domingo, 20 de setembro de 2015

Governo de S. Paulo vai introduzir na estrutura das secretarias a figura do cientista-chefe

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O governo do estado de São Paulo vai introduzir na estrutura de suas secretarias a figura do cientista-chefe, responsável por fornecer dados e conselhos baseados no conhecimento científico. 

O anúncio foi feito pelo vice-governador Márcio França, na abertura do Fórum do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), sediado na FAPESP nos dias 27 e 28 de agosto. A proposta, segundo França, que também é secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação, é fruto de uma visita feita por ele à FAPESP em março. 

Na ocasião o presidente da Fundação, Celso Lafer, lembrou a experiência de países como Reino Unido e Israel, cujos governos têm essa função em seus organogramas, e do Departamento de Estado norte-americano.“É preciso estabelecer a parceria entre a pesquisa e a política”, disse França. A proposta, afirmou o vice-governador, está sendo detalhada em conjunto com a FAPESP. 

“A intenção é levar a ciência a contribuir para o governo”, disse à Agência FAPESP o diretor científico da Fundação, Carlos Henrique de Brito Cruz. “Durante tanto tempo se falou em interação entre a universidade e a empresa. A interação da universidade com o governo é igualmente meritória. 

A ciência e os cientistas podem ajudar a empresa e o governo a serem melhores.”

Conheça mais sobre os Streptococcus

O grupo de bactérias Streptococcus é bastante amplo e conta com cerca de 100 espécies diferentes. Algumas espécies são albergadas em cães e gatos, mas dificilmente desencadeiam qualquer doença nesses animais, assim como algumas espécies são comuns para o ser humano, mas podem causar doenças nos animais que não seu reservatório natural. Fora do hospedeiro o Streptococcus sobrevive por pouco tempo, sendo uma bactéria frágil.

É comum ouvir o termo Enterococcus. Os Enterococcus nada mais são do que Streptococcus entéricos, que são encontrados no intestino de animais e humanos. Quando comparado ao Streptococcus esse gênero apresenta algumas diferenças: toleram sais biliares e parte dos Enterococcus isolados é móvel. Esse grupo pode ser considerado como patógenos oportunistas.

Cada grupo de Streptococcus possui um nível de virulência, pois essa capacidade depende de uma série de fatores, como tipo de hemólise que a bactéria é capaz de causar, presença de determinas proteínas, enzimas e cápsula conferindo resistência à bactéria.

Além de tudo, nem toda bactéria estreptocócica é causadora de zoonose, algumas só afetam animais, outras afetam apenas humanos, enquanto outras afetam ambas as espécies, de forma similar ou diferente.

Streptococcus do grupo A – S. pyogenes

O S. pyogenes é uma bactéria que afeta principalmente os seres humanos, sendo um patógeno comum para crianças, no entanto pode causar amidalite (tonsilite) em cães de forma eventual. Essa bactéria pode também infectar bovinos através de humanos e voltar a infectar humanos através do leite.

Pode também causar Impetigo, sendo mais comum em humanos do que em animais, especialmente em filhotes de cachorros, nos quais a doença é causada mais comumente por estafilococos. 

Streptococcus do grupo B – S. agalactiae

Esse grupo é composto exclusivamente pelo S. agalactiae e apresenta diferenças nas infecções causadas em animais e em humanos. Por algum tempo cientistas tentaram separar essa bactéria em diferentes linhagens por causa das diferenças bacteriológicas das infecções, no entanto tudo leva a crer que se trata de uma única espécie.

A S. agalactiae atinge principalmente bovinos e animais da família dos camelos, causando mastites, sendo mais raras infecções em animais como peixes, hamsters, gatos e cachorros. Ela se mostra importante para recém-nascidos, tanto humanos como em cães, sendo causadora de meningite e septicemia nesse grupo.

Em humanos a S. agalactiae se apresenta no trato geniturinário e gastrointestinal. Nos cães é causadora de endocardite e eczema. 

Streptococcus do grupo G - S. canis

A S. canis já foi isolada em caninos, felinos e bovinos, entre outros animais. Geralmente se encontra no trato respiratório superior e no aparelho genital dos animais.

Em cães é causadora de diversos tipos de infecção, como otites externas, infecções de pele, faringites, amidalites, infecções genitais, urinárias, respiratórias, abortos e em alguns casos endocardite. A ocorrência da síndrome do choque tóxico por S. canis ou septicemia é considerada incomum.

Em gatos o S. canis se apresenta principalmente na vagina de fêmeas jovens, mas pode ficar albergado nas amígdalas, prepúcio e faringe. A infecção ocorre em todas as faixas, mas é mais comum em animais com menos de duas semanas. Nesses gatinhos mais jovens a grande ocorrência de septicemia com morte súbita. Nos gatos que tem idade de 3 a 7 meses costumam ter linfadenite cervical, decorrente de uma faringite o amidalite.
Enterococcus

Infecções do trato urinário são mais comuns em animais de estimação jovens, mas podem ocorrer em qualquer período da vida do pet. Estima-se que 14% dos cães vai apresentar a doença em alguma fase da vida. Em gatos as ITUs são menos frequentes, porém em gatos idosos mais da metade deles vão apresentar ITU decorrente de infecção estreptocócica ou outra infecção bacterina.

Parte das ITUs (infecção do trato urinário) é causada pelos Enterococcus, entre outras bactérias, muitas vezes ocorrendo mais de uma em cada infecção. Ao contrário dos seres humanos, essas infecções não apresentam sintomas e são descobertas por acaso. Quando não tratada elas podem causar uma série de sequelas como disfunção urinária, problemas de fertilidades, problemas na próstata, septicemia, entre outras, com eventual falha renal.


Pneumococos – S. Pneumoniae

O grupo de bactérias S. Pneumoniae são amplamente conhecidas como Pneumococos. Esse grupo causa diversas doenças e leva a óbito milhares de pessoas todos os anos não apenas no Brasil como no mundo todo.

A doença pneumocócica (DP) mais comum é a pneumonia. No entanto as DP’s se apresentam em dois tipos: Invasivas, ou seja, que entram na corrente sanguínea ou em locais que comumente são estéreis no animal ou pessoa infectada e não invasivas. Por causa dessa variedade, as DP’s apresentam sintomas e gravidade variados de acordo com o local que infectou, além disso, alguns pneumococos são considerados resistentes à terapia com antibióticos.

A infecção pelo S. Pneumoniae não é muito diferente das de outros Streptococcus, se dando principalmente pelo ar através da liberação de gotículas de saliva ou espirros. Conheça abaixo algumas das doenças causadas pelos Pneumococos de forma invasiva:
Septicemia e bacteremia é a presença do patógeno no sangue. A bacteremia é a presença da bactéria que entrou na corrente sanguínea de forma primária, ou seja, direta ou de forma secundária, decorrente de uma infecção. Já a Septicemia é um processo inflamatório, com intensa multiplicação bacteriana, muitas vezes com liberação de toxinas pelas bactérias, agravando o quadro;
Meningite é um processo infeccioso que ocorre quando o Streptococcus atinge a membrana que recobre o cérebro e a medula espinhal, muito comum em humanos, geralmente causa febre e rigidez na região do pescoço e da nuca;
Artrite ocorre quando há presença de processo infeccioso ou inflamatório na articulação;
Pericardite acontece quando o processo infeccioso está na membrana serosa que envolve o coração externamente, o pericárdio.

Existem também as Doenças Pneumocócicas não invasivas:
  • Otite média aguda, como o nome sugere, a infecção atinge a porção média do ouvido;
  • Pneumonia causa pelo Streptococcus, nos cães a doença tem como sintoma mais frequente a dispneia ou dificuldade de respirar, com respirações rápidas e superficiais, com febre e muitas vezes com cianose, cor cinza ou azulada causada pela falta de oxigênio, nas gengivas, língua e lábios;
  • Bronquite, doença que muitas vezes ocorre devido à presença do Pneumococo ou outro patógeno, levando a inflamação da mucosa da traqueia e dos brônquios;
  • Conjuntive que é o processo infeccioso na conjuntiva, parte transparente que reveste a superfície ocular.

A Síndrome do choque tóxico

Essa doença é rara, no entanto apresenta um grande potencial de levar a pessoa ou animal acometido a óbito. A Síndrome é causada pelas toxinas de bactérias variadas, dependendo da situação. Frequentemente a Síndrome do choque tóxico causada por Streptococcus é chamada como Síndrome do choque tóxico estreptocócica, sendo causada principalmente pelo S. pyogenes.

A Síndrome ocorre geralmente através de faringe, vagina – principalmente em humanos pelo uso de absorvente interno - ou traumas na pele como queimaduras e cortes.

A doença atinge diversos órgãos, com lesão hepática, renal e/ou muscular frequente, além de levar a anemia. Febre, cansaço, diarreia, vômitos e erupções cutâneas também estão entres os sintomas da Síndrome. Geralmente os órgãos se recuperam por completo após o término da doença e da infecção estreptocócica.


Fonte:

6 Tipos de Streptococcus e Suas Principais Doenças

Bastante conhecida por quem tem um pet em casa – e mesmo pelos que nunca tiveram um bichinho de estimação - a bactéria Streptococcus é agente causadora de diferentes doenças e complicações, afetando tanto animais quanto seres humanos e podendo, portanto, ser transmitida de um para o outro.

Produtoras de ácido lático, as bactérias Streptococcus são caracterizadas por causarem a morte celular das hemáceas (também chamadas de glóbulos vermelhos), presentes nas correntes sanguíneas de animais e humanos. Inalteradas com a presença de oxigênio, estas bactérias podem viver com ou sem a sua presença, e são classificadas em diferentes grupos específicos (sendo os grupos B, C e, principalmente G, os mais frequentes em infecções de animais):




Grupo A
Inclui as bactérias do tipo pyogenes, e pode causar problemas como faringite, febre reumática e febre pós-parto.


Grupo B
Formado pela espécie agalactiae, é agente causadora de complicações que incluem a meningite, e pode afetar bebês recém-nascidos.


Grupo C e G
Composto por diferentes espécies da bactéria, este grupo desencadeia problemas que se apresentam em doenças que tendem a formar pus.


Streptococcus Viridans
Comunmente, causa complicações na boca e na dentição, levando a abcessos dentários e inflamações da gengiva, por exemplo.


Streptococcus Mutans
Tem as cáries dentárias entre suas principais consequências, já que o ácido lático destrói o cálcio dental aos poucos, deixando o dente mais vulnerável.

Streptococcus Pneumoniae

Também conhecida pelo nome Pneumococo, esta espécie da bactéria é uma das que causa os problemas mais graves, incluindo pneumunia, meningite e sinusite, entre outros.

Além dos cães, dos gatos e dos seres humanos, a Streptococcus pode acometer outras espécies de animais, incluindo equínos, suínos, bovinos e aves. Normalmente encontradas nas áreas genitais, no trato respiratório e no intestino, as bactérias desse tipo podem causar infecções em todos os tipos e raças de cães, sendo que ambientes não muito higiênicos e fatores como idade e um histórico recente de cirurgia podem aumentar as chances de que o Streptococcus acometa o seu pet.

Confira, neste artigo, um pouco mais sobre esta bactéria causadora de tantos problemas, e aprenda a identificar os sinais de que ela pode estar presente no seu pet, garantindo o tratamento do animal e evitando que ela possa ser transmitida para você.


Fonte:

Uma síntese das complicações causadas pela bactéria Streptococcus


A infecção pela bactéria Streptococcus pode ser fatal para cães e gatos, as doenças causadas apresentam por meio de diversas formas e sintomas.


Quando os cães são infectados pela bactéria os sinais mais comuns são: febre dor, amidalite, doença inflamatória, dificuldade para engolir, pneumonia, tosse e apatia. E ainda, complicações mais graves como o aborto e infecções que afetam o trato urinário, o sistema nervoso central e a circulação sanguínea.

Os sintomas característicos observados nos gatos são: tosse, pneumonia, febre, artrite, apatia, dor, dermatites e problemas respiratórios, sendo a última de maior relevância.

Caso seja observado algum problema que possa ser decorrente da contaminação por Streptococcus é muito importante consultar o médico veterinário, evitando que o animal contaminado transmita a bactéria a outros animais e até mesmo ao ser humano, e também complicações que possam levar o pet ao óbito.

Fonte:


Estamos aqui para homenagear um grande amigo, cujo aniversário é hoje!

Um feliz e grande aniversário
para você ,
nosso chefe e amigo. 



Que você continue sendo esta pessoa que nós vemos todos os dias,
se empenhando em sua carreira cuidando da saúde de nossos animais com muito amor e carinho.


Que você nunca deixe a sua luz parar de brilhar e que todos aqueles que você ama estejam sempre por perto, dando ainda mais forças para esse cara maravilhoso que você é!

Parabéns mais uma vez e não deixe de aproveitar bastante o dia de hoje!


sábado, 19 de setembro de 2015

Ecologia - Planeta perde metade de sua fauna nos últimos 40 anos

Conclusão é do Relatório Planeta Vivo 2014, elaborado pela WWF.


As populações de mamíferos, aves, répteis, anfíbios e peixes foram reduzidas à metade nos últimos 40 anos. A conclusão, alarmante à conservação da biodiversidade, é do Fundo Mundial para a Natureza (WWF, na sigla em inglês) ao divulgar o Relatório Planeta Vivo 2014.

O estudo avaliou mais de 10 mil populações de 3 mil espécies entre 1970 e 2010. Esta é a décima edição do material que é divulgado a cada dois anos pela WWF e mostra as mudanças na biodiversidade, nos ecossistemas e a demanda por recursos naturais.

Em todo o mundo, as espécies terrestres diminuíram 39%, e a principal causa é a perda de habitat em razão de atividades como agricultura e caça. A fauna marinha teve o mesmo percentual de redução. Já as espécies de água doce minguaram ainda mais: há 76% menos espécies vivendo no planeta em relação a 40 anos atrás.

 — Esses animais mostram a saúde do ecossistema do planeta — diz o superintendente de Políticas Públicas do WWF-Brasil, Jean-François Timmers.
De acordo com o estudo, a maior queda registrada foi na América Latina: 83%. Timmers explica que em algumas regiões, como a África, a questão da caça é preocupante, mas na América Latina a diminuição dos animais tem outras causas, como o desmatamento, a destruição de ecossistemas aquáticos e a pesca no litoral.
Outro dado importante relatado pela WWF é a chamada Pegada Ecológica, que mede a demanda da humanidade por recursos naturais.

— É um índice que vai agregando o consumo de carbono, de água e de algumas commodities (produtos básicos com cotação internacional). É uma estimativa comparativa, mas relacionada ao consumo de bens naturais e emissão de carbono — afirma Timmers.
O documento mostra que a demanda global é maior que a capacidade de reposição do planeta: seria necessária uma Terra e meia para atender as necessidades atuais.

— Estamos gastando 50% a mais do que a natureza é capaz de repor por ano, e a tendência é crescer, porque a classe média, principalmente na Ásia, vai crescer muito, e as demandas vão aumentando.
Apesar dos índices, a WWF destaca que existem ações para reverter a perda de biodiversidade. Segundo Timmers, existem pacotes de medidas para agricultura de baixo carbono, uma série de alternativas tecnológicas para geração de energia limpa.
Com relação à América Latina, o superintendente lembra que as recentes catástrofes ambientais e crises como a de água, na região da Cantareira, em São Paulo, por exemplo, ajudam a chamar a atenção para o tema ambiental.

—  Existe um nível de consciência crescente na região como um todo, dos governantes em geral, das autoridades acadêmicas e da população com relação a questões ambientais. Isso faz com que a agenda ambiental se torne importante.
Os números globais, e principalmente os da América Latina, segundo Timmers, "são um alerta". Agora, a WWF fará análise mais específica dos dados da região

— Vamos desagregar esses índices para saber a que se deve, de forma precisa, esse aumento crescente da degradação ambiental na América Latina e provocar discussões de nível nacional e regional — explica.

O Relatório Planeta Vivo 2014 faz uso do banco de dados da Sociedade Zoológica de Londres, uma fundação científica sem fins lucrativos, que tem projetos de conservação em mais de 50 países. Os dados relacionados ao índice de Pegada Ecológica são da Global Footprint Network, uma organização internacional que trabalha com o debate dos limites ecológicos e é parceira da WWF.

Fonte: 
Curso Pré-Universitário

Saúde Humana: A água com gás faz mal?


Todo mundo sabe que tomar refrigerantes e outras bebidas gasosas e açucaradas o dia inteiro não é uma boa ideia.
A mistura do alto teor de açúcar com a acidez provocada pela carbonização (o processo de injeção de bolhas de ar) gera resultados curiosos. Se você já deixou moedas em um copo de refrigerante tipo cola por algumas horas, pôde ver que elas saem limpas e brilhantes. O motivo para isso é que o ácido fosfórico presente na bebida remove a camada de óxido que se acumula nas moedas.

E água com gás, faz mal?
Comecemos pelo estômago. A água com gás é fabricada com a adição de dióxido de carbono sob pressão ao líquido. O resultado é que a bebida passa a conter ácido carbônico, um ácido fraco. Engolir um copo de água com gás de uma só vez pode causar soluços ou indigestão. E se você tomar aos pouquinhos? Será que a ideia de que ela faz mal ao estômago tem fundamento?


Na realidade, parece ser exatamente o contrário. Em um teste realizado na Universidade de Nápoles, na Itália, pacientes com dispepsia ou constipação frequentes foram divididos em dois grupos. Cada um deveria consumir exclusivamente água com gás ou água sem gás por 15 dias. Todos passaram por uma série de testes, e ambos os grupos tiveram suas condições melhoradas com a água com gás, enquanto nada mudou entre aqueles que tomaram água do filtro.

Quem bebe muita água com gás pode se sentir inchado, mas cientistas da Universidade de Hyogo, no Japão, descobriram que isso tem suas vantagens. Um grupo de voluntárias fez uma noite de jejum e para quebrá-lo, cada uma tomou lentamente água comum ou com gás. Os pesquisadores descobriram que 900 mililitros de gás são liberados em apenas 250 mililitros de água. Por isso, a bebida causa uma ligeira dilatação do estômago, dando a sensação de saciedade. Como as voluntárias não se sentiram mal, os cientistas passaram a recomendar a água com gás como uma maneira de evitar se comer em excesso.

Algumas pessoas acreditam que a água com gás também tenha um bom poder reidratante, principalmente se deixarem o gás escapar. Mas um estudo feito na Grã-Bretanha com crianças com gastroenterite aguda mostrou que, em comparação com sais de reidratação vendidos em farmácias, a água mineral tem bem menos sódio e potássio. Portanto, para essa finalidade, os sais ainda são melhores.

Fonte: 
Curso Pré-Universitário