sábado, 16 de abril de 2016

A urolitíase felina ou Síndrome Urológica Felina


INFORMAÇÕES GERAIS

A urolitíase felina , geralmente citada como Síndrome Urológica Felina , é uma patologia comum que ocorre com igual frequência em gatos d
e ambos os sexos . Um quadro característico dessa patologia é a tendência à formação de cálculos ao longo do trato urinário . Os cálculos , geralmente ocorrem na bexiga e variam de tamanho desde partículas arenosas à pequenas pedras.
A obstrução uretral é comum no macho e a cistite e a uretrite , em fêmeas. Os gatos machos são mais predispostos à obstrução uretral , devido à conformação da uretra , que é fina e estreita , enquanto as fêmeas, por terem a uretra curta e larga não são obstruídas , sendo o sintoma mais comum a cistite.
Um gato com urolitíase pode apresentar diversos sinais e sintomas clínicos , como hematúria , cistite , disúria , anúria , poliúria ,polaquiúria e obstrução . Gatos com obstrução podem vir à óbito , por consequência de acúmulo de três substâncias tóxicas de excreção no sangue , as quais a uréia , creatinina e fósforo.
Os animais acometidos podem se recuperar de um episódio inicial , mas geralmente apresentam recidiva do quadro.

ETIOLOGIA
A etiologia da urolitíase felina é complexa e multifatorial . Os felinos acometidos pela síndrome podem ser classificados em dois grupos principais , dos quais o primeiro é composto por pacientes em que o processo inflamatório das vias urinárias inferiores é resultante da presença de minerais (cristais e/ou cálculos ) , os quais promovem a irritação das mucosas da bexiga e uretra , e o segundo , onde os agentes infecciosos (bacterianos ou virais ) , neoplasias de bexiga e uretra , traumas e alterações neurogênicas , podem estar envolvidos no desenvolvimento da síndrome.
Sabe-se que a grande maioria dos felinos acometidos , enquadram-se no primeiro grupo.
Atualmente uma série de fatores predispõe certos indivíduos para a doença , dentre eles os mais importantes são os fatores nutricionais e os que causam redução na atividade física , a qual sempre diminui o consumo de água e a frequência de micção , predispondo a urolitíase.
Fatores redutores da atividade física , incluem : castração , confinamento , condições climáticas adversas , enfermidades e obesidade.

SINAIS e SINTOMASOs sinais clínicos associados à Síndrome Urológica são a hematúria , polaquiúria e disúria ou anúria.
A síndrome pode ser dividida em gatos com cistite e uretrite sem obstrução ao fluxo urinário, e gatos com obstrução uretral parcial ou completa . A presença da obstrução leva à tentativas crescentes de urinar, desconforto abdominal, lambedura do períneo e progressão até a depressão, coma e morte dentro de 48-72 horas, por insuficiência renal.
A obstrução uretral observada no macho e muito raramente , em fêmea , se deve ao acúmulo de cristais na uretra , tipicamente na extremidade do pênis , ou à nível das glândulas bulbo uretrais . O efeito da obstrução uretral é a redução e, eventualmente, a interrupção da filtragem glomerular, levando à um rápido acúmulo de metabólitos de excreção, como uréia, creatinina e fósforo ( azotemia pós renal) com consequências previsíveis de insuficiência renal e uremia, sendo esta a causa mortis mais importante entre os animais acometidos.
DIAGNÓSTICO e TRATAMENTOO diagnóstico das urolitíases em gatos é baseado nos dados de anamnese e exame clínico , sendo importante a confirmação do mesmo através dos exames complementares como ultra-sonográfico e/ou radiográfico , bem como os exames laboratoriais , como urinálise e urocultura.
O exame radiográfico simples , normalmente é considerado suficiente para confirmação do diagnóstico pois na maioria dos casos , os cálculos são radiopacos. Quando se tratar de cálculos de urato de amônia, que apresentam características radiotransparentes , é necessário o uso de radiografia contrastada como a urografia excretora ou uretrocistografia.
Deve-se levar em conta o exame de urina , com especial atenção em relação ao pH urinário , à presença de eventuais cristais e bactérias , e a identificação dos mesmos. No diagnóstico das urolitíases torna-se imprescindível a identificação do tipo de cálculo para que medidas adequadas, em relação ao tratamento, sejam preconizadas.
O tratamento da urolitíase felina pode ser dividido entre o tratamento das duas entidades clínicas , ou seja , obstrução uretral e cistite. O tratamento da obstrução , se trata de uma emergência , devido ao risco do paciente vir a óbito , baseia-se no alívio da obstrução , correção dos efeitos sistêmicos da insuficiência renal e na prevenção da recidiva
A terapêutica emergencial baseia-se na sedação do animal e cateterização uretral para restabelecer o fluxo urinário, fazendo-se em seguida uma lavagem vesical com mucolíticos e solução fisiológica. Caso haja dificuldade para sondagem uretral, pode-se fazer a cistocentese.
A impossibilidade de aliviar a obstrução com medidas clínicas é uma indicação para a imediata intervenção cirúrgica.
Em recentes estudos , vários autores recomendam a preconização do tratamento não cirúrgico , com a dissolução dos cálculos através de dietas específicas evitando-se todos os riscos que envolvem o ato cirúrgico , e que tem demonstrado ser um excelente método para eliminação das cálculos , principalmente os de estruvita.
O tratamento da urolitíase apresenta variações e está na dependência do tipo do cálculo , tornando-se de fundamental importância a identificação da causa que acarretou a formação dos mesmos.
Em suma , o tratamento está dirigido tanto no sentido de destruição do cálculo quanto na prevenção de sua recidiva . Isto é realizado pela formação de uma urina diluída , de acordo com o tipo de cristal do cálculo . O tratamento específico apropriado não pode ser instituído sem o conhecimento do tipo de cálculo.
Cálculos como os de urato de amônia , oxalato de cálcio e fosfato de cálcio não possuem protocolos clínicos que promovem a dissolução dos mesmos , sendo a remoção cirúrgica , a maneira mais confiável de remoção desses cálculos do trato urinário.
Em casos de cálculos de estruvita , os componentes fundamentais na indução da dissolução são : a redução do pH urinário para aproximadamente 6,0 e a redução do magnésio urinário por meio do consumo de dietas com restrição de magnésio.
A administração de antibióticos de acordo com o antibiograma deve ser uma medida recomendada.
A preconização da dieta calculolítica tem como objetivo principal reduzir a concentração urinária de uréia, fósforo e magnésio, diminuindo assim , a disponibilidade de substrato para a formação do cálculo.
Os alimentos que podem ser recomendados no tratamento da dissolução dos cálculos de estruvita estão descritos no quadro abaixo.
DIETA CASEIRA
450gcarne de frango cozida
110gfígado cru ou cozido
1 xícaraarroz cozido
1 colher das de cháóleo de cozinha
1 colher das de chácarbonato de cálcio
60 – 90 mlágua 
Misturar todos ingredientes
Rendimento : 800g
Fornecer : 110 à 230g / gato / dia
As dietas calculolíticas devem ser oferecidas por no mínimo dois meses e o acompanhamento do tratamento deve ser monitorizado através de exames radiográficos e urinálise , mantendo um pH < 6 , uréia <10mg/dl, e d < 1.020 , sendo a recidiva muito frequente.

Fonte: Manual Merck de Medicina Veterinária

Saiba mais sobre as principais zoonoses - Infecções, Transmissões e Sintomas


As Zoonoses são infecções e doenças que podem ser adquiridas em contato com animais de estimação como cachorro, gato e passarinho, ou ainda, pela ingestão de carne contaminada de animais como o gado ou o porco. Outras doenças podem ser contraídas através do contato não desejado com ratos, moscas e baratas, principalmente através da ingestão de água ou alimentos contaminados.


Veja a seguir as mais comuns:
Larva migrans cutânea (bicho geográfico): A larva migrans cutânea é encontrada por toda parte onde se encontrem cães e/ou gatos infectados com ancilostomídeos, sobretudo A. braziliense e A. ceylanicum. O problema é mais frequente em praias e em terrenos arenosos, onde esses animais poluem e meio com suas fezes. Em muitos lugares, são os gatos as principais fontes de infecção. O hábito de enterrar os excrementos, tão característico desses animais, e a preferência por fazê-lo em lugares com areia, favorecem a eclosão dos ovos e o desenvolvimento das larvas. As crianças contaminam-se ao brincar em depósitos de areia para construção, ou nos tanques de areia dos locais destinados à sua recreação. Todos os animais domésticos devem ser tratados sistematicamente e com regularidade para prevenir-se as reinfeções.

Dipilidiose: a infestação por cestódios é extremamente comum em cães e, em menor extensão, em gatos. Os seres humanos podem tornar-se infestados com a forma adulta do cestódio (vermes chatos na sua forma) dipylidium caninum, em seguida à ingestão do hospedeiro intermediário, a pulga. Normalmente a infestação nos seres humanos exibe sintomas clínicos, ocorrendo com maior freqüência em crianças jovens.

Dirofilariose: acomete principalmente o cão doméstico, o gato e várias espécies de animais silvestres. Referidos vermes são classificados na Ordem Spirurida, superfamília Filaroidea, família Filariidae. Nesse gênero (Dirofilaria), foram já descritas várias espécies, entre as quais: Dirofilaria immitis (Leidy,1856), e a Dirofilaria repens (Railliet y Henry, 1911). Ambas em sua fase adulta localizam-se no coração, especialmente em sua porção direita, na artéria pulmonar, e raramente outros vasos hemáticos e órgãos. A dirofilariose humana é raramente reconhecida, sendo causada por êmbolos de larvas mortas do parasita nos pulmões. os êmbolos larvais são revelados radiograficamente como nódulos e, embora a moléstia seja freqüentemente assintomática, requer biópsia cirúrgica e avaliação histológica, para a confirmação do diagnóstico e eliminação de condições mais sérias.

Toxoplasmose:
a infecção com o parasita protozoário toxoplasma gondii ocorre numa série de animais de sangue quente, mas a família dos felídeos parece ser o único hospedeiro definitivo (único hospedeiro onde ocorre o ciclo sexual do parasita). os gatos se tornam infectados após a ingestão de animais caçados, ou de carne crua contendo os trofozoítos. Após a infecção, os gatos excretam oocistos em suas fezes durante uma ou duas semanas. os oocistos se tornam infectantes em dois ou três dias, e podem sobreviver no ambiente por diversos meses. a infecção humana ocorre com a ingestão de trofozoítos na carne crua ou mal cozida, Ingestão de oocistos provenientes das fezes de gato, e pela via transplacentária. A infecção raramente produz moléstia clínica em seres humanos adultos, a menos que estejam imunocomprometidos. A infecção congênita do feto humano através da transmissão placentária representa a maior ameaça aos seres humanos. a infecção congênita pode levar a uma grave moléstia por ocasião do nascimento, e as afecções oculares, mais tarde, durante a vida do indivíduo. alguns cuidados durante a gravidez: ao manusear carnes cruas, verduras ou fezes de animais, convém uso de luvas.

Leptospirose: A lepstospirose e enfermidade endemica, bastante comum em épocas de chuvas. É uma doença causada por bactéria, a LEPTOSPIRA ssp, afetando a maior parte dos animais inclusive o homem. É transmitida através da urina, água e alimentos contaminados pelo microorganismo, pela penetração da pele lesada, e pela ingestão. O cão e outros animais como por exemplo rato, bovino e animais silvestres também podem contrair a doença e transmiti-la.

Campilobacteriose e salmonelose:
Cães e gatos podem abrigar campylobacter jejuni e uma série de espécies não-tifóides de salmonella. Infecções com estas bactérias em cães e gatos nem sempre cusam moléstias clínica, e têm sido isoladas das fezes de animais sadios. A maior parte dos casos de enteropatia (problema intestinais) humana causada por estas bactérias não está associada à exposição a animais de companhia. os profissionais devem aconselhar os donos de animais que todas as fezes, e em especial as associadas com diarréia, devem ser manipuladas com cuidado, e eliminadas de modo a impedir a potencial exposição humana.

Dermatomicose:
a transmissão direta de microsporum canis de cães e gatos de fato ocorre. até 30% dos casos de “tinha” humana em áreas urbanas foram associados a contato direto com animais. os proprietários dos animais devem ser aconselhados a lavar bem as suas mãos, após a manipulação de cão ou gato infectado, e a não permitir que seus filhos brinquem com os animais, até que o tratamento tenha resolvido a moléstia.

Esporotricose: esporotricose é uma moléstia fúngica cutânea ou linfocutânea crônica causada por sporothrix schenckii, cães, gatos, e seres humanos são suceptíveis à moléstia, que geralmente está associada a feridas traumáticas, penetrantes. relatos recentes indicam que os cães infectados podem transmitir diretamente a infecção para os seres humanos. Devido a estes achados, gatos com esporotricose devem ser manipulados com luvas, até à resolução do processo.

Raiva: A raiva é uma doença provocada por vírus, caracterizada por sintomatologia nervosa que acomete animais e seres humanos. Transmitida por cão, gato, rato, bovino, eqüino, suíno, macaco, morcego e animais silvestres, através da mordedura ou lambedura da mucosa ou pele lesionada por animais raivosos. Os animais silvestres são reservatório primário para a raiva na maior parte do mundo, mas os animais domésticos de estimação são as principais fontes de transmissão para os seres humanos.

Teníase e Cisticercose: Verminoses frequentes em nosso meio causadas pela Tênia, ou “solitária”, como é popularmente conhecida, são transmitidas através da ingestão de carne e derivados de porco e/ou de vaca, ou outro alimento contaminado.

Dengue e Febre Amarela: A dengue é uma doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. Ele é escuro, com listras brancas, menor que um pernilongo. Tem por hábito picar durante o dia e se desenvolve em água PARADA e LIMPA.

Ao picar uma pessoa, o mosquito inocula sua saliva contaminada com o vírus responsável pelo desenvolvimento da dengue. Na dengue clássica ocorre febre alta com duração de 5 a 7 dias, manchas na pele, dores de cabeça, olhos, articulações e músculos. Na dengue hemorrágica, mais grave e rara que a forma clássica, ocorre febre alta, hemorragia na pele, olhos e órgãos internos. Metade dos casos hemorrágicos evolui para a morte.

A Febre Amarela se origina em regiões de mata, através da picada de mosquitos silvestres. A doença pode ser trazida para as cidades por pessoas que vão para as áreas de mata, a trabalho ou a passeio, e voltam doentes. Na cidade, esta pessoa doente é picada pelo mosquito aedes que transmitirá a doença quando picar uma pessoa sadia.

Os sintomas são febre alta, dor de cabeça, calafrios, prostração, náuseas, vômitos negros, hemorragias e coloração amarelada da pele e mucosas. Metade das pessoas que contraem febre amarela morrem. A prevenção se faz com a vacina contra febre amarela aplicada 10 dias antes de viajar de férias ou a trabalho para áreas de mata fechada.

Doença de Lyme: descoberta nos Estados Unidos há 15 anos, ainda é pouco conhecida no Brasil. Pode se tornar problema de saúde pública em futuro próximo pois já existem casos recentemente confirmados na região da Grande São Paulo.

Baratas :
As baratas estão entre os insetos que encontramos a toda hora e que pouco sabemos sobre os riscos que eles acarretam para a nossa saúde. Existem cerca de 3.500 tipos de barata. A mais conhecida e comum no meio urbano é a barata de esgoto, ou francesinha. Transmitem micróbios que causam infecções respiratórias e intestinais. Suas fezes e suas cascas secas podem causar alergias.

Na época das chuvas, elas procuram abrigo em lugares quentes, úmidos e escuros, dentro dos prédios, nos cantos dasparedes das casas, nas frestas de madeira, nos armários, gavetas, fornos, ralos e depósitos. Estão sempre em busca de alimentos em lixos e esgotos. Ao transitar por locais limpos contaminam os alimentos, louças, pratos, talheres e copos.

Deixe sempre o alimento protegido, não guarde comida sem tampa nos armários, principalmente doces e bolachas. Dê preferência aos inseticidas acondicionados em armadilhas que atraem as baratas para dentro delas. Não contaminam o meio ambiente e são eficientes para acabar com elas.

Moscas:
O lixo é o principal responsável pelo aparecimento das moscas, devido a grande variedade de resíduos que servem para sua alimentação.
Depositam bernes e bicheiras nos locais onde posam. Transmitem doenças respiratórias, infecções e alergias. Lave os utensílios de cozinha e da copa antes de usá-los, da mesma forma proteja os alimentos. Lave as frutas antes de comê-las.

Histoplasmose: É provocada por fungos encontrados em fezes secas de passarinhos, pombos e morcegos. A contaminação geralmente ocorre através da inalação ou respiração do ar contaminado com as fezes desse animais, ao fazer limpeza ou ao adentrar locais por eles habitados.
A doença é de evolução crônica tanto nas crianças como nos adultos. Se manifesta através de febre, gânglios ou “ínguas” no pescoço, virilha ou debaixo do braço, infecção pulmonar, úlceras na pele, anemia e diminuição do número de células brancas do sangue responsáveis pela defesa contra infecções.

Medidas preventivas:
Ao limpar galinheiros, pombais e outros locais que contenham fezes secas de aves ou morcegos, utilizar máscaras protetoras, ou um pano úmido cobrindo o nariz. Umidecer as fezes antes de removê-las, para evitar a poeira que elas provocam e assim diminuir o risco de contaminação.
Máscara ou pano úmido também devem ser utilizados ao se visitar túneis, cavernas e minas habitadas por morcegos.

Pulgas e ácaros de sarna: a sarna canina e felina, e pulgas têm um grande potencial zoonósico. A dermatose associada a pulgas ou ácaros de sarna em seres humanos é geralmente autolimitante, mas pode voltar se não for curado o animal ou não for feita a higiene adequada do ambiente.

Bibliografia:

Prefeitura Municipal de São Paulo
Secretaria da Saúde – Centro de Controle de Zoonoses
Zoonoses, que bicho é esse?, 1995.
Ministério da Saúde
Fundação Nacional de Saúde, Centro Nacional de Epidemiologia – CENEPI
Gerência Técnica de Febre Amarela e Dengue, 1995.
O Médico da Família
Nova Cultural, 1994
Animais Peçonhentos
Bruno Soerensen – 1990

Cachorro Agitado – Porque seu cachorro não para quieto


Seu cachorro parece não precisar descansar ou relaxar por um segundo e mesmo assim tem energia disponível para brincar, pular e correr o dia inteiro?

Fique tranquilo, você não é o único nessa situação. Existem cada vez mais tutores de cães com temperamentos parecidos com o do seu cãozinho elétrico. E nós vamos explicar o porquê é cada vez mais comum existirem cachorros agitados demais.
Antes de qualquer coisa, se você ainda não tem um peludo, e está pesquisando e pensando na possibilidade de ter um, é importante que você se faça essas 11 Perguntas para saber se você está pronto para ter um cão em casa.
Se você já divide seus momentos com um peludo, lembre-se que por mais que nós os consideremos filhos, eles são cães, então não podemos esperar que eles entendam TUDO que queremos que eles façam. E muitas vezes nós temos que ter tanta paciência para educá-los quanto teríamos educando um filho.
Bernese Agitado
Educar um cão pode não ser uma tarefa fácil
Quem é ou já foi pai ou mãe de pet de primeira viagem, sabe o quão difícil é criá-lo para que ele seja um cão comportado e educado, principalmente em locais públicos, um ambiente diferente do que ele está acostumado e acaba tendo um comportamento pior do que de costume. Se isso acontece com você, nós fizemos um post para aprender a como ter um cachorro comportado em locais públicos.
Educar um cãozinho não é uma tarefa fácil, sobretudo no começo, quando ele ainda é um filhotinho fofo que tem energia de sobra! Mas sempre nos iludimos achando que toda essa energia e agitação vai passar quando ele ficar adulto. Então ele fica adulto e a única coisa que muda é seu poder de destruição que parece aumentar a cada ataque de destruição.
Então, nós tutores, tomamos a iniciativa para tentar ajudar a melhorar o comportamento do seu companheiro. Brincamos mais com eles, os levamos para passear com mais frequência, tudo isso com esperança de que ele ficará mais calmo e tranquilo.
Porém, a verdade é que mais parece que ele está te levando para passear e não você levando ele. Sem contar as diversas outras tentativas que apostamos todas nossas fichas que teremos sucesso e acabam por falhar cada vez mais. Nos deixando cada vez mais desmotivados e desanimados a trabalhar na melhoria do comportamento do seu bagunceiro.

Mas por que meu cachorro é tão inquieto?

1) Predisposição

Para entendermos melhor, vamos voltar alguns anos atrás, quando os cães exerciam suas atividades de ofício. Quando os fofos e inteligentíssimos Border Collies que hoje temos em casa eram cães de pastoreio, os Labradores eram cães que ajudavam os pescadores canadenses e os Dachshunds (salsichas) eram usados para entrar em tocas de texugos, lebres e coelhos para ajudar seus tutores nas caçadas.
Cada raça foi desenvolvida, através da seleção e cruzamento de cães com temperamentos e características físicas desejadas para ajudar seus donos em uma atividade específica, que em sua maioria, envolvia bastante esforço físico.
Labrador em sua atividade de ofício: Pesca
Labrador em sua atividade de ofício: Pesca
Hoje em dia não é muito comum vermos uma salsichinha entrando em tocas para caçar texugos ou lebres. A não ser que ele veja sua cama como uma toca e seu chinelo um texugo. Mesmo a maioria dos cães não exercendo suas “profissões” originais hoje em dia, as principais características (instintos de caça, pastoreio, etc) selecionadas no seu desenvolvimento se mantêm até hoje.
Por isso algumas raças são mais agitadas por natureza. Algumas dessas raças se adaptam melhor a uma nova rotina do que outras. Mas nem sempre essa adaptação é tão rápida quanto nós desejamos.
Dachshund caçando.
Dachshund caçando.
Se você estiver procurando por um companheiro que fique bem e feliz vivendo em um ambiente fechado, veja esse post, onde nós selecionamos algumas das raças mais indicadas para quem mora em apartamento.
Independente de qual seja a raça (ou mix de raças) do seu peludo, se você não estimulá-lo fisicamente regularmente, é provável que ele acabe encontrando outras formas de gastar energia, roendo moveis, destruindo almofadas, chinelos e praticamente tudo que aparecer na sua frente.

2) Tédio

Cachorro entediado
Seguindo a mesma linha de raciocínio, também entenderemos o porquê os cachorros agitados costumam destruir tudo que veem frente.
Nem todas as raças tinham como “profissão” uma atividade que exigia esforço da sua parte física, porém todas elas, sem exceção, passavam cerca de 80% do dia ativos. Na maior parte do tempo, procurando por comida. Hoje eles não precisam mais procurar por alimento, eles já sabem onde e quando encontrá-lo.
Sem ter um objetivo, uma atividade determinada para fazer, eles acabam ficando entediados e procuram uma outra forma de gastar toda energia que ele tem armazenada. Quando ele está dentro de casa e resolve gastar toda essa energia, é aí que ele destrói tudo!
Para entender melhor, veja aqui Porque seu cachorro destrói tudo.

3) Ansiedade

Por mais que a gente ame nossos peludos e queremos passar o dia todo ao lado deles, temos nossos compromissos e algumas vezes não podemos fazer companhia para eles. Eles, com certeza, também sentem muita falta de uma companhia. Quando um peludo não foi acostumado a lidar com essa falta de companhia quando filhote, ele acaba sofrendo de ansiedade de separação.
Um dos sinais de que seu cachorrinho está sofrendo de ansiedade de separação é a relação que ele tem com a porta. Isso mesmo, quando ele ouve um barulho de porta abrindo, campainha, ele fica muito agitado, late, ou tenta fugir? Isso é muito comum em cães ansiosos. Veja neste post 8 Passos para resolver o problema Cachorro e Porta
Se você acha esse pode ser um dos motivos pelo qual seu cãozinho fica muito agitado, leia esse post que escrevemos sobre Como previnir ansiedade de separação.
Fonte:
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sexta-feira, 15 de abril de 2016

Calendário nacional de vacinação dos bovinos e bubalinos contra a febre aftosa 2016*



Legenda: 
1 = vacinação de todo o rebanho bovino e bubalino. 
2 = vacinação de animais com menos de 12 meses (não aplicada). 
3 = vacinação de animais com idade até 24 meses. 
4 = vacinação anual de todo o rebanho bovino e bubalino. 
(a) Nos municípios que compõem a fronteira do estado com a Bolívia, os produtores devem vacinar todos os bovinos e búfalos semestralmente. 

(b) A vacinação ocorre em todo estado no período de 15/09 e 15/11, quando devem ser vacinados os bovinos e búfalos de todas as faixas etárias. 

(c) Em 41 municípios que compõem as margens do Rio Amazonas, são vacinados todos os bovinos e búfalos nos períodos de 15/03 a 30/04 e de 15/07 a 30/08. Os municípios de Guajará e Boca do Acre seguem o calendário do estado do Acre e as partes dos municípios de Canutama e Lábrea que compõem a zona livre de febre aftosa com vacinação seguem o calendário do estado de Rondônia. 

(d) Nas propriedades do Pantanal, a vacinação é realizada em todo rebanho bovino e bubalino no período de 01/11 e 15/12. 

(e) Nas propriedades localizadas na região de fronteira internacional (ex-ZAV), é realizada a vacinação dos animais nos meses de abril e outubro, utilizando as mesmas estratégias de vacinação do Planalto daquele estado, e, nas propriedades do Pantanal, os produtores devem vacinar todo o rebanho, optando pelos períodos de 01/05 a 15/06 ou 01/11 a 15/12. 

(f) Nos municípios de Faro e Terra Santa, são vacinados todos os bovinos e búfalos no período de 15/3 a 30/4 e de 15/7 a 30/8; no município de Juruti (propriedades situadas à margem esquerda do Rio Juruti Velho, que compõem a zona de proteção), também são vacinados todos os bovinos e búfalos nos meses de maio e novembro. No Arquipélago do Marajó, todo o rebanho bovino e bubalino é vacinado de 15/08 a 15/10. 

(g) A vacinação ocorre em todo estado nos períodos de 15/04 a 15/05 e 15/10 a 15/11. 

(h) A vacinação nas Reservas indígenas “Raposa Serra do Sol” e “São Marcos” se estenderá até os dias 15/5 e 15/11. (i) Na Ilha do Bananal, são vacinados todos os bovinos e búfalos no período de 01/08 a 15/09. 

Cachorra sem as patas dianteiras anda e dá exemplo de superação


Apesar de ter sido violentada com uma pá e deixada para morrer, a cachorra Roo, deu um exemplo se superação e hoje anda somente com as patas traseiras, a cachorra foi resgatada na cidade de Craiova, na Romênia, no ano passado, pela instituição de caridade para animais britânica “Safe Rescue for Dogs” e foi adotada no final de dezembro por um casal que disse ter se “apaixonado” por ela.
Seus donos, a enfermeira Nikki Dick, 50 anos, e o marido Ian Dick, 58 anos, afirmaram que Roo é capaz de andar para todos os lados com as patas traseiras e, apesar de ser bastante independente, precisa de cuidados especiais como fisioterapia, já que sofre de dores nas costas, mas nada impede ser ser um cachorra feliz.

Veja a Roo andando:

Exemplo de superação
Apesar de ter sido violentada com uma pá e deixado para morrer, a cachorra Roo, deu um exemplo se superação e hoje anda somente com as patas traseiras. Daqui a pouco postamos a matéria completa
“Ela é feliz e começou a se livrar das dores, segundo informaram seus veterinários. Está progredindo e é uma pequena estrela”, disse a dona Nikki, mas agora o objetivo deles é melhorar ainda mais a vida de Roo, depois de uma arrecadação de fundos, um carrinho com rodas especiais foi comprado para Roo. Assim o Cachorra poderá se locomover fazendo menos esforços.

Fonte:


Grupo de brasileiros descobrem moléculas que combatem a leucemia

Brasileiros trabalham para descobrir um remédio contra a leucemia, uma doença maligna originada na medula óssea, local onde as células do sangue são produzidas.
Um grupo formado por professores e alunos da UFF, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), está pesquisando três moléculas capazes de combater a leucemia, o mais comum câncer do sangue.
A equipe vem trabalhando desde 2009 com as quinonas – substâncias orgânicas coloridas presentes na natureza – e buscando aprofundar o conhecimento de suas atividades biológicas, principalmente anticancerígenas.
Além da esperança, o estudo é um embrião de um trabalho ainda maior, que pretende descobrir um novo medicamento.
O grupo formado pelos professores Fernando de Carvalho da Silva e Vitor Francisco Ferreira, do departamento de Química Orgânica, do Instituto de Química da UFF, vem investigando a atividade dessas moléculas frente a células leucêmicas.

O remédio

Segundo Fernando Carvalho da Silva, o Grupo de Síntese Orgânica tem uma de suas linhas de pesquisa voltada para a busca de novos fármacos.
“Nós sintetizamos moléculas de baixo peso molecular que tradicionalmente possuem funções responsáveis por determinadas atividades farmacológicas”.
As naftoquinonas, por exemplo, têm propriedades microbicidas, tripanomicidas, viruscidas, antitumorais e inibidoras de sistemas celulares reparadores, processos nos quais atuam de diferentes formas.
inanciado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ) e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o trabalho contou também com parceria da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), que fomentou a bolsa dos alunos de pós-graduação envolvidos na pesquisa.
Além dos benefícios que vem trazendo para a universidade, como a propriedade intelectual em si, explica Carvalho da Silva, o trabalho serve para mostrar a sociedade, “que é quem nos financia, que estamos trabalhando na direção de melhorar a qualidade de vida das pessoas na busca de novos fármacos”.
A pesquisa, que pode ser lida na íntegra acessando o link do European Journal of Medicinal Chemistry –http://dx.doi.org/10.1016/j.ejmech.2014.07.079 – ainda não serve de base para nenhum tratamento utilizado atualmente, porque, segundo o professor, “precisa vencer muitas etapas para que se torne um medicamento para combater a leucemia”.
Entretanto, estamos formando recursos humanos voltados para a pesquisa e mobilizando alunos da UFF na execução do trabalho.”
O trabalho faz parte da tese de doutorado da aluna Mariana Cardoso, do Programa de Pós-Graduação em Química da UFF, que reuniu também as alunas da UFF de iniciação científica, Illana da Silva e Isabela Santos.

Leucemia

A leucemia atinge os glóbulos brancos (leucócitos).
Essas células atingidas, que passam a se reproduzir de forma descontrolada, ocasionam os sinais e sintomas da doença, que se divide nas categorias mielóide e linfóide, de acordo com a célula envolvida.
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Fonte:  hupesc

8 maneiras de ajudar abrigos de animais


Muitos animais têm suas casas, seus donos, sua ração na hora certa, uma coberta quentinha e um aconchego gostoso no fim do dia, mas nem todos têm essa mesma sorte. Alguns animais acabam abandonados ou esquecidos em abrigos ou, até mesmo, na rua.

Por essas e outras, participar de um voluntariado é uma grande chance de demonstrar o seu amor pelos animais e ocupar o seu tempo extra ajudando um amiguinho ou amiguinha que não pode fazer muito mais do que te dar amor incondicional em troca – vale super a pena né?!.
Existem tantas maneiras de se ajudar um abrigo, e nem sempre é necessário muito tempo de sobra ou muito dinheiro para fazer esta boa ação.
Não é preciso esperar grandes catástrofes, como enchentes, por exemplo, para dar apoio aos animais abandonados, machucados ou que vivem em abrigos. Você pode ajudar a qualquer momento e basta querer ver um pet feliz que poderá encontrar uma forma de fazer bem a ele e a você.

Quais são as maneiras de ajudar abrigos de animais?

Disponibilizamos 8 diquinhas para te guiar para uma boa ação e para fazer um pet muito mais feliz e protegido:

1) Castre! Castre! Castre!

Não subestime o instinto reprodutivo: um casal de gatos pode gerar 5000 filhotes em sete anos! A castração é a única maneira de garantir que seu pet não está contribuindo para a superpopulação e o abandono!

2) Identifique!

Evite que outros pets acabem em abrigos! Tenha a certeza de que seu pet esteja sempre com a medalha de identificação ou microchip.

3) Adote!

Quando você adota, você ganha um amigo para vida, salva uma vida e também, abre espaço no abrigo para que outro pet carente entre!

4) Ofereça um lar temporário!

Muitos abrigos têm serviços e recursos limitados e, infelizmente, não conseguem atender todos os pets que necessitam de carinho e cuidados. Você pode adotar algum pet por um tempo, até que ele ganhe um lar definitivo onde será muito amado, ou até que ele possa voltar ao abrigo para receber os cuidados de que precisa!

5) Seja voluntário!

Abrigos sempre precisam de ajuda, seja para brincar com os pets, dar banho, passear, ou até para limpar o local onde eles vivem. Se você mora em um apartamento pequeno, ou por alguma outra razão, não pode adotar, essa é uma ótima maneira de contribuir para a felicidade e para o bem estar dos pets abrigados.

6) Doe dinheiro!

Além de ajudar a manter as operações diárias, seu dinheiro pode contribuir para a expansão do abrigo e assim, consequentemente, mais animais poderão ser ajudados. – Sempre verifique a seriedade do projeto e acompanhe os relatórios dos investimentos!

7) Doe suprimentos!

Abrigos se beneficiam de doações como brinquedos, toalhas, alimentos e jornais. Isso possibilita ao abrigo, usar seu orçamento em outras áreas.

8) Doe seus serviços!

Se você possui alguma habilidade ou especificação que ajude o abrigo, doe seu serviço! Por exemplo: se você entende de programação, que tal ajudar o abrigo a conseguir mais patrocínios e colaboradores via website?

Lembre-se!

Em muitos abrigos faltam alojamentos adequados, medicamentos e muitas vezes até ração. A maioria dos animais chegam debilitados, atropelados, cegos, gravemente doentes,com sarna e etc..
Esses abrigos sobrevivem apenas de doações de seu voluntários, que assim como eu, como você, como a maioria, temos atividades diárias obrigatórias e indispensáveis,  portanto é de extrema importância que eles recebam ajuda gratuita e ininterrupta, afim de minimizar o, já enorme, sofrimento desses animais. Seu envolvimento faz toda a diferença para os animais e você está ajudando a salvar muitas vidinhas!
Não importa se você é negro, branco, japonês, deficiente ou até mesmo…feio, sempre existem maneiras de ajudar abrigos de animais. Animais são gratos de todo o coração pelo seu serviço e pela sua ajuda. O mais importante é lembrar que sempre é possível fazer alguma coisa! Além disso, você tem a oportunidade de entrar em contato com muitas outras pessoas igualmente apaixonadas por animais e quem sabe, a ajuda se torne maior – afinal amizades amantes de animais são sempre muito bem vindas!

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