quinta-feira, 22 de maio de 2014

Saiba detalhes sobre a FEBRE AFTOSA

O que é a febre aftosa?
É uma doença altamente contagiosa e se espalha rapidamente. Os animais têm febre, aftas na boca, nas tetas e entre as unhas, se isolam dos outros, 
babam, mancam, arrepiam o pelo e param de comer e beber.

Quais os animais que podem ser afetados pela febre aftosa?
Bovinos, búfalos, caprinos, ovinos, suínos e animais silvestres que possuem 
casco fendido (duas unhas).

Como a febre aftosa é transmitida?
O vírus está presente na saliva, no líquido das aftas, no leite e nas fezes dos 
animais doentes. Qualquer objeto ou pessoa que tenha contato com essas 
fontes de infecção se torna um meio de transmissão para outros rebanhos. 
A transmissão para humanos é raríssima.

Quais os efeitos da febre aftosa?
A doença pode ser fatal em animais jovens. Os animais afetados não 
conseguem se alimentar e enfraquecem muito, com perda severa de produção 
de leite e carne. O principal efeito da doença é comercial. Devido ao seu alto 
poder de difusão, os países estabelecem barreiras comerciais às regiões onde 
ocorreu Aftosa, causando sérios prejuízos econômicos e sociais.

O que fazer em caso de suspeita da doença?
Qualquer pessoa que veri que os sintomas nos animais deve comunicar 
imediatamente ao serviço veterinário ofi cial. Um veterinário o ficial fará 
inspeção dos animais e tomará as providências necessárias.

Como a doença é controlada?
A vacinação é fundamental na erradicação e prevenção da Aftosa. Se 
con rmada a doença, a principal forma de controle é o isolamento e sacrifício 
de animais doentes, e eliminação de fontes de infecção. Quanto mais rápido 
for detectada a doença, mais rápida será a contenção e menores os prejuízos.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Obesidade em animais domésticos

A obesidade não é mais apenas um problema humano: também ocorre em animais, principalmente, em animais domésticos. Os animais estão ficando cada vez mais gordos e, obesidade é uma doença.
(foto: Vandelizer | Flickr)
(foto: Vandelizer | Flickr)

Segundo o jornal “The New York Times”, cerca de 40% dos cães dos EUA, levados às clínicas veterinárias, sofrem de obesidade, numa pesquisa da “Associação para Prevenção da Obesidade em Animais de Estimação”. E, o perigo da obesidade é que ela está ligada a outras doenças (como nos humanos): diabetes, hipertensão arterial, doenças de pele, artrite, problemas cardiovasculares, problemas renais e respiratórios, câncer, lipidose hepática (excesso de gorduras no fígado do gato).
Obesidade, por definição, é um acúmulo excessivo de gordura no corpo.
Os animais podem sofrer de obesidade 1- fisiológica – devido a alimentos impróprios para seu consumo e falta de atividades físicas – 2- ou patológica – que são as disfunções hormonais. A primeira causa da obesidade é a superalimentação (e sedentarismo) que é a alimentação rica em gorduras e carboidratos, doces, restos de comida, etc.. (causa fisiológica) .
Depois há os cães que sofrem de disfunções hormonais e os que têm a obesidade do estresse (solidão ou carência de atenção).
Os tutores são os principais responsáveis pela obesidade dos animais domésticos, pois não conseguem resistir a dar uma guloseima ou comida de consumo humano, segundo pesquisa da “Cruz Azul”, ONG especializada no assunto na Inglaterra. De acordo com pesquisa da instituição “Ambulatórios para Animais Doentes”, 87% dos tutores têm esse hábito, que leva a 2,5 milhões de cães e a mais de 2 milhões de gatos ao sobrepeso no Reino Unido. Os dados são do jornal Daily Mail.
No Brasil, a obesidade estimada entre a população de cães é de 30% e de 25% entre os gatos.
Quando estão instalados, os quilos a mais não são muito fáceis de serem removidos, embora haja casos de cães que emagreceram expressivamente. Veterinários e nutricionistas da “Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade do Tennessee” indicaram tratamento para o cão Mabel, que emagreceu 20 kg. No “resort Morris Animal Inn”, em Nova Jersey, os tratamentos para emagrecimento dos animais incluem exercícios físicos (o sedentarismo estimula o ganho de peso) que podem ser nadar, caminhar em esteira ergométrica caminhar por 2 mil m de área aberta e também controle da alimentação, etc..
Porém, a obesidade pode ser prevenida pelo tutor:
- Consultando o veterinário para avaliar a ração, condições nutricionais e a saúde geral do animal;
- Estimulando exercícios físicos;
- Seguindo as recomendações do veterinário, estabelecer o alimento nas quantidades diárias adequadas.
Há raças de cães que estão predispostas a engordar (por fatores genéticos e gasto energético) – de uma forma geral cães de médio a porte grande.
Não há relatos de predisposição à obesidade entre as raças de gatos.

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A obesidade apresenta maior incidência em animais adultos e idosos, sendo mais comum em fêmeas (do que em machos) e em animais castrados. Leva a problemas de saúde de longo prazo, que podem reduzir sua expectativa de vida em até 2 anos.
O excesso de peso é uma condição debilitante da saúde e, deve ser corrigido pela prescrição de ração adequada pelo médico veterinário e exercício físico, também orientado por esse profissional.

terça-feira, 20 de maio de 2014

Problemas com a pele de gatos e cães de cor branca


Se as orelhas e nariz estão sem pêlos, com escamação forte, isso é sinal de um mal da pele que afeta mais os cães e gatos brancos: a dermatite actínica. A pele, por ter pouca melanina, é afetada pelo sol - um pigmento negro que a protege dos raios solares. Mas atenção, não confundam o animal branco com o albino. No animal albino, a ausência de melanina é total, percebida pela cor clara do nariz, lábios e contorno dos olhos, rosada em vez de escura, o que aumenta mais o risco de pegar a dermatite.

Evolução da Dermatite
No cão, as lesões ocorrem nas superfícies dorsais, na face, nas narinas, pálpebras, áreas despigmentadas do plano, lábios e tronco.
As áreas predispostas são a pele despigmentada e escassamente revestida por pêlos, no flanco e parte central do abdômen de cães brancos ou parcialmente brancos, particularmente, Dálmatas e Bull Terrier brancos.

Nos primeiros estágios ocorre eritema com perda de pêlos, formação de crostas e ulceração no assoalho das narinas.

As lesões aumentam e progridem especialmente em regiões de climas quentes e no verão.
As lesões no tronco ocorrem em cães que passam longos períodos deitados sobre um dos lados, tomando banho de sol.

As áreas despigmentadas, passam a apresentar queimaduras solares crônicas, com eritema, descamação e espessamento da pele.
As áreas pigmentadas não são afetadas.

Sintomas
O espessamento da pele, a ausência de pêlos, uma escamação forte, pele avermelhada, formação de coceiras, queimaduras, bolhas e nódulos.

Tratamento
As feridas com sangramento e que não cicatrizam, sinalizam uma evolução para câncer de pele, por isso, é preciso muita atenção. A prevenção é impedir o contato com o sol e passar, duas vezes ao dia, uma loção protetora com fator solar 25ou 30, que as próprias farmácias de manipulação preparam.

Caso o problema apareça, o correto é levar o animal no veterinário para que se inicie o tratamento com o objetivo de evitar que se agrave, já que o câncer não tem cura e pode levar o cão ou gato à morte

Hora do Banho


A grana está curta? Não dá para bancar semanalmente o banho no pet shop? Não deixe seu amiguinho sujo e nem faça uma sessão de tortura caseira.

Nos dias de hoje, não é sempre que se pode levar o seu lulu no pet shop para tomar um belo banho. Às vezes, o jeito é encarar um chuveiro em casa mesmo.

Então, se você vai se aventurar a embelezar seu amiguinho, preste atenção em alguns cuidados que evitarão que seu cão odeie o banheiro da sua casa:

Dê banho pela manhã.
Use água limpa e sabão ou xampu neutro.
Nunca use sabão de coco. Ele é alcalino e agressivo à pele do animal.
Não esqueça de proteger os ouvidos com bolas de algodão. Os ouvidos dos cães são muito sensíveis.
Use água morna. Se a água estiver quente demais, o animal pode ter estresse calórico, caracterizado por hemorragia pulmonar.

Não use banheira.
Use secador de cabelo em uma distância de 30 cm dos pelos. Cuidado com o barulho no ouvido.
Use uma escova de aço flexível para escovar o pêlo junto com o secador.
Limpe as orelhas com cotonetes com muito cuidado para não introduzi-los demais.
Após o banho, dilua 20ml de cloro em 20 litros de água e higienize o box. Espere secar para pisar com segurança.

EVITE:

  • Não faça a tosa higiênica, que limpa os pêlos da boca e dos genitais, em casa.
  • Evite também cortar as unhas. Deixe isso para ser feito no pet shop porque se cortar muito, pode provocar hemorragias.
  • Evite talcos que podem ser ingeridos ou inalados pelos cães.
  • Se o seu amiguinho não é muito chegado à água, aumente o intervalo de tempo entre os banhos de uma semana, ou dez dias, para duas semanas.
  • Faça do banho uma festa, brinque bastante com seu bichinho sem deixar cair água ou sabão na cara dele. E, principalmente, não bata no cão. Trate-o com carinho, senão a aversão à água pode aumentar.

Lembre-se: Só dê banho no seu cachorrinho após o quarto mês de vida, depois de dadas todas as vacinas. Antes disso, faça a higiene com uma toalha umedecida em 10 litros de água morna, uma colher de sobremesa de álcool e outra de vinagre. Passe a toalha a favor e no sentido contrário aos pêlos e, em seguida, seque com secador. Com outra toalha, umedecida só em água morna, limpe os genitais.

Como acabar com carrapatos e pulgas de seu animal de estimação

A infestação de carrapatos no animal, além de provocar incômodo graças à coceira causada por uma reação alérgica, pode também causar anemia e transmitir doenças como Erlichiose e Babesiose, sendo que não é preciso de muitos parasitas para que essas doenças sejam transmitidas.

Já as pulgas podem ocasionar em lesões na pele causadas pela grande coceira, facilitando a entrada de outras infecções por fungos e bactérias.
Infelizmente não existem nada para evitar que o animal pegue carrapato, onde regiões como sítios e fazendas são os lugares mais comuns para a infestação das pragas. Para combater os carrapatos, veja algumas dicas:

Banhos carrapaticidas, quando a infestação é grande repita o banho 2 vezes ao mês. Os animais de pelo longo devem ser tosados no verão, onde nesta época a incidência de aumentar a procriação dos carrapatos é grande graças ao calor e umidade. Se desejar também pode ser utilizado produtos carrapaticidas de longa duração, seja em gotas ou spray, entretanto, informe-se melhor com seu veterinário.

Em relação ao ambiente, aplique carrapaticida em toda a região que o animal vive, sendo que é preciso repetir esta atividade em 15 dias. Se possível, acabe com frestas e pequenos buracos no canil do animal para que não sobre nenhum parasita para contar história, além disso, mude o produto aplicado no quintal a cada 2 ou 3 aplicações para que desta forma o carrapato não crie resistência contra o tratamento.

Já em relação às pulgas, o controle da infestação pode ser controlado através de medidas simples através de banhos antipulgas frequente, além do uso de produtos antipulgas de longa duração em gotas aplicar topicamente via oral ou spray. Também tose os animais verão para melhor controle das pragas e facilitar o banho, e evite levar seu animal para passear em canteiros, jardins e parcas, pois estes locais são o foco do contágio.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Chega de Bafo!

Aquele cheirinho forte da boca de seu cãozinho não deve ser ignorado. O mau hálito é sinal de que há algo errado com a boca ou com o aparelho digestivo do animal.

Uma das causas do mau hálito pode ser a placa bacteriana que se acumula sobre os dentes. A placa é composta por proteínas, células mortas e de descamação, saliva, restos de alimentos e, principalmente, bactérias que, através do processo de fermentação, produzem substâncias que são responsáveis por este terrível mau cheiro.

Por terem os dentes mais juntos, os cães de pequeno porte têm mais chances de serem afetados pelo problema.

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O livro do médico veterinário canadense Bruce Fogle, The Complete Dog Care Manual, reúne algumas dicas muito úteis sobre o assunto.

Preste bem atenção e não deixe mais seu amiguinho sofrer com o bafo de leão:

O tártaro e os restos de comida podem causar infecções na gengiva, ou gengivite, que muitas vezes é acompanhada por sangramentos. Neste caso, escovar os dentes do animal regularmente previne a formação do tártaro. Se o tártaro já estiver formado, o melhor é consultar um veterinário para uma raspagem.
Pode ocorrer também tumores que parecem caroços na gengiva. Então, é necessário que se avalie se o tumor é maligno ou não, devendo ser removido com cirurgia.

Em raças com boxers e bull terriers, entre outras, pode haver um crescimento proliferativo nas gengivas. Um problema hereditário que faz com que a gengivas cresçam em demasia, podendo até cobrir os dentes. Muitas vezes, só uma cirurgia pode solucionar o problema, mas antibióticos melhoram as infecções causadas pelo crescimento.

Longe de ser considerado tratamento de luxo, os cuidados bucais vêm complementar a lista de medidas preventivas para a saúde do animal, que também inclui: alimentação à base de ração de boa qualidade, vacinação completa e controle de parasitas, higiene do animal e do local onde vive, programa de exercícios, além de muito amor e carinho.
Não ache normal seu cão ter bafo. Infecções sérias, que podem comprometer toda a saúde do animal, podem ter início numa boca mal tratada. 

Um dos maiores inimigos da boca de um cachorro é o tártaro e por isso uma escovação diária é recomendada.

O primeiro passo para escovar os dentes do seu cão é arrumar uma pasta adequada. Pastas de seres humanos não podem ser utilizadas pois podem causar problemas para os animais, sendo assim compre pastas especiais em Pet Shops.

Antes de começar a escovar os dentes do seu amigão deixe que ele experimente o produto. No primeiro dia passe a pasta no dedo e permita que o cão cheire e lamba, no dia seguinte passe um pouco nos dentes dele e espere ele se familiarizar. Lembre-se de respeitar o tempo dele, este processo de familiarização pode levar alguns dias, então não tenha pressa.


O próximo passo no processo de escovação é a escova.  Escovas para cães podem ser encontradas em Pet Shops e é muito importante que não sejam utilizadas escovas de pessoas pois estas podem quebrar e machucar o animal. Uma alternativa para a escova é enrolar um pedaço de gaze no dedo e utilizá-lo para a limpeza. Este método é muito eficaz nas primeiras escovações já que dessa forma o dono poderá tocar e sentir os dentes do animal, percebendo suas reações e familiarizando com o jeitinho mais adequado para o porte do seu amigo.


Dicas para você conviver melhor com o seu animal de estimação:


Família: um amigo deve levar só alegrias. Antes de levar um animalzinho para casa, tenha certeza de que ele não será motivo de discórdia e brigas. Caso contrário, todo mundo vai sofrer, principalmente ele.


Alimentação: um animal bem alimentado é um amigo feliz. Forneça alimentos apropriados, de acordo com a espécie e a idade do animal. Os adultos devem ser alimentados duas vezes ao dia, e os filhotes de quatro a seis vezes ao dia. Mantenha sempre a água limpa e fresca à disposição. Recolha os restos de alimentos do comedouro do animal, evitando, assim a 

Higiene: o cão deve ter abrigo confortável, protegido do sol, da chuva e do vento. Para evitar algumas doenças, recomenda-se um banho por mês. Já os felinos são animais muito limpos e não precisam tomar banho frequentemente. E lembre-se: todo proprietário deve recolher as fezes de seu animal nas ruas, nas calçadas e nos parques. É uma atitude de cidadania e obrigatória por lei.

Cuidados Médicos: seu amigo também precisa ir ao médico. Ao desmamar, ele deve visitar o médico veterinário para desverminar e receber as vacinas. Os filhotes devem ser vacinados com 2, 3 e 4 meses de idade, e os adultos anualmente, com vacina contra a raiva e doenças próprias da espécie. Providencie a vermifugação do seu animal seguindo as orientações veterinárias a esse respeito. E não se esqueça de levá-lo para fazer exercícios.
Atividades físicas: durante o passeio, utilize sempre coleira e guia. É segurança para o animal e para as pessoas. Se o animal for bravo, utilize também a focinheira e evite agressões.

Castração: o animal castrado vive melhor e fica mais dócil. Todo proprietário pode levar seu animal para castração, seja ele macho ou fêmea, de raça ou não. Assim, você contribui para diminuir a superpopulação de animais na cidade.

Identificação Definitiva: a aplicação do microchip é um método seguro de identificação definitiva no seu animal. Do tamanho de um grão de arroz, sua aplicação é simples e não precisa de anestesia. Por ser inviolável, ele garante a identificação do seu amigo caso ele se perca, ou seja, roubado.
Cadastramento: ajude-nos a fazer um trabalho ainda melhor. Contribua com a nossa equipe cadastrando seu amigo. Ele é um registro dos dados do animal (idade, raça e outros) e do dono (nome, endereço e outros).

Lembre-se: Maltratar um animal, por qualquer motivo, além de cruel, é um crime que prevê penas de prisão e multa.

Trate bem quem só quer dar carinho e atenção.

Faça dessa amizade uma Guarda Responsável.