quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Convívio com cães e gatos ajuda a melhorar saúde mental

Dono de animal de estimação tende a levar vida com menos estresse



Brasil está em 4º lugar em número de pets, com mais de 100 milhões

Cada pessoa tem o seu estilo de vida, suas opiniões, mas todas, ou pelo menos boa parte delas, têm uma paixão em comum: os animais de estimação.

Nem todo mundo tem um pet dentro de casa, mas a maioria das pessoas que têm um animalzinho de estimação concorda que a presença de um bichinho em casa torna o ambiente mais alegre.

Uma pesquisa feita pela Associação Americana de Psicologia revela que pessoas que possuem animais de estimação têm um estilo de vida mais leve, são mais extrovertidas e menos ansiosas.

Os animais trazem grandes benefícios à saúde mental das pessoas. Segundo especialistas, isso é resultado da troca entre a forma como o animal se relaciona com a capacidade social humana. 

Os resultados são mais evidentes com cachorros e gatos. Eles facilitam a aproximação com outras pessoas e ajudam a diminuir o estresse. O Brasil está em 4º lugar entre os países do mundo com mais animais de estimação, com um número superior a 100 milhões de bichos.

Fonte: 


Alergia alimentar em cães: Causas e recomendações




Um cão pode desenvolver sensibilidades alimentares ao longo do tempo, da mesma forma que os seres humanos. Muitas vezes as pessoas pensam que a alergia está relacionada a algo recentemente acrescentado à dieta. Na realidade, seu bichinho de estimação pode ter comido um mesmo alimento durante vários anos antes de desenvolver uma alergia. As alergias caninas, da mesma forma que as alergias humanas, podem ser identificadas e tratadas. 

Mas primeiro você precisa saber como determinar se seu cão tem alergias alimentares, ou se a alergia se deve a produtos químicos ou fatores ambientais.

O principal sintoma dos cachorros que sofrem de alergias alimentares é a pele inflamada e com coceiras. Alguns dos outros possíveis sintomas incluem, mas não estão limitados a: perda de apetite, otite persistente, perda de pelo, lamber ou mascar as patas da frente, cabeça tremendo e lesões cutâneas. Os sintomas das alergias caninas podem variar, e dois cachorros com uma mesma causa desencadeadora de alergia podem apresentar sintomas diferentes.

Os ingredientes mais comuns, que causam reações alérgicas em animais domésticos, incluem todos os tipos de embutidos, corantes alimentícios, conservantes, carne bovina, frango, milho, ovos, leite, soja, trigo, carne de porco e iogurte.

Se você suspeita que seu cachorro tem alergia alimentar, siga estes passos para determinar a causa:

Você deve consultar o seu veterinário. Antes de ter certeza de que seu cão tem uma alergia alimentar, você terá que excluir as alergias sazonais e químicas. Você também deverá ter verificado se o seu bichinho não foi atacado por pestes tais como sarna sarcóptica, ou pulgas. Seu veterinário pode sugerir uma medicação à base de cortisona, para ver se a saúdo do cachorro melhora. 

Ele também poderá requisitar uma biópsia da pele, para confirmar a existência de alergias alimentares.
Se ficar estabelecido que o alimento é o culpado pela reação alérgica de seu cachorro, coloque-o em uma dieta de eliminação. Elimine os alimentos que seu cão está comendo atualmente, e substitua-os por ingredientes que seu cão nunca comeu antes. 

Isso pode exigir um pouco de trabalho extra de sua parte, porque a dieta não será composta de alimentos comerciais para cães (ração). A alimentação deve conter uma proporção de cerca de duas partes de amido para uma parte de proteína.

Algumas recomendações com relação a proteínas incluem pato, salmão, veado (esta você não vai encontrar aqui no Brasil!), coelho ou soja (se a dieta de seu cão ainda não continha soja).

Recomendações com relação a amido incluem arroz, ervilhas ou batatas.

Seu veterinário pode ter também alguma recomendação a lhe fazer sobre algum alimento hipoalergênico saudável para cães, que pode ser tentado, antes de utilizar o recurso da dieta da eliminação.

Durante esta dieta restrita, os sintomas devem melhorar. Você pode voltar a adicionar outros itens alimentares, um de cada vez. Aguarde cerca de uma semana após acrescentar cada item alimentar, e só acrescente um novo alimento de cada vez. Se o seu cão começar a mostrar quaisquer sintomas de alergia, elimine o último alimento adicionado e veja se ele melhora.

Depois que você souber qual alimento está desencadeando a resposta alérgica, pode comprar alimentos para cães que não contém esse alérgeno. Verifique com seu veterinário sobre alimentos para animais, criados especialmente para animais de estimação com alergias específicas.Sua outra opção é criar você mesmo, em casa, os alimentos que seu bichinho necessita, usando ingredientes hipoalergénicas. Você vai querer ter certeza de que qualquer dieta de longo prazo contém todas as vitaminas e minerais que o corpo do seu cão necessita. Consulte o seu veterinário sobre como deveria ser a dieta de longo prazo que contém todos os nutrientes seu animal exige. 

Precaução:

Consulte seu veterinário para ter certeza de que a dieta de longo prazo de seu cão contém todos os nutrientes necessários.Dicas Rápidas:

Se você suspeita que seu cão tem alergia alimentar, consulte seu veterinário.
A pele inflamada e com coceira é o sintoma mais comum de alergias alimentares.

Fonte:


quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Cãoterapia: Pouco conhecida no Brasil, têm trazido bons frutos para os adeptos

Apesar de pouco conhecida no Brasil, a terapia que utiliza cães tem trazido bons frutos para todos os envolvidos




Idosos: melhora na socialização, coordenação motora e memória;

Crianças com paralisia cerebral
, autismo e hiperatividade: melhora da coordenação motora, contato visual e aumento da afetividade;

Crianças provenientes de famílias desestruturadas:
resgate da afetividade e sociabilidade;

Usuários de álcool/drogas:
aumento da autoestima, da socialização e da aceitação

Pessoas em sistema prisional:
redução da agressividade, aceitação de regras e o aprendizado de um ofício

Pessoas fragilizadas fisicamente: age na recuperação e autoestima.

Bolas de pelo: alimentação balanceada e de boa qualidade pode evitar a situação.

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Gatos se lambem muito e os de raças mais peludas acabam tendo problemas de saúde como o que se chama bola de pelo. O que é isso, afinal? Uma dica: alimentação balanceada e de boa qualidade pode evitar a situação.
A médica-veterinária Sandra Nogueira, especialista em nutrição animal da Royal Canin Brasil, esclarece que um gato de vida doméstica dedica em torno de 30% de seu tempo lambendo sua pelagem. Dessa forma, é mais propenso à formação das bolas de pelos, também conhecidas como tricobezoares, localizadas no trato digestório. Vamos saber um pouco mais sobre esse problema? Sandra esclarece:
Essas bolas são o resultado da auto-higienização e consequente ingestão dos pelos.
Felinos possuem muitas papilas cônicas na língua que formam espécies de ganchos voltados para trás.
Durante o dia, um gato pode ingerir espontaneamente 2/3 dos pelos perdidos (liberados) por ele, que devem ser regurgitados sob a forma de bolas de pelos ou eliminados nas fezes.
O proprietário deverá se preocupar quando essas bolas de pelos não forem eliminadas através do vômito ou das fezes, já que, em alguns casos, podem causar problemas digestivos.
52% dos médicos-veterinários já tiveram de tratar alguma obstrução intestinal causada por bolas de pelos e 43% foram obrigados a realizar cirurgias (levantamento da Royal Canin, 2014).
A eliminação natural pode ser facilitada estimulando a digestão. O objetivo é evitar a estagnação dos pelos no estômago ou no intestino e, por fim, sua aglomeração.
Para obter esse resultado, a alimentação precisa ser enriquecida, entre outras coisas, com fibras.
Uma relação balanceada entre fibras fermentáveis e não fermentáveis ajuda a evitar a formação das bolas de pelos.
Proprietários de gatos com pelagem longa devem optar por alimentos específicos que ofereçam o benefício da prevenção do problema.

Fonte:

Eutanásia: O que diz a legislação sobre essa difícil decisão

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Depois de uma vida de total dedicação ao dono e à família, o animal de estimação fica doente, sofre… Como forma de abreviar a dor dele, a eutanásia entra em discussão. Um tema complicado, sem dúvida, mas que mais cedo ou mais tarde deve ser encarado de frente.

Não é fácil assimilar a ideia, porque a decisão de sacrificar o animal doente, em sofrimento, cabe apenas ao dono – que, em geral, fica muito abalado. Se há um consolo nessa questão da eutanásia é que o procedimento é indolor e segue normas estabelecidas por lei. Quem esclarece detalhes sobre o assunto é Carla Molento, presidente da Comissão de Ética, Bioética e Bem-Estar Animal (Cebea), do Conselho Federal de Medicina Veterinária.

O que diz a legislação sobre a eutanásia?
Como regra geral, matar um animal é crime em nosso País, conforme a Lei de Crimes Ambientais 9.605, de 1998. Tendo esta regra em mente, há três normas para casos específicos: a Instrução Normativa 003, de 2000, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que regulamenta o abate humanitário de animais para consumo; a Resolução Normativa 013, de 2013, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, que dá as diretrizes da prática de eutanásia do Conselho Nacional de Controle da Experimentação Animal, e a Resolução nº 1.000, de 2012, do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), que dispõe sobre procedimentos e métodos de eutanásia em animais.

Por que optar pelo sacrifício?Há algumas situações em que temos que lidar com a decisão de terminar a vida de um pet. Especificamente no cenário de um animal com doença terminal, no âmbito da clínica veterinária que lida com bichos de estimação, temos um contexto de eutanásia no seu significado mais real: a morte boa como a melhor opção para quem está em sofrimento. Os principais cuidados são direcionados ao bicho, no sentido de evitar angústia, estresse, sofrimento e dor, por meio de perda de consciência em ambiente tranquilo, seguida de morte rápida ainda na vigência da inconsciência. Trata-se de auxiliar a morte; portanto, prevalece a noção de que o melhor é que ele não a vivencie conscientemente.

O que é morte sem dor?Há mais de uma forma de causar morte sem dor. No caso do animal de estimação, o procedimento mais indicado é por meio da utilização de anestesia geral, que induz nele um estado similar ao sono profundo. Dessa forma, a droga faz com que haja perda de consciência e, a partir deste momento, já não há mais sofrimento para o animal. A morte pode decorrer da utilização de uma superdosagem do próprio agente anestésico ou da administração de um agente complementar, que induz à parada cardíaca. A garantia de um procedimento correto de eutanásia é dada, em última instância, pela responsabilidade profissional do médico-veterinário.

Como saber que chegou a hora de recorrer à eutanásia?Há sinais de que um cão está levando uma vida que vale a pena ser vivida: andar, correr, comer, beber, brincar, cavar, pular, buscar, latir, farejar, abanar o rabo. À medida que estas atividades começam a desaparecer, se for um desaparecimento permanente, a vida num sentido mais amplo já está desaparecendo. Como os recursos veterinários aumentaram muito nas últimas décadas, devemos pensar se estamos prolongando a vida – isso é uma coisa muito boa – ou se estamos prolongando a morte – isso é ruim.


Fonte:

Dados oficiais: A escalada é crescente em número de animais abandonados


Os dados oficias da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária confirmam que há cada vez mais animais que ficam entregues à sua sorte. Em 2013, os centros de recolha oficiais receberam 22 184 cães e 5327 gatos. Em 2014, subiram para 26 035 cães e 7758 gatos. Desses, em 2013 foram para eutanásia 14 658 animais e, em 2014, 14 279. Ainda não há dados definitivos do primeiro semestre de 2015, mas a realidade contada por GNR e associações dá conta de que a escalada continua.

No Serviço de Proteção da Natureza e Ambiente (Sepna) da GNR, o número de denúncias envolvendo animais de companhia "aumentou em 2015", disse o major Vaz Alves. Entre outubro de 2014 e junho de 2015, o Sepna teve 2239 denúncias, que permitiram a instauração de 2240 autos de contraordenação e a abertura de 74 inquéritos por crime. 51 dos crimes foram casos de maus-tratos e 23 abandono com dolo.

As doenças oftalmológica também acometem os animais de estimação




As doenças oftalmológicas, comuns nos seres humanos, também acometem os animais de estimação. De acordo com Felipe Wouk, pós-doutor em Oftalmologia veterinária, hoje, cerca de 10% dos animais de estimação são vítimas de problemas oculares. 


Ulcerações corneanas, disfunções da lágrima (olho seco), glaucoma e doenças de retina são as mais comuns nos animais de estimação. As raças mais predispostas são as chamadas braquicefálicas, com focinho curto, pois, geralmente, possuem os olhos mais proeminentes, como o pug, shitzu e pequinês. "Mas, outras raças também são propensas, como o cocker, o shar-pei e poodle. Entre os gatos, o persa", conta o Felipe Wouk. 

Entre as doenças que mais causam a perda de visão nos bichos, está a catarata. "A catarata é umas das principais doenças causadoras de cegueira nos animais, sendo que afeta muito mais os cães do que os gatos. Pacientes jovens, entre 2 a 8 anos de idade, são os que mais sofrem desta enfermidade", revela. As principais causas são a hereditariedade, inflamações intraoculares causadas por doenças como diabetes e glaucoma. 

Assim como nos humanos, a única forma de tratamento para a catarata animal é a cirurgia. "A técnica chamada de facoemulsificação é a mesma utilizada nos seres humanos. Após a retirada da catarata, a lente natural é substituída por uma artificial de acrílico que é feita especialmente para animais. O procedimento existe para os animais há mais de 15 anos, com resultados de sucesso em mais de 95% dos casos", conta Felipe Wouk.