domingo, 3 de abril de 2016

Fêmeas no poder - Conheça 10 animais com fêmeas dominantes



De abelhas-rainhas a macacos adeptos do "amor livre", descubra como são algumas das sociedades matriarcais mais incríveis da natureza

1. Abelhas

Uma das sociedades mais organizadas da natureza é comandada por uma fêmea: a abelha-rainha.
Na verdade, quase a população inteira é composta por fêmeas. A matriarca lidera um verdadeiro exército de operárias, que trabalham juntas para alimentar a rainha e manter a colmeia. Se você viu uma abelha por aí, ela provavelmente era fêmea.
Os machos existem em menor número, para fins reprodutivos. Uma vez que cumprem sua função, infelizmente, eles morrem.

2. Bonobos

Conheça os bonobos: uma comunidade de amor livre, liderada por fêmeas.
Aí vai uma curiosidade... As duas espécies de primatas mais parecidas com os humanos são os bonobos e os chimpanzés. Mas elas não poderiam ser mais diferentes entre si: uma é liderada pelos machos e mais agressiva – os chimpanzés frequentemente resolvem os seus conflitos através da violência. A outra é comandada pelas fêmeas e mais pacífica – os bonobos resolvem os seus conflitos com favores sexuais, inclusive entre duas fêmeas.
O motivo? Estudos indicam que um ancestral comum teve sua população dividida pela formação do Rio Congo. Os que ficaram do mesmo lado que os gorilas evoluíram para uma espécie agressiva, competindo por comida e território (os chimpanzés). Já na outra margem, sem ameaças por perto, o segundo grupo adotou um estilo mais “paz e amor”.
Os bonobos estão entre as poucas espécies na natureza não fazem sexo só para fins reprodutivos, mas também por prazer – assim como os humanos. E mantêm fortes laços sociais e familiares.

3. Orcas

Apesar da injusta fama de “baleias assassinas”, as orcas também mantêm fortes laços sociais e familiares. Estão entre poucos animais que passam a vida toda com suas mães, mesmo depois de ter os seus próprios filhotes. Sendo assim, um grupo de orcas costuma ser formado por várias famílias. Lideradas pela fêmea mais velha (a matriarca), essas orcas caçam juntas e cuidam dos filhotes umas das outras. 

4. Elefantes

Os elefantes são os maiores animais da terra e também um dos exemplos mais bonitos de sociedade matriarcal.
As manadas costumam ser lideradas pela fêmea mais velha. E apesar da matriarca ser geralmente maior do que os outros (em tamanho), o que importa mesmo é a sua experiência. Muitas vezes, na natureza, a hierarquia entre os animais é estabelecida pela força. Mas os elefantes são seres altamente sociais e inteligentes. A matriarca é aquela que sabe onde encontrar água ou como melhor defender os filhotes. Uma única fêmea experiente chega a liderar de8 até 100 elefantes.

5. Hienas

Já as hienas comandam grupos de até 60 indivíduos. E “comandam” é a palavra certa aqui – as fêmeas são significativamente maiores e mais agressivas do que os machos.
São elas que ficam com a maior parte da comida. Apesar da fama de carniceiras, as hienas são ótimas caçadoras em grupo. Quando matam uma presa, as fêmeas dominantes se alimentam primeiro. Os machos que não conseguem comer o suficiente usam as suas “horas extras” para encontrar alguma carcaça abandonada na savana.
Como se não bastasse, as fêmeas também possuem um pseudo-pênis. O órgão – um clitóris alongado – chega a ficar ereto e é usado para urinar, acasalar e dar luz aos filhotes.

6. Lêmures-de-cauda-anelada

Os lêmures são um caso curioso. As fêmeas e os machos têm o mesmo tamanho – e teoricamente a mesma chance de lutar pela liderança. Por que então a maioria das sociedades são dominadas por fêmeas? É isso que os pesquisadores gostariam de descobrir...

7. Leões

Ele usa a coroa, mas é ela que manda no pedaço.
As leoas são – provavelmente – as fêmeas mais injustiçadas da natureza. Em média, um bando tem 13 fêmeas. Elas mantêm uma sociedade matriarcal e dividem as tarefas comunitariamente, cuidando dos filhotes umas das outras. Além disso, são exímias caçadoras. São as leoas que emboscam e matam as presas – e não o temido “rei da selva”.
O bando é mantido por fêmeas da mesma linhagem, ao longo de várias gerações, enquanto o leão reprodutor vem de fora e pode ser substituído por outro mais forte. As disputas por território são comuns entre os machos. Mas não se engane: as leoas são perfeitamente capazes de enfrentar e afugentar um macho indesejado. Você não ia querer cruzar o seu caminho...

8. Suricatas

Os suricatas vivem em grandes colônias matriarcais – às vezes, com até 40 indivíduos. A fêmea dominante lidera esses pequenos mamíferos pela savana em buscas de novas tocas e em disputas por território contra outros suricatas.

9. Ratos-toupeiras pelados

Além de dominar as savanas, o oceano, as copas das árvores e até o ar... as fêmeas estão comandando também debaixo da terra. Os ratos-toupeiras vivem em grupos de até 300 e seguem uma “alfa” fêmea

10. Formigas

Por fim, voltamos aos insetos. As formigas têm sociedades matriarcais muito parecidas com as das abelhas – uma rainha e milhares de operárias, que mantêm o formigueiro sempre ativo. Os poucos machos cumprem função reprodutiva. E às vezes, nem isso...
Existe uma espécie de formigas na Amazônia (Mycocepurus smithii)que é composta apenas por fêmeas. Como é possível? Segundo a pesquisadora Anna Himler, essas formigas são excelentes fazendeiras. Elas aprenderam a cultivar fungos – pequenos organismos que se reproduzem assexuadamente – e em algum momento assimilaram as mesmas características evolutivas.
Todas as formigas da colônia são clones da rainha, o que as deixa mais suscetíveis a epidemias. Por outro lado, a ausência de machos poupa a energia da matriarca. Todas as crias passam a ser fêmeas e, portanto, mais mão-de-obra para o formigueiro.

EXTRA: Peixes abissais

Esta não é uma sociedade matriarcal, mas vale mencionar: as fêmeas da família Ceratiidae costumam vagar sozinhas pelosabismos mais extremos do oceano. São lugares onde a pressão da água é tão grande que a maioria das espécies não sobreviveria. Mas espera – onde estão os machos?
Os peixes da família Ceratiidae são tão menores que as fêmeas que,por anos, os cientistas acreditaram se tratar de um parasita.
A realidade não é tão melhor assim. O macho nasce sem aparelho digestivo e precisa rapidamente encontrar uma fêmea – senão ele morre. Os “sortudos“ acoplam o seu corpo no da fêmea, como verdadeiros parasitas, compartilhando parte da comida apanhada e digerida por sua enorme companheira. Mas fica pior (desculpa, meninos!): aos poucos, o macho vai se desintegrando para que a fêmea possa usar os seus espertozóides para se reproduzir. 
Fonte:
World Animal Protection

sábado, 2 de abril de 2016

8 Maneiras de ajudar seu cachorro gordo a emagrecer.

A obesidade entre os cães é cada vez maior e os donos muitas vezes não dão a devida importância ao assunto. Além disso, as previsões para o futuro não são muito animadoras. Estima-se que em até 5 anos mais da metade da população mundial de cães estará acima do peso ideal e que nossos pequenos não vivam tanto tempo quanto suas gerações anteriores.


Isso porque uma das várias consequências da obesidade é o encurtamento do tempo de vida dos pets. Isso mesmo, cachorros obesos tem expectativa de vida menor que um cão saudável, com seu peso ideal. Cães acima do peso encontram várias dificuldades em fazer atividades que são cotidianas no dia a dia de um cachorro.
É comum um cachorro gordo ter mais dificuldade para respirar, principalmente quando está praticando alguma atividade física que exija esforço, provocando uma respiração mais ofegante.
Além de muitos cachorros acima do peso terem problemas nas articulações e artrites, pois suas estruturas ósseas não foram feitas para suportar uma carga tão pesada quanto ao peso dele, causando dores e evitando que o seu peludo se sinta animado e com vontade de fazer qualquer tarefa que exija muito esforço.

Qual a idade mais comum que um cachorro se torna gordo / obeso?

Não existe uma idade determinada que os cães passem a ter uns quilinhos a mais, alguns ganham muito peso em uma idade média (entre 5 e 10 anos), outros ao ficarem mais velhos e diminuir a frequência e intensidade das atividades acabam engordando um pouco também, depende de cada cão e de sua rotina.
É importante lembrar que muito provavelmente o principal motivo do sobrepeso do seu companheiro está diretamente ligado a dieta e rotina de exercícios que você esta proporcionando a ele.
Como ajudar cachorro gordo a emagrecer.
Como ajudar cachorro gordo a emagrecer.
Sabemos que muitas vezes é difícil oferecer sempre a melhor opção aos nossos companheiros, então vamos listar aqui 8 dicas práticas para você seguir e melhorar a qualidade de vida do seu peludo!

1. Petiscos Saudáveis

Nossos peludos adoram comer comidas diferentes e gostosas, que eles não comem com tanta frequência. Por isso as vezes acabamos cedendo e oferecemos algo que estamos comendo a eles. E isso com certeza está contribuindo para seu aumento de peso.

Mas o que fazer para dar um agrado em uma situação em que ele estiver comportado e você quiser recompensá-lo? PETISCOS SAUDÁVEIS! Isso mesmo, como citamos no post anteriorexistem várias receitas super fáceis de petiscos naturais para seu peludo. Nós temos um ebook com várias opções mega fáceis de petiscos naturais. Para baixar, basta clicar aqui

2. Controlar Quantidades

Muitos cães estão acima do peso ideal pelo simples fato de sempre terem comida disponível para ele comer quando bem entender. Isso, conciliado com o tédio, monotonia do dia a dia, ansiedade e falta do que fazer, faz com que ele “desconte” na comida, como forma de dissipar o estresse.
Manter horários e quantidades fixas e determinadas de comida ajudarão seu pequeno a ter uma dieta mais controlada e balanceada.

3. Auxílio de um Dog Walker Profissional

Você sabia que um Passeador de Cães Profissional pode ajudar seu cãozinho em vários aspectos? Um passeio conduzido por um profissional que foi treinado e que teve a devida capacitação para oferecer esse serviço, trará diversos benefícios não só para a saúde do seu cãozinho como para você também.
Em nosso serviço de Dog Walker o Anjo (profissional que fará o passeio) irá adequar toda estruturação do passeio de acordo com as necessidades do seu peludo. Então se ele não conseguir passear por muito tempo devido a sua atual situação física, nossos Anjos adequarão o serviço de acordo com a necessidade dele, podendo passear por menos tempo e fazer brincadeiras educativas conciliada a  um semi-adestramento.

4. Brincadeiras

A importância de brincadeiras para os cães
A importância de brincadeiras para os cães
Ao contrário de nós, os cães e todos os outros animais não brincam apenas quando estão na sua fase infantil. As brincadeiras são de extrema importância para o seu peludo, além de estimular o físico do seu companheiro, se você der uma dificultada ou elaborar uma brincadeira um pouco mais desafiadora e complexa, você também irá estimular a mente do seu pet, melhorando a qualidade de vida, e prolongando o tempo que seu pequeno viverá ao seu lado. Se quiser saber mais sobre o assunto, nós fizemos um posto explicando aImportância da brincadeira na vida de um animal.

5. Ração Light

Apesar de geralmente terem o preço um pouco mais salgado que as rações tradicionais, as opções light são uma ótima opção para controlar a quantidade de ingestão calórica do seu gordinho. Na Pet Love vocês encontram várias opções de ração light em conta. Para conhecer, clique aqui.

6. Cooper (corrida leve)

Você é daqueles que gosta de correr no parque? Ou então sempre teve vontade de começar a correr, mas nunca encontrou alguém para ir junto com você e te fazer companhia? Leve seu peludo com você!
Com certeza ele vai adorar dividir esse momento com você e ainda vai ser uma ótima alternativa para melhorar a qualidade de vida não só dele, como a sua também. Mas lembre-se sempre de respeitar o limite do seu pequeno. Ao perceber que ele não está conseguindo lhe acompanhar e está mais ofegante que o normal, faça uma pausa, dê uma água para ele, e assim que ambos estiverem descansados, voltem a ativa!

7. Cachorródromo

Se você também não for muito dos esportes e não tiver muita disposição para se exercitar junto com seu companheiro, um parque com cachorródromo (espaço cercado para váários cães brincarem juntos) é uma ótima opção.
Assim você não precisa fazer muito esforço, basta levar seu peludo até o cachorródromo e os colegas peludos brincarão e se exercitarão com o maior prazer com seu companheiro. Mas lembre-se de ficar de olho no seu filho, como podem ter vários cães juntos, pode acontecer de algum não gostar de uma brincadeira.
Em São Paulo vários parques dispõem de um espaço bem legal para o cachorródromo, como o Villa Lobos, Ibirapuera, Praça Buenos Aires, etc.
Se você for de Florianópolis, veja aqui ótimos lugares para levar seu pequeno, e se você for de Porto Alegre, nós também selecionamos ótimos lugares para passear com seu peludo, veja aqui.

8. Cãopanhia

Levar o cachorro de um amigo pode ser uma boa alternativa.
Levar o cachorro de um amigo pode ser uma boa alternativa.
Se a sua cidade não tiver muitas opções de parques com um espaço dedicado aos peludos, não se preocupe. Outra alternativa é levar o pequeno de um amigo seu junto. Assim os dois brincam juntos e você fica supervisionando os dois.
Essas são algumas opções que listamos aqui que com certeza irão ajudar seu pequeno aperder uns quilinhos e melhorar a qualidade de vida dele. Lembre-se de que a obesidade é uma doença séria e que pode trazer várias consequências graves caso não seja tratada.
Fonte:
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Seu cachorro morre de medo de chuva? O que fazer?


O seu melhor amigo tem medo de chuva? É só começar a ouvir o barulho da água ou da tempestade que já corre para debaixo da cama ou se esconde atrás do sofá? Muitos cães têm medo de chuva, que é provocado pelo barulho que ela faz. Mas, como lidar com esta situação e diminuir o medo no cachorro?



Nada melhor que um dia de calor, para brincar com o seu melhor amigo, ou passear com ele pelas praças e parques da cidade. Porém, em dias chuvosos, é comum os cães ficarem inseguros e com muito medo, principalmente, se a chuva for acompanhar por tempestade.

O medo é provocado, justamente, pelo barulho. A audição do cão é muito sensível, e eles acabam escutando o barulho muito mais alto e forte do que nós. Devido a isso, eles sentem medo e podem procurar algum lugar seguro e confortável para se esconder ou se aproximar do dono. Além disso, o temor, também, pode ser provocado, pelo perigo que os barulhos representam.

Assim, os sons de chuva ou barulho de trovão, podem indicar uma ameaça de perigo, provocando medo no cão. Como eles não sabem o que significam o barulho tende a se esconder.

Como diminuir o medo?
Existem várias maneiras para tentar diminuir o medo no seu melhor amigo. Mostre ao seu cachorro, que ele esta seguro. Mas, tente agir de forma natural, ou seja, não fique proporcionando uma proteção excessiva para o seu cachorro. Lembre-se de que é preciso ter equilíbrio.

Por exemplo, você pode distrair o seu cachorro com atividades e brincadeiras novas. Que tal aproveitar para encher ele de carinho ou presenteá-lo com algum brinquedo novo? Assim, ele ficará distraído e perderá o foco do barulho. Outra dica é você dar a ele o brinquedo favorito. Assim, ele vai brincar e esquecer o medo.

Que tal levar o seu cachorro para algum cômodo mais silencioso da casa? Assim, ele também permanecerá longe do barulho. Porém, respeite os medos do seu cão e não tente forçar nenhum tipo de situação, para que ele perca o medo.

Entretanto, cães que têm medo excessivo podem ficar muito nervosos e entrar em desespero e, assim, eles podem urinar de forma involuntária, vomitar, desenvolver convulsões, entre outros. Em casos de medo excessivo é fundamental procurar um médico veterinário, para que ele possa identificar e indicar o tratamento correto para lidar com a situação.

Fonte:


Os animais estão conquistando o respeito da sociedade em geral


Ter um animal implica a responsabilidade de cuidar da saúde do mesmo.

Por Luís Montenegro **
Os animais de companhia são deveras importantes para o nosso equilíbrio pessoal e para o bem-estar da sociedade. As nossas cidades são demasiado impessoais e com demasiado betão, a maioria das pessoas com que nos cruzamos são absolutos desconhecidos. Os animais de companhia permitem-nos manter um cordão umbilical com a nossa ancestralidade, impedindo que nós nos tornemos em máquinas autônomas e egoístas com o resto do mundo não humano. Por outro lado, funcionam como facilitador da comunicação com outras pessoas. Quantos de nós, tutores de cães, ficámos à conversa com um perfeito desconhecido enquanto passeávamos o nosso animal?Os animais incentivam-nos, ainda, a um estilo de vida saudável, puxando-nos para atividades ao ar livre prazerosas o que, sem dúvida, nos descontrai e ajuda a desligar do stress diário. Por esta razão, é consensual a afirmação de que a presença de um animal de companhia nas nossas vidas nos torna mais saudáveis e felizes.
Contudo, a adoção de um animal de companhia não deve ser um ato instintivo ou impulsivo, pois, tal decisão, exige uma série de responsabilidades, como sejam: tempo, despesas e um projeto para cerca de 15 anos, difícil de reverter.
Fruto do reconhecimento da sociedade, perante esta realidade, o respeito e apreço pelos animais de companhia muito mudou, e tal é positivo para o nosso povo, pois a forma como tratamos os nossos animais, espelha sem dúvida um nível sociocultural em ascensão. E são as sociedades mais desenvolvidas que melhor tratam os seus animais.
Tudo mudou muito na nossa relação com os animais de companhia. Há pouco mais de uma década, a grande maioria da sociedade não os cuidava, nem os respeitava. Hoje é diferente, a crítica social está atenta e exige que os direitos dos animais sejam considerados.
Este movimento de consciencialização exigiu da classe política uma mudança clara. Assim, veja-se que o anterior governo aprovou uma lei que criminaliza o abandono e os maus tratos animais. Entretanto o PAN, elege um deputado – caso único para os novos e pequenos partidos – e, entretanto, o atual orçamento de estado dá, pela primeira vez, um incentivo diferenciado às despesas que se relacionam com a saúde dos animais de companhia.
Tutelar um animal implica a responsabilidade de cuidar da saúde do mesmo, até porque se tal não for tomado em conta a própria saúde pública pode estar em risco.
A saúde do animal implica custos econômicos que não devem ser negligenciados, pelo que haver algum incentivo fiscal não deixa de ser uma medida justa e inteligente, até porque tal pode ajudar a dinamizar uma área a “medicina veterinária”, muito desenvolvida no nosso país e que pareia com o melhor que se faz pelo mundo fora.
A medicina veterinária desenvolveu-se muito nas últimas décadas em Portugal, sendo na atualidade tão eficaz que quase pode oferecer as mesmas soluções médicas que a própria medicina humana, com a diferença que é suportada em exclusivo pelos tutoresdos animais e taxada a 23% de IVA. Esta discrepância faz com que tenha de ser mais comedida nos protocolos de diagnóstico e tratamento oferecidos, para que os preços sejam sustentáveis para a sociedade.
Como médico veterinário, conhecendo a realidade e esforço da sociedade para cuidar bem os seus animais congratulo-me com esta medida de dedução de 15% do IVA despendido nas despesas médico veterinárias. É verdade que é pouco, pois essa dedução entra num pacote que tem um limite de 250 euros e que não deixa de ser partilhado com outros setores que já para ele competem, como restauração, cabeleireiros, reparações de automóveis e motos. Mas, de toda a forma, não deixa de ser um claro sinal de mudança e de demonstração de preocupação por parte da nossa classe política.
Tendo em conta que todas as organizações mundiais relacionadas com a saúde advogam que a saúde é uma só e que só dessa forma poderemos ter resultados eficientes – como é exemplo disso o uso de antibióticos de forma responsável, o combate a doenças zoonóticas, ou o controlo de pragas – acho que, no futuro e à semelhança de todos os outros agentes da saúde, o ato médico veterinário necessita de estar isento de taxa de IVA, à semelhança do ato médico tradicional, já que ao momento é a única área da saúde que está taxada de IVA.
** Diretor clínico do Hospital Veterinário Montenegro
*Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.
Fonte: Público Pt

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Vacinação contra H1N1 começa segunda-feira na Grande São Paulo - Do G1 SP


Expectativa do governo é imunizar 3,5 milhões de pessoas na Grande SP.

Calendário de vacinação obedece a ordem de grupos prioritários.


Os hospitais públicos e unidades de saúde já começaram a receber os lotes da vacina contra a gripe. A vacinação em cidades da Grande São Paulo começa na segunda-feira (4). A campanha foi antecipada em São Paulo por causa do aumento dos casos de H1N1, como mostrou o SPTV. A expectativa da Secretaria Estadual da Saúde é que 3,5 milhões de pessoas sejam imunizadas na campanha deste ano na Região Metropolitana de São Paulo.
Calendário de vacinação
04/04
profissionais da saúde
11/04
gestantes; idosos; crianças de 6 meses a 5 anos
18/04
mulheres que acabaram de ter bebês; pacientes com doenças crônicas; outros grupos
Neste ano, as vacinas não ficaram 24 horas dentro do centro de distribuição. Elas chegaram do Instituto Butantan na quarta-feira (30), já foram separadas e começaram a ser despachadas na manhã de quinta-feira (31) às unidades de saúde. Até esta sexta-feira (1º), três milhões de doses foram mandadas pra hospitais e postos de saúde de toda a Grande São Paulo. A vacinação segue o calendário das campanhas de anos anteriores, obedecendo a ordem de grupos prioritários. Os profissionais de saúde começam a ser vacinados na próxima semana. A partir do dia 11, gestantes, crianças de 6 meses a 5 anos e idosos serão vacinados.
No dia 18, as mulheres que acabaram de ter bebês, pessoas com doenças crônicas e outros grupos começam a ser vacinados.
Desde o início do ano, 42 pessoas já morreram por causa de gripe em todo o estado.
As vacinas da rede pública são trivalentes e protegem contra os vírus H1N1, H3N2 e o tipo B. Na rede privada, estão disponíveis também as vacinas quadrivalentes, com cepas pra um outro tipo de gripe b, que circula nos Estados Unidos.
Fonte:

Quais são as doenças neurológicas mais comuns em cães?

Descubra sobre as causas e sintomas de algumas das doenças neurológicas comuns em caninos.

Você vê uma mudança na marcha do seu cão? E o seu cão se comporta de forma estranha? Comportamento do cão estranho é obrigado a criar apreensão na mente de cada proprietário do cão.

Às vezes, problemas comportamentais caninos poderiam ser atribuídos a certas desordens neurológicas. Se você sente  que seu animal de estimação se tornou lento na resposta e há sinais visíveis de um declínio nas funções cognitivas do seu cão, tenha seu animal de estimação examinado para doenças neurológicas. Existem diferentes tipos de condições neurológicas que podem afectar um sistema central do cão nervoso e do sistema nervoso periférico. Esses transtornos podem ser devido a congênita ou pode se desenvolver com a idade. É de sua responsabilidade para tomar nota de sinais de comportamento incomum do cão ou descontrolado. Se seu cão parece desorientado, consulte um veterinário logo.

Condições neurológicas que podem afectar cães
Uma vez que há um certo número de condições neurológicas que podem afectar  cães, é difícil identificar todas as possíveis causas e sintomas. As causas, bem como os sinais que seriam expostos irão variar dependendo da condição neurológica específica que um cão está a sofrer. Algumas dessas doenças de cães podem ser causadas devido a razões genéticas embora alguns possam ser relacionadas com a idade.
EpilepsiaÉ o seu cão sofre de convulsões recorrentes? Ataques caninos pode ser causado devido a um distúrbio neurológico chamado de epilepsia. Epilepsia canina é uma doença do cérebro comum associada com impulsos elétricos anormais que inibem a utilização coordenada dos músculos. Esta condição pode ser classificada em epilepsia idiopática e epilepsia secundária. Esta poderia ser uma doença hereditária ou pode ser causada devido a traumatismo craniano ou infecção. Um cão que sofre desta condição pode apresentar sintomas como remar de pernas, tremendo, correndo em círculos, as mudanças no estado de alerta mental, micção involuntária e salivação excessiva.
Mielopatia degenerativaDoenças neurológicas degenerativas também podem inibir a utilização coordenada dos músculos. Uma tal desordem é mielopatia degenerativa. Esta condição está associada com a deterioração dos nervos da medula espinal. Isso geralmente afeta cães mais velhos. Um cão que sofre desta condição terá problemas durante a caminhada, corrida e escalada. Essa condição afeta a capacidade do cão de usar suas patas traseiras. Conforme a doença progride, as pernas podem até ficar paralisadas.
Miastenia GravisA miastenia gravis é uma doença neuromuscular que se caracteriza por fraqueza muscular. Isso ocorre quando a transmissão dos impulsos dos nervos para os músculos não se realiza de uma maneira normal. Em circunstâncias normais, uma substância chamada acetilcolina (ACh) actua como um neurotransmissor e facilita a transmissão dos impulsos dos nervos para os músculos. Os problemas surgem quando o número de receptores de acetilcolina nos músculos diminui. Esta condição pode ser congênita ou adquirida. Raças como terriers Jack Russell, spaniels springer e terriers raposa suaves são mais suscetíveis a miastenia gravis congênita. A forma adquirida desta doença neuromuscular acredita-se a ser uma doença auto-imune. Miastenia grave adquirida afeta cães mais velhos. Megaesôfago, que se refere ao alargamento do esôfago, é um dos primeiros sinais de miastenia grave adquirida.
Síndrome de Disfunção CognitivaÉ o seu cão sofrendo de demência? Os sintomas de demência incluem mudanças de desorientação, perda de memória, confusão e personalidade. Se você encontrar o seu cão olhando para as paredes, andando em círculos ou não respondendo quando você dá comandos familiares, consultae um veterinário logo. Estes são os sinais mais comuns de demência senil ou da disfunção cognitiva canina. Um cão com estes sintomas deve ser clinicamente examinado. Os tumores cerebrais em cães também podem causar tais mudanças comportamentais.
Síndrome Vestibular canina
A perda repentina de equilíbrio, desorientação, nistagmo, problemas nos nervos faciais e inclinação de cabeça são alguns dos sintomas associados à síndrome vestibular periférica. Esse distúrbio neurológico é causado devido a uma inflamação nos nervos que conectam o ouvido interno e o cerebro. Esta condição geralmente afeta cães de meia-idade ou mais velhos. Ela pode ser causada devido a doenças caninas, como a doença de Lyme, febre maculosa das Montanhas ou doença hepática.
Encefalopatia hepáticaOutra condição responsáveis ​​por uma disfunção neurológica é encefalopatia hepática. Esta é uma doença degenerativa do cérebro, que é causada por insuficiência hepática grave que pode afetar os cães que sofrem de uma doença hepática avançada. Compulsivos circulando, andando, cambaleando, histeria, tremores, convulsões e estado de coma são alguns dos sintomas desta doença. Granulomatosa meningoencefalomielite (GME) é outra desordem neurológica que é causada devido a inflamação do sistema nervoso central. Um cão que sofre de GME pode sofrer de convulsões, tremores, paralisia facial, circulando compulsivo e com fraqueza.
Doença de ParkinsonDoença de Parkinson, em cães se acredita a ser uma consequência de mutações na proteína de Parkin. Esta desordem neurológica degenerativa se acredita a ser hereditária e afeta cães mais jovens. Um cão atingido  por esta condição é provável que apresente sintomas como dificuldade com o equilíbrio, bem como no caminhar. Outros sintomas incluem rigidez muscular, movimentos espasmódicos, tremores, lentidão e mudança no nível de alerta mental.
Isso foi alguma informação sobre doenças neurológicas em cães. Cada proprietário do cão deve tomar cuidado com os sintomas acima referidos. Se o seu animal está apresentando algum destes sintomas, consulte um veterinário logo.
AvisoEste artigo é apenas para fins informativos e não em qualquer tentativa forma de substituir os conselhos oferecidos por um veterinário.

Como meu gato me ajudou a superar o câncer de mama - "Flávia Flores"

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Quando eu fui diagnosticada com câncer, não teve outro jeito, fui parar na casa da minha avó.O meu porto seguro sempre foi Florianópolis, mais exatamente na casa dela. Quando eu nasci ela ajudou a cuidar de mim, então eu queria estar lá, na casa dela, também em uma fase que eu precisava de cuidados e atenção.
Assim que precisei raspar meus cabelos, não foi fácil. Eu estava muito triste. Foi quando minha prima veio com um gatinho tão feinho e judiado perguntando se a gente não poderia cuidar dele. 
Ela tinha encontrado ele abandonado em um terreno baldio. Ele estava sujo, tinha pouco pelo entre as orelhas, o rabo parecia de ratazana; aquele pequeno siamês precisava ir ao veterinário.
Todos os cuidados foram feitos. Ele tirou sangue, tomou vacinas, banho, eliminaram as pulgas, e assim pôde voltar pra casa, totalmente liberado para ficar tomando conta de mim.
Eu ficava muito em casa naquela fase e a gente se apegou muito. Parecia que ele sabia que naquela casa eu precisava de carinho.
Aonde eu ia, ele ia atrás. Se eu ia dormir ele já estava lá me esperando no lugarzinho dele na cama. Ele adorava o gosto da pasta de dente que saia da minha boca. Ensinei ele a tomar água da pia enquanto eu escovava os dentes. Se eu estava escrevendo no blog, ele queria participar também, sentir o calorzinho do teclado. Se ele achava que eu pudesse sentir frio na careca ele vinha me esquentar e fazia as vezes de chapeuzinho. Sempre teve muito cuidado com meus peitos, as vezes ele ia se deitar ali, parecia que ele sentia onde era mais doloroso pra mim: na cabeça e nos peitos.
E era um grude comigo. A medida que meus cabelos iam crescendo, Nino também crescia.
Os pets só fazem bem pra gente durante o tratamento, nos dão carinho, fazem a gente sorrir o tempo todo, afastam a depressão e ajudam no aumento da imunidade. E a companhia deles são as melhores.
Hoje eu moro em São Paulo e o Nino ficou na casa da minha avó em Florianópolis. Melhor pra ele porque viajo muito e seria muito ruim deixá-lo sozinho no apartamento. Floripa é a praia dele, onde tem uma casa com quintal, a liberdade de passear na rua quando quiser, comida de primeira, carinho da vó Kerta e do Gregorio.
Mas sempre que eu chego lá é uma festa. Eu chamo por ele, que sai do seu esconderijo preferido, no forro da minha cama, para me receber.

Fonte:
HUFFPOST BRASIL