e termina com aproximadamente 12 semanas. É uma fase muito importante, pois o filhote começará a interagir com o que há ao seu redor, ou seja, com pessoas, com outros animais e com objetos.
  4. O quarto, e último período, é o Período Juvenil, que vai de 12 semanas de vida até a maturidade sexual.
  5. A "terceira idade" é um capítulo especial do cão geriátrico, uma vez que, nessa fase da vida, o cão é mais vulnerável a todo o tipo de stress, por isso também merece todo amparo e compreensão.
Comportamento comunicativo
Os cães comunicam-se de duas formas: verbal e não verbal. A comunicação verbal, ou comunicação vocal, corresponde a uma diversidade de sons, como latidos, gemidos, grunhidos, uivos, silvos, rosnados, choros, entre outros. O latido se inicia entre a 2ª e a 4ª semana de vida, dependendo da raça. A comunicação não verbal corresponde às posturas e os movimentos do cão.

Comportamento alimentar

Inicia-se com o recém-nascido ingerindo leite. Com 4 semanas de vida os filhotes começam a ingerir alimentos semissólidos. Os cães desenvolverão preferências, utilizando-se do olfato e do sentido da gustação, dependendo do que lhes seja oferecido durante o seu desenvolvimento. O proprietário deve aconselhar-se com o Médico Veterinário sobre a alimentação mais adequada e deve estar atento a quaisquer distúrbios gastrointestinais e do crescimento.

Para entendermos melhor o cão, além das classes de comportamento citadas acima, devemos também conhecer as particularidades de seu comportamento sexual, comportamento de eliminação, comportamento de locomoção, de agressão e o higiênico.

A convivência com o cão nem sempre é isenta de dificuldades, às vezes está sujeita a desentendimentos. Os distúrbios de comportamento vão de agressividade com os próprios donos, ao ato de pular nas visitas, passando por componentes de ansiedade e medo.

O proprietário disposto a exercer a posse responsável, a dedicar amor e carinho ao seu animal de estimação, deve procurar informar-se sobre as necessidades dele. O filhote, ao ganhar um lar, deve aprender desde pequeno a ter limites e cabe ao dono ensiná-lo corretamente.

Desejando orientações sobre o comportamento de seu animal de estimação, procure o apoio de um profissional especializado.


Algumas curiosidades sobre os cães:

  1. Os cães lambem a água e a língua enrolada para trás funciona como uma concha para levar água à boca.
  2. Quando o cão fica ofegante, o faz para amenizar o calor e equilibrar a temperatura corporal.
  3. Em geral os machos pesam cerca de 10% mais que as fêmeas da mesma raça.
  4. O cão nasce com os olhos e ouvidos selados fisicamente.
  5. Os cães da raça Basenji, de origem africana, são os únicos que não latem e gostam de subir em lugares altos, como os gatos.
  6. Os cães da raça Greyhound, conhecidos cães de corrida, podem atingir a velocidade de 70 km por hora.
  7. O cão foi uma das primeiras espécies de animais a serem domesticadas.

Fonte:

Revirar Lixo: uma mal que deve ser corrigido com um NÃO firme




Os cães adoram revirar a lata de lixo, mesmo tendo um lar, alimento e carinho, ou seja, mexer na lata de lixo não é comportamento somente dos cães de rua que fazem isso por não terem onde e nem o que comer. Os animais que mexem na lata de lixo a acabam comendo algo que não devem podem vir a passar mal.

Para evitar o comportamento do cão, primeiramente é necessário observar o que leva o animal a ter determinado comportamento: a fome ou apenas um manifestação comportamental. Assim, o dono deve observar a alimentação dada ao cão, e ficar atento à qualidade, frequência oferecida e quantidade. Outros fatores que influenciam no comportamento são as verminoses, que absorvem os nutrientes essenciais para o animal, o que ocasiona o déficit nutricional, fazendo com que o animal tenha mais fome.

Se não for detectada nenhuma anormalidade em relação à saúde (verminoses) e se a quantidade de alimento a ser oferecida é o suficiente, o animal deve ser corrigido com um não firme, seguido de uma recompensa. O lixo também deve ser mantido longe do animal. No mercado também existe um produto que inibe o ato de lamber e morder, um tipo de spray que é aplicado em móveis e objetos costumadamente atingidos pelos animais.


Fonte:
Shop Veterinário

Comportamento Animal: Cães e Gatos, uma relação bastante amistosa


A condição que vai determinar se duas espécies diferentes podem dividir o mesmo espaço físico e a mesma casa é a sua posição na cadeia alimentar. A relação amistosa depende muito de instintos básicos de sobrevivência. Podemos dizer que animais que pertencem ao mesmo patamar na cadeia alimentar podem conviver pacificamente e sem problemas.

O mesmo não acontece entre espécies de patamares diferentes como é o caso de gato e pássaro, gato e peixe, gato e hamster (roedores), cão e coelho etc. Mesmo assim não é raro vermos essas espécies convivendo harmoniosamente e em cumplicidade.

O mais comum hoje em dia é o cão e o gato dividindo o mesmo ambiente, ou seja, duas espécies que ocupam o mesmo espaço na cadeia alimentar. Na verdade, se forem criados juntos desde filhotes não teremos problema algum. O mesmo não ocorre quando tem idade diferente, principalmente um gato mais velho e um filhote de cão.

Geralmente o gato, por ser um animal de hábitos solitários, não aceita esse filhote. Já o cão, por ser um animal que vive em grupo (matilha), mesmo quando mais velho, geralmente aceita um filhote de gato facilmente. Quando os dois são filhotes a aceitação é imediata.

As fêmeas mais velhas podem aceitar os mais jovens como filhos, mesmo independente da raça e espécie, principalmente se não forem castradas, quando o instinto materno aflora.

Mesmo com idades diferentes, podemos fazer com que a aceitação seja facilitada e que tenham uma convivência pacífica, se respeitarmos as particularidades das espécies e se mantivermos separados por uns dias.

Como cão e gato tem o sentido da audição e olfato muito desenvolvidos, mesmo quando estão separados em ambientes distintos, ambos sabem da presença um do outro e com o tempo eles vão se acostumando. A aproximação visual deve ser gradativa, apresentando um ao outro ainda no colo do dono e sempre respeitando o ambiente do animal mais velho.

Eles têm senso de domínio de território e isso deve ser respeitado sempre. O animal mais novo deve ter um comportamento de respeito pelo território alheio e por isso a apresentação e liberação dos ambientes devem ser gradativas. O que vemos com maior frequência é uma convivência pacífica e muitas vezes de cumplicidade.

Na verdade não existem regras fixas para essa convivência e quais espécies podem conviver juntas, mas o bom senso deve prevalecer sempre nessa escolha. Muitas vezes temos surpresas boas em espécies diferentes e ruins em animais da mesma espécie. Devemos levar em consideração também a índole do animal, a raça escolhida e características da personalidade deles.



Fonte:

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Qual é a dose ideal de alimento que eu devo dar ao meu cão?



A quantidade de ração e quantas vezes o seu cachorro se alimenta por dia podem fazer toda a diferença para a saúde do seu amigão. Cães que comem demais, podem tornar-se obesos e letárgicos, enquanto cães que estão em uma dieta adequada tornam-se companheiros mais capazes de nos acompanhar a todo momento, apresentam melhor vigor físico em todas as ocasiões e têm menor chance de desenvolver problemas de saúde.


A primeira questão importante é em relação a porção de ração que você está oferecendo ao seu cão todo dia. Um bom ponto de partida é seguir as instruções do próprio fabricante em relação a quantidade ideal que o seu cão deve comer por dia. Considere que cães como um Border Collie ou um Pastor Alemão, que são muito ativos e gastam bastante energia, vão consumir uma porção maior de ração do que, por exemplo um Pequinês que passa boa parte do tempo dentro de casa. É sempre uma boa ideia acompanhar de perto o desenvolvimento do seu cachorro, desde filhote. Se você acha que ele está magro demais, aumente um pouco a porção diária de ração. Se, ao contrário, ele parecer acima do peso, procure diminuir um pouco essa quantidade.



Outra questão a ser observada é em relação ao porte do cachorro. Dependendo da raça e dopeso do animal vai ser importante que ele possa se alimentar um número maior de vezes por dia, mesmo em se tratando de um cão adulto. Por exemplo, é recomendado para um pequeno Yorkshire adulto que ele possa receber alimentação 3 vezes ao dia para evitar uma baixa de açúcar no sangue. No entanto, cães adultosde maior porte não precisam comer várias vezes ao dia. 


Em geral, 2 refeições diárias são suficientes para que o cão tenha tempo de digerir o alimento e ficar com fome novamente. Um delicioso petisco de baixa caloria entre as refeições também pode ser oferecido sem problemas.


Outro ponto de grande importância é a idade do cachorro. Os filhotes mais novos precisam se alimentar com maior frequência, portanto a porção diária deve ser fracionada em porções menores, que devem ser oferecidas ao longo do dia, de preferência com intervalos regulares. Utilize de bom senso nesta questão, considere que filhotes mais novinhos precisam comer várias vezes por dia. 


Por exemplo, os filhotes com idade aproximada de 8 semanas devem receber alimentação cerca de 4 vezes ao dia, enquanto filhotes mais velhos podem comer entre 2 e 3 vezes ao dia.


Cachorro pode comer uma vez por dia?



No caso dos cães adultos, ou filhotes acima de 8 meses, é recomendado que o cachorro possa se alimentar 2 vezes ao dia, com intervalos de tempo regulares. Esse é o método de alimentação mais indicado para a maioria das raças de médio e grande portes. 

Mas, para responder a nossa questão inicial, se cachorro pode comer uma vez por dia, devemos dizer que sim, pois em alguns casos a alimentação diária em porção única pode não fazer mal para o cachorro, em especial para algumas raças de maior porte. Os cães que se alimentam de uma dieta natural, baseada em ingredientes frescos, também podem se acostumar mais facilmente em se alimentar uma vez ao dia. Algumas dietas naturais são baseadas em alimentos crus, e nesses casos há muitos cães que acabam se alimentando uma vez por dia. 

No entanto, como regra geral, o mais recomendado é que você possa fracionar a alimentação em duas porções, em especial para os cães que se alimentam com ração industrializada. Lembre-se que nesse caso, é importante fracionar a porção diária em 2 refeições, sem aumentar a quantidade de ração oferecida ao seu cão diariamente.

Normalmente, o sistema digestivo dos cães são plenamente capazes de digerir o alimento em até 12 horas, portanto, os cães que se alimentam apenas umas vez ao dia acabam por ficar muito tempo de estômago vazio. Embora isso não seja considerado um grande problema, alguns especialistas afirmam que um tempo excessivo com o estômago vazio poderia gerar problemas gastro-intestinais similares aos que ocorrem em nós, humanos. Um deles, por exemplo, poderia ser a gastrite. 


Outra questão é que um espaço de tempo muito grande entre asrefeições poderia causar um aumento repentino na taxa de açúcar do sangue, seguido de um período de letargia enquanto o cão fica a espera da próxima refeição. Portanto, embora os cachorros possam ser alimentados uma vez ao dia, o mais recomendado é fracionar a alimentação diária em duas porções.

Fonte:

Cachorro pode comer isso?

UVAS: Alimento totalmente proibido para o consumo dos cães

Cachorro pode comer uva?

O cachorro não pode comer uva. Na verdade, podemos afirmar, sem sombra de dúvida que as uvas são totalmente proibidas para o consumo dos cães. Mesmo sendo um alimento que oferece nutrientes importantes para a nossa alimentação regular, as uvas podem ser muito perigosas se consumidas por caninos, e isso inclui também as uvas-passas.


Um dos problemas mais graves, que, em geral, podem ser observados nos cães que consomemuvas em grande quantidade é a insuficiência renal. Como os cães são muito curiosos e sempre aparentam estar famintos, é possível que um cachorro aceite uvas se você oferecer a ele. O problema é que as uvas em quantidade grande, tem um alto potencial tóxico, e podem envenenar um cachorro. Muitas vezes esse quadro de envenenamento não é reversível, e acaba por tornar-se uma morte lenta e dolorosa.