terça-feira, 23 de junho de 2015

Sete sinais que indicam quando seu gato está muito stressado



O que mais contribui para o animal não ter estresse é a harmonia, um ambiente gostoso, pessoas leves, que pensam coisas boas, que se mostram positivas, que não discutem, que não têm conflito ou se têm, resolvem. O animal é reflexo do dono. Essa é a melhor forma de prevenção



1 IRRITABILIDADE
Impaciência, ansiedade e agressividade repentina sugerem um quadro de estresse. Se essas características não fazem parte da personalidade do pet, é preciso perceber o que aconteceu de diferente nos últimos dias e encontrar a causa. “No caso da chegada de um bebê, por exemplo, o gato precisa de um tempo, compreensão e paciência. O ideal seria introduzir primeiro o cheiro do bebê e deixar que animal explore o quarto da criança, o carrinho e os brinquedos”, exemplifica Leticia. “O comportamento da mãe com o bichano faz toda a diferença, ela deve agradar esse gato, conversar com o animal e não acariciar tanto a criança na frente dele”, complementa Marcos Fernandes.
2 MIADO EXCESSIVO
Mudar de casa, introduzindo um espaço novo para o gato, abre caminho para uma crise de difícil controle, visto que a causa não pode ser revertida. O miado excessivo é um alerta. “É preciso amenizar a situação. Se na residência anterior ele tinha os lugares certos para fazer xixi, comer, beber água e dormir, é melhor manter esses mesmos lugares até ele se adaptar. Há também feromônios que fazem com que eles identifiquem como se aquele fosse um ambiente comum”, afirma a veterinária Alessandra Amarante Smith Maia, especializada em clínica médica de felinos. Buscar uma maneira de deixar o gato mais tranquilo auxilia nessa transição. “Existem florais utilizados nesses casos para o animal ficar mais calmo. Numa situação dessas, uma busca por tratamento ou terapia ajuda”, indica Fernandes.
3 RESPIRAR DE BOCA ABERTA
O aumento da frequência respiratória e a boca aberta mostram um estado que não é natural nos gatos. “Isso é um fator de estresse ou alguma alteração respiratória. Se ele está no consultório veterinário e, de repente, começa a ficar com a boca aberta, se não for uma patologia, como um problema respiratório, infecção, líquido, alguma coisa alterada no pulmão ou um nódulo, pode ser que ele esteja tão estressado a ponto de ter uma crise respiratória”, especifica Alessandra. Preste atenção ao sinal para não fazer de visita ao veterinário ou um banho no pet shop experiências negativas para o bichano. “Temos de ter cuidado durante o atendimento, em um procedimento ou até em uma brincadeira. Se ele fica com a boca aberta, isso não é normal”, atesta a especialista.
4 XIXI FORA DO LUGAR
Quando o gato faz xixi em um lugar diferente do habitual, demonstra que há algo de errado com ele. “Precisamos verificar se o pet não tem uma questão urinária, uma inflamação ou um cálculo que o faça sentir dor na hora de urinar. Essa dor pode fazer com que ele não urine na caixinha e ser ocasionada pelo estresse. “Mas primeiro é preciso descartar a patologia”, destaca Alessandra. Segundo a veterinária, “o gato tem várias alterações no organismo, como, por exemplo, a própria cistite. Na chamada cistite intersticial idiopática, não se sabe a causa, mas acredita-se que ocorra uma alteração neurológica que faz com que o gato tenha uma inflamação na bexiga. Então, muitas vezes, essa cistite é desencadeada por estresse. Se for constante, a chance de esse gato entrar em crise é grande”.
5 FALTA DE APETITE 
Quando o gato faz xixi em um lugar diferente do habitual, demonstra que há algo de errado com ele. “Precisamos verificar se o pet não tem uma questão urinária, uma inflamação ou um cálculo que o faça sentir dor na hora de urinar. Essa dor pode fazer com que ele não urine na caixinha e ser ocasionada pelo estresse. “Mas primeiro é preciso descartar a patologia”, destaca Alessandra. Segundo a veterinária, “o gato tem várias alterações no organismo, como, por exemplo, a própria cistite. Na chamada cistite intersticial idiopática, não se sabe a causa, mas acredita-se que ocorra uma alteração neurológica que faz com que o gato tenha uma inflamação na bexiga. Então, muitas vezes, essa cistite é desencadeada por estresse. Se for constante, a chance de esse gato entrar em crise é grande”.
6 ESCONDERIJOS ESTRANHOS
Uma visita chega e o seu bichanocorre para se esconder. “Se é uma pessoa que vai fazer parte da família,é recomendado que, ao chegar, fique quieta, deixe o gato sentir seu cheiro e se aproximar. Pode ser que ele nunca vá permanecer em seucolo, mas se ele tolerar, sem fi car estressado, já é um avanço. É bom falar mais baixo ”, indica Alessandra.Se a residência tiver outros animais, lembre-se de manter um espaço dedicado ao gato.
“Adica é sempre deixar uma rota de fuga, com prateleiras no alto dasparedes para escalada ou tocas para que ele possa se esconder quando precisar”, ensina Leticia Quilez. “Alguns gatos fi cam sem interagir com os proprietários, escondidos em cantos da casa ouembaixo de móveis”, completaa médica veterinária.
7 SURGIMENTO DE DOENÇAS
Doenças também podem indicarque o gato passou por um longoperíodo de estresse. “Eu atendi um caso de um gato que desenvolveu um tumor abdominal. Ele passavapor um forte estresse porque seu vizinho do apartamento de baixofez uma reforma de quase um ano. E esse animal ficava no apartamento diariamente ouvindo o som e recebendo toda a vibração do quebra-quebra. Coincidência ou não, eleteve um tumor abdominal”, contaMarcos Fernandes. Sem controle, o dono não tinha como o tirar dessa situação.“O estresse é danoso para o animal especialmente porque atinge diretamente o sistema imunológico e ele fi ca predisposto a ter toda e qualquer doença”, explica.
De acordo com Leticia Quilez, “há alternativas para aliviar o estresse dos gatos, como os feromônios, que podem ser espirrados no ambiente ou colocados em infusor, criando um ambiente mais seguro e tranquilo para o animal, além do uso de brinquedos que os estimulem. Há também medicações homeopáticas e alopáticas que podem ser utilizadas em casos mais graves, sempre como última opção”.

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Confira algumas dicas simples para tratar cães e gatos com diarreia


Para saber se o animal está desidratado ou não, puxe a pele da lateral do abdome, se ela demorar a voltar, significa que o seu pet já está em um grau avançado de desidratação.

O bicho com diarreia deve tomar, em pequenas quantidades, água ou soro caseiro, além de comer alimentos de fácil digestão.

Alguns medicamentos, como o diclofenaco de potássio, podem causar problemas gastrintestinais mais sérios. Então, não o medique por conta própria.

Mantenha os potes limpos e não deixe que a comida fique exposta. Isso evita a diarreia de origem bacteriana, viral ou parasitária.

Felinos brancos com olhos coloridos têm uma maior propensão à surdez.





A falta de audição nos gatos está associada ao gene que caracteriza a cor branca do pelo. 

Existem vários alelos que podem proporcionar a cor branca no animal, mas somente o alelo w – conhecido como branco dominante – é o responsável por levá-lo à surdez.

Essa mutação genética acontece devido à Síndrome de Waardenburg, que causa despigmentação da retina seguida de perda gradativa deaudição nos bichanos.

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10 dicas para adestrar sua calopsita



A ave é o segundo melhor amigo do homem? Certamente quem tem uma calopsita dirá que seu pet não deixa nada a desejar para os adorados cães. Isso porque ter a ave como bicho de estimação significa ter uma companhia para toda a vida, um pet para afagar, conversar, brincar, dar e receber muito carinho! Originária da Austrália, a calopsita vive em média 12 anos em cativeiro e tem como uma de suas principais características a capacidade de criar vínculos com as pessoas. A revista Meu Pet consultou especialistas que deram dicas para quem já tem ou está pensando em adquirir essa ave.


Com essas 10 dicas, será muito mais fácil adestrar sua calopsita.

Tenha paciência
O tempo médio de concentração de um pássaro é de 10 a 15 minutos, por isso, os treinos devem ser curtos, mas frequentes. Também não insista quando a calopsita não quiser fazer algo, nem fale de maneira brava, pois ela entenderá como uma ameaça.

Aproxime-se devagarinho
No início, deixe o poleiro mais baixo e dê comida só por fora. Aproxime-se lentamente até poder acariciá-la. Isso é ideal para aves mais agressivas.

Chame até você
Movimente-se de maneira calma, lenta e amigável perto dela. Aproxime sua mão da junção entre o peito e as pernas da ave. Com o tempo, ela subirá em você automaticamente.

Faça cafuné
Acaricie o seu corpinho e a cabeça com gestos lentos para inspirar confiança.“O importante é ter tempo para ela”, diz Luciana Allegretti Frazão, veterinária especialista em aves.

Bata um papo
Dedique ao menos cinco minutos do dia para conversar com ela. Pode ser enquanto você está limpando a gaiola, colocando água fresca ou comida.

Não a deixe só
Não a deixe isolada por muito tempo, principalmente se você tiver somente uma ave, pois ela pode ficar apática. Lembre-se que você é a família dela.

Brinque sempre
Reveze o brinquedo a cada semana. “Dica: use caixas de papelão, rolos do papel higiênico e galhos”, diz Nilton Rodrigues da Silva, diretor da FOB.

Imite o que ela faz
Uma boa maneira de estabelecer proximidade com a sua calopsita é imitar os sons e movimentos dela. Repita os seus assobios e, quando ela abrir as asas, abra os seus braços também, acompanhando tudo.

Tire o bichinho da gaiola
Deixe a calopsita sair para voar e bater as asas. Além de exercitar a musculatura peitoral, ela ficará mais tranquila e confiante. Se ficar muito tempo presa, tende a se automutilar.

Dê uma recompensa gostosa
Na hora de brincar ou tirar o seu bichinho da gaiola, use semente de girassol como recompensa para comportamentos positivos, pois elas adoram esse petisco!



Sementes de girassol podem ser ótimas recompensas para adestrar sua calopsita
(Foto: SXC)

Fonte:

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Médicos Veterinários ajudam Justiça Brasileira em condenação inédita por crime contra animais


CFMV


O trabalho de uma equipe de médicos veterinários foi essencial para a decisão inédita da Justiça Brasileira de condenar uma pessoa à prisão por maus-tratos e morte de animais.

O caso teve início em 2012, quando 37 cachorros e gatos foram encontrados mortos em sacos de lixo, na capital paulista. As provas deram início ao processo que resultou na condenação, no dia 18 de junho, de Dalva Lina da Silva, pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, a mais de 12 anos de prisão, além do pagamento de multa.

Em casos anteriores, semelhantes a esse, as penas aplicadas foram mais leves, como prestação de serviços comunitários e multas.

O médico veterinário Paulo César Maiorka, integrante da Comissão de Especialidades Emergentes (CNEE) do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) coordenou o trabalho de perícia no caso. A pedido da Polícia Militar, a equipe recebeu os cadáveres dos animais e realizou os exames de necropsia, além de colher o material para exame toxicológico.

“A Polícia Militar de São Paulo nos pediu urgência na emissão dos laudos porque era um crime de morte em massa. Os exames realizados serviram para constatar que houve mesmo maus-tratos e crime, os animais eram saudáveis”, afirma Maiorka.

A Medicina Veterinária Legal é um ramo da profissão que faz a ligação e aplicação dos conhecimentos técnicos às questões judiciais e aos aspectos legais do exercício profissional. Os laudos periciais feitos pelos médicos veterinários são essenciais para que o Ministério Público, Polícia Civil ou Polícia Federal, por exemplo, obtenham provas para processos de crimes contra a fauna ou animais domésticos, por exemplo.

O presidente do Conselho Federal de Medicina Veterinária, Benedito Fortes de Arruda, destaca que a Medicina Veterinária Forense é um apoio científico para desvendar crimes, maus-tratos e fraudes.

“Graças a verdadeiros estudiosos esta área do conhecimento tem mostrado um crescimento fantástico. Exige-se para seu desempenho, conhecimentos de balística, direito penal e civil, processual, patologia forense, laboratório, ética, entre outros. O CFMV está atento a essa área, cuja expansão de atividade é presente em todos os continentes. Queremos que mais médicos veterinários venham participar da Medicina Veterinária Forense e planejamos, para breve, cursos de capacitação de profissionais”, afirma Arruda.

Os exames mostraram que Dalva Lina da Silva, que não era médica veterinária, usou injeção de cetamina, uma substância anestésica de uso restrito. Os animais foram encontrados com várias perfurações e morreram de hemorragia.

Dalva Lina da Silva foi processada pelo Ministério Público pelo crime previsto no artigo 32, parágrafo 2º, da Lei Federal de Crimes Ambientais por maus-tratos seguido de morte dos animais. Além disso, acrescentou-se mais uma acusação, a de uso de substância proibida.

“Essa condenação é exemplar e esperamos que, dessa forma, nós consigamos realmente proteger os animais do nosso país de situações de maus-tratos”, afirma a presidente da Comissão de Ética, Bioética e Bem-estar Animal do CFMV, Carla Molento.

Uma das prioridades da Comissão de Ética, Bioética e Bem-estar Animal (CEBEA) do CFMV é trabalhar com os profissionais de Medicina Veterinária e Zootecnia e com a sociedade, questões relacionadas aos maus-tratos, abuso e crueldade com animais.


Assessoria de Comunicação do CFMV



Animal abandonado: Não ignore! Alguns segundos do nosso tempo podem salvar uma vida!

 
Não esqueça que nem todos os animais de rua serão abandonados, alguns podem estar apenas perdidos e ficarão gratos com a sua dedicação.

Por exemplo, se encontrar um animal com coleira, peitoral ou trela, pêlo limpo e bem tratado, boa condição corporal, que responde a comandos básicos de obediência e que parece desorientado, a probabilidade de se tratar de um cão perdido é muito grande. No entanto, é preciso ter em conta que bastam poucos dias passados na rua para os animais ficarem com um aspeto degradado e negligenciado.


Quando tentar interagir com um cão na rua deve considerar que ele está num estado de grande ansiedade; por isso, deve acercar-se muito devagar, permitindo que o animal faça a aproximação final.
Chame-o com uma voz carinhosa e encoraje-o com comida. Evite sempre o contacto visual direto prolongado, estenda a mão para que ele a possa cheirar. Lentamente, comece a fazer festas.

Em qualquer situação, é importante levar o animal a um centro de atendimento médico veterinário, de modo a verificar a existência de identificação eletrónica (microchip) que, através da base de dados do SIRA, torna possível a identificação do proprietário do animal. 


Contudo, muitos animais não possuem microchip, sendo por isso importante verificar se têm algum tipo de identificação na coleira ou tatuagem nas orelhas. Poderá também perguntar aos moradores e comerciantes locais se o reconhecem.

O ideal será recolher o animal e publicitá-lo através de cartazes, redes sociais, associações e da plataforma FindMyPet - Ponto de Encontro de Animais Perdidos, incorporado no site da Ordem dos Médicos Veterinários ou em www.encontra-me.org. Se escolher recolhê-lo em sua casa e se tiver outros animais, evite o contacto direto entre eles, uma vez que desconhece as origens do animal recolhido e o seu estado clínico. 

Boa Semana!