quinta-feira, 7 de abril de 2016

COMO AJUDAR UM ANIMAL ABANDONADO?




A presença de animais abandonados nas ruas é uma triste realidade no nosso país. Em todas as cidades existem diversos cães e gatos abandonados e abrigos super lotados que não conseguem mais dar conta de receber e cuidar destas vidas. O governo não tem participação relevante neste problema, portanto, esta situação deveria ser uma preocupação da sociedade em geral. Se cada pessoa fizer um pouco, as condições destes animais e dos abrigos poderá ser muito melhor!
Quer saber como ajudar um animal de rua? Todos podemos ajudar! Conheça as diversas formas e faça a sua parte também!
Adote um animal de abrigoConheça o abrigo de sua cidade, escolha um cãozinho ou gatinho e dê um lar para ele! A maioria dos animais de rua morrem sem saber o que é ter uma casa e um melhor amigo que cuide dele e dê carinho.

Resgate e adote um animal das ruasEncontrou um animal em condições ruins na rua? Resgate-o. Leve ao veterinário, dê um lar, comida, água e cuidados. Ele será eternamente grato a você, pois você salvou uma vida!

Não pode adotar? Dê um Lar TemporárioCom abrigos e ruas cheios de animais abandonados, não restam muitas soluções para eles. Portanto, se você tem um espaço bacana na sua casa, pode proporcionar um Lar Temporário (LT), para um cão ou gato. Ele pode ficar por um tempo em sua casa até encontrar uma pessoa que o adote permanentemente. Lar Temporário é muito melhor que um abrigo!

Não pode dar LT? Apadrinhe uma vidaPara aproximar as pessoas que querem ajudar dos animais carentes, existe o sistema de apadrinhamento, onde a pessoa escolhe uma vida do abrigo e se responsabiliza por suas despesas mensalmente, com recursos para compra de ração, água, medicamentos, vermífugos, antipulgas, etc. É muito legal também fazer visitas frequentes ao animal, pois ele precisa de contato humano e atenção frequente.

Não pode apadrinhar uma vida? Faça doaçõesOs abrigos de animais abandonados sobrevivem com recursos financeiros de doações. Portanto, todo mês é uma luta para conseguir valores suficientes para compra de ração, medicamentos e reparos em canis, além de outras necessidades. Qualquer quantia em dinheiro é extremamente útil aos abrigos. E há também quem prefira doar produtos e itens de primeira necessidade, o que também é muito bem-vindo, como: ração, medicamentos, vermífugos, antipulgas, jornais, caixas de papelão, petiscos, brinquedos, casinhas, caminhas, toalhas velhas em bom estado, materiais de limpeza, inseticidas e alguns materiais de construção para a estrutura física.

Não pode fazer doações? Participe voluntariamenteAssim como os abrigos sobrevivem por doações, existem pessoas de bom coração que ajudam com serviços manuais e mão-de-obra voluntários. Há muitas formas de ajudar assim: realizando eventos solidários para arrecadação de dinheiro, organizando feirinhas de adoção, fazendo mutirão de limpeza do abrigo e de banho e tosa nos animais, aplicando vacinas, recebendo doações de itens, ajudando na divulgação do abrigo, conscientizando a população sobre abandono, maus tratos e castração e simplesmente indo ao abrigo para brincar e dar atenção aos cães e gatos, o que é uma experiência incrível e muito prazerosa, pois o amor recebido pelos animais é verdadeiro e emocionante.

Não pode participar voluntariamente? Divulgue, compartilhe e conscientizeOs abrigos costumam fazer bastante divulgação para conseguir doações e pessoas que adotem seus animais, para que possam oferecer um lar de verdade para cães e gatos. Eles também possuem uma necessidade de conscientizar a sociedade sobre maus tratos e abandono, que são crime, e a importância da castração, que é uma solução para diminuição de animais na rua, mas muitas pessoas não têm consciência disso. Procure os abrigos da sua cidade pela internet e Facebook e ajude-os compartilhando as mensagens, os eventos solidários e as fotos de animais para adoção. Apoie-os de alguma forma, pois todo tipo de ajuda é extremamente bem-vindo!
Fonte:

SDA cria grupos de trabalho para Olimpíadas e peste suína clássica


Medidas estão no Diário Oficial da União desta quarta-feira (6)
A Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) criou dois grupos de trabalho, de acordo com portarias publicadas nesta quarta-feira (6) no Diário Oficial da União. Um deles tem a finalidade de oferecer subsídios técnicos e operacionais durante os Jogos Olímpicos Rio 2016 e viabilizar o cumprimento das normas fitossanitárias. O outro grupo é responsável pela elaboração de proposta estratégica para erradicação da peste suína clássica.

“O Grupo de Trabalho Olimpíadas SDA vai estar vigilante a qualquer eventualidade que possa acontecer durante os Jogos Olímpicos. Precisamos estar preparados para reagir com rapidez, caso haja algum problema”, diz o secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Luis Rangel.
O grupo é formado seis representantes do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), Departamento de Saúde Animal (DAS) e Departamento de Fiscalização de Insumos Pecuários (DFIP).
De acordo com o diretor do DSA, Guilherme Marques, a criação do grupo de trabalho para estabelecer a estratégia de erradicação da peste suína terá como foco Alagoas, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte. Esses oito estados ainda não têm reconhecimento como zona livre da doença. “Essa é mais uma etapa do programa, para que futuramente o país possa ser totalmente reconhecido como livre da peste suína”, destaca Marques.
  
Para suas reuniões, o grupo de trabalho sobre a peste suína poderá convidar representantes de outras áreas do Mapa, integrantes do Comitê Científico Consultivo do Programa Nacional de Sanidade Suídea e especialistas de entidades públicas ou privadas.
Confira aqui as portarias dos grupos de trabalho.
Mais informações à imprensa:
Assessoria de comunicação social
Cláudia Lafetá
claudia.latefa@agricultura.gov.br

Fonte:

A busca por genes causadores de doenças


Diversos estudos voltados a encontrar genes relacionados ao desenvolvimento ou à evolução de doenças como câncer e hipertensão foram apresentados no dia 28 de março, em Ann Arbor, nos Estados Unidos, durante a programação da FAPESP Week Michigan-Ohio.
O evento, que vai até 1º de abril, nas cidades de Ann Arbor e Columbus, foi organizado pela FAPESP em parceria com a University of Michigan (UM) e a Ohio State University (OSU) com o objetivo de fomentar novas colaborações entre pesquisadores paulistas e norte-americanos.
Entre os palestrantes estava o endocrinologista Antônio Marcondes Lerario, da University of Michigan Medical School, cujo trabalho é voltado a identificar alvos para o tratamento do carcinoma adrenocortical (CAC), um tipo raro de câncer caracterizado pelo crescimento anormal da camada externa (cortical) das glândulas adrenais – localizadas acima dos rins.
O córtex adrenal tem um importante papel no sistema endócrino, pois produz hormônios que regulam o metabolismo e a pressão sanguínea. Também sintetiza o cortisol e os hormônios masculinos conhecidos como andrógenos. O CAC pode desencadear uma produção excessiva desses hormônios.
"Do ponto de vista clínico, é uma doença bastante heterogênea. Há casos relacionados com mutações herdadas, mas a maioria são casos esporádicos. Alguns pacientes evoluem bem e outros, mal. Estamos identificando biomarcadores que ajudam a distinguir esses diferentes casos", contou Lerario.
Além de cirurgia para a remoção do tumor, o tratamento da doença inclui quimioterapia, radioterapia e medicamentos que bloqueiam a produção de cortisol quando os níveis desse hormônio estão muito altos.
Segundo Lerario, não há, porém, opções eficientes para tratar os casos avançados, em que ocorreu a formação de metástase. "O que podemos fazer é entrar com uma quimioterapia agressiva, que melhora um pouco os sintomas, mas não afeta a sobrevida global. Por isso nossa pesquisa está voltada a identificar alvos moleculares específicos que possam ser bloqueados por meio de drogas e, assim, reduzir a progressão da doença sem afetar os tecidos sadios. É o que chamamos de terapia-alvo", explicou.
Diversos genes candidatos estão sendo investigados na University of Michigan Medical School. Um desses alvos terapêuticos – o IGF-2 (Insulin-like growth factor 2) – chegou a ser testado em ensaios com humanos, mas não mostrou a eficácia esperada.
"O IGF-2 é um gene que se encontra hiperexpresso em 90% dos portadores de carcinoma adrenocortical e sabemos que induz a proliferação e o crescimento celular. Tentamos usar drogas que bloqueiam o receptor dessa proteína. Funcionou in vitro, funcionou em modelos animais, mas nos testes com humanos apenas 5% dos pacientes responderam", contou o pesquisador.
Os 5% que responderam, no entanto, apresentaram melhora significativa. A doença parou de progredir por um tempo prolongado e, em alguns casos, chegou a regredir. Segundo Lerario, porém, ainda não é possível saber com antecedência quais pacientes vão responder a essa terapia.
"É uma doença complexa. Além do IGF-2, há outras vias oncogênicas ativas e parece existir um sinergismo entre elas. Nossa meta agora é encontrar meios de atuar em várias dessas vias simultaneamente ou de identificar se há uma via central", disse Lerario.
Hipertensão resistente
A relação entre os casos de hipertensão resistente ao tratamento e a ativação excessiva dos receptores celulares para o hormônio aldosterona (conhecido como receptor mineralocorticoide) foi o tema da palestra apresentada pelo professor Bryan Byrd, da Divisão de Medicina Cardiovascular da University of Michigan Medical School.
Segundo Byrd, são considerados resistentes ao tratamento aqueles pacientes cuja pressão arterial não fica sob controle mesmo tomando simultaneamente, em doses ideais, três medicamentos de diferentes classes, sendo um deles, necessariamente, um diurético.
"As melhores estatísticas que temos sobre esses casos são brasileiras, levantadas por pesquisadores do Instituto do Coração (InCor) da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), e indicam que o problema acomete aproximadamente 10% dos hipertensos", contou Byrd.
Entre esses casos de resistência real à terapia, contou o pesquisador, 20% dos pacientes apresentam ativação excessiva do sistema relacionado ao hormônio aldosterona, o que faz com que o rim retenha maior quantidade de água e de sódio.
"No processo evolutivo, o receptor mineralocorticoide surgiu quando os mamíferos deixaram o meio aquático, com a missão de impedir a morte por desidratação. A ativação desse receptor indica para o rim que ele deve reter água e sódio em situações em que há dificuldade para encontrar água. Mas algumas pessoas parecem produzir muito hormônio aldosterona mesmo quando estão bebendo quantidades suficientes de água e ingerindo muito sal em suas dietas", contou Byrd.
No entanto, acrescentou o pesquisador, estudos recentes têm mostrado que mesmo alguns hipertensos com níveis sanguíneos normais de aldosterona respondem bem a drogas que bloqueiam a ação do receptor mineralocorticoide.
"Isso nos sugere que pode haver outros meios de ativar esse receptor, moléculas com ação similar à da aldosterona que precisam ser identificadas. Outra possível explicação é que esses pacientes tenham uma superexpressão do receptor mineralocorticoide. Nossos estudos tentam identificar qual é a causa precisa dessa ativação exagerada do sistema", afirmou Byrd.
Ainda na mesma sessão, a pesquisadora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) Gisele Colleoni apresentou uma linha de pesquisa dedicada a encontrar alvos terapêuticos e biomarcadores de prognóstico para o mieloma múltiplo – um tipo de câncer que afeta as células do sistema imunológico conhecidas como linfócitos.
Nils Walter, professor de Química da University of Michigan, falou sobre o uso de microscopia de fluorescência como ferramenta não invasiva para dissecar, em células vivas, o papel de moléculas de RNA que não codificam proteínas, mas têm papel regulador na expressão dos genes e podem estar envolvidas no desenvolvimento de doenças.
Já o pesquisador da USP Alexandre da Costa Pereira apresentou iniciativas voltadas a mapear a estrutura genética da população brasileira – altamente heterogênea em decorrência de cruzamentos entre diversas etnias – e comentou como o conhecimento de variantes genéticas pode ajudar a identificar suscetibilidade para o desenvolvimento de doenças crônicas.
Por Karina Toledo, de Michigan | Agência FAPESP
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Como lidar com a agressividade de alguns cães

Donos devem entender os padrões de comportamento para fazer correções ao longo da convivência.

Pode ser um cachorro de pequeno ou de grande porte, qualquer cachorro que desenvolva um comportamento agressivo pode realmente criar uma série de problemas para os donos. Por isso, é importante que os donos consigam se conscientizar de que este realmente é um problema deverá ser encarado de frente.
O primeiro passo para que os donos consigam controlar esta agressividade dos cães é tentar entender da onde vem este comportamento.

Agressividade por dominância

Dicas para lidar com a agressividade de alguns cãesEste é um tipo de agressividade que surge quando um cachorro acaba não tendo limites dentro do espaço onde ele mora. Os cães, assim como membros de qualquer matilha, precisam seguir um líder. Quando eles não conseguem identificar uma presença que se torne referência para eles, assume a liderança, e consequentemente fica mais agressivo.
Os cães domésticos podem e devem enxergar nos seus donos um líder da matilha. De uma forma geral, o dono consegue ser o líder do seu cão quando consegue prover todas suas necessidades ao mesmo tempo que consegue impor limites através de padrões de comportamento.
Exercícios de obediência, tanto dentro de casa quanto na rua, podem ajudar o cachorro a entender que o humano é o líder e desta forma a agressividade poderá ser controlada. Estes hábitos devem ser incorporado no dia a dia da convivência entre o cão e o seu dono. Ou seja, quando sair para um passeio, o carro deve ser ensinado a não puxar, ou quando o cachorro é solto para ir para o pátio, esperar para que o dono dê a ordem para que ele passe para o outro local.

Agressividade por posse

Dicas para lidar com a agressividade de alguns cãesIsso acontece quando o cachorro acaba ficando nervoso quando alguma pessoa ou outro animal chega perto de um determinado objeto. Ele pode apresentar este comportamento perto de brinquedos, comida, a sua cama ou casa ou até mesmo em relação a uma pessoa ou outros animais.
O ideal é demonstrar ao cão que não existe competição e que o cachorro não precisa ficar defendendo um determinado objeto. Para isso, recompense o cachorro com petiscos sempre que ele não apresentar um comportamento agressivo quando a pessoa passa perto do tal objeto, ou puna ele com esguichos de água e palavras de ordem quando ele tentar atacar.

Agressividade por medo

Quando o cachorro está com medo ou passando por uma situação de stress extremo, ele poderá também apresentar um comportamento agressivo. Este tipo de comportamento nunca deve ser reprimido com agressão ou gritos. O ideal é tentar se aproximar do cão aos poucos, todos os dias, avançando um pouco nos movimentos e passando segurança para o pet.
Em todos os casos, ajuda profissional deve sempre ser solicitada quando a situação foge de controle dos dono. 

Fonte:


Dicas para fazer o cão perder medo de pessoas

Donos devem investir tempo em treinamentos específicos de sociabilização.


O medo nos cães pode ter os mais variados motivos. Existem algumas raças que acabaram desenvolvendo o medo por natureza, mas na grande maioria dos casos os cães passam por situações traumatizantes que acabam fazendo com que eles sintam medos das outras pessoas.
Mas ao contrário do que a maioria dos donos pensam, o medo nos cães pode ser revertido assim como qualquer outro comportamento animal. Além de tentar identificar o que causa o medo nos cachorros, os donos podem criar uma rotina de exercícios e atividades de sociabilização que vão ajudar os donos a deixarem os cães mais confiantes e corajosos.

Observando os medos

Antes de mais nada, é de fundamental importância que os donos consigam entender do que o cachorro tem medo. É importante observar as situações para tentar entender se o cachorro tem medo de todo mundo, ou de uma determinada pessoa. Também é importante perceber se este medo é apenas relacionado a presença de alguma pessoa ou se ele tem medo quando esta pessoa toma alguma atitude ou faz algum movimento.
Para conseguir entender este comportamento não existe receita milagrosa. O dono precisa começar a perceber melhor a situação como um todo sempre que o cão acaba demonstrando medo.
Também é importante que as pessoas comecem a ler os sinais que demonstram o medo nos cães. Dentre os principais sinais corporais estão postura de ataque, olhos arregalados, tremedeiras, dentre outros.

Cuidando das outras pessoas

Dicas para fazer o cão perder medo de pessoas
Durante o processo de adestramento, é de fundamental importância que o dono conte com a ajuda de outras pessoas, sejam elas estranhas ou da família. Sempre que elas se aproximarem do cachorro é importante avisar que o animal tem medo e pedir para que as pessoas sempre tende se aproximar com cautela. Qualquer movimento mais brusco das pessoas poderão assustar o animal ainda mais.

Dicas para resolver o problema

O primeiro passo para o dono é se conscientizar de que nada será resolvido de uma hora para a outra. Será preciso paciência e constância.
Depois disso, certifique-se que o cão consegue ficar 100% tranquilo no seu próprio ambiente. Depois disso, comece um trabalho de aproximação aos poucos com outras pessoas. É importante que elas sejam instruídas a deixar sempre o cachorro tomar a iniciativa.
Sempre que o cão se aproximar de alguém que normalmente ele teria medo, o dono deve oferecer um petisco de recompensa.
Repita o processo, de preferência, todos os dias e com diferentes pessoas para que os animais percam o medo aos poucos de se aproximar. 

Fonte:

Estudo aponta que cachorro “mau comportado” têm ligação mais forte com seu dono


Estudo aponta que estas atitudes são basicamente mecanismos para chamar a atenção.

Dá próxima vez que o seu cachorro aprontar uma malcriação, pense duas vezes antes de dar aquela bronca no pet. Ele pode ter uma conexão muito mais forte com você do que se pode imaginar. Pelo menos é isso que defende um recente estudo sobre o comportamento dos cães no dia a dia.

A pesquisa foi desenvolvida pela Canisius College, em Nova York. De acordo com o relatório emitido pelos pesquisadores, a ideia foi observar o comportamento dos cães de 60 famílias diferentes. A ideia principal era observar mais de perto o que os cachorros faziam em relação as pessoas do seu círculo de convivência e também com as crianças.

Conhecendo os cães

Em um primeiro momento a ideia principal era entender melhor como funcionava a dinâmica entre as pessoas da casa e os cães. Para isso a pesquisa teve diversos momentos, dentre eles um questionário para que os donos dos pets informassem aos pesquisadores todos os detalhes sobre a forma como o animal convivia com todo mundo.
Dentre os questionamentos feitos estavam perguntas relacionadas ao quanto se sentiam responsáveis por eles e com qual frequência davam comida e passeavam com seus bichinhos de estimação. O comportamento dos cães também foi classificado de acordo com o momento.

Bagunça e o amor

Cachorros “mau comportados” teriam ligação mais forte com seus donos
De acordo com os relatórios e os cruzamentos que foram realizados entre o comportamento dos cães e os integrantes da família, os pesquisadores entenderam que quanto mais os animais faziam coisas para chamar a atenção dos donos, como derrubar ou quebrar coisas dentro de casa, maior era o amor dos humanos pelos pets.
Sobre as crianças, os pesquisadores concluíram que o comportamento dos pequenos não chegava a ser afetado pela presença dos cães. Os menores sempre terão uma ligação muito forte pelos animais, independente se eles apresentam um mau comportamento ou não. 
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PROBLEMAS COM AS PENAS DAS AVES


As penas das aves exercem diversas funções, tais como o voo, impermeabilidade e controle da temperatura. A troca das penas ou período de muda ocorrem de forma continua ou a cada duas a três vezes por ano, sendo influenciada pela exposição luminosa e controlada por hormônios.
As anormalidades das penas incluem alterações de coloração, penas quebradiças, malformadas,sujas e com marcas de estresse.  Uma pena normal é totalmente lisa, limpa e plana sem deformidade nas suas bordas e ponta.
As aves que apresentarem as alterações citadas acima em suas penas, devem passar por uma investigação minuciosa para identificação do problema, quer seja ele de origem nutricional,metabólico ou pelo estresse.
Outro problema comum observado nas aves de estimação é o bicamento das penas e a automutilação que são originados na maioria dos casos por processos comportamentais ou psicóticos, tornando-se difícil o tratamento. Os psitacídeos são os mais afetados graças a sua grande afinidade pelas pessoas.
Mudanças de donos, casa ou ambiente colaboram para o surgimento das anormalidades envolvendo as penas das aves. É de extrema importância que os hábitos na rotina sejam mantidos, não se deve diminuir a atenção ou simplesmente ignora-los por causa de outros animais ou situações. Fique sempre de olho no comportamento e na rotina do seu pássaro, caso note alguma alteração na formação das penas, procure um Médico Veterinário qualificado para prestar o atendimento correto para seu animal.