domingo, 10 de abril de 2016

Regulamentação da equoterapia é aprovada na Comissão de Direitos Humanos



A regulamentação da equoterapia como método de reabilitação de pessoas com deficiência foi aprovada nesta quarta-feira (6) pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). O texto aprovado é um substitutivo da Câmara dos Deputados (SCD 13/2015) e segue para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS).

A equoterapia é um método de reabilitação que utiliza o cavalo em abordagens interdisciplinares nas áreas da saúde, educação e equitação com o objetivo de promover o desenvolvimento biopsicossocial de pessoas com deficiência.

De acordo com a proposta, de iniciativa do ex-senador Flávio Arns, a prática passa a ser condicionada a um parecer favorável em avaliação médica, psicológica e fisioterápica. Também deve ser exercida por uma equipe multiprofissional, constituída por médico, médico veterinário e uma equipe mínima de atendimento composta por psicólogo, fisioterapeuta e um profissional da equitação.

Também poderão fazer parte da equipe, sempre em abordagens individualizadas, pedagogos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e professores de educação física, desde que possuam curso específico na área da equoterapia. Outra exigência é que deve haver o acompanhamento das atividades desenvolvidas pelo praticante, por meio de um registro periódico, sistemático e individualizado das informações em prontuário.

Os centros de equoterapia somente poderão operar se obtiverem uma autorização da autoridade de vigilância sanitária ou laudo técnico emitido pela autoridade regional de medicina veterinária, atestando as condições de higiene das instalações e a sanidade dos animais.

Favorável às alterações feitas pela Câmara dos Deputados, o relator na CDH, senador Paulo Paim (PT-RS), acredita que “as mudanças definem com mais clareza a equoterapia e as condições para a sua prática segura, aprimorando, ainda a redação e a técnica legislativa”.

A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) tem acompanhado projetos de equoterapia e disse que a atividade é muito importante para o tratamento de crianças, jovens e adultos com deficiência.

O senador Dário Berger (PMDB-SC) observou que a equoterapia é uma prática consagrada em Santa Catarina e apresenta resultados muito favoráveis aos pacientes.
Fonte:

Conheça os 10 animais mais velozes do mundo


Veja o vídeo:


Esporotricose - doença virótica que afeta principalmente gatos e pode ser transmitida aos humanos

esporotricosis

Muito pouco se fala sobre esporotricose, e talvez você nunca tenha ouvido falar dessa doença. Trata-se de uma enfermidade causada pelo fungo Sporothrix schenckii, a esporotricose é uma micose que pode afetar animais, principalmente os gatos. De acordo com o portal da Fiocruz, embora a esporotricose já tenha sido relacionada a arranhaduras ou mordeduras de cães, ratos e outros pequenos animais, os gatos são os pr
tados e podem transmitir a doença para os seres humanos após algum pequeno acidente, como uma pancada ou esbarrão, onde a pele entra em contato com algum meio contaminado pelo fungo. Por exemplo: tábuas úmidas de madeira ou terra contaminada com o fungo. Como não é uma doença virótica, não há vacina e também não existe medicamento preventivo.

Nos gatos, a doença se manifesta com feridas, principalmente no rosto. Mas as lesões podem aparecer nas patas. Os ferimentos são profundos, não cicatrizam, têm pus e se espalham rapidamente para o restante do corpo. O animal perde apetite, fica apático e pode ter secreção nasal. Como os animais estão sentindo dor, ficam agressivos e uma simples unhada pode transmitir a doença para um pessoa.

A população tem sido alertada, principalmente na cidade do Rio de Janeiro, onde já foram registrados perto de mil casos de gatos infectados. Os veterinários alertam que trata-se de uma epidemia, e é preciso que os donos dos animais saibam como agir.

Apesar dos graves sintomas, a doença tem cura e não há necessidade de sacrificar os gatos contaminados. Segundo Vigilância Sanitária, a população deve evitar abandonar um animal com esporotricose, pois ele vai sofrer e contagiar outros gatos. Depois que o gato é contaminado, o tratamento é feito por via oral, com um comprimido antifúngico que precisa ser dado diariamente ao animal. É um tratamento longo e caro, por isso, as pessoas precisam ter consciência de que o melhor é evitar a contaminação.



A esporotricose foi conhecida no passado como a “doença do jardineiro”, pois o fungo se instala no solo, principalmente em terra úmida. Os gatos são facilmente contaminados pois possuem um comportamento de caçador, costumam circular mais, afiando as garras em troncos de árvores, cavando em locais com terra, ficando mais expostos. A contaminação acaba acontecendo no contato das garras do animal com material orgânico em decomposição com a presença do fungo, como cascas de árvores, palhas, farpas, espinhos e o solo.

A doença pode levar o gato à morte, mas o tratamento o livrará do pior. Já nos seres humanos, não há nenhum relato de morte por esporotricose. A doença tem cura, mas pode provocar lesões gravíssimas na pele.

Onde levar um gato com suspeita de esporotricose para ser atendido?

O animal com suspeita de esporotricose deve ser levado a uma clínica veterinária. Há atendimentos de baixo custo e alguns gratuitos. 


Para mais informações visite o site da Vigilância Sanitária.



Fonte:
 

Com o que os animais sonham?

Você já viu um cachorro fazendo gestos engraçados como se estivesse correndo ou brincando enquanto dorme? Parece que ele está sonhando, não é?  Os cientistas também acharam o fenômeno curioso e passaram a pesquisar.
Em 2007, Kenway Louise e Matthew Wilson, cientistas do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos Estados Unidos) começaram a registrar a atividade dos neurônios do hipocampo  (parte do cérebro responsável pelas memórias) de alguns ratos.
Eles analisaram a atividade dessas células enquanto os animais corriam em labirintos, e depois enquanto dormiam. Eles perceberam que os padrões eram idênticos. Ou seja, para o cérebro, a atuação era a mesma, não importando se o ratinho estava acordado ou dormindo. Os pesquisadores conseguiram até localizar precisamente a posição dos ratos dentro de seus labirintos de sonhos mentais e mapeá-los em lugares reais dentro do labirinto real.
Outros cientistas, os biólogos Amish Dave e Daniel Margoliash, da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, perceberam que a atividade cerebral das aves também segue esse padrão.
A conclusão das duas pesquisas é que, nos animais, os sonhos parecem ser uma simulação da vida real dos bichinhos. Da mesma forma que acontece com os humanos.


Fonte:

EBC

sábado, 9 de abril de 2016

Escolha o pet ideal para o seu filho

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Antes de levar para casa o novo membro da família, é preciso saber se aquele animal é o mais indicado para a faixa etária do seu filho. Uma boa conversa com o pediatra ajuda a esclarecer essa e outras dúvidas. As condições de saúde da criança, por exemplo, podem desaconselhar algumas espécies.

É o caso dos pequenos com propensão a problemas respiratórios como bronquite e rinite alérgica. Essa turminha deve ficar longe de cães e gatos de pêlo longo, especialmente aqueles que trocam a pelagem periodiamente. Veja, a seguir, outros cuidados na hora de escolher o bicho de estimação da família:

Filhotes?

Crianças muito pequenas não convivem bem com eles. Isso porque não sabem pegá-los corretamente e não têm noção de que os animais também sentem dor. É justamente aí que mora o perigo. Como qualquer bicho, o filhote, ao se sentir acuado, pode reagir e morder. Assim, até os cinco anos, os pets mais recomendados são aqueles que não permitem um contato físico tão próximo, como peixes ou roedores. A criança pode ajudar a alimentá-los sem ficar exposta a nenhum risco. Após o quinto aniversário, aí, sim, a garotada se torna mais apta a cuidar de um animal de estimação. Mesmo assim, precisam da supervisão constante de um adulto.

Tamanho é documento

Se a opção for um cachorro, é bom se informar de antemão sobre a média da estatura da raça. Em apenas seis meses, o cão alcança seu tamanho de adulto e, se for de grande porte, pode derrubar a criança numa brincadeira. Além disso, o pequeno não será capaz de conduzi-lo num passeio. Cães ou gatos em idade adulta podem ter mais dificuldade de se adaptar aos novos donos. Sua personalidade e hábitos já estão arraigados e nem você vai saber quais são. Por isso, o ideal é optar por um filhote.

Vacinação em dia

Ainda que não morda ou arranhe, todo animal de sangue quente (mamíferos e aves) é transmissor de doenças. Certifique-se de que o cão ou gato tenham sido vacinados. Além disso, é imprescindível levar o animal escolhido a uma consulta com o veterinário antes de apresentá-lo à criança o ideal é que o bicho esbanje saúde quando esse grande encontro ocorrer. O especialista vai fornecer o calendário de vacinação, que deve ser mantido rigorosamente em dia, e lhe dará todas as instruções para criar o pet com toda a atenção que ele merece.

Higiene e cuidados

Os pequenos devem aprender a lavar bem as mãos após brincar com seus bichos de estimação. Para preservar o bem-estar do animal e das pessoas que convivem com ele, também é necessário um rigoroso controle das verminoses. A prevenção desse problema pode ser feita por meio de vacinas ou medicamentos específicos. Banhos periódicos, especialmente no caso dos cães, são essenciais.

Bichos precisam de espaço

Ninguém gosta de viver num ambiente restrito e apertado. Muito menos os pets. Eles também têm todo o direito a um lugar onde possam circular, repousar e fazer suas necessidades fisiológicas. Condomínios residenciais, sobretudo os de apartamentos, costumam estipular regras de convívio com a bicharada. É prudente saber o que é permitido ou não. Dessa forma, você não corre o risco de levar o pet para casa e, logo em seguida, provocar na criança a frustração de ter de se separar de seu novo amigo.

Fonte:


 Folha Nobre

Ensine as Crianças a se relacinanarem bem com os pets

Os pais devem ensinar o filho a cuidar dos animais de estimação. Confira algumas dicas.

Você conseguiu o bichinho de estimação que você e seus filhos sempre quiseram. Um animal de estimação pode ser uma experiência para as crianças, ensinando sobre responsabilidade, amor e como cuidar de outro ser vivo. Porém, isso pode dar muito trabalho ao ensinar as crianças a cuidar dos animais de estimação. 
Saiba mais sobre o assunto e confira dicas de como ensinar ao filho a cuidar dos animais de estimação.



Os animais de estimação podem ser cuidados por crianças. (Foto: divulgação)

Cuidados com animais de estimação

Converse com o seu filho sobre as responsabilidades em relação aos animais de estimação. É preciso decidir com seu filho quais serão as tarefas dele quando cuidar do animal de estimação. Fique disposto a negociar e ceder. Se você for responsável para cuidar da limpeza da casa e dos seus filhos responsáveis pela alimentação, água e passeios com o bichinho.

Tenha certeza da tarefa de seus filhos são apropriadas para idade dele. Uma criança de 5 anos de idade pode ser capaz de ajudar na limpeza da gaiola de um hamster. Seja paciente e ensine passo a passo como cuidar de animais de estimação. Crie um quadro com os cuidados com os animais que explique claramente as tarefas de filhos.

Se os seus filhos cuidarem de uma tarefa, marque uma caixa ou coloque um adesivo no cartaz. De prêmios, como um filme ou noite de pizza para sempre que chegar uma certa quantidade de adesivos ou marcações.


É preciso ensinar as crianças a cuidar dos animais com carinho. (Foto: divulgação)
  
Ensine as crianças os benefícios de ter animais de estimação. Eles não devem ter somente responsabilidades com animais de estimação, mas eles devem ter alegrias também. Ensine as crianças como se divertir com cães e gatos e manter os animais menores, com hamsters e ratos. As crianças devem ser legais com os animais para que ele não tenha medo dos seus filhos. Deixe que as crianças alimentem, treinem ou brinquem com animais de estimação para que eles, criando um laço emocional com seus filhos das responsabilidades do animal de estimação.

Em um mundo qualquer você não teria tempo de lembrar os filhos de fazer suas tarefas com os animais, mas as crianças precisam de repetição e do reforço das informações. Espere ter que lembra-los, mas não espere ter que fazer a tarefa por si mesmo, a não ser que os filhos sejam muito jovens.

Os animais que passaram por algum treinamento serão mais fáceis para o filho cuidar. Porém, se o animal se torna agressivo com uma criança, separe ele do animal e repense se o bichinho é o mais indicado para sua casa.


Os pais podem ensinar os filhos a cuidar dos animais de estimação. (Foto: divulgação)

Os animais de estimação são excelentes escolhas para as crianças. Porém, é preciso saber como escolher um animal de estimação que irá agradar a criança e ser fácil de cuidar. É preciso ensinar as crianças a cuidar dos animais de estimação para que elas prestem os serviços necessários a ele.

Fonte:
http://www.mundodastribos.com/como-ensinar-ao-filho-a-cuidar-dos-animais-de-estimacao.html 

Lenda? Ciência encontra provas que unicórnios conviveram com humanos

Está provado: o homem conviveu com unicórnios.

O unicórnio, no caso, não se parece em nada com o animal mitológico que está no imaginário da humanidade desde a Idade Antiga: ele está mais próximo dos mamutes e dos rinocerontes do que dos cavalos. O Elasmotherium sibiricum, também conhecido como unicórnio siberiano, pesava 4 toneladas e media mais de 5 metros de comprimento.
Até hoje, se acreditava que ele tinha sido extinto há 350 mil anos, antes do surgimento do Homo sapiens. Mas uma escavação realizada por pesquisadores russos e cazaques acaba de identificar restos fósseis do animal com menos de 30 mil anos de idade - recentes o suficiente para terem convivido com humanos na Ásia Central.
A descoberta dá força para a tese de que o elasmotherium tenha inspirado as lendas sobre unicórnios, que já eram populares na Grécia Antiga. Na Idade Média, chifres de rinocerontes e da baleia narwhal eram muitas vezes comercializados como se fossem de unicórnios.
unicorn
A verdade é que nunca se encontrou nenhum chifre do unicórnio siberiano. Como eles eram feitos de queratina - a mesma substância que compõe unhas e cabelos -, não sobreviveram aos milênios.
Os paleontólogos apenas identificaram uma protuberância no crânio, que eles atribuem a um chifre. Essa interpretação está de acordo com velhos mitos do povo tártaro, que habitava a Sibéria, e falavam de um animal com um chifre tão imenso que só podia ser arrancado com uma marreta. Agora se sabe que essas lendas podem ter fundo de verdade.