quarta-feira, 1 de abril de 2015

Por quê 1º de Abril é considerado o "Dia da Mentira"?


Há muitas explicações para o 1 de abril ter se transformado no dia da mentira, também conhecido como dia das mentiras, dia das petas, dia dos tolos (de abril) ou dia dos bobos. Uma delas diz que a brincadeira surgiu na França.[carece de fontes] Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado no dia 25 de março,[carece de fontes] data que marcava a chegada da primavera.[carece de fontes] As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1 de abril.1

Em 1564, depois da adoção do calendário gregoriano, o rei Carlos IX de França determinou que o ano novo seria comemorado no dia 1 de janeiro. Alguns franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo, pelo qual o ano iniciaria em 1 de abril. Gozadores passaram então a ridicularizá-los, a enviar presentes esquisitos e convitespara festas que não existiam. Essas brincadeiras ficaram conhecidas como plaisanteries.

Em países de língua inglesa o dia da mentira costuma ser conhecido como April Fools' Day, "Dia dos Tolos (de abril)"; naItália e na França ele é chamado respectivamente pesce d'aprile e poisson d'avril, literalmente "peixe de abril".

No Brasil, o primeiro de abril começou a ser difundido em Minas Gerais, onde circulou A Mentira, um periódico de vida efêmera, lançado em 1º de abril de 1828, com a notícia do falecimento de Dom Pedro, desmentida no dia seguinte. A Mentira saiu pela última vez em 14 de setembro de 1849, convocando todos os credores para um acerto de contas no dia 1º de abril do ano seguinte, dando como referência um local inexistente.
Na Galiza (Espanha) o dia é conhecido día dos enganos.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre

Primeiros cuidados com animais de rua adotados

 
Praticamente todos os dias nos deparamos com cães e gatos abandonados andando nas ruas: filhotes, animais doentes, animais velhos ou simplesmente aquele vira lata que já nasceu sem um lar.
Se você é um daqueles que não consegue continuar o seu caminho sem fazer alguma coisa (alguma coisa de fato e não simplesmente deixá-lo na frente de uma clínica veterinária ou de uma ONG), saiba aqui os primeiros cuidados.
- Muito cuidado no resgate para não se envolver em um acidente de trânsito ou não receber uma mordida: o animal de rua pode estar assustado, com dor ou alguma doença que pode passar para o ser humano.
- Não coloque este animal desconhecido junto com outros animais que, por ventura, você tenha em casa. O animal resgatado deve ficar em quarentena.
- Ofereça água e comida e observe como ele se comporta nas primeiras horas.
- Assim que possível, leve-o ao seu veterinário de confiança para uma primeira avaliação e cuidados.
- Se ele estiver machucado ou doente, procure um veterinário antes de levar para casa. Nesse caso você já vai ter que arcar com os primeiros custos.
- Faça um exame de fezes – de acordo com a orientação do veterinário.
- Dê um belo banho e passe preventivos contra pulgas e carrapatos.
- Depois da quarentena, provavelmente, se tiver saudável, poderá ser vacinado e castrado.
- O médico veterinário é o único que poderá orientá-lo a respeito de dieta, vacinas, medicamentos e exames necessários para que esse novo animal faça parte da sua vida de forma saudável e segura.


Fonte:

A troca de dentes em filhotes de cães e gatos

Por volta do quarto ou sexto mês de idade, todo filhote de cão e gato irá realizar a troca dos dentes. Eles irão trocar os dentes decíduos pelos dentes permanentes. Os dentes decíduos são dentes finos, pontiagudos e de aspecto frágil, porém machucam com mais facilidade quando os filhotes mordem em suas brincadeiras. Os dentes permanentes são dentes maiores e mais brilhantes e serão definitivos por toda a vida do animal. Por esse motivo, requerem cuidados adequados de conservação e manutenção.
Durante essa fase de troca de dentes o animal pode ficar seletivo para os alimentos ou mesmo inapetente pelo desconforto causado pela erupção dos novos dentes. Nessa fase é normal a presença de mau hálito e eventual sangramento gengival.
Normalmente não observamos os dentes trocados porque o animal poderá engoli-los durante a mastigação dos alimentos, mas eventualmente poderemos encontrar alguns deles caídos pelo chão da casa.

QUANDO OS “DENTES DE LEITE” NÃO CAEM, O QUE DEVEMOS FAZER?

Alguns animais não efetuam a troca totalmente, então poderemos observar a presença de dentição dupla, principalmente nos caninos superiores e inferiores e nos incisivos. Essa condição é normalmente observada em animais de pequeno porte e pode favorecer o acúmulo de restos alimentares e, consequentemente, cálculo dentário (tártaro) e mau hálito. A pior consequência da dentição dupla é o desvio de mordedura que deverá ser corrigida com a extração dos dentes decíduos o quanto antes para evitar que o desvio se acentue ou perpetue.
É aconselhado mesmo antes da troca dos dentes decíduos, condicionar o seu animal (principalmente os cães) a escovação periódica dos dentes, evitando o acúmulo de cálculo dentário e a perda precoce dos dentes.
Fonte:

terça-feira, 31 de março de 2015

No "animalódromo": Alguns animais e suas respectivas velocidades máximas



O animal mais veloz que se tem conhecimento é o Guepardo e pode chegar a 100 km/h.
Os seres humanos mais rápidos podem alcançar a velocidade de 43 km/h.

A seguir, alguns animais e suas respectivas velocidades máximas:

O Leão pode chegar a 80 km/h.

A Zebra pode chegar a 65 km/h

A Gasela pode chegar a 80 km/h

A Hiena pode chegar a 65 km/h

O Cavalo pode chegar a 75 km/h

O Coelho pode chegar a 55 km/h

A Raposa pode chegar a 67 km/h
A Girafa pode chegar a 50 km/h

O Elefante pode chegar a 40 km/h

O Gato pode chegar a 48 km/h

A Cobra pode chegar a 32 km/h

O Peru pode chegar a 24 km/h

O Porco pode chegar a 17 km/h

O Esquilo pode chegar a 20 km/h

Estratégias e cuidados para que cães e gatos sejam inseparáveis amigos


Geralmente gatos e cães conseguem viver harmoniosamente. No começo parece muito difícil essa amizade, mas não é. Você vai saber agora algumas estratégias de como eles podem ser parceiros sem muito esforço e dor de cabeça.

Cachorro já está na casa e o gato chega depois
Suponha-se que já tenha o cachorro domesticado e quer incluir o gato no convívio familiar. Conforme a médica-veterinária Liane Alice Franciosi, a apresentação entre os dois deve ser diferente. A dica é levar o felino para a casa e evitar o contato visual por aproximadamente 24 horas.

Isso permite que eles sintam apenas o cheiro e ouçam ruídos um do outro. Assim, durante a noite, sem acordar o cão, o dono soltará o gatinho. “Quando eles ficarem frente a frente, a presença não será tão estranha. O gato já estava ali, entrou de mansinho, sem invadir o espaço do cão”, diz. No momento em que se encontrarem pode acontecer, de acordo com Liane, do cachorro querer mandar: “Eu mando e você obedece”.

Gato chega primeiro que o cachorro
Você possui o gato e pretende adotar um cão? Liane entende que nesta situação não há problemas, pois o felino, por ter maior facilidade de fuga, saberá o momento certo de aproximação. Aos poucos, quando se sentir confiante, ele perceberá a ausência da ameaça.

Os dois chegam juntos
Também existe a possibilidade de alguém querer adotar gato e cão na mesma hora. Diante disto, precisa-se delimitar o lugar da alimentação e higiene de cada um. “Cuidar para nenhum deles invadir o espaço do outro, porque o cão comerá a ração e as fezes do gato”, diz a médica-veterinária. Se ocorrer, Liane explica que o cão pode enfrentar diversos problemas de saúde. “Pode pegar vermes e necessitará ser levado ao veterinário”.

Cada um no seu quadrado
Ainda conforme ela, a separação do local da alimentação de cada um inibe o cão de querer, a todo custo, comer a comida do gato. “A ração do gato faz o cachorro ficar louco. É como se fosse um x-salada, mas não pode, faz mal”, adverte. Já o gato, com raríssimas exceções, não tem costume de “biscoitar” a comida do cãozinho.

Outra questão diz respeito ao gato semi-doméstico e não castrado, principalmente o macho. 

Ele passa o dia todo em casa e à noite resolve caçar, brigar ou envolver-se com fêmeas. Quando ele retornar para casa, certamente terá desentendimento devido ao comportamento de identificação. “O outro animalzinho sente cheiro diferente e, com certeza, vai ter ‘BO’”, ressalta.

Segundo Liane, em casos onde o gato é tranquilo e o cachorro extremamente estressado, há uma alternativa para tentar amenizar a situação. Profissionais aplicam um remédio chamado fluoxetina de forma manipulada e recomendada por quilo do animal.

Sobre a questão do brinquedo, a confecção de produtos do gato é feita à base de ervas e o cão não sente atração por eles. “O perfil dos brinquedos é totalmente diferente”, enfatiza.

Todas estas questões mencionadas tornam os bichos menos estressados. Segundo Liane, quando há equilíbrio entre família e eles, existe uma criação de zona de conforto, reinando a tranquilidade e a harmonia. “A possibilidade de cães e gatos dormirem juntos é grande”, revela.

Cuidado!
A médica-veterinária alerta para os donos não incluir, por exemplo, um filhote de gato junto com um rottweiler, que só não dará problemas em raríssimas exceções. 

“É preciso adequar a raça na presença do próximo. Um cachorro de porte pequeno, bom temperamento e, de preferência, castrado, aceitará a presença de um felino mais facilmente”, finaliza Liane.

Fonte: 

Cinomose: uma das patologias mais graves entre os cães

A Cinomose é uma doença altamente contagiosa, causada pelo vírus da cinomose canina, e considerada uma das patologias mais graves entre os cães.

A facilidade de contágio associada as altas taxas de mortalidades colocam a cinomose entre as doenças virais mais perigosas que um cão pode contrair.

A descrição clássica é de uma infecção viral aguda caracterizada por febre, secreções nasal e ocular, dificuldades respiratórias, descamações no focinho, mioclonias (tremores musculares involuntários) e fraqueza nos membros traseiros.

Alguns animais doentes podem não apresentar sintomas nas primeiras fases da doença, porém, seguem disseminando o vírus para outros animais ao seu redor, por contato direto (secreções oculares, nasais, orais) ou indireto (espirros) sendo este uma das fontes mais comuns de contaminação.

Não existe tratamentos específicos e comprovadamente eficientes contra a cinomose, a terapia utilizada foca o combate aos sintomas produzidos pela doença e não ao vírus propriamente dito. A principal maneira de se proteger contra a doença ainda continua sendo a prevenção, através da vacinação durante a infância e as doses de reforço anuais. 


Lembre-se: uma vacina de qualidade aplicada pelo seu veterinário é a única maneira comprovadamente eficaz de prevenir possíveis casos de cinomose em seus animais.

FONTE: 

Cuidados necessários com coelhos de estimação


Cuidados dos coelhos


Cuidados diários:

Escovagem do pêlo: uma ligeira escovagem diária fará muito bem ao seu coelho. Os coelhos Angorá necessitam que o pêlo seja cortado regularmente (consulta um especialista).

Exercício: O coelho é um pequeno animal muito vivo e alegre. Necessita de sair da sua gaiola pelo menos uma hora por dia para relaxar os seus músculos. O ideal é tirá-lo da mesma durante 20 minutos, várias vezes ao dia.

Limpeza da gaiola: Limpa os cantos donde o teu coelho urina e retira um pouco das caganitas. O mais cómodo é utilizar uma pá dos gatos.

Colocar água fresca no bebedouro:
 a água do coelho deve estar sempre limpa, assim como o bebedouro.

Cuidados semanais:

Limpeza completa da gaiola: Esvazia totalmente o fundo da gaiola e faz uma limpeza completa desinfectando-a como a ajuda de um produto não demasiado agressivo.

Cuidados a cada dois meses:

As unhas: Há que cortá-las a cada certo tempo para evitar que a unha encaracole e possa ferir o coelho. Não te esqueças que o coelho tem quatro unhas nas patas traseiras e cinco nas da frente. Basta cortar uns milímetros antes do próprio dedo. É um processo delicado pelo que é necessário ter muita atenção.

Anticoccidianos: Para evitar a coccidiose (os coccidios atacam as paredes do intestino do coelho podendo causar-lhes a morte. Este cuidado deve ser dado mais importância para os coelhos que vivem nos exteriores ou que são alimentados por elementos do jardim.

Cuidados anuais:
As vacinas: Há duas principais que há que fazer: contra a mixomatose e contra a doença hemorrágica VHD.


Fonte: