segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Agressão de animais: o que diz o novo Código Civil Brasileiro

Código civil brasileiro
Não é raro entrarmos em um site ou assistirmos aos telejornais e ler ou visualizar uma notícia falando de um ataque de um cão a uma criança ou a um adulto. Muitas vezes esse ataque resulta em morte. Esses casos sempre chocam a todos. De quem é a culpa? Claro que não é do cão e sim do proprietário.
Muitas vezes as pessoas optam por uma raça desconhecida ou que não tem condições de cuidar. Alguns cães precisam de atividade diária intensa e de espaço, e humanos desavisados acabam por criá-los dentro de um quadradinho apertado e nunca saem com o cão para passear. Quem gostaria de viver assim?
Outras pessoas são ainda mais cruéis e criam os cães amarrados em uma corrente pequena (veja aqui como utilizar corretamente a coleira), sem que ele tenha a chance de se mover direito e sem abrigo de chuva e de sol. Claro que com os maus tratos sofridos, seja pela falta de espaço ou por não ter atendido com o que a raça precisa, o cão fica furioso e muitas vezes acabam atacando alguém quando consegue se libertar. Os maus tratos deixariam qualquer pessoa descontrolada e evidentemente com o cão, que é considerado um animal irracional, isso não seria diferente.
Há também os que optam por uma raça mais forte e que tem uma tendência maior para guarda e não ensinam o cão. Ele acaba não sabendo o que deve e o que não deve fazer, já que não foi adequado como deveria e acaba causando acidentes.
Seja qual for o motivo e o tipo de acidente, a responsabilidade é do dono. O atual Código Civil Brasileiro diz em seu artigo 936 que: “O dono, ou detentor, do animal ressarcirá o dano por este causado, se não provar culpa da vítima ou força maiores”.

Para se ter uma ideia melhor, veja um exemplo real de uma decisão judicial proferida pelo Des. João del Nero publicada na RT 589/108:

“O cão “Doberman”, usado na guarda de residências, é reconhecidamente perigoso. Se alguém assume o risco de possuir animal com essa característica, assume todos. Levando-o a passear em lugar inadequado, seu proprietário só pode ser considerado imprudente, respondendo pelos danos provocados”.

Outro exemplo é a decisão proferida pelo Tribunal de Alçada e Minas Gerais em 11.10.2000:

“O dono de cães ferozes, da raça rottweiller, treinados para atacar pessoas, deve exercer atenta vigilância sobre os mesmos, para resguardo, notadamente, de pessoa contratada para executar serviços na casa onde permaneciam animais, não podendo ser exigido que o trabalhador escolha o melhor momento, durante o horário de trabalho, para entrar na casa. Nos termos do art. 159 [atual art. 936], ambos do Código Civil, e de acordo com os elementos de prova colhidos, restou evidente a caracterização do ato ilícito, cuja responsabilidade é do dono os animais que atacaram e feriram a vítima. [3]”

Com isso pode-se concluir que é dever do dono evitar que esses acidentes aconteçam. Para isso, além de um local seguro, a pessoa precisa dar o tratamento adequado à raça escolhida. No geral, os casos em que o acidente acontece quando o cão está sobre os cuidados de uma terceira pessoa também têm sido enquadrados como responsabilidade do proprietário também.
Quem opta por ter um cão próprio para guarda precisa estar ciente de todas as necessidades antes de levá-lo para casa. Só assim dará o tratamento ideal e evitará acidentes.
Por: Filipi S. A.

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Cuidados pós-castração de cães e gatos

Cuidados pós-castração de cães e gatos

A castração é a melhor solução para o controle populacional de cães e gatos. Um animal castrado não se reproduz, ou seja, o dono não precisará se preocupar com prenhes e com os filhotes. Além disso, já é comprovado cientificamente que fêmeas castradas tem menores chances de desenvolver tumores de mama e machos castrados têm menores chances de ter hérnia perineal.

Mesmo com tantos benefícios é preciso lembrar que a castração tanto no macho quanto nas fêmeas é realizada através de um procedimento cirúrgico. Como em qualquer outra cirurgia, ela também requer cuidados no pré-operatório e no pós-operatório. Quem é responsável por isso? O proprietário!


Claro que o médico veterinário irá orientar e falar tudo o que deve ser feito, mas é o proprietário que fará todos os procedimentos. Depende dessa dedicação e carinho para eu o pet se recupere bem. Está preparado?

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Dermatites psicogênicas em gatos

Dermatites psicogênicas em felinos

Você já ouviu falar em dermatite psicogênica? O nome pode parecer meio estranho e por isso, ela é popularmente chamada de dermatite por lambedura. Sabe qual é? Se nunca ouviu falar, tudo bem. Ela é fácil de entender. Trata-se de um problema de pele que é causado porque o pet começa a se lamber excessivamente. Ele se lamber tanto que chega a arrancar os pelos e até mesmo se ferir. Esse tipo de dermatite tanto em cães e gatos, quanto em animais exóticos, infelizmente, está cada dia mais frequente.

Por que a dermatite acontece?

Por que isso acontece? Na maioria das vezes é porque os animais são deixados sozinhos em casa por muitas horas do dia. Os donos saem para trabalhar e o pet fica completamente só, sem a companhia nem de um humano nem de um outro animal que possa interagir com ele. Isso faz com que o animal viva em constante estresse e acabe sofrendo de depressão. Com a de depressão, um comportamento diferente do comum e crônico é exteriorizado através das lambeduras frequentes e sem limite.

Fique atento a mudanças

Porém, é importante que o dono entenda que não é só a solidão que pode levar o bichinho a esse comportamento prejudicial. Uma alteração na rotina da casa, a chegada de um filhote que ele não gostou, um barulho novo ou qualquer outra mudança, pode ser estressante ao felino e ele pode desencadear esse comportamento indesejado.
As lesões mais comuns desse tipo de dermatite são causadas nos membros anteriores e posteriores, devido à facilidade de lambeduras nesses locais. O dono notará que o pet fica lambendo-se sem parar e em um mesmo local e muitas vezes chega a morder o local repetidas vezes. Os pelos dessa região ficarão ralos ou ausentes e algumas lesões poderão ser formadas. A irritabilidade e mudanças de hábitos também poderão ser notadas.  Em casos mais graves, a dermatite bacteriana poderá acontecer como secundária às lesões causadas pela lambedura.

Como perceber que o meu pet está com dermatite por lambedura?

O diagnóstico é fácil? Não! Como várias coisas podem causar os mesmos sintomas nos bichanos, e como essa dermatite pode vir junto a outra infecção, o diagnóstico nem sempre é fácil. É muito importante que o proprietário colabore e conte as alterações que ocorreram no lar, como por exemplo, a adoção de um novo animal, uma mudança de um móvel de lugar ou a partida de alguém da casa e, é claro, conte quais as alterações de comportamento que está notando no bichano.

Como funciona o tratamento?

Sempre que o médico veterinário julgue necessário, ele poderá solicitar exames complementares. O tratamento será feito com medicação para o controle de infecções secundárias, enriquecimento ambiental e, quando necessário, terapias com florais e outros medicamentos que auxiliem o pet em uma mudança de comportamento.
Não se assuste se o profissional indicar o uso de um antibiótico para auxiliar no tratamento dessa dermatite. Como falamos, há bactérias que podem aproveitar da situação e causarem uma dermatite secundária. Quando isso acontece, é necessário administrar medicação específica. Além disso, aumentar a atenção ao pet, as brincadeiras e melhorar o ambiente dele, são essenciais para que a saúde dele seja garantida e para que o bichano fique totalmente curado. 
http://www.blupet.com.br/noticia/dicas-para-deixar-seu-cao-sozinho-em-casa-e-feliz
Por: Filipi S. A.

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Fraturas em animais domésticos - primeiros socorros

Fraturas em animais domésticos - primeiros socorros
Qual cãozinho ou gatinho não gosta de uma nova aventura? Escalar uma cortina, pular para o telhado do vizinho, saltar da escada ou até um pulo repentino do sofá podem resultar em fraturas. Pode parecer difícil, mas no caso do pinscher, um simples pulo ou queda do sofá pode ser suficiente para que uma fratura em um dos membros locomotores aconteça.

Quais são os tipos de fratura?

A fratura pode ser classificada de duas maneiras: interna ou exposta. A interna é quando não há o rompimento da pele, ou seja, não é possível ver o osso. Já na exposta a pele se rompe e o osso é visualizado.

Se isso acontecer comigo, o que eu posso fazer?

Seja qual for o tipo de fratura que o cão tiver, nunca tente colocar o osso no lugar. Leve-o imediatamente ao veterinário. Para isso, pegue algo bem firme como uma pedaço de madeira ou papelão bem grosso e improvise uma maca. Coloque o bichinho com muito cuidado sobre ela e leve-o à clínica. Lembre-se de que ele está com muita dor e por isso, pode tentar morder ou arranhar. Tenha cuidado.
Caso você note que ele tem alguma fratura que está provocando hemorragia, pegue um pano limpo e tente estancar o sangue até chegar à clinica. Muitas vezes, ao chegar no veterinário, ele encaminhará o cão para a cirurgia com urgência. Isso acontece por que dependendo do local e tipo de fratura, pode acontecer uma hemorragia interna.

Como serão os procedimentos do veterinário?

Seu pet será atendido, examinado, receberá um analgésico forte e injetável para não sofrer com a dor e será avaliado. Muitas vezes, o RX é necessário para ter certeza do que acontecer, do tipo de lesão e de quantas fraturas aconteceram.
Depois dos exames feitos, o profissional irá decidir se é necessário cirurgia ou se sedará o animal para colocar o osso no lugar e depois imobilizar. Algumas vezes, há a necessidade de colocar placas e pinos.
Após o término da consulta e dos procedimentos, o pet deverá ter um tratamento adequado em casa. Se a cirurgia for realizada, o animal precisará fazer repouso e caminhar lentamente por um período. Além disso, o proprietário precisará limpar a ferida cirúrgica e dar toa a medicação necessária. Além de analgésico, provavelmente o pet terá que tomar antibiótico e às vezes, vitaminas.

Fique atento na recuperação do seu bichinho

Há casos nos quais a cirurgia não é necessária e apenas a imobilização é feita. Nesses casos, o médico marcará um retorno e nesse período, ás vezes, o animal precisará tomar anti-inflamatório por alguns dias.
O período de imobilização varia de acordo com o local da fratura, o tipo, a idade do animal, as condições nutricionais entre outros. Para que tudo dê certo é muito importante que toda a orientação passada na clínica seja seguida a risca. Qualquer alteração ou novo sinal clínico que o animal apresente, o proprietário deve levá-lo novamente ao médico veterinário para que seja examinado.
Fratura é algo muito sério e grave. Dependendo do caso e de como ela ocorreu, o animal pode morrer. Isso é mais comum em casos de atropelamentos nos quais além da fratura há hemorragia interna.
Por: Filipi S. A.
Fonte:

domingo, 28 de dezembro de 2014

Comparação dos anos Cães, Gatos e Humanos





CACHORROS : Nos cachorros, o envelhecimento varia de acordo com o tamanho do espécime. Raças pequenas e médias envelhecem 5 anos para cada ano do nosso calendário. Raças grandes 6 anos e raças gigantes 7 anos.




Idade Gatos/humanos




Depois dos 2 anos, os gatos envelhecem cerca de 4 anos para cada ano do nosso calendário. Os bichanos que vivem fora de casa envelhecem até duas vezes mais depressa que os gatos de criação .

Fonte:https://www.facebook.com/noticiasanimais1/photos/a.165595226898649.11401.147578572033648/181539381970900/?type=1&permPage=1

Pesquisa revela que Pássaros também fazem funerais



Uma pesquisa realizada pela Universidade da Califórnia (Estados Unidos) comprovou que algumas espécies de pássaros realizam um ritual parecido com um funeral. O estudo usou os Scrub Jays — animal presente na área oeste de toda a América.
Para comprovar a sua teoria, os estudiosos prepararam um terreno com pedaços de madeira que representavam predadores e colocaram alguns animais mortos no local. Os pássaros ignoraram os falsos inimigos e mostraram reação apenas quando encontraram os seus “parceiros” mortos.
Nessas ocasiões, os pássaros interromperam as suas atividades — como coletar alimentos ou piar — e cercaram o cadáver. Um momento depois, eles começaram a emitir sinais de aviso, na forma de “barulhos” que alertam os outros animais da mesma espécie.
O fato mais incrível é a falta de reação perante prováveis predadores, pois isso possibilita afirmar que o fator que desencadeou a reação realmente é a morte de semelhantes.
Fonte: http://ads.tt/1894U

Gatos brancos dos olhos azuis são surdos

561751_182715825186589_1610308122_nSe um gato tem pêlo branco e olhos azuis, ele é portador de um gene que também o torna portador de surdez total ou parcial. Geralmente esses animais conseguem levar uma vida normal – já os filhotes de fêmeas assim dificilmente sobrevivem porque as mães não ouvem seus miados
Fonte:
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