quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Quantidade certa de água é fundamental para manter seu pet saudável

Todo mundo sabe da importância da água para a saúde humana e com os cães não é diferente. Cerca de 80% do corpo dos nossos bichinhos é feito desse líquido e, por isso, ingerir a quantidade certa para o dia é fundamental para que eles mantenham uma vida saudável. Confira se você está hidratando o seu cachorro na medida certa e saiba a melhor forma de fazer isso.
©Shutterstock 

A água não serve apenas para matar a sede dos cães. Assim como os humanos, esses bichinhos também estão suscetíveis a problemas renais ocasionadas pela desidratação. Sabendo que essa é uma parte tão importante da saúde do seu melhor amigo, vale ficar atento para a quantidade e a qualidade dos líquidos que ele anda ingerindo.

Quanta água você deve dar para seu cachorro?

A quantidade ideal de água varia muito de cão para cão e quanto maior for o peso do bichinho, mais líquido ele vai precisar ingerir. O ideal é que o animal beba 600 ml de água para cada 10kg de peso corporal: um Chihuahua, por exemplo, que tem peso médio de 3kg, deve ingerir um mínimo de 180ml por dia. Já um São Bernardo, que pode chegar a até 90kg pode precisar de mais de 5L de água por dia para se manter hidratado.

Dicas do veterinário:

- Normalmente água tem que ficar livre, em pote grande ou em vários potes se forem vários animais.

- Mantenha a água fresca, trocando e limpando o pote diariamente.

- Para estimular o animal a se hidratar em dias quentes, coloque pedras de gelo no pote com água.

- Frutas têm bastante água. Para cães que não gostam de ingerir a quantidade apropriada diariamente, é interessante oferecer alimentos como a melancia ou até mesmo a água de coco (que é mais docinha).

Fonte:



O som dos latidos - Software revela sentimentos, idade e gênero dos cães pelo som dos latidos

O que o seu cão quer dizer quando late? Programa é capaz de decifrar sentimentos, idade e até mesmo gênero do pet


Já imaginou o que o seu cãozinho quer falar quando ele late? Muito mais do que um aviso de fome ou demonstração de felicidade, os latidos dos peludinhos podem decifrar muitas emoções como medo, ansiedade e solidão. Para pesquisadores da Universidades de Eotvos Lorand, na Hungria, e da Universidade Técnica de Madrid, na Espanha, o som dos latidos pode ajudar até mesmo no diagnósticos de doenças, o que motivou os cientistas a criarem um programa de computador capaz de decifrar todos esses sentimentos. Dá para acreditar?

© Cada latido, uma emoção 

Um programa de computador criado por pesquisadores da Hungria e Espanha revela sentimentos, idade e gênero dos cães

As equipes de pesquisa das universidades de Eotvos Lorand Técnica de Madrid desenvolveram o programa usando cerca de 800 latidos de sete cachorros diferentes, inseridos nas situações mais diversas, como com um estranho se aproximando da porta de casa ou diante de uma tigela de alimentos caninos.

Com a ajuda do programa, os cientistas revelaram que é possível identificar o sentimento do cãozinho naquele momento: assustado, feliz ou solitário. No futuro, o sistema pretende auxiliar no diagnostico de doenças, além de ajudar a descobrir como os animais que vivem em abrigos estão sendo tratados, detectando os níveis de agressão e as emoções do pet.

Algoritmos podem ajudar ainda na criação de robôs

Os números revelados no programa também podem ajudar a humanidade de outras maneiras. Segundo os pesquisadores, os latidos podem ajudar na criação de robôs de convívio social. “Poderíamos desenvolver sons que expressam emoções para robôs baseados nos latidos dos cachorros e que seriam reconhecidos por humanos – esse seria um jeito de criar robôs sociais verossímeis”, explicou Dr. Tamas Farago ao jornal Independent.

Idade e gênero dos cães também podem ser descobertos

Além de todos os sentimentos do cãozinho decifrados pelo programa, os cientistas ainda descobriram que em 81% dos testes realizados no sistema era possível identificar também a idade e o gênero do peludinho que estava latindo. A partir de agora, vale ficar ainda mais atento aos latidos do seu pet!

Fonte:

SETE VIDAS? - Vídeo mostra incrível resgate de gato no Rio de Janeiro

  
O resgate dramático de um gato chamou atenção dos moradores de Vila Isabel, na Zona Norte do Rio, nesta terça-feira (1º). O vídeo mostra o felino, que fugiu do apartamento onde vive na Rua Abaeté, andando pela fachada do prédio, pulando entre os aparelhos de ar-condicionado e sendo resgatado, aparentemente, em uma lona depois de se assustar e saltar de um deles. De acordo com moradores, o gato sobreviveu.

Segundo o Corpo de Bombeiros, o Quartel de Vila Isabel foi acionado duas vezes no mesmo dia para fazer o resgate de dois felinos. O primeiro acionamento foi às 9h e o segundo por volta de meia-noite.
De acordo com a a síndica do prédio, Glaucia Lopes, a dona tem cerca de 50 de gatos e não estava no apartamento no momento do acionamento. Após o resgate, o felino foi levado para o Quartel dos Bombeiros.

Fonte:


http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2015/09/estudo-desvenda-como-veneno-de-vespa-brasileira-mata-celula-de-cancer.html

Estudo desvenda como veneno de vespa brasileira mata célula de câncer

Toxina leva à formação de 'buracos' na membrana de células cancerígenas.

Mecanismo pode levar ao desenvolvimento de novas drogas contra câncer.




Vespa Polybia paulista tem veneno que contém toxina anticancerígena 
(Foto: Mario Palma/Unesp)

Estudo desvenda como veneno de vespa brasileira mata célula de câncer
Toxina leva à formação de 'buracos' na membrana de células cancerígenas.
Mecanismo pode levar ao desenvolvimento de novas drogas contra câncer.


A ciência já conhecia as propriedades anticancerígenas do veneno da vespa brasileira Polybia paulista, que se mostrou eficaz em coibir a proliferação de células de câncer de próstata e bexiga, bem como de leucemia. O que não se sabia era como a toxina presente no veneno conseguia atacar seletivamente determinadas células de câncer, deixando intactas as células normais.

Uma pesquisa desenvolvida a partir de uma parceria entre a Universidade Estadual Paulista (Unesp) e a Universidade de Leeds, no Reino Unido, descobriu o mecanismo de ação da toxina, abrindo o caminho para o desenvolvimento de uma nova classe de drogas para tratamento de câncer. Os resultados foram publicados na revista científica “Biophysical Journal” nesta terça-feira (1º).

Nas células cancerígenas, existem dois tipos de lipídios que ficam do lado de fora da membrana das células. Em células normais, esses lipídios ficam localizados do lado de dentro da membrana. O que a toxina MP1 faz é interagir com esses lipídios que por acaso só estão "acessíveis" nas células cancerígenas.
O resultado dessa interação é a formação de “buracos” na membrana da célula cancerígena, mecanismo que acaba levando à morte das células.

“Uma terapia de câncer que ataque a composição lipídica da membrana da célula seria uma classe completamente nova de drogas anticancerígenas”, disse um dos autores do estudo, Paul Beales, da Universidade de Leeds. “Isso poderia ser útil no desenvolvimento de novas combinações de terapias, onde múltiplas drogas são usadas simultaneamente para tratar câncer ao atacar diferentes partes das células de câncer simultaneamente.”

Os pesquisadores puderam testar esse mecanismo de ação em modelos de membranas criadas em laboratório, que continham esses tipos de lipídio. A exposição dessa membrana à ação da toxina MP1, do veneno da vespa, revelou à formação de poros que, em uma célula de verdade, levaria à sua morte.

Segundo os autores, a toxina tem o potencial para ser um tratamento seguro contra câncer, mas mais pesquisas são necessárias para desenvolver um medicamento. 


Fonte:
http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2015/09/estudo-desvenda-como-veneno-de-vespa-brasileira-mata-celula-de-cancer.html
 

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Criança paraibana de 1 ano e oito meses morre de raiva humana no RN



Óbito foi confirmado pela Secretaria da Saúde Pública do RN.
Natural de Jacaraú (PB), menino morreu neste domingo (30) em Natal.

Secretaria da Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap) confirmou a morte de uma criança paraibana com diagnóstico de raiva humana. Após nove dias internado na UTI pediátrica do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, o menino de 1 ano e oito meses morreu na tarde deste domingo (30). O garoto teria sido ferido por um gato há cerca de um mês na cidade de Jacaraú, tendo sido trazido por familiares para ser tratado em hospitais potiguares.

De acordo com a Sesap, a doença só foi confirmada por exames na última sexta-feira (28), mas desde que deu entrada na unidade, no dia 21 de agosto, a criança já recebia o tratamento recomendando pelo Ministério da Saúde para a raiva humana. Ainda segundo a Sesap, os médicos seguiram o protocolo que foi utilizado em dois casos de humanos que sobreviveram à raiva, um em Floresta (PE) em 2008, e outro em Milwaukee, no Estados Unidos, em 2004. O diagnóstico foi realizado pelo Instituto Pasteur (SP) através do teste da Imunoflurescência Direta (IFD) em biópsia do folículo piloso.

Após ter apresentado mal estar, o menino chegou ao RN no dia 20 de agosto, quando a família o levou ao Hospital Monsenhor Pedro Moura, em Nova Cruz, na região Agreste potiguar. "Na ocasião, ele apresentava um quadro de desidratação, vômito, febre, dispnéia e hipertensão arterial", afirmou a Sesap.

De Nova Cruz, o paciente foi transferido no mesmo dia para o Hospital Infantil Varela Santiago, em Natal. "A criança apresentava agressividade, irritabilidade e fotofobia. No dia 21 de agosto, diante da necessidade de realização de uma tomografia computadorizada de crânio, foi transferido para o Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, na Zona Sul da capital", acrescentou a Secrearia de Saúde.

No HWG, o garoto foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), sendo realizada a tomografia, coleta de líquor cefalorraquidiano e biópsia de folículo piloso. Estas amostras foram encaminhadas para o Instituto Pasteur, em São Paulo, e para outros laboratórios de referência para encefalites. A partir da suspeita de raiva, foi iniciado o Protocolo de Tratamento da Raiva Humana no próprio Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel.

Ao mesmo tempo, a Sesap ainda notificou a Secretaria de Saúde da Paraíba, que logo iniciou investigação no local de residência da criança. A Sesap informou também que quatro outras pessoas do município de Jacaraú - ambas feridas pelo mesmo gato - iniciaram a profilaxia antirrábica, com administração de soro e vacinas. Além destas, o pai do menino também iniciou profilaxia antirrábica.

Raiva humana
Em 2015, já foram diagnosticados laboratorialmente 26 casos de raiva animal em 14 municípios do Rio Grande do Norte. Os dados são do Programa Estadual de Controle da Raiva da Sesap. Os municípios são: Acari, Caicó, Ceará-Mirim, Encanto, Monte Alegre, Natal, Pau dos Ferros, Pedro Velho, Riacho de Santana, São Fernando, São Gonçalo do Amarante, Serrinha dos Pintos, Tenente Ananias e Várzea.

Os animais acometidos foram bovinos (12 casos) e morcegos não hematófagos (9 casos). Além desses animais, também chama a atenção o caso de raiva canina ocorrido em Caicó. Os outros animais acometidos foram: suínos, cavalo e raposa.

A raiva é uma zoonose transmitida ao homem pela inoculação do vírus presente na saliva e secreções do animal infectado, principalmente pela mordedura e lambedura. Caracteriza-se como uma encefalite progressiva e aguda que apresenta letalidade de aproximadamente 100% dos casos. No Brasil, caninos e felinos constituem as principais fontes de infecção nas áreas urbanas.

A Sesap alerta a população para a importância de buscar atendimento médico para profilaxia da raiva na ocorrência de qualquer agressão por mamíferos (cão, gato, morcego, sagui, raposa, dentre outros). Além disto, reforça a necessidade de vacinar os animais domésticos anualmente contra a raiva, bem como evitar se aproximar de animais desconhecidos.

A partir da suspeita de raiva em um animal, a recomendação é procurar a Secretaria de Saúde do município para encaminhamento da amostra para diagnóstico laboratorial. Diante de um resultado positivo nos animais, medidas de controle devem ser iniciadas na área da ocorrência, como a revacinação em massa dos animais domésticos.

Fonte:

Arborização Urbana – Uma inciativa que promove o embelezamento das nossas cidades




A arborização urbana é uma iniciativa que promove o embelezamento das cidades e permite a criação de ambientes mais agradáveis e limpos. O emprego de técnicas de arborização em regiões urbanas tem se tornado rotineiro em empreendimentos imobiliários, pois valorizam o imóvel e chamam mais atenção do cliente.


Bons projetos de arborização são aqueles efetuados com planejamento prévio, levando em conta as características do local e procurando harmonizar as árvores aos elementos artificiais característicos. Ainda singela essa iniciativa tem crescido como uma alternativa às condições de artificialidade que tomam conta das cidades, sobretudo dos grandes centros, diminuindo a qualidade de vida dos moradores.

Um planejamento que leva em consideração a ecologia urbana se adequará às legislações ambientais e princípios arquitetônicos, produzindo localidades onde as construções e a infraestrutura possam conviver sem atritos com a natureza, o que oferece um atrativo paisagístico extremamente acolhedor e convidativo.

Projetos de arborização eficientes precisam levar em conta diversas questões, em especial, as espécies a serem utilizadas. Um dos critérios importantes é dar preferência às árvores nativas da região. Isso aumenta as chances de uma boa adaptação e desenvolvimento da planta, além de contribuir também com a sobrevivência de espécies animais locais. Árvores que produzam substâncias tóxicas devem ser descartadas, principalmente quando a arborização for feita em vias ou parques públicos.

Outra boa medida é a escolha de espécies que sejam mais resistentes a doenças e pragas. Esses tipos se adaptam e resistem melhor ao ambiente urbano, além de não necessitarem da aplicação de inseticidas e fungicidas. 


Outra questão que deve ser observada em projetos de arborização é o local disponível. Cada rua deve ser avaliada pelo tipo de estrutura que possui. Outro cuidado importante é avaliar se a infraestrutura não será abalada pelo plantio das árvores.

Primeiros Socorros: Orientações sobre como atender animais que necessitam de resgate imediato

1. Mantenha a calma: a pessoa que presta os primeiros socorros deve agir imediatamente, mas com tranquilidade. O socorrista deve transmitir segurança, mostrar ao animal que ele não é o agressor. Por isso, os atos devem ser lentos e sem agressividade, para não assustar ainda mais o cão ou gatinho.
2. Risco iminente: todas as ocorrências que podem levar à morte exigem ação rápida, como: atropelamentos, queimaduras, intoxicações alimentares, fraturas, mordeduras ou brigas, acidentes com cobras ou aranhas.
3. Lado a lado. Não abandone o animal, fique ao lado, encoste. O toque é extremamente importante.
4. Mordidas. O animal com dor e medo pode se manifestar com mordidas. Se necessário, utilize uma mordaça (em situações extremas utilize seu cadarço), mas sempre com muito cuidado e delicadeza.
5. Ajuda do veterinário. Ligue para um hospital público veterinário ou procure o médico veterinário de sua confiança. Lembre-se que não há aspectos legais que façam um profissional fora da rede pública atender gratuitamente.
Fonte: