sexta-feira, 15 de abril de 2016

PARASCARIS EQUORUM - vermes do intestino delgado dos equinos e asininos


Parascaris equorum é uma espécie de vermes nematódeos pertencentes a superfamília Ascaridoidea, localizam-se no intestino delgado dos equinos e asininos, causando a doença conhecida como Parascariose. Por serem extremamente grandes, robustos e esbranquiçados, dificilmente podem ser confundidos com outro parasita intestinal (TAYLOR et al. 2010).
A Parascariose é uma doença em equinos que vale a pena ser relatada pelo fato de ser diagnosticada em diversos países e ter grande influência sobre o sistema de criação desses animais, já que além de comprometer seu desenvolvimento, principalmente de potros com um pouco mais de um ano de idade, pode leva-los a um estado de grande debilidade e morte. Sua importância se dá também pelo fato dos potros eliminarem por dia uma alta carga de ovos nas fezes. Esses ovos infectantes podem permanecer por muito tempo no solo, por essa razão, uma das principais fontes de infecção para os potros são as pastagens ou cocheiras utilizadas anteriormente por outros potros ou até mesmo pelas éguas (FRASER, 1996).

A transmissão por esse parasita é horizontal, e se dá pela ingestão de ovos presentes no ambiente. O ciclo de vida se caracteriza por ser de forma direta e migratória, iniciando quando os ovos da fêmea adulta atingem seu estágio infectante (L2), entre 10 a 14 dias no meio ambiente. Por volta de 48 horas após a ingestão e eclosão dos ovos, as larvas penetram a parede intestinal chegando até o fígado e após duas semanas elas chegam até os pulmões, migrando para os brônquios, traquéia (onde são deglutidas) e retornando ao intestino delgado para posteriormente ocorrer a muda de (L2) para (L3), que é o estágio de maturidade do parasita. O período pré-patente mínimo é de 10 semanas (TAYLOR et al. 2010).

Uma alta carga parasitária pode gerar em infecções intestinais graves sintomas alternados como: constipação, diarreia de odor fétido, possivelmente levando a cólica, pêlos sem brilho, fraqueza e perda de peso. Durante a fase migratória o animal também poderá apresentar sintomas respiratórios como taquipneia, dispneia e tosse, acompanhados de febre (DURO, 2010).

O diagnóstico se dá através de exames de fezes ou necropsia (FRASER, 1996). Algumas medidas de manejo podem auxiliar no controle desse parasita, entre elas: limpar e desinfetar as baias-maternidade após cada parição, fazer rotação de piquetes e remover estercos dos pastos pelo menos uma vez a cada semana (BLOOD; RADOSTITS, 1991).

Além dessas importantes medidas, como alternativa para tratamento e controle desse parasita, a Ourofino oferece antiparasitários de amplo espectro que diferem entre si apenas em sua composição e devem ser administrados conforme o peso do animal. É importante lembrar que o Moxi Duo não deve ser administrado em potros com idade inferior a seis meses.

Como tratamento estratégico para diminuir a infestação ambiental, seria interessante que éguas antes do parto fossem tratadas e os potros com cerca de 10 a 12 semanas de idade, já recebessem um tratamento rotineiramente a cada dois meses (BLOOD; RADOSTITS, 1991).



Referências:

BLOOD, D. C.; RADOSTITS, O. M. Clínica Veterinária. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991.

DURO, L. S. L. S. Parasitismo gastrintestinal em animais da quinta pedagógica dos olivais. Especial referência aos mamíferos ungulados. 2010. 135f. Dissertação de mestrado integrado em Medicina Veterinária – Universidade Técnica de Lisboa. Lisboa, 2010.

FRASER, C. M. Manual Merck de Veterinária: um manual de diagnóstico, tratamento, prevenção e controle de doenças para o veterinário. 7. ed. São Paulo: Roca, 1996.

TAYLOR, M. A.; COOP, R. L.; WALL, R. L. Parasitologia Veterinária. 3. Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.

Doenças transmitidas por humanos contribuíram para a extinção dos Neandertais


Quando os primeiros humanos chegaram à Europa e à Ásia, depois de uma longa peregrinação começada no interior da África, eles viajavam acompanhados. Aqueles Homo sapiens levavam consigo vírus, bactérias e outros parasitas adquiridos durante séculos de adaptação ao continente africano. No novo habitat, encontraram outra espécie de humanos – pela Europa, já circulavam grupos deNeandertais. Os registros arqueológicos indicam que a relação entre as duas espécies nem sempre foi pacífica – elas, muito provavelmente, competiam por espaço e caça. Uma nova pesquisa, conduzida por cientistas ingleses, sugere que os parasitas carregados pelos Homo sapiens tiveram papel fundamental nessa disputa. Os Neandertais não tinham defesas contra os males tropicais levados pelos humanos – acabavam infectados, doentes e menos aptos a competir. Esses micro-organismos, em certa medida, contribuíram para a extinção da espécie.

Quem defende a ideia é Charlotte Houldcroft, da divisão de Antropologia Biológica da Universidade Cambridge, do Reino Unido. Charlotte estuda doenças antigas e modernas. Ela e o colega Simon Underwood, da Universidade Oxford, coletaram material genético de fósseis de humanos e de Neandertais . A partir deles, conseguiram recuperar traços das doenças que afetavam essas populações.

As análises mostraram duas coisas. A primeira: os humanos se beneficiaram do contato com a outra espécie. Humanos e Neandertais acasalaram, o que garantiu vantagens evolutivas a seus herdeiros: “Humanos modernos carregam genes de Neandertais que parecem conferir proteção contra certas doenças infecciosas” diz Houldcroft. “Isso sugere que essas doenças eram um problema para aqueles humanos primitivos que foram para a Eurásia”.
A segunda: os humanos transmitiram doenças a seus primos hominídeos. Os fósseis de Neandertais mostraram sinais de infecção por patógenos que não existiam, originalmente, na Eurásia – a faixa única de terra que engloba Ásia e a Europa. A maioria provocavadoenças crônicas – que não matam rapidamente, mas enfraquecem quem sofre delas, dificultando a luta pela sobrevivência. O Homo sapiens levou tuberculose, úlcera estomacal, tênia, herpes e outras doenças semelhantes para a Europa.
O trabalho de Houldcroft também mostra que humanos e seus patógenos evoluíram juntos ao longo de séculos. Nesse período, nossos ancestrais desenvolveram defesas contra muitos deles.  A pesquisadora diz que essa é uma dinâmica que persiste até hoje: aos poucos, a evolução trabalha para nos proteger de certos males.

ÉPOCA: Quão sérias eram as doenças que transmitimos para os Neandertais?
Charlotte Houldcroft: Simon Underwood, que conduziu a pesquisa comigo, e eu achamos que os primeiros humanos transmitiram doenças crônicas para os neandertais. Coisas que permanecem com o indivíduo por toda a vida, e que matam vagarosamente, ou não causam a morte, apesar de afetar a saúde seriamente. Como tuberculose ou Helicobacter pylori, uma bactéria que provoca úlcera estomacal. Se as doenças fossem frequentes ou se matassem logo, os humanos portadores delas não teriam sobrevivido para fazer a viagem da África até a Europa. Não dá para estimar quantos Neandertais morreram vítimas desses males humanos – até porque, os cientistas não chegaram a um consenso quanto ao tamanho da população de Neandertais.
ÉPOCA: O caminho contrário também era comum: doenças de Neandertais ameaçaram a vida de humanos?
Houldcroft:
 Não sabemos. Mas há fortes evidências de que outros hominídeos na África transmitiram doenças aos humanos ao longo dos últimos 2 milhões de anos. Umas das doenças sobre as quais pesam as suspeitas mais fortes são a herpes simples de tipo 2, que foi transferida de chimpanzés a humanos por algum hominídeo desconhecido na África, a cerca de 1,6 milhões de anos.  Também há evidências de que parte do material genético do vírus do sarcoma de Karposi – um mal que provoca um tipo de câncer de pele – foi transmitido por outro hominídeo há cerca de 500 mil anos.
ÉPOCA: O relacionamento com Neandertais nos trouxe vantagens?
Houldcroft:
 Doenças infecciosas são um problema para qualquer espécie, não é algo exclusivo dos humanos. Mudar para um ambiente para o qual os humanos não estavam completamente adaptados – da África para a zona temperada da Eurásia – significou uma mudança nos patógenos aos quais os humanos estavam expostos. Humanos modernos carregam genes de Neandertais que parecem conferir proteção contra certas doenças infecciosas, o que sugere que essas doenças eram um problema para aqueles humanos primitivos que foram para a Eurásia. Ter DNA de Neandertal parece ter conferido proteção aos humanos modernos. Ao mesmo tempo, há trechos do genoma – como uma parte do cromossomo Y – nos quais a presença de DNA Neandertal parece trazer prejuízos.
ÉPOCA: Várias teorias atestam que a relação entre humanos e Neandertais envolvia conflitos. Nós contribuímos para a extinção dessa espécie?
Houldcroft:
 Há muitas teorias que tentam explicar como os Neandertais desapareceram. Algumas defendem que humanos se associaram a lobos e ganharam na competição por comida e caça. Há outras explicações: mudanças climáticas, conflitos diretos com humanos e...doenças infecciosas. Acredito que a explicação mais provável é de que muitos fatores contribuíram para que essa espécie desaparecesse – embora eles tenham deixado traços genéticos me humanos modernos na Europa e na Ásia.
ÉPOCA: Os humanos e os patógenos com os quais convivemos evoluíram juntos?
Houldcroft:
 Sim. Muitas bactérias e vírus evoluíram com os humanos por milhares de anos – em alguns casos, por até mais tempo que isso. Outros desses organismos começaram como patógenos ambientais, presentes naturalmente no solo, por exemplo. E se tornaram adaptados para infectar humanos à medida que a população da nossa espécie aumentava ao longo dos últimos dez mil anos. A sedentarização e o fato de que começamos a viver em grandes grupos foram fatores que ajudaram esses organismos patogênicos a se especializar em infectar humanos.
ÉPOCA: Das doenças com as quais convivemos hoje, quais têm um relacionamento mais antigo com os humanos?
Houldcroft:
 Muitas doenças são bastante antigas! Há sinais de que convivemos com a cárie dentária há centenas de milhares de anos. A família de bactérias que hoje causa brucelose (uma doença típica de vacas e caprinos) em humanos se originou em animais selvagens, e afetava hominídeos.  Há evidências de doenças semelhantes à brucelose em esqueletos de Australopitecos africanos com, no mínimo, 2 milhões de anos. A família de vírus herpevírus é antiga também – nos humanos, eles causam de tudo. De catapora a mononucleose. Os muitos diferentes vírus dessa família estão presentes em inúmeros organismos – de sapos a pássaros, passando por moluscos. São vírus muito antigos.
ÉPOCA: Você estuda doenças modernas. O que essa abordagem “arqueológica” pode nos ensinar para lidar com esses males?
Houldcroft:
 Ela nos ensina que novas doenças podem surgir a partir do ambiente ou de primatas próximas a humanos – como chimpanzés e gorilas. E isso pode acontecer a qualquer momento, o que exige que fiquemos atentos. Exemplos recentes são o vírus HIV e o vírus da Zika. Mas devemos nos lembrar também que os humanos e outros hominídeos desenvolveram defesas genéticas contra muitas das doenças infecciosas do passado, e temos razões para acreditar que esse processo de adaptação continua a ocorrer.
Fonte:

Vermes em cães e gatos podem levar a quadros de anemia



Perda de peso, pêlos opacos, crescimento do volume abdominal e falta de apetite são alguns dos sintomas que indicam que o seu animal pode estar com vermes. De acordo com a médica veterinária Valéria Omena, os parasitas habitam o organismo dos bichinhos, principalmente os intestinos, e causam riscos à saúde. Ela explica que os cães e gatos geralmente contraem vermes através de larvas infectantes, encontradas no solo e que entram em contato com a pele. Outra forma de contágio é por meio de alimentos contaminados, que são potenciais fontes de infecção quando expostos a insetos, roedores, terra, entre outros.


Valéria Omena conta que os cuidados de prevenção

se estendem aos donos (Foto: Arquivo pessoal)

Ainda segundo a especialista, carne crua e presas vindas de caças também podem levar a uma contaminação de vermes. "A lagartixa, por exemplo, pode transmitir ao gato um verme chamado de Platynosomum concinnum, uma inflamação crônica que compromete o fígado", diz. Nos felinos, os sintomas são mais difíceis de serem percebidos, porque, segundo Valéria, os gatos têm hábitos mais tranquilos, como dormir muito e comer pouco.

Caso o animal não receba um tratamento adequado, o quadro pode evoluir para anemia. "Além da competição pelo alimento no trato gastrointestinal, haverá uma diminuição de proteína ofertada para o animal. A médio e longo prazo, desenvolve essa complicação", alerta o veterinário Antonio Carlos Ishizuka.


O doutor garante que, caso não for diagnosticada e nem tratada, a doença pode até levar à morte do animal. "Dependendo da quantidade de vermes, eles podem se alojar na base do coração, no lado direito. Então, pode levar a um quadro de insuficiência cardíaca."

Prevenção

Para que cães e gatos não tenham vermes, existem alguns cuidados importantes, como manter a higiene do local onde o pet fica, retirando as fezes e evitando passear em lugares onde há circulação de vários animais. "Praças que têm muitos cachorros também devem ser evitados, porque, na maioria das vezes, o cão ou gato pisa no resto de xixi e cocô de outros animais e se contamina ao tentar limpar", afirma o veterinário Antonio Carlos Ishizuka.

Ele ressalta que é muito difícil descobrir se o animal está com verminose. "O ideal seria a cada quatro meses fazer exame de fezes juntamente com uma vermifugação. Existem alguns tipos de vermes que chegam a sair, mas outros você só vai perceber nos casos mais severos, através dos sintomas."


Sintomas são mais difíceis de serem percebidos nos gatos (Foto: Divulgação/Pixabay)

A pedagoga Gilmara Antunes conta que a cachorrinha Lili apresentou algumas alterações no comportamento quando teve Giardíase, uma infecção no intestino, causada pelo protozoário Giárdia. "Ela ficou um pouco sem se alimentar, percebi que não comeu e à noite soltou o verme. Também teve uma tosse seca, que é um dos sintomas."

A dona da Shih-Tzu de sete meses comenta que o animal já havia tido verminose antes, mas que, na segunda vez, além de ter sido mais agressivo, as fezes saíram com um verme comprido semelhante a uma lombriga. Para facilitar a descoberta da doença, Gilmara tirou fotos do parasita quando percebeu a anomalia e mostrou as imagens para uma veterinária, que rapidamente fez o diagnóstico.

Os cuidados não devem ficar restritos somente aos pets. "Mas também para o bem-estar do dono. Além de prevenir as verminoses nos pets, é importante impedir o acometimento de pessoas por doenças causadas por estes parasitas", finaliza.

Fonte:

quarta-feira, 13 de abril de 2016

O seu cão tem problemas na coluna? Veja algumas dicas!

Como manter uma boa qualidade de vida para o cachorro, que tem problema de coluna? Confira!
Muitos cães têm problemas de coluna, principalmente, os mais idosos. Alguns casos são difíceis de detectar, sobretudo se o cachorro não faz exames de rotina ou só vai ao veterinário quando apresenta algum problema. Sabia que o seu melhor amigo pode ter algum problema de coluna, mesmo que ele pareça saudável? Por exemplo, existem raças que são predispostas a desenvolver problema na região, como o beagle ou basset, que têm estruturas mais compridas .
Mesmo com problemas na coluna, o cachorro pode ter uma vida saudável. Neste sentido, um dos principais exercícios, que ele pode fazer é a hidroginástica. Existem profissionais no mercado, que são habilitados em fisioterapia veterinária, podendo assim auxiliar o seu melhor amigo e acompanhá-lo durante as sessões.



O seu cachorro tem muita dor na coluna? Nos dias em que ele estiver sentindo muitas dores, uma boa dica é usar compressas quentes na região. Todavia, isso deve ser feito com a coluna reta. Além disso, cuidado com a temperatura da água, ou seja, tenha certeza de que ela não vai estar muito quente, para não queimar o seu cachorro, ok?

O chão também faz a diferença. Neste sentido, os cachorros que vivem em chão muito liso, podem escorregar com muita frequência, e, isso, pode ser muito perigoso para os cães que têm problema de coluna.

Um dos tratamentos mais comuns, também, é a acupuntura, e o método tem mostrado bons resultados. Porém, lembre­-se de que o procedimento deve ser feito por um veterinário, ok? O seu melhor amigo não deve ficar subindo ou descendo muita escada, pois isso requer boa flexibilidade da coluna, e pode provocar muita dor para o seu cachorro.

Os problemas musculares podem ser aliviados com uma boa massagem. Desta forma, aproveite para fazer muito carinho e mimo no seu cachorro. Mas, nem pense em usar nenhum tipo de gel ou hidratante.

Vai carregar o seu melhor amigo? Segure-­o pela região do tórax e pélvica, de forma simultânea. Não suspenda-­o somente pela parte do tórax, porque isso pode provocar muito incômodo e dor para o seu cachorro.

Não permite que o seu cachorro suba em lugares altos como sofás ou cadeiras, por exemplo. O movimento pode causar impacto na coluna. Além disso, cuidado com peso e não permita que o seu melhor amigo fique obeso. O sobrepeso prejudica a coluna. Por isso, procure passear com o seu cachorro e manter uma alimentação equilibrada.

Fonte:

Projeto colaborativo entre Brasil e Reino Unido patrocina pesquisa sobre Zica

FAPESP e Medical Research Council selecionam pesquisa sobre Zika

FAPESP e Medical Research Council selecionam pesquisa sobre Zika
Projeto colaborativo reunirá pesquisadores da USP e do Imperial College London (foto: Wikimedia)
A FAPESP e o Medical Research Council (MRC), do Reino Unido, anunciam o resultado de uma iniciativa de resposta rápida para financiar pesquisas sobre o vírus Zika publicada em fevereiro.
FAPESP e MRC consideram crítico que evidências robustas dos riscos associados com a transmissão e infecção por vírus Zika sejam obtidas o mais rapidamente possível, de modo a garantir o estabelecimento de medidas adequadas para poder prevenir e lidar com o problema.
Para apoiar o levantamento de evidências, o MRC lançou uma iniciativa no valor de £ 1 milhão – no âmbito do recém-anunciado Global Challenges Research Fund – para pesquisadores capazes de conduzir estudos sobre o vírus Zika e sua epidemia.
O financiamento oferecido pela FAPESP aos pesquisadores no Estado de São Paulo, que atuarão em parceria com pesquisadores britânicos, se dará por meio da modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular.oc
A chamada esteve aberta a propostas de curto prazo (de 12 a 18 meses) que forneçam abordagens novas, críticas e oportunas sobre a natureza do risco promovido pelo vírus Zika ou que levem a caminhos potenciais para prevenção e tratamento.
Proposta selecionada:
Pesquisadores
Projeto
João Santana da Silva
Departamento de Bioquímica e Imunologia - USP
Daniel Martin Altmann
Imperial College London
CD4 T cell immune correlates of Zika virus exposure
N° do processo FAPESP: 2016/50123-0
A chamada está publicada em: www.fapesp.br/10040.
Fonte:


Curiosidades sobre cobras que nascem com duas cabeças



Imagens do animal peçonhento foram feitas no Kansas (EUA) pelo fotógrafo Jason Talbott; répteis assim são esquivos e têm baixa taxa de sobrevivência.

O fotógrafo Jason Talbott conseguiu capturar uma imagem inusitada: uma cobra de duas cabeças, que encontrou no Kansas, Estados Unidos.



A criatura foi descoberta na natureza por amigos do fotógrafo, que correu ao local para fazer as fotos.




O fotógrafo já fez imagens de centenas de insetos e répteis, o que lhe rendeu algumas picadas. "Felizmente as picadas foram de animais não venenosos", diz ele.




O fotógrafo percebeu que uma das cabeças da cobra, que chegou a atacar seu amigo, era mais agressiva que a outra. Mas ele notou também que a cobra perdia em "eficiência" se as cabeças não agissem de forma coordenada.




De acordo com estudos, a maioria das cobras de duas cabeças vive apenas por alguns meses. São animais raros e esquivos, diz o fotógrafo. "E sua taxa de sobrevivência é muito baixa", porque ela fica muito mais vulnerável a predadores.




Especialistas australianos - país com uma das maiores concentrações de cobras venenosas do mundo - explicam que o fenômeno se deve ao fato de dois núcleos que não se partiram da forma correta, gerando uma única cobra com duas cabeças.

Fonte:

Salão de beleza em Tókio cria serviço onde donos e pets fazem penteados juntos

Um salão de beleza em Tóquio, no Japão, criou um serviço especial para atender humanos e seus cães simultaneamente.
O dono que não tiver onde deixar o cãozinho ou se sentir solitário durante o corte de cabelo pode levar o pet.
Enquanto o dono arruma o cabelo, o cachorro recebe um banho e tosa.
Fonte: