quinta-feira, 11 de junho de 2015

A técnica veterinária por trás da inibição de dor no tratamento odontológico de pets - Revista Cães&Gatos (junho/2015) traz a temática com a chamada “Sem dor”

Acesse www.magtab.com/revista-caesgatos-vet-food/ e leia grátis também por meio do aplicativo para tablets e smartphones (Imagem: C&GVF)

Os tratamentos realizados na boca potencialmente causam algum grau de sensibilidade. Esta ação pode se transformar em dor quando o procedimento torna-se invasivo, como o tratamento de canal de dentes com polpa viva, extrações, biópsias, correções e plásticas gengivais, reduções de fraturas ou ressecções de mandíbula e maxila em casos de neoplasia. 

O fenômeno da dor é percebido pelo cérebro após sequências de eventos neurológicos que se iniciam no estímulo, ou seja, no momento em que o cirurgião incisa a gengiva ou atinge a polpa do dente. A ação é conduzida até uma região na base do cérebro e só então ao córtex, local que permite ao indivíduo ter consciência da dor.

 Nesse processo, o importante é que efeitos danosos do evento de dor podem ocorrer antes de sua percepção, ou seja, mesmo animais sob anestesia geral sofrem as consequências do estímulo doloroso se ele não for corretamente inibido. Estas reações podem alterar o comportamento do paciente durante o procedimento, interferir na cicatrização das feridas cirúrgicas e alterar o tempo e o padrão de recuperação do animal. 

 Conhecendo a importância e responsabilidade do procedimento, a revista Cães&Gatos VET FOOD de junho, na página 30, traz o médico-veterinário, cirurgião, Mestre e Doutor em Cirurgia pela Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ-USP), especialista em Odontologia Animal e sub coordenador do curso de Especialização em Odontologia de Pequenos Animais da Associação Nacional dos Clínicos Veterinários de Pequenos Animais do Estado de São Paulo (Anclivepa-SP) – instituições sediadas em São Paulo (SP) -, Daniel Ferro, e a médica-veterinária, especialista em Anestesiologia Veterinária e mestranda em Anestesiologia pela FMVZ-USP, Fernanda Devito, para explorar a associação da anestesia geral e anestesia local na eficiência analgésica durante o procedimento cirúrgico e pós-operatório odontológico.


Fonte:

Confira 5 alertas sobre alimentos perigosos para cães e gatos


Alimentos como alho, comida gordurosa, cebola e noz macadâmia podem ser letais para os animais

Quem tem animal em casa sabe que é difícil resistir as expressões do pet na hora das refeições e excluir o animal do convívio familiar. Mas a ingestão de alguns alimentos pode ser perigosa e resultar em uma leve reação alérgica ou até a morte dos animais. 

É o caso do chocolate, já que a substância presente no cacau, a teobromina, pode causar intoxicação nos pets quando ocorre a ingestão de uma quantidade razoável, resultando em vômito, diarreia e outras enfermidades. 

Mas não é só o chocolate que pode trazer perigos aos gatos e cães. Alimentos como alho, comida gordurosa, cebola e noz macadâmia, entre outros, podem ser letais para os animais. Dra. Sandra Nogueira, Médica-Veterinária e Gerente de Comunicação Científica da Royal Canin Brasil (Descalvado/SP), empresa especialista na alimentação de gatos e cães e comprometida com a saúde animal há mais de 40 anos, dá algumas dicas sobre alimentos perigosos e alguns procedimentos que devem ser seguidos em caso de intoxicações alimentares nos pets: 

Cuidado com os alimentos do almoço de domingo.

 O alho e a cebola são alimentos altamente tóxicos, com substâncias que desintegram os glóbulos vermelhos e, assim, causam anemia nos animais. Chocolate contém uma metilxantina chamada teobromina que é tóxico para cães quando consumidas em grandes quantidades. A maioria dos cães gosta do sabor doce enquanto os gatos gostam menos. 

Outros alimentos como abacate e uva também trazem perigo. No caso da uva, se ingerida em grandes quantidades, pode causar lesão renal. E, muita atenção para os ossos de assados geralmente servidos nas reuniões familiares. Os cães e gatos ao mastigá-los podem sofrer lesões nas mucosas do trato gastrintestinal, inclusive perfurações. 

Os sintomas da reação alérgica podem ser diferentes para cada alimento. 

O chocolate quando consumido em pequenas quantidades pode causar vômito, diarreia, agitação e aumento da frequência urinária. Quando consumidos em quantidades maiores, os cães podem apresentar espasmos musculares, convulsões, taquicardia, entre outros casos, e até a morte do animal. Geralmente as reações alérgicas ocorrem cerca de 4 a 5 horas após o cão consumir chocolate ou alimento que contenha chocolate. 

Já nos casos de cebola e alho o animal pode apresentar uma anemia por destruição dos glóbulos vermelhos. 

Durante uma reação alérgica o proprietário deverá levar o animal ao Médico-Veterinário o quanto antes para que o tratamento possa ser realizado. 

Mesmo que o animal tenha ingerido pequenas quantidades é importante avisar o Médico-Veterinário que deverá orientar o proprietário de como proceder 

O risco de morte depende do alimento e a quantidade ingerida. No caso do chocolate, quando ingerido em grandes quantidades o aparecimento de convulsões significa um prognóstico ruim na maioria dos casos, e muitas vezes podem resultar em morte. 

Quando os pets vomitam, o proprietário deverá levar o animal ao médico-veterinário o quanto antes. O proprietário nunca deverá administrar algum medicamento sem orientação do médico-veterinário. 


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quarta-feira, 10 de junho de 2015

Avaliação nutricional é quinto indicador de saúde dos pets


A Associação Veterinária Mundial de Pequenos Animais incluiu a avaliação nutricional como quinto indicador de saúde de cães e gatos. A regra é que, no exame clínico, além de temperatura, pulso, dor e respiração, os veterinários também passem a verificar o estado nutricional do pet.

Peso Pesado
A população de cães e gatos gordinhos está crescendo, segundo a Associação para Prevenção da Obesidade em Pets, que registrou 84 milhõesde bichos obesos só nos EUA. Isso equivale a 53% dos cães ea 55% dos gatos. O problema preocupa, pois pode disparar o diabetes e a hipertensão.


Publicado em 10 de May de 2015 por Marília Alencar

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GALINHA TAMBÉM É PET! - Animais de estimação ideais para quem busca uma vida mais rural


Acredita-se que elas sejam descendentes dos dinossauros e parentes próximas dos répteis. Estamos falando das galinhas, que chegaram às terras brasileiras vindas do sudeste da Ásia, durante o período das navegações. Foi o galo selvagem vermelho que deu origem às galinhas domesticadas, e ele ainda existe na natureza. De acordo com o veterinário especialista Felipe Facklam, esse pet passou pelo processo de domesticação há milhares de anos, quando se pensava no animal como fonte de alimento e uso das penas paraa escrita antiga. Só mais tarde a galinha passou a ser criada comode estimação. Por ser dócil (exceto quando está chocando ovos) e inteligente, a empatia por ela foi instantânea. Além disso, ela costumas e apegar aos donos e interagir carinhosamente. “Com a crescente urbanização e o distanciamento do homem das áreas rurais, a criação de galinhas como animal de companhia foi vista como uma alternativa para promover a sensação de ‘vida no campo’ pelo homem urbano”, argumenta Facklam. Portanto, sendo de convívio íntimo com os humanos, elas não precisam de autorização do IBAMA para serem criadas em casa e podem ser adquiridas de vendedores legalizados.

CRIAÇÃO E AMBIENTE
A veterinária Ariane Parra explica que, embora hoje haja essa proximidade com a galinha, o que a tornou um pet, há necessidade de um ambiente apropriado, ou seja, não se deve criá-las dentro de casas sem área externa ou apartamentos. “O indicado é que seja um espaço cercado com área de terra e grama.”Facklam completa ao mencionar que a criação de galinhas pode ser feita também em áreas abertas, quando há segurança para isso, onde as galinhas possam circular livremente. O alerta é para que não haja predadores, como cães e gatos. “Também por conta dos outros animais, o galinheiro precisa ficar em local elevado”, comenta. Os veterinários orientam ainda que, independente do local decriação, é importante que tenha área descoberta que possibilite banho de sol, fundamental para o bem-estar desse tipo de espécie. Lembrando que, ainda que somente o galo cante, esses animais fazem barulhos diversos, o que pode incomodar os vizinhos.

HIGIENE OBRIGATÓRIA
Nos galinheiros, a higienização periódica é essencial para a saúde das galinhas, principalmente pelo fato de que os resíduos de alimentos pelo chão podem atrair ratos. “Isso pode ser ainda mais perigoso, pois, depois de um tempo, consequentemente, aparecem cobras atrás desses ratos”, aponta Facklam, que ainda destaca queo problema é muito comum em algumas fazendas e chácaras. Já no que diz respeito aos cuidados com o pet, Ariane e Facklam enfatizam que as penosas não toleram nem precisam de banhos. Borrifar água eventualmente no animal pode ser aceito, dependendo do comportamento de cada galinha e se for umhábito introduzido desde cedo.

TEM RAÇÃO PARA ELAS?
Sim! A veterinária Ariane Parra ressalta que a alimentação baseada em ração específica é importante para manter uma nutrição adequada e as penas belas e saudáveis. “Aquirela e o milho, que normalmente as pessoas querem oferecer às galinhas, podem levar a quadros de desnutrição”, explica. Dessa forma, o ideal é optar pelas rações específicas para a espécie, vendidas em pet shops e lojas especializadas. Já a oferta de itens naturais, como legumes, folhas verde-escura, frutas, casca de frutas e legumes está liberada, de acordo com Ariane. Além disso, a águadeve ser trocada diariamente e estar sempre fresca e à sombra.

SAÚDE SEMPRE EM DIA
As galinhas e galos podem apresentar alguns problemas médicos ao longo da vida, como queda nos índices de cálcio, verminoses e piolhos. Ariane e Facklam apontam que o check-up veterinário anual, bem como exame das fezes a cada seis meses fazem parte da rotina para a saúde desse pet, e devem ser feitos com um profissional especializado em animais desse tipo.

Cadelinha Sabrina apareceu recolhendo garrafas pet no Rio Tietê, em São Paulo




Cadelinha Sabrina apareceu recolhendo garrafas pet no Rio Tietê, em São Paulo

Uma cadelinha chamada Sabrina chamou a atenção de milhares de pessoas ao ser flagrada recolhendo garrafas do Rio Tietê, em São Paulo. A pet vive há dois anos no canteiro de obras do Departamento de Águas e Energia Elétrica de São Paulo (DAEE), responsável pela limpeza do rio poluído na capital. Acostumada com a rotina de seus donos, a peluda aprendeu a fazer a tarefa. Mais consciente que muitos humanos, não?


segunda-feira, 8 de junho de 2015

Diferença entre miniaturas e anões


Pets pequenos podem ser anões. Entenda a diferença entre miniatura e nanismo


A miniaturização é um processo de seleção genética artificial feito pelos criadores de cães e gatos, em que os menores exemplares de uma ninhada são selecionados e cruzados entre si, na intenção de promover o surgimento de exemplares cada vez menores, os chamados minis. “Essa seleção acontece tanto na criação de gatos como na de cães e não proporciona necessariamente animais mais frágeis, já que essas miniaturas podem ser tão ou mais saudáveis que os exemplares maiores”, opina Alessandra.

Ainda segundo a veterinária, para saber se um cão apresenta ou não nanismo, é necessário realizar um exame que indica a quantidade de hormônio de crescimento. “Muitas raças consideradas pequenas, como o chamado Persa teacup ou Minipersa, apresentam quantidade adequada de hormônio e não são anões”, explica. Segundo Ricco, há uma grande diferença entre um cão micro e uma não. “Os microcães são pequenos, porém proporcionais. É considerado anão apenas o animal que possui membros atrofiados, portanto, desproporcionais”, conta.

Você sabia?
Segundo Alessandra Martins Vargas, da Endocrinovet, algumas raças têm propensão ao nanismo. “Pastor Alemão, Pinscher e Weimaraner são as raças mais afetadas. É uma doença rara, porém com mais continuidade em cães que em gatos”, revela.

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Jejum prolongado é perigoso para a saúde dos gatos



Na tentativa de estimular o pet a comer um alimento novo, muitos tutores insistem na oferta exclusiva da novidade até que o felino ceda à fome e a coma. Mas, segundo Yves Miceli, isso é um grande equívoco. “Alguns cães conseguem ficar sem comer por até três dias, porém, com os gatos não devemos deixar isso acontecer por mais de 24 horas, pois traz complicações sérias de saúde, como a lipidose hepática”, alerta.

O quadro é geralmente causado pelo jejum prolongado de felinos obesos.“Isso causa vômitos, anorexia e hepatite grave, sendo uma emergência veterinária”, complementa Luelyn Jockyman. O tratamento é de suporte, resumindo-se em fazer o gato voltar a se alimentar, quase sempre com uma passagem de sonda esofágica. Por isso, é muito importante encaminhar imediatamente ao veterinário qualquer gato que não esteja comendo.


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