terça-feira, 19 de abril de 2016

Dia do Índio - Conheça o significado de algumas palavras indígenas

Quem acha que os brasileiros falam apenas um idioma, o português, está muito enganado. O território brasileiro registra o oitavo maior número de línguas em uso, boa parte disso com origem nas comunidades indígenas.
Índios Tukano, da região do Alto Rio Negro (Hannah Beineke / Ministério da Cultura / www.cultura.gov.br)
O número de línguas, segundo pesquisadores do tema, chegava a 1.078  quando os europeus desembarcaram em  terras brasileiras. Assim como a quantidade de índios, que passou de cinco milhões para cerca de 700 mil nos últimos anos, parte desses idiomas também foram se perdendo com o tempo.

Veja, abaixo, um dicionário com alguns termos indígenas de diferentes etnias e seus respectivos significados:
Alimentos:
Abati: milho
Aaru: Espécie de bolo
Bacuri: fruta popular da região Amazônica
Beiju: também conhecida como tapioca, feita com farinha de mandioca, podendo ser recheada ou não
Cambuci: fruta de uma árvore nativa da mata amazônica com formas parecidas a de potes de cerâmica
Cupuaçu: fruta amazônica  de sabor forte
Ira: mel
Jambu: planta cujas folhas são usadas como tempero
Jerimum: abóbora
Mandioca: todo o mundo conhece, e a maioria adora: é o aipim, a macaxeira, uma raiz que é o principal alimento dos índios brasileiros
Maniçoba: prato feito com folha da mandioca
Pequi: fruta da região Centro-Oeste
Pupunha:  fruto da palmeira
Tucupi: suco da raiz da mandioca-brava

Animais:
Acará: garça
Andirá: morcego
Arapuá: abelha
Cacira: vespa
Grajaú: pássaro
Laurare: marimbondo
Pirá: peixe
Poti: camarão

Cores:
Peba: branco
Ajubá: amarelo
Piranga: vermelho
Una: preto
* Com informações do site Plenarinho

Sinais que indicam que o seu animal de estimação está enfermo


Mudanças na rotina ou comportamento são perceptíveis para donos que participam ativamente da vida do seu pet. Abaixo você saberá quais são os sinais que indicam quando eles estão com alguma doença. Na dúvida, leve imediatamente ao veterinário.

VÔMITOS

O fato de os pets vomitarem de vez em quando não é motivo de alarme. Vez que outra o organismo ordena uma limpeza do estômago. Se o seu cãozinho vomitar, mas permanecer disposto e brincalhão, sinal que está tudo dentro da normalidade. Contudo, ligue o alerta se ele não conseguir sustentar a comida e ainda mostrar sintomas de fraqueza e desanimo. Leve ao especialista sem demora.

RESPIRAÇÃO DIFÍCIL

O calor pode fazer com que o cão fique arfante, situação agravada pelo excesso de pelos. Nestes casos, providencie um ambiente mais fresco ou com ventilação para ele ficar mais confortável. Falta de ar está ligada a doenças do coração ou respiratórias. Se ele não melhorar, não hesite em levá-lo ao veterinário. Nos gatos esta situação é mais preocupante. Ao primeiro sinal de que o bichano está com dificuldade para puxar o ar, chame o especialista.

DIARREIA

A diarreia em pets não é motivo de grande preocupação, mas mesmo assim deve ser tratada. Passando das 24 horas merece uma investigação. Se for causada por parasitas e vírus, não há com o que se preocupar. A diarréia também é sintoma de doenças bem mais graves como pancreatite ou tumores.

EXCESSO OU POUCO XIXI

Se o gato ou cachorro faz muito xixi, sinal que ele está bebendo água demais. Contudo, sentir sede demais não é normal e é um dos sintomas de diabetes. Fique alerta. Se estiver ocorrendo o contrário, pode ser que o pet esteja desidratado. Em ambos os casos é necessário uma visita ao especialista.

PERDA DE APETITE/DESANIMO

Mudanças na rotina do pet podem provocar sentimentos de tristeza e o deixarem sem fome ou desanimado. Mas se nada mudou no seu dia a dia e a perda de apetite estiver acompanhada de diarreia ou muita sede, seu pet está doente e precisa de um tratamento sem demora.

OLHOS COM SECREÇÃO

Secreção no cantinho do olho ao acordar é absolutamente normal. Preste atenção, no entanto, se a secreção for em excesso, com odor ruim e os olhos estiverem vermelhos. Pode ser uma doença simples como a conjuntivite, sendo o tratamento bem fácil. A cinomose, uma doença viral muito grave, também apresenta este tipo de sintoma. Convém levar logo ao veterinário para tirar a dúvida e iniciar o tratamento logo.
Fonte:

Câncer de mama em cadelas – Sintomas e tratamento

Muitas neoplasias afetam especificamente algumas raças caninas (por exemplo, os cânceres de pele são mais comuns em animais de pelagem curta e clara e os tumores ósseos atingem principalmente os cães de grande porte). este, no entanto, o caso do câncer de mama, que se desenvolve indistintamente entre os cães, com maior incidência entre os animais maduros e idosos.


Os sintomas de câncer de mama


A partir dos seis anos de idade (e antes disto, se houver histórico de câncer de mama na família), as cadelas precisam ser examinadas pelo menos uma vez por semana. Os donos devem inspecionar a região abdominal em busca de caroços, inchaços nas mamas e circunvizinhança, dores ou desconforto e secreções com odor desagradável.

O surgimento de um nódulo próximo às tetas, no entanto, não é necessariamente um indicativo de tumor: ele pode ser, inclusive, apenas um nódulo de gordura, que não requer muita atenção.

As neoplasias, no entanto, requerem cuidado veterinário urgente, uma vez que elas são muito invasivas. Um câncer de mama em cadelas pode provocar metástases – e os órgãos mais afetados são o fígado, os pulmões e os rins.

Os tumores podem ser identificados como uma massa sólida ou como a presença de pequenos inchaços múltiplos, que podem dobrar de volume em apenas um mês (ao contrário dos tumores benignos, que apresentam desenvolvimento lento). Vale lembrar que a maioria das cadelas possui cinco glândulas mamárias, situadas na região do abdômen. Perda de apetite, vômitos e febre também são comuns entre as cachorras afetadas.

Os sinais clínicos, contudo, são praticamente inexistentes na fase inicial de um câncer de mama. As cadelas começam a apresentar sinais somente quando a neoplasia está em estágio avançado, quando começam a apresentar fraqueza, dores e prostração sem motivo aparente.

A melhor maneira de prevenir é a castração antes do primeiro cio, que reduz as chances do desenvolvimento de um câncer de mama em 95%, por reduzir drasticamente as alterações hormonais que ocorrem durante o ciclo menstrual.

Preferencialmente, as cadelas não devem tomar anticoncepcionais, porque o descontrole do estrógeno e da progesterona (hormônios relacionados à sexualidade, prenhez e amamentação) é a principal causa deste tipo de tumor. A castração é a medida mais indicada para as cadelas não destinadas à reprodução e evita muitos outros problemas, como invasões e brigas durante o cio, por exemplo.

Metade dos caroços nas mamas das cadelas é benigno: são tumores mamários mistos, adenomas simples e complexos, papilomas de duto e fibroadenomas. Os tumores malignos mais comuns são os adenocarcinomas tubulares, císticos e papilares, carcinomas sólidos e anaplásicos, osteossarcomas e fibrossarcomas.

O diagnóstico definitivo do câncer de mama em cadelas não é clínico. A biópsia (retirada cirúrgica e análise de uma pequena parte da massa tumorosa) é necessária na maioria dos casos, para identificar o tipo de nódulo. A radiografia, tomografia computadorizada ou ressonância magnética do tórax e abdômen e a inspeção dos gânglios linfáticos são auxiliares na confirmação da presença da enfermidade e do desenvolvimento de possíveis metástases.


O tratamento para o câncer de mama nas cadelas

A partir da avaliação médica, com informações sobre a forma, massa, metástases, etc., o veterinário pode optar pelas seguintes medidas:
remoção cirúrgica: é a providência mais comum, com exceção de cadelas em idade avançada. Uma cirurgia realizada precocemente apresenta 50% de possibilidades de eliminação total do problema. Em alguns casos, de acordo com a gravidade do crescimento do câncer, é necessário retirar também as tetas, os gânglios linfáticos que drenam a glândula mamária e o tecido subjacente. O período de convalescença dura até duas semanas (em mastectomias radicais);
quimioterapia e radioterapia: em casos de câncer de mama em cadelas, estes tratamentos não têm apresentado grande efetividade e, por isto, raramente são adotados. Com as inovações da indústria farmacêutica, no entanto, um veterinário pode optar por alguma forma de medicação. Algumas drogas para regularizar as taxas hormonais vêm sendo testadas atualmente.

Fonte:

Gravidez psicológica (pseudociese) ocorre também entre as cadelas

 O forte desejo de ser mãe, evidentemente, só pode ser cultivado pelas humanas. Nas cadelas, a gravidez psicológica ocorre quando elas convivem com outros animais (não necessariamente machos) e até mesmo no meio de uma grande família (o problema é raro em fêmeas solitárias).
A experiência pode ser traumática. De um momento para outro (geralmente, de dois a quatro meses do fim do cio), a cadela se mostra agitada e inquieta, o peso aumenta, as mamas crescem e passam a produzir leite. Quando ocorre uma gravidez psicológica, as cadelas demonstram conduta semelhante à de uma prenhez real: as fêmeas procuram um “ninho” (um local para o parto e os primeiros cuidados com os filhotes).
Trata-se de uma desordem hormonal. Apesar de fazer parte do senso comum, não existe nenhuma comprovação científica de que a presença de uma gestante possa provocar a gravidez psicológica em cadelas. É provável, no entanto, que haja um componente genético na origem da enfermidade.
O fenômeno curioso também já foi observado em coelhas e ovelhas. Todas as fêmeas, com o tempo, adotam objetos ou outros animais – como se fossem as próprias crias. Algumas se tornam agressivas e podem rosnar e mesmo morder, como se precisassem defender a ninhada. Algumas fêmeas, no entanto, apresentam sintomas tão leves que a falsa gravidez passa despercebida pelos donos.
As cadelas que sofrem com este mal podem ter falta de apetite, carência de contato físico e até mesmo depressão. Muitas fêmeas demandam atendimento especializado para superar a gravidez psicológica e algumas delas sofrem sérias modificações no temperamento.
É difícil entender como uma cadela pode desenvolver uma gravidez psicológica. O assunto se torna mais fácil, entretanto, quando lembramos que os cães descendem dos lobos e, em uma alcateia, apenas os indivíduos dominantes costumam cruzar e ter filhotes. As lobas que engravidam de forma imaginária apesentam condições de cuidar dos filhotes das fêmeas alfa do grupo.

 O cio das cadelas

As cadelas têm dois estros a cada ano e são bastante regulares. Da mesma maneira que as humanas, a cada ciclo menstrual, elas também se preparam para gerar uma vida. Quando isto não acontece (e, na imensa maioria das vezes, não acontece), o corpo elimina o material não utilizado e um novo ciclo tem início. Isto ocorre durante toda a vida sexual.
A gravidez psicológica (ou pseudociese) ocorre quando os níveis de progesterona (hormônio que prepara as fêmeas dos mamíferos para a gestação e o aleitamento) se mantêm elevados, mesmo depois que os óvulos foram expelidos com a menstruação (se a fêmea tiver engravidado, o nível de progesterona se mantém elevado durante toda a prenhez e amamentação).
O aumento do volume das mamas e o leite produzido pelas cadelas são resultados da ação de outro hormônio: a prolactina, cuja função é justamente esta: preparar o organismo das futuras mães para torná-lo capaz de nutrir os bebês. De um ponto de vista estritamente fisiológico, a gravidez psicológica é um engano do organismo.
Na maior parte dos casos, a gravidez psicológica acontece entre cadelas não castradas. Veterinários especializados, no entanto, verificam um grande número de gestações deste tipo em fêmeas castradas menos de três meses antes do estro seguinte.

As consequências da pseudociese

Na maioria dos casos, a gravidez psicológica não provoca sequelas nas cadelas. A maior parte retoma o comportamento habitual e esquece os filhotes imaginários, a menos que seja um filhote de gato, por exemplo; neste caso, a “mãe” cuida da cria até que ela se torne independente.
Para algumas fêmeas, no entanto, o processo não é tão simples. O leite pode empedrar e inflamar as mamas, exigindo a aplicação de compressas quentes e a ministração de anti-inflamatórios, antibióticos e medicamentos para secar o leite.
O empedramento do leite causa febre, dor e inflamações sérias, que podem inclusive provocar a morte da cadela. Em alguns casos, o tratamento só consegue lograr êxito completo com a castração e retirada de ovários e útero.
Os principais problemas são identificados nas cadelas que passam por uma série de gestações psicológicas, de maneira recorrente. Além dos transtornos da prenhez (esta é imaginária, eles são bastante reais), as fêmeas podem contrair infecções no trato geniturinário – uma enfermidade bastante comum é a endometriose, que pode inclusive uma futura tentativa de gravidez real.
O distúrbio também pode causar a formação de tumores e infertilidade. Em qualquer caso, no entanto, as cadelas doentes precisam usar colares elisabetanos (os famosos abajures ou cones) por um período relativamente longo, prejudicando o seu conforto. A providência é necessária para impedir a autossucção das mamas, que pode provocar ferimentos e inflamações.

Para resolver a situação

No Brasil, a castração de animais domésticos ainda gera polêmica. Muitas pessoas entendem que o procedimento reduz o prazer e o bem estar de cães e gatos, por exemplo, e, desta maneira, não deve ser realizado indistintamente.
Um grande número de países, no entanto, já superou esta discussão, praticando a esterilização dos animais como prática de saúde pública. A castração evita fugas, brigas de cães disputando fêmeas no cio, filhotes indesejados (muitos deles são abandonados), vários tipos de doenças e diminui a incidência da gravidez psicológica, que é identificada, em mais de 60% dos casos, em cadelas férteis, mas distante da companhia de padreadores.
A castração não é um método 100% eficaz para prevenir a gravidez psicológica, mas o procedimento elimina ou reduz drasticamente os hormônios relacionados ao acasalamento e reprodução sem a progesterona, a gravidez não é possível; sem a prolactina, não há produção de leite.
Por isto, mesmo que uma cadela enfrente uma gravidez psicológica por outros motivos – que, normalmente, são emocionais, como carência ou solidão – ela não sofrerá as consequências físicas que acompanham este quadro.
Se um cão ou cadela não for ser utilizado para reprodução, ele pode ser esterilizado nos primeiros dias de vida, sem prejuízo para o seu desenvolvimento e qualidade de vida.
Fonte:

domingo, 17 de abril de 2016

Conscientização - Grupo Armani anuncia fim do uso de peles em suas marcas

Exposição com retrospectiva da carreira de Giorgio Armani em Roma, na Itália
São Paulo - A Armani fez um anúncio que representa um grande avanço na luta pelos direitos dos animais: o grupo deixará de usar pele animal em todas as suas marcas!
Em nota oficial, o estilista Giorgio Armani declarou:
"É com muito prazer que anuncio que o Grupo Armani estabeleceu um firme comprometimento em abolir o uso de pele animal em nossas coleções. O progresso tecnológico dos últimos anos nos permite ter uma série de alternativas à nossa disposição, todas excluindo práticas cruéis e desnecessárias contra animais. Minha empresa está dando um passo enorme, que reflete nossa crescente atenção aos problemas críticos do meio ambiente e dos animais".
A medida entra em prática a partir das coleções de inverno 2017, que chegam às lojas do hemisfério norte no segundo semestre de 2016 e foram recentemente desfiladas nas semanas de moda de Paris e Milão.
A mudança é fruto da pressão por parte de organizações que lutam pelo direito dos animais, como People for the Ethical Treatment of Animals (PETA), The Humane Sociaty of The United States (HSUS) e Fur Free Alliance.
Em 2008, depois de um protesto de ativistas da PETA, o Grupo Armani já havia restringido o uso de peles apenas de coelhos, com a justificativa de que eles já eram usados como fonte alimentar.
Agora, com a mudança completa, espera-se que outras grifes sigam o exemplo e passem a aderir a política pelo não uso de peles animais em roupas.
O gerente de engajamento corporativo da HSUS, P.J. Smith, declarou que a organização "chama atenção de todos os estilistas que em nome da liberdade criativa, fecham seus olhos para a crueldade por trás da pele."
Fonte:
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Cientistas solucionam um dos maiores mistérios da natureza



Image captionO Sol é a principal referência das borboletas durante a migração do Canadá ao México

Cientistas elaboraram um modelo que soluciona o mistério de uma das jornadas mais espetaculares da natureza - a grande migração das borboletas monarcas (Danaus plexippus) do Canadá ao México.
Em conjunto com biólogos, matemáticos reconstruíram o compasso interno que elas usam na jornada. Os resultados foram publicados na revista científica Cell Reports.
O chefe da pesquisa, Eli Shlizerman, da Universidade de Washington, disse que, como um matemático, ele quer saber como sistemas neurobiológicos são conectados e quais regras podemos aprender a partir deles.
"Borboletas monarcas (completam sua jornada) de maneira otimizada e predeterminada", disse. "Elas terminam numa locação específica no centro do México depois de dois meses de voo, economizando energia e usando apenas algumas indicações."
Enquanto a maioria dos insetos hiberna no inverno, as monarcas são as únicas borboletas conhecidas que migram como pássaros, fugindo do inverno. A jornada supera o tempo de vida do inseto, que é de aproximadamente dois meses - o ciclo de ida e volta é realizado por até quatro gerações da borboleta.

Image copyrightMonarch Watch
Image captionAs borboletas monarcas são os únicos insetos a fazer uma migração tão longa

No trabalho com biólogos, como Steven Reppert, da Universidade de Massachusetts, Shlizerman coletou informações diretamente de neurônios nas antenas e olhos das borboletas.
"Descobrimos que as indicações dependem quase totalmente do Sol", afirmou Shlizerman. "Uma é a posição horizontal do Sol e a outra é o acompanhamento da hora do dia. Isso dá (ao inseto) um compasso solar interno para viajar rumo ao sul durante o dia."

Aplicações práticas

Após desvendar os dados que abastecem esse compasso interno, a equipe de pesquisadores criou um modelo para simulá-lo.
O sistema consiste em dois mecanismos de controle - um baseado nos "neurônios relógio" das antenas das borboletas e outro nos chamados "neurônios azimute" dos olhos dos insetos. Esses mecanismos monitoram a posição do Sol.
"O circuito casa esses dois sinais para informar o sistema se é preciso alguma alteração para permanecer no rumo certo. Isso é muito empolgante - mostra como um comportamento é produzido pela integração de sinais", acrescentou.
Segundo o chefe da pesquisa, esses conceitos podem ser usados para produzir versões robóticas desses sistemas - algo que usa a energia e a orientação do Sol.
Um dos objetivos da equipe é construir uma borboleta robótica que poderia seguir os insetos e rastrear todo o processo de migração.

Image copyrightMonarch Watch

"É uma aplicação interessante, que poderia seguir as borboletas e até ajudar na preservação delas. Esses insetos vem decrescendo de número na natureza, e queremos mantê-los conosco por muito tempo."
Fonte:


Video - Saiba que cuidados ter com animais de estimação na época de calor

Para os bichinhos de estimação, nem sempre é fácil lidar com o calor e a secura. Alguns podem até ficar doentes, como problemas no sistema respiratório e viroses. Cansaço, dificuldade para respirar e o ronco são sintomas que os donos devem observar no período de seca. Saiba quais são os horários mais adequados para passeios e outras medidas para amenizar o calor que os peludos sentem:




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