terça-feira, 28 de abril de 2015

Seu pet é perfeito, mas faz xixi e cocô fora do lugar? 11 Dicas sobre ensinar um cão a fazer xixi e cocô no lugar certo



Pois é, na maioria das vezes o "probleminha" é fazer xixi e cocô fora do lugar,
o que deixa os donos tristes, frustrados, e com a casa cheirando mal.
Esta mensagem traz dicas de como educar seu peludo a usar um lugar específico como banheiro e quais são os produtos que podem ajudar neste processo.
Se o seu cachorro já está educado e esse não é o seu problema, repasse estas dicas para seus amigos, com certeza elas vão poder ajudar muita gente.
O que é muito chato sobre ensinar um cão a fazer xixi e cocô no lugar certo?
PataExige disciplina
PataDedicação
PataPaciência
PataPersistência
PataMuita supervisão

O que é muito bom sobre ensinar um cão a fazer xixi e cocô no lugar certo?
PataServe para cachorros de todas as idades
PataSeu cão fica muito feliz quando acerta e você também
PataUma vez a lição aprendida tende a ficar para o resto da vida
PataEm 6 ou 8 semanas já se tem um melhora significativa
PataSua casa vai ficar  muito mais agradável

Dicas

Vamos às dicas? 
1 • Cães com menos de 6 meses ainda não possuem total controle de suas necessidades. Não brigue demais, nem fique horrivelmente chateado quando acontecerem acidentes. Isto é normal. O mais importante é reforçar os acertos com festa e pedacinhos de petiscos.
2 • Cães com mais de 7 meses que ainda não aprenderam a usar um único local como banheiro podem estar tendo dificuldades extras. Se for macho e já estiver levantando a pata, prepare-se! Provavelmente o machão vai dar trabalho dobrado. Eu sei que muitos não gostam de nem ouvir falar nisso, mas castração para machos é uma excelente opção.
3 • Determine um único lugar para o canino fazer seus negocinhos (se a casa for muito grande e o cão muito pequeno pode-se escolher 2 ou 3 lugares, mas não mais do que isso). Conforme seu bichinho for aprendendo você vai poder ir eliminando os locais extras. Certifique-se que este local está sempre disponível, sempre limpo, sempre seco e que seja calmo. O local do xixi e cocô deve ser o mais longe possível de onde o cão dorme, brinca, come, ou bebe. 
4 • Vigie o horário que o peludo costuma fazer suas necessidades. Antecipe-se, leve-o até o local desejado e fique com ele por alguns minutos. Se ele fizer xixi ou cocô faça MUITA FESTA, senão fique de olhos bem abertos (se for preciso, mantenha o cão preso em uma coleira, perto de você e fique atento a sinais de desconforto e impaciência. Leve-o novamente ao local determinado). 

5 • Não prenda o cão até ele fazer cocô ou xixi. Ele vai ficar com medo de ir até o local determinado para fazer suas necessidades e acabar ficando preso lá, por horas.  Se for preciso fique com ele uns 15 minutos, sem brincar ou agitá-lo até ele acabar de se aliviar.
6 • Controle a ingestão de comida. Não deixe o rango disponível o dia todo. Sem hora para comer ele fica sem hora para ir ao banheiro. 
7 • Se você passa o dia todo fora e seu cachorro fica sozinho, limite a área que ele tem acesso na casa, mas não deixe ele preso só na área de serviço, por exemplo.  Ele precisa de um espaço maior para se sentir confortável em fazer xixi e cocô em um ambiente e ficar em outro.
8 • Dois passeios por dia ajudam a aliviar a necessidade de marcar território e é melhor que seja fora de casa, não é mesmo?
9 • Use produtos adequados para manter a casa livre de cheirinhos. Sempre que um cachorro sentir o cheiro de urina ou fezes, ele tenderá a voltar a este lugar. Limpe os lugares da casa com um bom produto especializado, use papel absorvente no lugar dele fazer xixi e cocô mas deixe um pequeno pedacinho do papel antigo sujo de xixi para servir como guia. 
10 • Recompense sempre, e muito, o seu cachorro se ele fizer suas coisinhas no lugar certo. O nosso grande erro é que focamos muito na punição quando o cão faz alguma coisa errada, mas não o recompensamos o suficiente (se é que recompensamos alguma coisa) quando ele faz certo. Amor e atenção ensinam muito melhor do que pancadas. Dê petiscos, faça festa, pegue no colo, ou demonstre da maneira mais carinhosa possível quando o seu peludão acertar .
11 • Manter os locais em que seu peludo fez xixi errado bem limpo e livre do cheiro de urina ou fezes é importantíssimo para não incentivá-lo a voltar nestes lugares.  Os melhores produtos de limpeza são àqueles a base de enzimas, ou microorganismos.  Desinfetantes só disfarçam o cheiro de xixi, mas não removem de verdade.  Se mesmo limpando bem seu cachorro volta sempre no mesmo lugar, experimente colocar algum móvel que impeça a ele de ter acesso a este ponto específico.  Calma, essa solução é temporária, você não vai precisar ficar com a casa desarrumada por muito tempo.

Fonte: 

Massagem em cães: uma terapia cada vez mais popular nos Estados Unidos



Enquanto o mercado pet se tornou absolutamente aquecido ao longo da última década, uma série de novos serviços voltados para animais se apresentou para os tutores que buscam o bem-estar de seus pets a todo custo. Spas com banhos especiais para o relaxamento de cães (além de tratamentos estéticos diversos) já fazem parte da rotina de muitos que fazem o uso dos serviços de luxo oferecidos pelo segmento, e quem faz parte do universo luxuoso dos cachorros já pode celebrar mais um aliado: a massagem em cachorros.

Cada vez mais popular nos Estados Unidos, o serviço de massagem em cachorros não ganha espaço somente no mundo do luxo para animais, já que a sua finalidade principal é a de cuidar da saúde destes amigões de quatro patas, oferecendo mais qualidade de vida e bem-estar aos cães de todas as raças e portes.

De acordo com os terapeutas que andam prestando esse tipo de serviço, as massagens em cães são eficientes tanto para acelerar e melhorar processos de recuperação em cães mais velhos quanto para servir para cachorros mais jovens como uma forma de prevenção de problemas no futuro, já que é capaz de melhorar a circulação, a flexibilidade e ate a imunidade do animal.

No entanto, ao mesmo tempo em que os que trabalham com a massagem em cães defendem os seus benefícios, há quem seja contra a realização desse tipo de terapia da forma que está sendo feita, pois, por ser uma forma de medicina veterinária, a técnica requer treinamento e uma autorização específica para que seja praticada. A Associação de Medicina Veterinária Americana é uma das entidades que defende a necessidade de uma licença para a prática do serviço.

Durando entre 30 e 40 minutos, a sessão de massagem canina é geralmente realizada na casa do tutor do animal, mas também pode ser requisitada em hotéis e até no ambiente de trabalho do dono do pet. Explorando o relaxamento da própria massagem, o terapeuta também usa músicas new age como ferramenta para aumentar ainda mais a sensação de descanso.


Fonte: 


Principais sintomas apresentados pelos cães com câncer




Sintomas do câncer em cachorros

Embora os sintomas do câncer em cachorros possam demorar muito para se manifestar (ou, até mesmo, nunca chegarem a aparecer), há sinais que podem ser observados em alguns cães com a doença – e, por isso, é fundamental que os donos de bichinhos de estimação estejam cientes de quais são eles; já que, conforme explicado anteriormente, o diagnóstico precoce pode contribuir muito para a viabilidade de um tratamento eficiente.


Entre os principais sintomas apresentados pelos cães com câncer, podemos citar:
  • Dor 
O animal começa a apresentar sinais de dor ao andar, correr, pular ou realizar uma série de atividades que já eram comuns no seu dia-a-dia.
  • Mudança os dificuldade em ir ao banheiro 
O pet pode ter dificuldade para urinar ou defecar; podendo, ainda, ir demais ou de menos ao banheiro, apresentando mudanças significativas nos seus hábitos.
  • Desânimo ou depressão 
Pouco ânimo, muito sono e nenhuma disposição podem estar entre os sinais de câncer em cachorros.
  • Dificuldade para respirar 
Respiração ofegante com ou sem a realização de atividades físicas devem sempre ser investigadas – pois, além do câncer, podem indicar a presença de outras enfermidades.
  • Tosses frequentes 
A tosse forte e constante também pode indicar a presença de diferentes doenças no corpo do animal e, portanto, deve ser analisada imediatamente por um profissional.
  • Mudança ou perda de apetite 
O animal pode passar a sentir dificuldades ou dores ao tentar engolir, deixando de comer.
  • Perda de peso 
A perda de peso é um sinal bastante característico em cachorros com câncer – e também pode indicar outras doenças.
  • Feridas que não cicatrizam 
Além de doenças de pele, inflamações ou infecções importantes, o câncer em cachorros também pode trazer grande dificuldade de cicatrização em feridas que, por acaso, apareçam no corpo dos cães.
  • Diarreia, vômitos ou sangramentos 
Secreções com pus, diarreias, sangramentos importantes e vômitos sem motivo aparente podem indicar problemas.
  • Odores atípicos e mau cheiro 
Cheiros fortes e estranhos na região das orelhas, boca ou outras regiões do corpo também podem ser indícios de que o cão está com câncer.
  • Inchaço em determinadas regiões do corpo 
Inchaços em pontos específicos – que, geralmente se transformam em caroços – estão entre os sinais mais clássicos do carcinoma em cães.
  • Aparecimento de caroços 
Conforme exposto no ponto anterior, o surgimento de caroços inchados no corpo do animal é um dos sintomas mais comuns e aparentes no corpo de cachorros que desenvolvem o câncer (e, nestes casos, é fundamental que o animal seja encaminhado para um veterinário o mais rápido possível – para que o profissional possa fazer uma biópsia no local e investigar a presença do câncer).
  • Falta de ânimo e dificuldade em realizar atividades 
O cansaço e a apatia em geral podem indicar que há algo de errado com o animal.
  • Episódios de rigidez ou paralisia 
Paralisias sem motivo aparente também podem indicar a presença do câncer – assim como de outras graves enfermidades, e o aparecimento desse tipo de sinal merece atenção.


Fonte: 


segunda-feira, 27 de abril de 2015

15 causadores da Dermatite em Cães que pode estar dentro de casa


Os problemas de pele e a dermatite em cães estão entre os principais e mais comuns problemas na vida de pets caninos. Podendo ser causada por diferentes fatores e desencadear consequências de gravidades variadas, esse tipo de alergia que causa bastante irritação e incômodo na vida dos cachorros, felizmente, também tem muitas formas de prevenção e cura.

Entre os diversos tipos de dermatite em cães há alguns mais conhecidos e frequentes, incluindo nomes populares como a sarna, a micose, a escabiose, a dermafitose e a dermatite alérgica, sendo que cada uma delas apresenta características variadas, tendo as complicações na pele como sintoma em comum.

Em alguns casos, as mesmas alergias que acometem os cachorros também podem ser transmitidas para os seres humanos (além de outros cães) e, por isso, é de extrema importância que os donos de pets saibam reconhecer o problema, podendo, assim, evitar a contaminação de todos os que habitam um lar

Assim como no caso de outras doenças que afetam os cães, há algumas raças específicas que tem uma predisposição maior para contrair a dermatite canina, e esse grupo inclui nomes como Boxer, Poodle, Pug, Lhasa Apso, Golden Retriever, Schnauzers, Bulldogs, Shar Pei, Dálmata, Beagle, Pastor Belga, Pastor Alemão, Shi-Tzu e Labrador, entre outros; que também incluem algumas variações dos cachorros Terrier, como Scotch Terrier, Boston Terrier e West Highland White Terrier. 

Por ter diferentes agentes causadores, a dermatite canina terá seu tratamento definido de acordo com o fator que a desencadeou, sendo, na grande maioria das vezes, um processo simples e sem muitas complicações ou demora para a cura completa. Conheça, abaixo, um pouco mais sobre os tipos dessa doença e de que formas elas podem afetar a vida dos seus bichinhos de estimação.


Os causadores da dermatite canina

Podendo se manifestar em cães de todos os tipos de raça e em qualquer momento de suas vidas, a dermatite dos cachorros tem os mais variados fatores como possíveis desencadeadores, incluindo facilitadores que vão desde a picada de pulgas e o contato com produtos químicos até problemas hormonais e questões psicológicas do cachorro (que pode desenvolver algum tipo de problema de pele em função de um estado depressivo ou de estresse).

Em cães filhotes, a maioria dos episódios de dermatite se dá devido a fungos, micoses são muito comuns pois se aproveitam do estado de baixa resistência do animal, outro grande causador de dermatite em filhotes são as pulgas, sendo que este agente específico também pode provocar alergias na pele de cachorros de qualquer idade. O uso de coleiras anti-pulgas é o principal meio de previnir este tipo de problema, no entanto, há casos em que esta solução pode ser, também, a causa de novas complicações.

Ao mesmo tempo em que as famosas coleiras contra pulgas podem resolver as alergias de alguns pets, elas podem, também, causar a dermatite nos cachorros pelo seu contato com a pele do animal em função dos produtos químicos que possui. 


Outros agentes principais da dermatite em cães são:

Detergentes;
Soluções usadas para a limpeza de ambientes;
Ácidos;
Sabonetes;
Solventes;
Produtos feitos à base de petróleo;
Inseticidas;
Corantes;
Fibras sintéticas;
Borracha;
Plásticos;
Pólen;
Perfume;
Cigarros;
Conservantes em geral



Em casos mais raros, até mesmo os shampoos para cachorros podem contar com algum elemento que provoque alergias no animal, além de alguns tipos de alimento também.

Com isso em mente, vale a pena levar seu pet a uma consulta com o veterinário para descobrir a que tipo de produtos ele pode ter alergia, e adquirir alimentos desenvolvidos especialmente para os cães alérgicos também é indicado, já que muitas das comidas para humanos que são dadas como agrados aos animais podem causar problemas.

Fatores hormonais também podem estar no grupo de agentes causadores de alergias caninas, e podem tanto estar relacionados a alterações específicas (como no caso do Hipotireoidismo ou hiperadrenocorticismo) quanto ao uso de medicamentos que causam reações adversas como, no caso de algumas das substâncias que as cadelas recebem para evitar o cio.






Outra causa de alergia em cães pode ser relacionada ao estado psicológico do animal. No caso da dermatite por lambedura, o animal desenvolve o problema por passar muito tempo lambendo a mesma área do seu corpo: ato que, em algum tempo, começa a causar lesões e feridas difíceis de tratar.

Esse tipo de comportamento por parte do animal, normalmente, se dá em casos em que o pet passa muito tempo sozinho ou em famílias que ganham novos membros. O cão, solitário e sentindo-se negligenciado, acaba desenvolvendo um quadro de depressão e estresse, que acaba por desencadear as lambidas e causar a chamada Dermatite Psicogênica – que aparece, principalmente, nas patas do animal (por ser um local de fácil acesso).

Fatores genéticos também podem influenciar no aparecimento de alergias de pele em cães e, conforme citadas na introdução do artigo, algumas raças contam com uma predisposição maior para contrair a dermatite que, nestes casos, tem origem hereditária.

Manter seu pet bem seco após banhos é um fator importante para ajudar na prevenção, pois, cachorros que passam muito tempo com a pelagem úmida e sem a ventilação adequada também podem desenvolver dermatites.

Embora todos estes fatores mais incomuns possam ter ligação com a dermatite canina, são os ácaros, bolores, poeiras, parasitas, bactérias e fungos os maiores causadores de doenças na pele de animais. Junto com isso há, ainda, a dermatite atópica, que não tem uma razão específica de ser e não tem cura, podendo apenas ser tratada e controlada para que o animal sofra o menos possível com as frequentes crises de alergia.

Sintomas de alergia em cães


A coceira é o principal sintoma e maior indicativo de que algum problema de pele pode estar começando a se manifestar no seu cãozinho, portanto, ao primeiro sinal de coceiras, fique atento! Além desse, outros sinais como o aparecimento de feridas, lesões e a queda de pêlo em regiões definidas também podem indicar a presença de uma dermatite nos cachorros.

Lambidas constantes em uma área determinada – e, em alguns casos, até mesmo mordidas nestes locais – também podem ser um indício de que seu cão começa a sentir as consequências de uma alergia de pele. Olhos com secreção, grande perda de pêlos, infecções constantes no ouvido e a pele coberta por crostas e machucados também fazem parte do grupo de sintomas das dermatites caninas.






Ao reconhecer alguns desses sinais em seu pet, a providência ideal a ser tomada é a consulta com um médico veterinário, pois, somente um profissional poderá indicar o tratamento adequeado e distiguir as dermatites de outras doenças, que também podem causar sintomas parecidos. Ele poderá, ainda, previnir que a doença se espalhe para outros animas e mesmo para os donos do pet, já que alguns tipos de alergia de cães também podem ser contagiosas para os seres humanos.


O tratamento das dermatites caninas

A forma de tratamento para a dermatite do cão será indicada de acordo com o agente causador e, por isso, pode contar com diferentes tipos de produtos e medicações combinadas. Na maioria dos casos, o uso de xampus, pomadas específicas e loções anti-sépticas já começa a ajudar na melhora das feridas causadas pela doença e no alívio das coceiras do cão.

No entanto, de acordo com a gravidade e recorrência do caso, medicações que incluem anti-histamínicos, antibióticos e antifúngicos também podem ser incluidas no pacote, para acelerar a recuperação e a cura do animal. Por isso o animal deve sempre ser levado a um Médico Veterinário no início dos sintomas.

Nos casos de dermatites causadas por questões psicológicas, até mesmo ansiolíticos podem ser receitados ao cachorro, já que, por terem fatores como o estresse e a depressão entre seus agentes causadores, as dermatites desse tipo devem ser tratadas tanto no sentido de curar as lesões na pele do animal quanto seu estado mental, evitando a reincidência do problema. Muitas vezes o manejo adequado já traz uma grande melhora no quadro, para isso é indicado a orientação de um profissional em comportamento animal.

Dermatites causadas por fatores que incluem alterações hormonais também podem ser tratadas, e a reposição hormonal combinada com produtos específicos para a limpeza da pele dos cães são algumas das formas de garantir a cura dos animais.

Para os cães com dermatíte atópica - que, como relatado anteriormente, não tem cura - além do uso de loções e medicamentos especiais indicados por um veterinário, o ambiente em que o cão mora e o seu modo de viver devem ser constantemente adequados para evitar os fatores que possam desencadear reações alérgicas.

Manter o animal limpo, em ambiente ventilado e com pelagem escovada também podem ajudar a previnir dermatites nesses casos, assim como a administração de uma dieta balanceada e livre de alimentos que possam causar qualquer tipo de alergia no seu pet.


Fonte: 

Conheça os tipos de sarna em cães e saiba como tratar



Sarna em Cães - Saiba como identificar e tratar este problema

A sarna em cães é, basicamente, uma doença causada por ácaros e que atinge a pele dos cães. Os ácaros estão sempre presentes no corpo dos cães, contudo, alguns tipos de ácaros desencadeiam reações mais nocivas e que incomodam o cão.

Ao contrário do que se pode pensar, não são só cães que vivem na rua que podem adquirir a sarna, muito pelo contrário. Os agentes da sarna em cães se encontram em cobertores, estofados e, até mesmo, nos brinquedos dos cachorros. Qualquer cãozinho é candidato a adquirir sarna, portanto é importante que o dono já tenha alguma ideia sobre como prevenir, diagnosticar e tratar a doença.


Existem três tipos diferentes desta doença que atinge os cães, e cada um deles é causado por um ácaro diferente e possui suas próprias características.


A sarna sarcóptica, ou escabiose, é causada pelo ácaro sarcoptes scabei, e pode atingir cães em todas as épocas do ano e de todas as idades. A doença causa uma coceira intensa na pele do cão, fazendo com que ele se coce, lamba e até morda a região afetada. Os indícios mais comuns desse tipo de sarna são: pele avermelhada, borbulhas, queda de pelo, crostas e escoriações.

Ela é altamente contagiosa, podendo, através do contato direto, atingir outros cães, seres humanos e, em casos mais ratos, gatos. É necessário ministrar medicamentos receitados pelo veterinário e evitar contato direto com o cão.

A sarna otodécica pode também ser conhecida como sarna de ouvido, uma vez que ela afeta apenas essa parte do corpo do cão. É causada pelo ácaro otodectes cynotis e é transmissível entre cães e gatos. Também causa coceira intensa na orelha infectada, fazendo que possam surgir feridas mais graves por conta de o animal se coçar demais.

Outro sintoma aparente é o acúmulo de cerúmen (cera) dentro do ouvido do cão, e este pode desencadear uma futura otite. O cão deve ser tratado e suas orelhas devem ser mantidas limpas mesmo após o desaparecimento da sarna, para que ele não a contraia de novo.

Por fim, a conhecida sarna negra, que é a sarna demodécica, causada pelo dermodex canis. Ao contrário das outras, esta não é contagiosa; existe uma predisposição genética para obtê-la. A particularidade deste tipo de sarna é que o seu agente está presente em todos os cães e é inofensivo, podendo se manifestar nocivamente apenas em animais que possuam uma deficiência imunológica determinada.

Ao invés da coceira, a sarna negra causa feridas com secreções e cheiro forte. Sendo uma doença ligada à genética, é recomendada a castração dos animais que a apresentem, evitando assim a sua propagação. Ela não tem cura, mas pode ser controlada.

Cuidado!

Geralmente, quando o cachorro começa a se coçar e a perder pelos, o dono já conclui que ele está com sarna e, ao invés de procurar um veterinário, vai direto à uma casa agropecuária para comprar um remédio ou pede indicação a um amigo ou vizinho. Isso deve ser evitado.

Como vimos, existe mais de um tipo de sarna, e para cada um, existe um tratamento mais recomendado. É importante que o cachorro com sarna passe pela avaliação de um veterinário, para que este sugira a melhor alternativa de tratamento.

É fundamental que a higiene do cachorro não seja deixada de lado, mesmo que ele pareça saudável e limpo. Ao dar o banho do jeito certo no seu cão, é possível, além de evitar que a sarna apareça, também detectar sintomas para que o tratamento seja feito o mais rápido possível.

Conheça os tipos de sarna em cães e saiba como tratar. Acabe com esse problema de em seu cachorro.



Conheça mais cada tipo de sarna e seus tratamentos:


Sarna Sarcóptica

Essa sarna em cães é também conhecida como Sarna Notoédrica quando atinge gatos, os ácaros que a causam procuram as camadas mais profundas da pele para se reproduzirem de forma rápida e bem sucedida, o que gera todos os sintomas citados. Além de tudo, o animal se torna estressado, muitas vezes parando de se alimentar, e pode adquirir outras doenças através de bactérias e protozoários.

O diagnostico é realizado por um veterinário que recolhe uma amostra da ferida e da pele do animal, que passa por uma analise laboratorial. O tratamento indicado pelo veterinário geralmente é feito com medicamento tópico e banhos especiais, apenas o casos mais graves envolvem medicamento injetável ou via oral.

Cuidados com a caminha e pertences do animal é essencial, pois eles podem causar a transmissão do ácaro. Mantenha o cão com sarna separado de outros animais até a completa cura.



Sarna Otodécica

Esse tipo de sarna corre o risco de ser confundida com uma otite e não ser tratada de maneira adequada. O diagnostico também é feito pelo veterinário que examina o ouvido e recolhe amostra para pesquisar a presença de ácaro.

O tratamento é a base de medicamentos que são diretamente gotejados no ouvido e banhos antiácaros para remover possíveis causadores de sarna do cãozinho. Esse tipo de sarna não atinge humanos, mas pode passar para outros animais, por isso mantenha seu cachorro doente isolado dos demais.

Sarna Demodécica

Amplamente conhecida como sarna negra, ela é causado por um ácaro presente em todos os cães, mas que acomete apenas aqueles com uma falha imunológica. Nesses casos, o ácaro vive nas glândulas sebáceas e se reproduz rapidamente. Ocorre o aparecimento de lesões em algumas partes do corpo, que podem com o tempo se alastrar pelo corpo inteiro do cachorro.

O diagnostico é realizado por um veterinário que recolhe amostras como no caso da escabiose. O tratamento é longo e promove o controle da sarna negra no cachorro, quando diagnosticada cedo o controle é por medicamentos tópicos e banhos. Em alguns casos há necessidade de injeções antiácaros. Em fases agudas o tratamento deve visar também possíveis danos aos órgãos internos do cachorro.

Esse tipo de sarna costuma acometer cães com menos de 6 meses de idade ou cães que passaram dos cinco anos. Apesar de ser uma doença de origem genética uma forma de tentar evita-la é cuidar da alimentação e saúde do seu cão para manter a imunidade dele sempre boa.


Fonte: 

Saiba mais sobre a SARNA NEGRA e entenda suas principais causas, complicações e sintomas




Sarna Negra – Entenda as particularidades desta doença canina

A sarna é um problema bastante comum no mundo dos cachorros, e um de seus tipos pode trazer uma série de complicações pra a vida dos cães: a Sarna Negra, também conhecida como Sarna Demodécica. Mais frequente em animais novos e de raças determinadas, essa doença é causada por um tipo de ácaro chamado Demodex Canis e, ao contrário da sarna comum, não é contagiosa em animais adultos, mas sua transmissão pode ocorrer da mãe para os filhotes no momento da amamentação.

Podendo se manifestar em diferentes regiões do corpo de um cão, a Sarna Negra é uma doença adquirida de maneira hereditária – ou seja, para que um cachorro desenvolva a complicação, seu pai, sua mãe ou ambos também devem ser portadores do problema.

Tendo em vista que a predisposição genética é o principal fator que leva à Sarna Demodécica, fica claro que algumas raças em especial contam com chances maiores de desenvolver a doença ao longo da vida, incluindo nomes queridos como Dachshund, Dálmata e Pastor Alemão.

Embora necessite do fator hereditário para que se manifeste, a Sarna Negra também pode ter fatores externos como facilitadores do surgimento de sua forma ativa, e elementos como o estresse, a mudança brusca de hábitos, alimentação ou ambientes pode ter ligação direta com o aparecimento da doença nos cachorros. Confira, a seguir, as principais raças e condições que influenciam na manifestação da Sarna Demodécica em cachorros, além dos principais sintomas e possíveis tratamentos para a doença:

Agentes causadores e a manifestação da Sarna Negra

Conforme citado previamente, a Sarna Negra não é contagiosa para os animais nem para os seres humanos, sendo transmitida por fatores hereditários e, em muitos casos, por meio da amamentação do filhote com o leite de sua mãe doente. Bastante conhecida como Sarna Demodécica, essa doença também é chamada de Demodecicose, Sarna Folicular e Sarna Vermelha – sendo que em casos mais avançados e complicados, pode ser comparada até mesmo à lepra canina.

O ácaro tido como agente causador da doença - chamado de Demodex Canis – é um parasita que presente na pele dos animais de maneira bastante comum e, na maioria dos casos, completamente inofensiva – manifestando-se na forma de doença nos casos específicos em que há a herança genética e em raras situações onde o cão afetado não tenha nascido com alguma deficiência imunológica.

Embora não seja contagiosa, a Sarna Negra pode ser um fator que facilita o desenvolvimento de infecções secundárias – tanto nos animais como nos seres humanos – e, por isso, manter a higiene em dia (quando há contato com um cachorro afetado, principalmente, em momentos de crise) é fundamental para evitar o aparecimento de qualquer tipo de consequência.

Manifestando-se, na maioria das vezes, em cachorros de pouca idade, a Sarna Demodécica também tem fatores externos como responsáveis pelo seu desencadeamento, incluindo elementos como o estresse, a mudança brusca de ambiente ou alimentação, quedas na imunidade do animal, a presença repentina de novos animais no ambiente em que o cão habita, o cio e até o parto das cadelas.

Embora até hoje seja considerada uma doença hereditária, já foi descoberto que a manifestação do problema em cachorros é causada, na realidade, por uma deficiência do sistema imunológico dos cães (que desregula a produção dos linfócitos T); que é passada de pais para filhos e, por isso, é tida como uma complicação transmitida por meio da genética dos animais - e além da Sarna Negra, também pode ser responsável pelo aparecimento de várias outras doenças caninas.

Classificada em dois tipos distintos, a Sarna Negra pode ser localizada ou generalizada, conforme descrito abaixo:

Demodecicose Localizada 

Causa a queda de pelos em uma ou mais regiões do corpo do animal, deixando tais regiões com o aspecto avermelhado e escamoso. Face, focinhos e extremidades costumam ser as áreas mais afetadas nesse tipo de Sarna Negra, e o tratamento do problema é relativamente simples; tendo o uso de loções e pomadas especiais como principais recomendações.

Demodecicose Generalizada

Bem mais grave que os casos localizados, a manifestação da Demodecicose Generalizada é de tratamento difícil e aparece, na maioria dos casos, em cães ainda bem jovens. A presença de inflamações e dermatites sérias é o principal sinal da complicação, afetando, principalmente, as áreas da cabeça, dos olhos e do peito do cachorro. Deixando a pele do animal com um aspecto envelhecido e provocando muita coceira após o inicio da dermatite secundária (gerada pela lesão cutânea), esse tipo da Sarna Demodécica – sendo que a sua evolução pode provocar, ainda, a falta de apetite do pet, o aparecimento de bolhas de pus em sua pele e a produção de odores fortes e desagradáveis, facilitando o aparecimento de novas infecções por fungos ou bactérias e podendo, inclusive, levar o animal à óbito.


Raças com maior predisposição para a Sarna Demodécica

Entre as raças que contam com uma predisposição maior a desenvolver a Demodecicose, podemos citar nomes queridos como Pastor Alemão, Dachshund, Pinscher, Bulldog Inglês, Buldogue Francês, Yorkshire, Cocker Spaniel, Boxer, Dálmata, Bull Terrier, Pit Bull, Shar Pei, Dobermann, Collie, Afghan Hound, Pointer e Pug.

Tratamento da Sarna Demodécica

Tendo em vista que os próprios sinais da doença já são suficientemente claros para que um diagnóstico preciso seja feito por um profissional – necessitando de um exame clínico detalhado e um raspado de pele – resta saber quais são os tipos de tratamento usados para buscar a cura desta doença nos dias de hoje. Conforme citado anteriormente, nos casos de Sarna Demodécica Localizada, o uso de medicamentos tópicos pode ser uma boa e eficiente opção, sendo que opções de loção e spot-on são as mais populares da atualidade.

No tratamento feito com loções, o mais comum é que haja uma espécie de xampu junto com a medicação, que deve ser usado antes da aplicação do remédio como uma forma de preparar a pele do animal para o medicamento, que é aplicado em seguida. No caso do uso dos remédios conhecidos como spot-on (na tradução, “no ponto”), os medicamentos chegam com aplicadores especiais, que permitem sua administração nos locais exatos do problema ou na nuca do animal, dependendo do produto.

Medicamentos em forma de comprimidos e a administração de remédios diretamente na corrente sanguínea do animal também são opções válidas e muito eficazes para os casos mais graves do problema. Nos casos em que há infecções secundárias, ainda mais medicações podem ser receitadas, juntamente com o tratamento que tem a Demodecicose como foco.

Banhos especiais, pulverizações e o uso de coleiras dermatológicas também podem ser indicados como parte do tratamento, sendo que a piodermite (infecção que pode causar o aparecimento de bolhas de pus na extensão da pele do cão) é a primeira complicação a ser tratada nos casos de Sarna Negra. 

Durando cerca de 2 a 3 meses, esse tipo de tratamento só pode ser indicado por um veterinário, e só deve ser interrompido com a sua indicação – que, geralmente, é feita após o teste de raspagem de pele do animal (que deve ter resultado negativo por três vezes seguidas até que o pet possa ser liberado das medicações).

Vale a pena ressaltar que somente um médico veterinário terá a capacidade de rescrever o tratamento ideal para um cão afetado pela doença, e medicar p seu pet por conta própria pode ser algo extremamente prejudicial para o animal (piorando ainda mais o nível e o desenvolvimento da doença).

Portanto, ao notar o aparecimento de sinais que possam indicar a Sarna Negra no seu bichinho de estimação (seja ela localizada ou generalizada), não deixe de leva-lo o mais rápido possível para uma consulta com um profissional; podendo iniciar um tratamento de maneira rápida e com muito mais chances de bons resultados. 


Cuidados especiais com a Sarna Negra

Como explicado, embora não haja uma forma concreta de prevenir o surgimento desta doença, há formas de impedir que ela se propague ainda mais, e basta que os donos de pets com o problema fiquem atentos aos fatores a seguir para ajudar a controlar a população de animais afetados por este terrível e incômodo problema:
Castrar cadelas com o problema pode ajudar a impedir aumento da população de cachorros com a complicação.
Evitar o acasalamento de cães que sofrem com a doença também é uma boa formas de impedir a propagação da Sarna Negra.
Os cachorros que manifestam a Sarna Demodécica quando idosos ou adultos devem ser examinados de maneira mais detalhada, para que seja descoberta a presença de outras doenças, caso existam.

Fonte: 

 

Miíase ou Bicheira - Cuidado com as varejeiras: Prevenir para não remediar



Nossos bichinhos, cães e gatos, estão expostos a inúmeras doenças, por isto é importante cuidar da saúde deles como cuidamos da nossa própria. Uma destas doenças que assolam cães e gatos é a chamada bicheira.

A bicheira é transmitida pela mosca-varejeira, que deposita várias larvas em um ferimento exposto no animal. Ela pode causar lesões realmente graves, pois as larvas depositadas irão se alimentar da carne do ferimento, provocando enormes buracos e, em casos extremos, podem causar necessidade de amputar o membro lesionado do animalzinho atingido ou até a morte.

É necessário extrair a bicheira com urgência, assim que você notar sinais no seu animal. Geralmente, o ferimento tem cerca de 1,5cm de abertura, antes de começar a se expandir, e dentro dessa abertura é onde ficam as larvas, se alimentando da carne. Em uma lesão pode haver até mais de 100 larvas.

Não espere, não tente alternativas, leve seu cão ou gato o mais rapidamente possível ao veterinário, pois algumas doenças se confundem pelos sintomas e o tratamento não é o mesmo, portanto é arriscado diagnosticar e tratar em casa.
Prevenir para não remediar

Você pode evitar que problemas como esse aconteça ao seu bichinho. Existe, hoje em dia, no mercado coleiras e sprays antimosca, evitando que ela consiga pousar na pele do animal.

Se o animal estiver com machucados, arranhões ou feridas, cuide e trate. Fique de olho. A mosca vai tentar deixar larvas em feridas já existentes porque é o lugar mais adequado para proliferá-las. Gatos, principalmente, precisam desse cuidado, pois vivem mais na rua que os cães. Procure por nódulos pelo corpo do seu bichinho, pois podem ser sinais de bicheira em estado inicial. A atenção também é recomendada porque feridas na pele também podem ser sinal de alergias, sarna e outras doenças prejudiciais à saúde do cão.

Portanto, quando seu pet estiver com uma lesão no pelo, um machucado de qualquer tamanho, faça uma limpeza duas vezes ao dia e o mantenha, se possível em um lugar fechado, telado, para evitar o contato com moscas.

Tratamento para bicheira

Usa-se um mata-bicheira, pois é impossível limpar a ferida se as larvas estiverem vivas. Depois de mortas, aí sim é feita a limpeza do local da ferida e posteriormente o tratamento com anti-sépticos e o remédio adequado. O tratamento deve continuar até que a ferida esteja completamente cicatrizada e, sempre, supervisionado por um médico veterinário.

A importância que se dá no tratamento da miíase, que é mais popularmente conhecida como bicheira, por um veterinário é que muitas vezes para um melhor tratamento, tanto para retirada das larvas quanto para uma boa limpeza, é necessário que o animal esteja sedado ou até anestesiado. Por isso não espere, jamais use produtos químicos na lesão que não tem indicação em bula para uso veterinário (como óleo queimado ou creolina, usados erradamente na tentativa de tratamento da bicheira), isto pode levar a uma intoxicação de seu animal e agravar o quadro.



Conheça um pouco mais sobre a bicheira 

Apesar de ser amplamente conhecida como bicheira essa doença também recebe o nome de Miíase e atinge diversos animais de sangue quente, incluindo os seres humanos. Ela se prolifera facilmente em animais que possuem menor imunidade, como os filhotes, que vivem e passam muito tempo fora de casa ou os cães idosos, que estão velhos demais para manter a própria higiene.

Sua incidência é maior no período de chuvas e calor, pois o ciclo biológico da mosca fica acelerado nessa época, no entanto a bicheira pode ocorrer em qualquer período do ano em nosso país e em qualquer região devido ao clima propício.

Algumas pessoas podem confundir a bicheira com outra doença também causada por larvas de moscas: a berne, porém saiba que essas doenças são diferentes. A berne geralmente atinge a pele íntegra do animal afetado e cada larva é encontrada isolada de outras, a larva não é depositada pela própria mosca, mas por outro inseto que foi usado como depósito de ovos por ela e depois deixou as larvas no animal de sangue quente. A berne também limita suas lesões apenas à pele, enquanto a bicheira pode se alimentar de outros tecidos, atravessar musculatura e chegar a órgãos.

Não existe apenas um tipo de bicheira de acordo com o local que a doença afeta, ela pode ser cavitária, que se divide em miíase das feridas e outros tipos que atingem olhos, nariz, ouvidos, intestino ou bexiga, e ainda existe a cutânea, conhecida como miíase furunculosa por causar feridas que lembram furúnculos.


No tratamento da bicheira cutânea o uso de antibióticos ou antissépticos locais é bastante comum, ajudando assim o processo de cicatrização da ferida e evitando o aparecimento de infecções bacterianas de forma secundária e oportunistas. O tratamento da bicheira cavitária varia de acordo com o local afetado.

É muito importante um tratamento adequado da bicheira o mais rápido possível, adiar a visita ao veterinário pode levar seu pet a óbito e um animal que não foi bem tratado está sujeito a novas infecções, pois o odor forte das feridas serve de atrativo para outras moscas.

O veterinário é a pessoa indicada para tratar seu pet doente, apenas ele pode remover as larvas, evitando que elas se rompam e causem problemas maiores, além de conseguir lidar com os problemas decorrentes das dimensões das lesões causadas que podem atingir partes vitais do animal. Como dito antes, não use medicamentos ou tratamentos “milagrosos” indicados por conhecidos para curar seu bichinho, pois isso pode agravar ainda mais seu quadro.

Alguns cuidados além dos citados também são úteis para evitar a bicheira:
O local onde o seu bichinho de estimação fica deve ser sempre limpo e ficar o mais livre possível das necessidades do animal, pois isso serve de atrativo para as moscas;
Após o banho seque bem o pelo do seu cão ou gato, evitando assim a umidade e cheiro desagradável que pode atrair outros problemas de saúde além da bicheira;
O banho é inclusive um grande aliado, pois mantém o animal limpo e com menos chances de atrair moscas e outros parasitas para si;
Alguns medicamentos de uso oral estão sendo testados e apresentam bom resultado na prevenção da doença, mas apenas um veterinário pode indicar;
Preste atenção e tenha cuidado especial com animais que passaram por algum processo cirúrgico, fazendo o possível para evitar a presença de moscas sobre o local;
Não deixar lixo no local onde seu bichinho fica ou perto dele também ajuda a evitar a presença de moscas e consequentemente a miíase;
Locais com esgoto a céu aberto, regiões de mata, etc., servem como atrativo para as moscas e por isso a atenção deve ser redobrada;
Lembre-se que a bicheira pode acontecer por causa de outras infecções ou feridas não tratadas, por isso sempre verifique as condições de saúde do seu cão e em caso de feridas sempre faça a limpeza diariamente.


Saiba que após uma mosca deixar os ovos num animal, esses ovos eclodem entre 12-48 horas e começam todo o ciclo de alimentação da carne do pet, criando verdadeiros “túneis” no corpo do bichinho. O ciclo todo até que a larva se transforme em mosca dura entre 21 a 33 dias, depois disso a mosca que se originou daquela larva pode usar o mesmo animal como depósito para seus ovos e continuar o processo da doença.



Fonte: