quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Os perigos da primavera aos animais de estimação


Para cães e gatos, a primavera pode apresentar alguns perigos. A principal ameaça à saúde dos animais é o risco de intoxicação pela ingestão de plantas. Além disso, eles podem sofrer com alergias provocadas pelo contato com a grama e com o pólen das flores.
Na estação que começa em 23 de setembro, o número de casos em animais de esporotricose aumenta. Trata-se de uma micose altamente contagiosa, que é transmitida por fungos. A esporotricose é adquirida pelos animais através de lesões feitas em galhos de árvore, farpas de madeira ou espinhos de plantas. Além disso, mordidas de animais infectados podem transmitir a doença.
Em relação às intoxicações, os filhotes são as principais vítimas. Na maioria dos casos, os filhotes se intoxicam dentro de casa: como eles descobrem o mundo pela boca, acabam mordendo tudo pela frente. Por isso, recomenda-se que os donos evitem ter plantas tóxicas em casa.
 Caso o animal coma alguma planta tóxica, é importante que, ao primeiro sinal da intoxicação, o dono leve-o ao médico veterinário. Para agilizar o tratamento, leve se possível a planta ingerida pelo animal. Geralmente, os sintomas são vômito em abundância, salivação intensa, diarreia e tontura. Em casos graves, os animais podem sofrer convulsões.
 Cuidado com as plantas – Antúrio, azálea, babosa, banana-de-macaco, bico de papagaio, comigo-ninguém-pode, copo-de-leite, coroa-de-cristo, costela-de-Adão, dedaleira, erva-moura, espirradeira, folha-da-fortuna, hera, hortência, lírio, lírio-da-paz, mamona, espada-de-são-jorge, entre outras.
 Os exemplos de plantas no parágrafo acima são altamente tóxicos ou causam alergias pelo simples contato com a pele. A ingestão de flores como lírio, por exemplo, levam a alterações neurológicas e até à falência renal aguda. Nesses casos, vômitos, depressão, letargia e anorexia são os principais sintomas. Por isso, muito cuidado com as plantas dentro de casa.

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Brasil será segundo maior mercado pet do mundo


O segmento pet care deve movimentar R$ 20,7 bilhões no Brasil em 2018, em aumento de 9,8% em relação ao ano passado, de acordo com a Euromonitor International. O desempenho positivo coloca o Brasil em segundo lugar no ranking global da consultoria, ultrapassando o Reino Unido e Alemanha e ficando atrás somente dos Estados Unidos. A “premiunização do setor e a humanização dos animais de estimação” contribuíram com o movimento.

Fonte:

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Vermifugação: A melhor forma de prevenir doenças em animais de estimação



Como o próprio nome já diz, em cães e gatos, o vermífugo previne doenças causadas por vermes; saiba como e quando administrá-lo

Mesmo que a maior parte das pessoas não deem muita importância para o vermífugo, ele é quase tão importante quanto a aplicação das vacinas nos animais. Isso porque ele protege os cães e gatos de outras doenças, causadas por alguns tipos de vermes (popularmente conhecidos como lombrigas) e que podem atrapalhar, e muito, a saúde de um animal. Administrar o vermífugo em cães e gatos deveria ser uma das principais preocupações desde o momento em que a pessoa comprou ou adotou o bichinho.

Sabendo da importância do vermífugo , surgem outras perguntas. Com quanto tempo de vida o animal pode tomar esse remédio? Qual é a melhor marca? De quanto em quanto tempo é preciso administrar o vermífugo em cães e gatos? Como fazer isso? Entre outras dúvidas que serão sanadas agora.
Como saber se o pet está parasitado?

Algumas características podem ajudar a desconfiar se seu pet foi contaminado.
Uma barriga bem redonda e endurecida, no caso dos filhotes, normalmente é sinal de parasitemia. Quando isso ocorre, o filhote costuma estar já bastante parasitado e pode chegar a eliminar o parasita nas fezes. Já no caso do cachorro adulto, diarreia ou vômito em dias variados pode indicar verminose.

Um comportamento ao qual o tutor deve estar atento é o cachorro esfregar o ânus no chão. Isto indica um desconforto naquela região, que pode ter sido causada pelo verme.


O uso do vermífugo
Qualquer animal está sujeito a se contaminar com vermes. Isso porque esses microrganismos estão presentes na terra que o animal pode deitar, numa água que não é filtrada, pela picada de pulgas e mosquitos, enfim, em todos os lugares.

Então, o ato de administrar o vermífugo em cães e gatos pode ser feito desde filhote. Nos cães, a primeira dose é aplicada entre os 15 e 30 dias de vida e a segunda aos 4, 5 e 6 meses. É recomendado dar o remédio ao mesmo tempo para a cadela que está amamentando. Nos gatos a aplicação deve ser iniciada apenas aos 30 dias de vida. É muito importante vermifugar a cadela gestante, antes da cobertura e também 10 dias antes dela parir, para que assim ela não transmita vermes para os filhotes.

A partir dessas doses iniciais, a frequência com que o animal deverá ser desparasitado irá variar de acordo com a rotina que ele leva. O caso dos que vivem em apartamento ou não saem de casa e por isso não mantêm contato com outros animais, terra e formas mais propícias de contaminação é diferente dos que vivem em quintal, por exemplo. Os primeiros receberão a dose do remédio com menos frequência do que os segundos.

Isso mostra a necessidade do acompanhamento de um médico veterinário, para que ele possa dizer a necessidade do cão ou do gato. Além disso, não existe uma melhor marca de vermífugo, mas o que o animal realmente precisa. Geralmente é recomendado que se faça um exame de fezes antes de administrar o vermífugo em cães e gatos para saber quais vermes realmente estão presentes no organismo. O remédio é tóxico e não pode ser aplicado aleatoriamente e há inclusive risco de morte caso aconteça.

Nos gatos, animais que são mais independentes e costumam passar longos períodos na rua, o vermífugo costuma ser aplicado a cada 3 meses. Já os cachorros costumam receber a dose semestral ou anualmente. Para que você não se perca nas datas, vale fazer um cronograma de vermifugação mesclado ao de vacinação para prevenir as inúmeras doenças que o seu animal pode contrair. 

Devo vermifugar a cadela gestante?

É muito importante fazer isso antes da cobertura e também 10 dias antes dela parir, para que assim ela não transmita vermes para os filhotes.

terça-feira, 4 de setembro de 2018

Benefícios e riscos de ter animais domésticos na gravidez


Algumas famílias pensam até em doar seus bichos, sejam eles cães ou gatos. Essa é uma dúvida muito frequente levada aos consultórios médicos. Mas calma! Não há motivo para desespero!

Muitas mulheres que possuem animais de estimação ao se descobrirem grávidas se preocupam com possíveis riscos à sua saúde e à do bebê durante e após a gestação. Algumas famílias pensam até em doar seus bichos, sejam eles cães ou gatos. Essa é uma dúvida muito frequente levada aos consultórios médicos. Mas calma! Não há motivo para desespero! Atualmente os pets são tratados como verdadeiros membros da família, e esta separação pode ser muito traumática para ambos os lados.

Numerosos estudos comprovam que a presença de animais de estimação traz diversos benefícios, como o combate ao estresse, estímulo ao exercício físico e à perda de peso, diminuição da pressão arterial, inclusive em gestantes, e até melhoram a relação de crianças autistas com outras pessoas. Porém, precisamos conhecer as chamadas zoonoses, ou seja, doenças transmitidas de animais para o homem, para que possamos evitá-las sem que ocorram rupturas traumáticas nos laços com nossos amigos.

Algumas doenças, como a toxoplasmose, podem realmente ser transmitidas pelas fezes de gatos, principalmente no primeiro trimestre de gravidez. Mas o risco de transmissão por gatos domésticos alimentados exclusivamente com ração e que usam caixas de areia sanitária para suas necessidades é muito baixo.

Outras fontes de infecção, como o contato com a terra, a ingestão de água contaminada, verduras mal higienizadas e carne crua são muito mais perigosas para os humanos. De qualquer forma, a recomendação é que gestantes não entrem em contato com as fezes de animais e deleguem a tarefa da limpeza desses dejetos para outras pessoas.

Vamos a alguns mitos e verdades: cães e pombos não transmitem toxoplasmose e não se pega a doença ao fazer carinho em um gato. Ela é transmitida por meio da ingestão de terra, água ou alimentos contaminados com fezes de gatos. Mas bons hábitos de higiene e limpeza no preparo dos alimentos evitam a contaminação.

E nem todos os gatos são capazes de transmitir a doença. Estima-se que apenas1% da população felina seja capaz de eliminar o parasita nas fezes.

Fonte https://odia.ig.com.br/colunas/saude-em-pauta/2018/02/5514919-beneficios-e-riscos-de-ter-animais-domesticos-na-gravidez.html

sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Vereador Alexandre Pierroni divulga serviços da Delegacia Eletrônica de Proteção Animal


Como parte de seu trabalho na causa animal, o vereador Alexandre Pierroni (Alexandre Veterinário), tem realizado várias ações para conscientização sobre os direitos dos animais, entre elas a criação de leis e a divulgação de serviços de outros órgãos públicos neste sentido, como é o caso da Delegacia Eletrônica de Proteção Animal (DEPA), ligada a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo.

Criada em 2016, através de Lei Estadual, a DEPA recebe denúncias online e as encaminha para a delegacia mais próxima; além de permitir ao denunciante o sigilo de seus dados, também fornece número de registro para que possa acompanhar o andamento da ocorrência através da internet.

Pierroni conta que decidiu divulgar as informações sobre a DEPA, porque recentemente recebeu um vídeo de agressão a um cachorro na Praça da Matriz de São Roque, com o questionamento sobre quais ações poderiam ser tomadas contra o agressor, e que esta é uma dúvida de muitas pessoas que se preocupam com os animais.

O vereador salienta que quando ocorrer um ato grave de crueldade, que necessite de ação imediata, a Polícia Militar deve ser chamada através do 190, pois ela é a responsável por esse tipo de atendimento, já nos casos de fato consumado ou maus tratos constantes, o Boletim de Ocorrência deve ser feito pela DEPA, podendo ser enviado juntamente com fotos e vídeos do fato, o que facilita na resolução do suposto crime.

“Nos primeiros sete meses de sua criação, a DEPA recebeu mais de 4.000 denúncias das quais mais de 25% foram concluídas. Desde então, os números só aumentam e o grande responsável por isso é a facilidade do acesso ao serviço prestado em prol dos animais, hoje, a internet facilita muito e qualquer pessoa”, explica Alexandre Veterinário.

O site da DEPA recebe denúncias 24h por dia e pode ser acessado através do link http://www.ssp.sp.gov.br/depa .

Certificado para viagens de animais aos EUA agora é digital


A emissão do Certificado Veterinário Internacional (CVI) para viagens com cães e gatos aos Estados Unidos agora é totalmente digital. O resultado é uma economia para o cidadão e para os cofres públicos: antes, o usuário gastava cerca de R$ 1,5 mil com a solicitação, serviços veterinários (vacinas e testes nos animais), entrega de documentação e retirada da autorização. O processo todo digitalizado deve custar menos de R$ 1 mil.
Quando houver acordo com todos os países, a economia para o setor público com o serviço será de R$ 13,5 milhões por ano, com queda de 86% em relação à despesa atual e, para os usuários, de R$ 5,2 milhões por ano (redução de 48% nos gastos), segundo estimativa do Ministério do Planejamento, que desenvolveu a plataforma. Os próximos acordos previstos são com os países do Mercosul e com a União Europeia. O governo investiu R$ 467 mil no projeto e prevê retorno em 13 dias de funcionamento do sistema.

Interesse do cidadão

As normas para o trânsito de animais de estimação estão entre os serviços mais acessados no site do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa): cerca de 10 mil pessoas solicitam o CVI anualmente.
Para atender a esse tipo de demanda, é necessário que sejam mantidos 215 profissionais, sendo 194 veterinários, nas 80 unidades da vigilância agropecuária internacional, o Vigiagro, nos aeroportos, portos e postos de fronteira. Com a digitalização, serão necessários apenas 28 veterinários em dez unidades de atendimento.

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Temperaturas baixas podem causar doenças nos animais de estimação


Os animais de estimação também sofrem com as baixas temperaturas durante o inverno. O frio pode causar a cinomose, patologia que ataca o sistema nervoso dos cães e pode levar a morte, além da gripe canina.

Além da imunização, os cães precisam de um bom abrigo no inverno, principalmente aqueles que ficam do lado de fora de casa, e muita hidratação.

O animal quando está doente perde o apetite e diminui a ingestão de água. A gente vê a hidratação pela elasticidade da pele. Se estiver desidratado, a pele não fica elástica, e é recomendado procurar um veterinário.

Nco inverno os animais devem ficar em lugar coberto para não tomar chuva, principalmente animais idosos e filhotes.

Os servidores públicos Luciana Camargo e João Fernando Martins afirmam que durante o inverno os cuidados com sua cachorrinha são redobrados, já que ela é idosa.

Temos que tomar cuidados como se fossem crianças. Eles não têm como fazer por si mesmos. Esses cuidados são necessários. Não tem preço, nós temos um carinho grande pelos animais.”, diz.


Cuidados odontológicos

Além das doenças respiratórias, os dentes dos animais também ficam mais sensíveis com as baixas temperaturas. 

O combate às doenças causadas pelas baixas temperaturas é a vacinação, que deve ser feita regularmente nas clínicas veterinárias.