Os agendamentos dos transportes ambulatoriais do Departamento de Saúde terão datas diferenciadas durante os feriados de Tiradentes e Dia do Trabalho.
Pacientes com consultas nos dias 21, 22 e 24 de abril, deverão agendar as viagens invariavelmente no dia 20 de abril. Já aqueles com consultas para os dias 29 de abril, 1º e 2 de maio, deverão realizar os agendamentos no dia 28 abril.
Para ambos os casos os agendamentos devem ser feitos na unidade de saúde mais próxima do bairro onde o paciente resida ou no Centro de Saúde II, que fica na Rua Alfredo Salvetti, n.º 129, Centro (próximo ao Terminal Rodoviário).
Mais informações pelo telefone (11) 4784-2551 ou 4784-2672, na central de agendamentos de transportes do Departamento de Saúde.
quinta-feira, 20 de abril de 2017
Saúde - Saiba mais sobre a Campanha de Vacinação contra gripe
Iniciou-se no dia 17 de abril a Campanha de Vacinação Contra a Gripe, ação promovida pelo Ministério da Saúde em todo o território nacional.
Devem receber a dose gratuitamente pessoas com mais de 60 anos, profissionais da saúde, crianças entre seis meses e quatro anos e 11 meses, gestantes, mulheres que tenham dado à luz até 45 dias, pessoas com doenças crônicas, presos, funcionários de presídios, adolescentes que cumprem medidas socioeducativas e índios.
A novidade da campanha este ano é a inclusão dos professores da rede pública e privada no público-alvo. A vacina é composta da combinação de três vírus e protege inclusive contra o H1N1, da Gripe A.
Apesar de haver um público-alvo definido, a população deve ficar atenta as etapas de vacinação. A primeira delas iniciou-se no dia 10 de abril, e foi direcionada aos trabalhadores de saúde dos hospitais.
A segunda, que começou no dia 17 de abril, foi direcionada a profissionais de saúde e pessoas com mais de 60 anos. A terceira etapa, a partir de 24 de abril, contempla crianças entre seis meses e quatro anos e 11 meses, gestantes e mulheres que tenham dado à luz até 45 dias e índios.
A quarta etapa, a partir de 02 de maio, é direcionada a pessoas com doenças crônicas e a quinta é destinada aos professores da rede pública e privada e outros grupos.
Em sua 19ª edição, a ação visa imunizar 54,2 milhões de pessoas. Já em São Roque a expectativa, segundo o Departamento de Saúde, é de vacinar até o dia 26 de maio mais de 25 mil são-roquenses.
De acordo com o Ministério da Saúde os grupos que serão imunizados são os que mais sofrem com as complicações do Influenza, como pneumonias bacterianas e agravamento de doenças crônicas.
Na Terra do Vinho a vacina será dada em todos os postos de saúde das 8h às 16h, de segunda a sexta-feira.
“As pessoas não precisam sair correndo para se vacinar, e por conta disso formar filas nos postos. Não há necessidade, pois haverá doses para todos”, afirma a chefe da Divisão de Saúde, Daniela Dias Groke.
Dia “D”
No dia 13 de maio, acontecerá o “Dia D” de mobilização contra a Gripe, em todas as unidades municipais de saúde, das 8h às 17h.
Para tomar a vacina, deve-se levar a carteira de vacinação e RG. No caso de profissionais e doentes crônicos, é importante apresentar documentação que comprove essa condição.
Devem receber a dose gratuitamente pessoas com mais de 60 anos, profissionais da saúde, crianças entre seis meses e quatro anos e 11 meses, gestantes, mulheres que tenham dado à luz até 45 dias, pessoas com doenças crônicas, presos, funcionários de presídios, adolescentes que cumprem medidas socioeducativas e índios.
A novidade da campanha este ano é a inclusão dos professores da rede pública e privada no público-alvo. A vacina é composta da combinação de três vírus e protege inclusive contra o H1N1, da Gripe A.
Apesar de haver um público-alvo definido, a população deve ficar atenta as etapas de vacinação. A primeira delas iniciou-se no dia 10 de abril, e foi direcionada aos trabalhadores de saúde dos hospitais.
A segunda, que começou no dia 17 de abril, foi direcionada a profissionais de saúde e pessoas com mais de 60 anos. A terceira etapa, a partir de 24 de abril, contempla crianças entre seis meses e quatro anos e 11 meses, gestantes e mulheres que tenham dado à luz até 45 dias e índios.
A quarta etapa, a partir de 02 de maio, é direcionada a pessoas com doenças crônicas e a quinta é destinada aos professores da rede pública e privada e outros grupos.
Em sua 19ª edição, a ação visa imunizar 54,2 milhões de pessoas. Já em São Roque a expectativa, segundo o Departamento de Saúde, é de vacinar até o dia 26 de maio mais de 25 mil são-roquenses.
De acordo com o Ministério da Saúde os grupos que serão imunizados são os que mais sofrem com as complicações do Influenza, como pneumonias bacterianas e agravamento de doenças crônicas.
Na Terra do Vinho a vacina será dada em todos os postos de saúde das 8h às 16h, de segunda a sexta-feira.
“As pessoas não precisam sair correndo para se vacinar, e por conta disso formar filas nos postos. Não há necessidade, pois haverá doses para todos”, afirma a chefe da Divisão de Saúde, Daniela Dias Groke.
Dia “D”
No dia 13 de maio, acontecerá o “Dia D” de mobilização contra a Gripe, em todas as unidades municipais de saúde, das 8h às 17h.
Para tomar a vacina, deve-se levar a carteira de vacinação e RG. No caso de profissionais e doentes crônicos, é importante apresentar documentação que comprove essa condição.
sábado, 15 de abril de 2017
Páscoa: Chocolate para os pets? NÃO!!!
Páscoa é sinônimo de muito chocolate e também muitos olhares pidões dos animais de estimação ansiosos por um pedacinho do ovo, da barra ou bombom de chocolate. É em por um lapso de fraqueza dos proprietários que os pets adoecem, pois poucos sabem dos perigosos escondidos quando eles comem um chocolate.
O doce em questão contém uma substância chamada teobromina, que estimula o sistema nervoso e fluxo sanguíneo nos animais, podendo prejudicar os pulmões, rins e até causar parada cardíaca ou convulsão.
É importante salientar que os pets não conhecem o sabor do chocolate, por isso os donos não devem, em hipótese alguma, oferece-lo ao animal. Assim como um diabético não pode ingerir doces, cães e gatos também não podem comer chocolate.
O grande problema é que o sabor adocicado é, em geral, agradável ao paladar dos pets. Ou seja, se o dono ceder e o animal ingerir o alimento, muito provavelmente ele irá gostar e sempre pedirá mais, ou seja, é quando o perigo se instala e o proprietário do pet perde a noção da quantidade concedida ao bichinho.
Nos cachorros a reação pode variar entre aumento da temperatura corporal e dos batimentos cardíacos até diarreia e vômito. A teobromina não é digerida no organismo do animal e acaba ativando o sistema nervoso central por mais tempo, provocando diversos efeitos colaterais. O risco pertinente é que os sintomas demoram entre 6h e 12h para se manifestarem, aumentando o risco à saúde d o pet.
Já nos gatos, os problemas podem ser mais graves e levar até à morte. "Os gatos, não serem muito fãs de alimentos adocicados, tendem a preferir pelo chocolate meio amargo e, esses, são justamente os que possuem maior concentração de teobromina", afirma Andressa.
Para os donos que querem fazer um agrado para seus pets, já existem diversas opções de chocolates específicos para consumo animal. Portanto, nesta Páscoa - e em todos os outros dias do ano - os proprietários devem ficar atentos aos petiscos e ao que cães e gatos ingerem e serem fortes contra os olhares pidões.
quarta-feira, 12 de abril de 2017
Pesquisa desvenda relação de tutores e animais domésticos no Brasil
Levantamento realizado pela agência paulistana Fess´Kobbi revela o universo que cerca os 100 milhões de cães e gatos que moram em lares brasileiros. A pesquisa com 500 tutores de cães e 500 donos de gatos, de São Paulo e Rio de Janeiro, traçou um panorama sobre o mercado de animais. Os dados mostram tendências e curiosidades de um segmento que movimenta impressionantes 15 bilhões ao ano no Brasil. A pesquisa foi realizada por smartphones e seguiu a mesma proporção para ambas as cidades: 250 donos de cães e 250 donos de gatos em cada uma.
Os números deixam claro que tutores de cães e gatos não se comportam da mesma maneira. Isso acontece desde o momento de receber o novo membro da família. Cães são muito mais comprados e costumam ter raça. Já os gatos são adotados e sem raça definida. A diferença é enorme: enquanto 32% adquirem um cachorro, apenas 3% recorrem a esse caminho para ter um gato. E enquanto 85% declararam que adotaram um gato, apenas 41% disseram o mesmo sobre cães. “Há muitas informações sobre raças de cães e as pessoas escolhem baseadas nelas. Até pela natureza mais independente dos gatos, essa é uma preocupação menor em relação a eles. Mas isso está mudando e o que mais cresce, segundo a pesquisa, é o número de aquisições de gatos”, explica Victor Vieira, VP de planejamento da Fess´Kobbi.
Quem tutela gato costuma não parar no primeiro. Já grande parte dos tutores de cães permanecem apenas com um animal e tem o hábito de levá-lo para passear, sendo que 39% fazem isso todos os dias. O bairro onde se vive é o local onde acontece a maioria dos passeios: 66% do total. E são os próprios tutores que mais se encarregam dessa tarefa: 65%. Quando os tutores viajam, o que acontece com os gatos? Para 49% o destino é a casa de familiares.
Os tutores de cães e gatos gastam mais do que imaginam. Quando perguntados, os guardiões de cães dizem que gastam por mês de R$ 51 a R$ 100 (38%), de R$ 101 a R$ 200 (37%), de R$ 201 a R$ 300 (26%) e acima de R$ 300 (6%). Além da ração, os itens mais comprados com maior frequência são shampoo e condicionador, artigos contra pulgas e carrapatos, remédios em geral, brinquedos e petiscos. Os números detalhados mostram que os gastos são maiores para cães. Isso é esperado por haver muito mais itens para eles no mercado. O instinto mais independente dos gatos faz com que não exista a preocupação de mimá-los em excesso. Em todos os casos a maioria das compras é realizada em pet shops no próprio bairro.
Apesar de existir uma variedade de itens na prateleiras, só há duas marcas conhecidas e ambas do segmento de alimentação. Elas são também as maiores anunciantes e ainda investem a maioria do orçamento em TV aberta.
Fonte: Estado de Minas
terça-feira, 4 de abril de 2017
Ovo de Páscoa pode ser fatal para os pets

A vontade é presentear o melhor amigo com um ovo de chocolate, para celebrar a Páscoa. Isso, porém, pode colocar a vida do pet em risco. Se o chocolate é uma guloseima para humanos, no organismo dos animais, ele age como veneno.
O fígado dos cães e gatos não metaboliza direito uma substância presente no chocolate, chamada teobromina, que está relacionada com a quantidade de cacau. Quanto mais cacau, mais teobromina o produto contém e mais tóxico ele é.
Quanto mais escuro e amargo o chocolate, maior o percentual de cacau e, consequentemente, mais tóxicos para os animais. No entanto, o chocolate ao leite e o chocolate branco também fazem mal e não devem ser oferecidos aos pets.
“Como a teobromina age intensamente no organismo, pode ocorrer aumento de contrações musculares, excitação nervosa, micção em excesso, elevação da temperatura corporal, respiração acelerada, taquicardia, vômitos e diarreia. A gravidade do quadro varia de acordo com a quantidade ingerida”, esclarece Keila Regina.
Apesar de os casos letais serem raros, existe alta incidência de indisposições gastrointestinais, especialmente em animais pequenos e jovens, devido à quantidade de toxina em relação ao peso do pet.
“Além do risco de intoxicação e do mal-estar, o chocolate pode acarretar em outros males ao organismo do animal, como a obesidade e suas complicações”, alerta. Para evitar surpresas desagradáveis, a veterinária recomenda que não se deixem ovos e bombons em locais acessíveis a cães e gatos. Eles podem se sentir atraídos pelo cheiro, pela embalagem e “roubar” sem que os tutores percebam. Também é fundamental orientar as crianças para que não ofereçam a guloseima.
De acordo com a Associação Norte-Americana de Medicina Veterinária, os estimulantes do chocolate circulam no organismo por um bom tempo: em casos severos, os sintomas podem durar por 72 horas. Por isso, no caso de ingestão acidental, é muito importante levar o animal ao hospital veterinário.
segunda-feira, 3 de abril de 2017
Atropelamentos de animais nas rodovias aumentam durante o outono
Uma pesquisa da Universidade de Salamanca analisou os dados sobre atropelamentos de animais na última década em Castela e Leão, comprovando que aumentaram paulatinamente nos últimos anos e que se concentram em determinados pontos da rede viária, bem como em determinados momentos do ano. A corça, o javali e o cervo são as espécies que protagonizam a maioria das colisões com vertebrados, que aumentam no outono. Apenas 1% das redes viárias da região concentra mais de 20% dos acidentes. Burgos é a província em que estão registrados mais atropelamentos, seguida por Soria, León, Palencia e Zamora, enquanto nas demais províncias o problema é menor.
O trabalho originou a tese doutoral de Víctor Javier Colino Rabanal, intitulada “Contribuições à análise da mortandade de vertebrados em estradas”, que foi orientada por Salvador Peris e Miguel Lizana, professores da área de Zoologia da Universidade de Salamanca. A principal contribuição deste trabalho, segundo explicou a DiCYT seu autor, foi desenvolver uma metodologia que permitiu uma aproximação ao problema, já que uma análise detalhada contribui à busca de soluções.
O fato de que as colisões aumentem no outono parece estar relacionado com o período reprodutivo de espécies como o javali ou o cervo, de modo que estes animais “encontram-se mais ativos”, afirma Víctor Javier Colino, ainda que a época de acasalamento da corça seja a primavera e de que esta seja um dos vertebrados mais envolvidos em acidentes.
Ao entardecer e nas primeiras horas da noite é quando se produzem mais acidentes deste tipo. Ademais, um aspecto que chama a atenção dos pesquisadores é que nas fases da lua cheia também produz-se uma maior concentração de acidentes, quando a lógica leva a pensar o contrário. “Teoricamente, com mais luz vemos antes o animal que cruza e podemos frear”, indica Víctor Colino, mas vendo os resultados parece que outros fatores podem influenciar, como o fato de que esta luminosidade interfira na atividade dos animais ou no nível de prudência dos condutores.
Quanto às regiões nas quais se produzem os atropelamentos, predominam as paisagens em mosaico, ou seja, regiões que combinam distintos tipos de superfície: pastos, florestas, cultivos, etc. Este tipo de lugares variados são ideais para a maior parte da fauna, porque possuem distintos tipos de recursos de água e alimentação.
Regiões cercadas nem sempre funcionam
A tese analisa o caso de alguns animais. Por exemplo, os atropelamentos de lobos estão muito vinculados às variáveis do trânsito e, curiosamente, são mais numerosos em estradas com cercas. “O fato de uma via estar cercada nem sempre impede o acesso de um animal, ainda que a cerca esteja bem desenhada, em muitas ocasiões a execução não é a correta e, uma vez que o animal entra na estrada, tem dificuldade para sair”, comenta o especialista.
Para evitar os atropelamentos podem ser implementadas várias medidas cuja idoneidade depende das circunstâncias concretas de cada lugar. A cerca parcial pode ser uma delas, mas quando se converte em cerca total forma uma barreira que, como no caso do lobo, pode agravar o problema. As passarelas elevadas e submersas podem ser uma boa solução em muitos casos. A sinalização de perigo na estrada pode ser complementada com espelhos e outros dispositivos que refletem a luz dos carros ao campo e dissuadem os animais. Finalmente, é possível recorrer inclusive à alta tecnologia, com sensores de movimento que acendam sinais verticais nas estradas ao detectar animais nas proximidades, já que um dos problemas é que “não respeitamos os sinalização fixa”.
A documentação sobre a qual este trabalho foi realizado procede de acidentes da Guarda Civil e dados da Direção Geral de Trânsito (DGT), do Conselho de Fomento da Junta de Castela e Leão e dos ministérios de Fomento e Meio Ambiente, Meio Rural e Marino. A comunidade registra em média 5.000 atropelamentos por ano. A intensidade do trânsito é uma das variáveis mais importantes para determinar a quantidade de atropelamentos realizados em uma estrada, mas não é possível estabelecer uma correlação direta, já que “existem estradas em que o trânsito é tão intenso que os animais nunca cruzam, de modo a não ocorrer atropelamentos”, indica. Por essa razão, as estradas em que se produzem mais acidentes, além de estar em ambientes naturais com muitos animais, costumam ser as que tem uma densidade média de veículos.
Víctor Colino comenta a aplicação prática deste trabalho, que permite identificar pontos negros e atuar, já que com os dados coletados pôde desenhar mapas que mostram os pontos de maior conflito. No entanto, seria necessário realizar estudos sobre a rentabilidade de tomar certas medidas em alguns lugares, analisando os custos e benefícios, adverte.
Outras espécies
Este trabalho focou-se nos vertebrados, porque os atropelamentos de muitas espécies não são registrados, mas o cientistas sabem que algumas como o porco-espinho sofrem um grande declínio populacional devido a sua morte em estradas. O caso dos anfíbios é especialmente significativo, sobretudo em algumas espécies de sapo que em determinadas épocas do ano migram a açudes e concentram seu deslocamento em poucas noites. Definitivamente, para muitos animais a estrada está sendo convertida na “principal causa de mortandade unida à fragmentação do terreno”.
Fonte:
xdomingo, 2 de abril de 2017
Cachorrinha resgatada de abrigo salva criança com início de hipotermia nos EUA
Cãozinho salva criança que tinha início de hipotermia nos EUA
"Era cerca de 11 da manhã e Peanut começou a correr que nem louca pela casa. Ela subia e descia as escadas, latindo e ganindo. Ela foi até a garagem e pediu ao meu marido para sair de casa. Ele a deixou sair, e ela correu rapidamente até o campo nos fundos da nossa casa, à toda velocidade. Meu marido a seguiu e, para sua surpresa, encontrou uma menina sem roupas tremendo, toda encolhida”, contou sua dona.
No dia, os termômetros registravam zero grau. A mulher não deixou claro se era possível avistar a criança das janelas da casa ou se a cachorrinha a farejou. O homem enrolou a criança em sua camisa e a levou para dentro de casa para que as autoridades fossem chamadas. A única palavra que ela dizia era “cachorrinho”.
A criança foi levada de ambulância para um hospital, onde foi examinada e nenhum ferimento foi encontrado. A polícia localizou a família da criança em uma casa próxima, e foi averiguado que as condições ali encontradas não eram seguras para uma criança. Por isso, a menina e outra criança foram levadas para um abrigo.
Peanut foi resgatada de situação de abuso
Este caso foi contado pela dona de Peanut em uma carta endereçada para o abrigo de cães em que a cachorrinha foi resgatada. A carta foi recebida no dia 20 de março. O abrigo se chama Delta Animal Shelter, e fica na cidade de Escanaba, também no estado de Michigan.
Peanut tem um ano de vida e foi encontrada em 2016 por funcionários do abrigo. A filhote tinha duas pernas e costelas quebradas e havia comido pedaços de carpete. Depois de passar por meses de recuperação, ela foi adotada.
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