sexta-feira, 5 de junho de 2015

Brasileiros têm 52 milhões de cães e 22 milhões de gatos, aponta IBGE - Ler matéria>>>



 44,3% dos lares têm pelo menos um cão e 17,7% têm ao menos um gato. PR é estado em que mais casas têm cão; dados se referem a 2013.

A Pesquisa Nacional de Saúde (PNS 2013), feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e divulgada nesta terça-feira (2), traz novos dados sobre animais de estimação nos lares do país. O instituto aponta que 44,3% dos domicílios do país possuem pelo menos um cachorro, o equivalente a 28,9 milhões de unidades domiciliares. Os dados se referem a 2013.
O IBGE estimou a população de cachorros em domicílios brasileiros em 52,2 milhões, o que dá uma média de 1,8 cachorro por domicílio que tem pelo menos um cão.
Mais cachorros que crianças
O dado mostra que, no Brasil, existem mais cachorros de estimação do que crianças. De acordo com outra pesquisa do IBGE, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), em 2013, havia 44,9 milhões de crianças de até 14 anos.
Esta é a primeira edição da PNS, levantamento que teve seus dados divulgados em dois volumes: o primeiro em dezembro de 2014 e o segundo nesta terça-feira. É a primeira vez, portanto, que o número de cães e gatos de estimação é medido com esta metodologia.
Os números indicam ainda que o Paraná é a unidade da federação em que mais casas têm cachorro: 60,1%. O Distrito Federal está na outra ponta da lista – 32,3% das residências têm pelo menos um cão.
Gatos
Em relação à presença de gatos, 17,7% dos domicílios possuem pelo menos um, o equivalente a 11,5 milhões de unidades domiciliares. Os piauienses são os maiores amantes dos gatos, já que há pelo menos um em 34,2% dos seus domicílios. O Distrito Federal, com 6,9% , é a unidade da federação em que menos lares têm gatos.
A população de gatos em domicílios brasileiros foi estimada em 22,1 milhões, o que representa aproximadamente 1,9 gato por domicílio que tem esse animal.
Vacina
A pesquisa indica ainda que 75,4% dos lares que têm cão ou gato deram a vacina no período de um ano antes da data da pesquisa. Isso significa que um em quatro desses animais domésticos não havia sido vacinado – a imunização contra raiva deve ser anual.
A PNS 2013 também divulgou dados sobre o acesso da população brasileira aos serviços de saúde.

Fonte: 

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Quando a diarreia da sua calopsita pode ser sinal de algo mais grave


É importante saber como é o aspecto normal das excretas da calopsita. As fezes de calopsitas saudáveis devem ter duas partes, uma verde e outra branca, e algum líquido que seria o correspondente à “urina” – parte líquida das excreções das aves.

Mudanças na dieta, como fornecimento de legumes ou frutas, podem mudar a aparência do excremento.

Em caso de dúvida, procure um veterinário especializado em aves para descobrir e tratar a causa da diarreia.

Conhecer o aspecto normal das fezes da sua ave pode parecer um tanto nojento, mas é fundamental para o proprietário saber se a saúde de sua calopsita vai bem. As aves possuem uma cloaca, por onde excretam as fezes e uma parte líquida, que poderia ser comparada à urina. Quando fornecemos algum elemento novo na dieta, como verduras, frutas ou legumes, o aspecto das fezes será diferente. Alface, tomate, abacate e brócolis são vegetais que causam diarreias nas calopsitas.


(Fezes de ave com aspecto normal
Acervo Pessoal)

As fêmeas que estiverem chocando também apresentam fezes em maior quantidade, e isso é absolutamente normal.

No entanto, se a diarreia ocorrer em sua calopsita, é sempre importante procurar um veterinário especializado em aves para diagnosticar o problema.

Podem ser necessários exames de fezes para ajudar a esclarecer a causa e somente o médico saberá qual a melhor forma de tratar em relação aos medicamentos e possíveis mudanças na dieta e no manejo.

(Imagem: Acervo pessoal)

A diarreia em aves pode ter diversas causas:problemas do trato digestivo e órgãos como o fígado e pâncreas e até mesmo de origem urinária.

Ainda, doenças infectocontagiosas causadas por bactérias ou protozoários podem ser os motivos das diarreias.

A coccidiose é uma doença causada por um protozoário. Causa diarreias com sangue, emagrecimento, perda de apetite e pode levar a ave à morte devido a grave inflamação causada no intestino.

Lembre-se sempre: para boa saúde de uma calopsita, a higiene é fundamental!

Fonte:


Diabetes em Gatos: Um dos grandes causadores do diabetes é a obesidade, algo muito comum em felinos. Por isso, uma alimentação equilibrada é fundamental para garantir a qualidade de vida do seu animal



Há dois anos, ao perceber que o gato Nico estava com as patas traseiras praticamente sem funcionar, o português António Costa, 33, levou o bichano ao veterinário. O diagnóstico preocupante veio rápido: o peludo estava diabético. O animal, que é uma mistura de Siamês com vira-lata, estava com 9 anos e magro, e tempos antes já vinha apresentando dificuldades para saltar para a cama ou sofá. Porém, António não desconfiou de nada. “Ele se alimentava super bem, mais do que o normal. E bebia muita água. Hoje, sei que são sintomas do diabetes”, conta o proprietário lusitano. De acordo com a especialista em felinos Mariane Brünner, gatos de todas as idades podem apresentar a doença, mas cerca de 20% dos diagnósticos são feitos em bichos com idade entre 7 e 10 anos e 55% depois dos 10. Ela comenta também que o diabetes está intimamente ligado à obesidade.

“O número de casos de diabetes em gatos tem aumentado nos últimos anos por causa da elevação dos índices de obesidade felina e do consumo de dietas com altos níveis de carboidratos”, explica a veterinária que atende no Hospital Veterinário Santa Inês (SP). 


Mas se bichanos obesos estão mais propensos a ter diabetes, por que Nico estava magro quando foi diagnosticado? A médica veterinária Carla Cattapan esclarece o fato explicando que, com o avanço da doença, os gatos tendem aperder peso mesmo, ainda que tenham aumento do apetite etambém da ingestão de água. 

Portanto, se seu bigodudo está acima do peso, é preciso ficar atento ao quanto de água e de alimentos ele está ingerindo no dia a dia. E, claro, as consultas regulares ao veterinário são uma das maneiras mais eficazes de prevenir a enfermidade e também de tratar seu gato diabético.

Entenda a doença
O diabetes é uma desordem hormonal que causa hiperglicemia, ou seja, a taxa de açúcar do animal fica maior do que o considerado normal. Isso pode acontecer de duas formas: ou o pâncreas não produz o famoso hormônio insulina, responsável por absorver a glicose do sangue, ou o órgão até produz, entretanto, o organismo responde menos à sua presença, o que a longo prazo desgasta as células produtoras de insulina, levando à incapacidade de produção do hormônio.

No primeiro caso, que é conhecido como diabetes tipo 1, o animal nasce com a doença e é dependente das injeções de insulina. Já no segundo (diabetes tipo 2), o mal é adquirido de algumas situações como sobrepeso, alimentação rica em carboidratos e/ou gordura, sedentarismo e inflamações crônicas – sintomas comuns entre gatos castrados, e por isso é o tipo da doença que prevalece entre os bichanos.

“Os principais sintomas do diabetes felino são semelhantes aos do diabetes em humanos: sede excessiva, fome excessiva (nas fases iniciais), aumento nos episódios e nos volumes de micção, perda de peso. Nas fases mais avançadas da doença, o animal pode apresentar desidratação, vômitos, apatia, andar encostando os calcanhares no chão”, alerta Mariane.
Gato
(Foto: iStockphoto)


Atenção ao peso
Para controlar o peso do gato, nada mais indispensável do que cuidar da alimentação dele. Assim, é possível conter os níveis glicêmicos, mantendo-os estáveis e evitando picos de glicose. Dietas com alto teor de proteínas e baixa concentração de carboidratos são as mais eficazes nos casos de obesidade. 

“Elas controlam a glicemia dos gatos diabéticos e promovem a perda de peso nos que estão obesos”, explica a veterinária Carla. Já em relação aos bichanos que já estão mais magros por conta da doença, o melhor é alterar a dieta conforme o ganho de peso. Assim que a balança atingir o número ideal, novas mudanças devem ser feitas no regime, sempre com acompanhamento veterinário.

Lembrando que cada gato é um animal diferente, ou seja, um caso novo. Sendo assim, a escolha da dieta deve ser feita dependendo das condições do paciente. É preciso moderar a quantidade de calorias nas refeições e, para isso, existem formulações especiais, com maiores teores de fibras e proteínas e menores de carboidratos. O alimento comercial é a melhor opção devido não só à sua praticidade. “As rações são completas e balanceadas, suprindo todas as necessidades do animal”, pondera Carla. A veterinária ainda adiciona que os nutrientes usados nas rações contribuem para o tratamento do diabetes.


Rotina é essencial 


Diferentemente dos cães diabéticos, os gatos não precisam ser alimentados apenas nos horários em que recebem a aplicação de insulina. As refeições devem ser distribuídas no decorrer do dia, de seis a oito vezes. Essa divisão é feita porque, no passado, os grandes felinos faziam diversas refeições ao longo do dia e os gatos domésticos ainda mantêm esse hábito. Além disso, a ação da insulina no organismo é constante. A quantidade de alimento varia e depende do peso do gato. “Apesar de ser necessário o controle da obesidade, ele tem de ser feito de forma lenta e gradual”, diz Mariane.

É comum que em uma mesma família exista mais que um gato. E pode ser que um deles seja diabético e os outros não. “O ideal é que o diabético receba sua alimentação em separado dos seus companheiros. Se isso não for possível, a recomendação é que todos os animais recebam a alimentação especial”, orienta a especialista. 

Se você possui um felino diabético, tenha em mente que o tratamento do diabetes é para a vida toda. “O gato deve ter acesso ilimitado a fontes de água e diversas liteiras espalhadas pela morada. O tutor ainda terá de administrar insulina por meio de injeções e deverá aprender a medir a glicemia de seu animal em casa, para melhor e mais fiel controle”, ressalta Mariane.

Para que o dia a dia do gato diabético seja bom para ele e para quem está cuidando, o indicado é que uma rotina seja estabelecida. “Oferecer as dietas específicas existentes para os gatos e não ceder a outros tipos de alimentação é a solução”, finaliza a veterinária Carla.

Revista Meu Pet/ Ed. 28

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Entenda tudo sobre os saguis: Os primatas caíram nas graças dos amantes de animais por seu pequeno tamanho e personalidade brincalhona




O sagui, um pequeno animal ágil e muitíssimo inteligente, é originário da América do Sul e América Central e pode viver bastante: até 18 anos bem cuidado em cativeiro. Considerado um dos menores primatas do mundo, medindo em torno de 30 centímetros de corpo e a mesma medida somente de cauda, o fofo peludo é realmente muito popular entre adoradores de animais. Porém, para se ter um sagui no Brasil, é necessário que seja adquirido em local (loja ou criadouro) registra do no IBAMA, sendo os animais microchipados e possuindo uma nota fiscal comprovando origem.

LAR DOCE LAR

Em seu habitat, o sagui tem uma infinidade de árvores e galhos para pular, uma grande característica sua. Portanto, é importante manter um viveiro o mais similar possível ao que ele teria na natureza. O cativeiro deve contar com uma árvore, plataforma se até balanços. O local deve ser limpo semanalmente. Apesarde seu tamanho, o animal precisa de espaço para saltar, se esconder e brincar. “Sempre gosto de dizer que, quanto maior o recinto, melhor para o bicho”, afirma o veterinário especializado em clínica médica e cirúrgica de animais silvestres Alessandro Bijjeni, da Exotic Pets Clínica Veterinária (SP). “Saguis vivem bem em gaiolas ou viveiros, mas é recomendado que o tutor solte o macaco em ambiente controlado para que possa se exercitar com frequência”, completa. Ambiente controlado significa que não ofereça riscos ao animal nem possibilidade de fuga. O uso de coleiras específicas para saguis ajuda nessa hora.

SAÚDE EM RISCO

É essencial que os donos tomem cuidados com a saúde do mascote, já que não existem vacinas comercialmente disponíveis para ele. Além disso, algumas doenças que são inofensivas aos humanos podem ser fatais para esses peludos.É o caso da herpes labial. Por isso, jamais ofereça nenhuma comida ou objeto que tenha tido contato coma saliva humana para os macacos.“Muitas pessoas possuem herpes bucal e nem sabem, por isso a recomendação”, enfatiza Bijjeni. Outro risco é a raiva, que pode tanto ser transmitida como contraída de outros animais. “O ideal é que o sagui não tenha contato direto com indivíduos da natureza, o que poderia ajudar no aparecimento de patologias”, afirma o especialista. Segundo ele, os saguis devem fazer uma vez por ano um check-up completo em uma clínica especializada. Já a vermifugação só deve ser feita após avaliação e constatação de parasitismo.





Sagui

(Foto: Shutterstock)


ALIMENTAÇÃO BALANCEADA

Os primatas podem sofrer problemas nutricionais, por isso, frutas e verduras são necessárias em sua alimentação. Entre elas, banana, manga, maçã, cenoura e beterraba. Legumes podem ser cozidos sem adição de tempero. Já os doces são vilões para os saguis, que desenvolvem diabetes facilmente. “Petiscos podem ser oferecidos como forma de bonificação, mas algo que realmente eles possam ingerir, como insetos adequados”, diz Bijjeni. Valelembrar que “o fato de um animal adorar um alimento não quer dizer que seja saudável. É importante que, desde o começo da sua criação, eles recebam uma variedadede alimentos ideais, para que o tutor consiga estabelecer um cardápio de qualidade”, completa. “Além disso, eles ingerem proteína animal na natureza. Em cativeiro, isso deve ser levado em conta”, afirma. Portanto, carne de frango cozida sem tempero e carne vermelha crua são opções, em pequenas quantidades, assim como queijo branco, ração canina e ovos cozidos.

COMPANHEIRO AMOROSO

Ser pequeno não significa, necessariamente, ser inofensivo. Como todo mascote, o temperamento do sagui depende da maneira como ele é tratado. “Se mantidos corretamente, costumam ser animais bem dóceis, mas podem se tornar um problema em caso de manejo inadequado,” diz Bijjeni. O veterinário não recomenda que sejam criados com outros pets. Apesar disso, eles são divertidos e aceitam carinho caso sejam acostumados. Brinquedos também agradam. “Principalmente os que estimulam a inteligência, como os que escondem petiscos. Os feitos com cordas geralmente são apreciados, pois eles gostam de escalar e se pendurar”, completa.

Veja todas as dicas para quem quer ter uma salamandra, esse peculiar e colorido anfíbio



Para quem sonha em ter um terrário em casa, a salamandra pode ser o bicho ideal



A salamandra-de-fogo, como é chamada a variação terrestre do anfíbio, é dotada de uma característica singular: a pele bicolor, preta com manchas amarelas que formam desenhos em todo o corpo do animal. Essa pigmentação funciona como uma impressão digital, semelhante à encontrada nos dedos de nós humanos. Além disso, essa peculiaridade capacita a salamandra a se camuflar perfeitamente na natureza. Com aparência pré-histórica e pouco conhecido no Brasil, esse pequeno animal (chega a 40 cm de altura) costuma assustar à primeira vista, mas, tomando alguns cuidados, pode ser criado como um exótico mascote. Ele ainda tem uma excelente vantagem em relação aos outros pets, que é o fato de viver até 20 anos em cativeiro. “A expectativa é maior do que na vida selvagem, pois o animal não enfrenta os riscos de conviver com seus predadores”, explica Ariane Parra, médica veterinária, especializada em animais exóticos, da Clínica Pet Exótico, em Campinas (SP).

Habitat em cativeiro 

Originária de locais úmidos, como as zonas centrais da Europa, essa espécie precisa ser criada em um ambiente similar. Uma boa opção são os aquaterrários. “São aquários formados por uma porção de terra firme, que pode ser cascalho ou musgo, e um pequeno lago”, ensina Ariane. Além da estrutura, o local deve ter altos índices de umidade do ar (70 e 80%) e baixa temperatura (15°a 25°C), pois as salamandras são pecilotérmicas, ou seja, adaptam sua temperatura de acordo com o ambiente.

Comida adequada

Segundo Ariane, na natureza, a salamandra se alimenta de pequenos insetos aquáticos, crustáceos e larvas de outros anfíbios. Para os animais que vivem em cativeiro, os donos podem oferecer ração específica para a espécie e alguns outros alimentos. “Casoos tutores não encontrem essa opção no mercado, podem dar pedaços de fígado, coração de galinha e polivitamínicos em pó para ajudar a enriquecer a dieta do pet”, complementa a veterinária. Nunca ofereça alimentos deteriorados, pois isso pode causar doenças na salamandra.

Salamandra-de-fogo

(Foto: Shutterstock)


De olho na saúde

A maioria das doenças que acometem esses bichos é relacionada a problemas de pele. “O animal pode apresentar alteração na pigmentação em algumas partes do corpo e contaminação por fungos”, alerta Ariane. Esses pets também sinalizam que estão doentes por meio de dois sintomas: a prostração e inapetência (falta de apetite). Para evitar problemas, leve o anfíbio ao veterinário periodicamente.

Atenção no manejo

Diferentemente dos animais domesticados, esses mascotes não estão acostumados à nossa manipulação, sendo o seu manejo complicado e perigoso para os mais desavisados. Sem falar do seu temperamento arisco e estrutura úmida e escorregadia, que tornam um verdadeiro desafio segurar as salamandras-de-fogo. Ou seja, elas estão longe de serem mascotes que necessitam de algum tipo de carinho ou que correspondem nesse quesito.

Como mexer no animal

Quando for preciso mexer no animal, Ariane dá uma dica: “O ideal é sempre usar luvas de borracha para que o bicho não escape e não apertar com muita força. Para não errar, prenda a cabeça do anfíbio entre os dedos indicador e anelar. Use o polegar para apoiar a região do abdômen, e a palma da mão na região dorsal”, explica a veterinária.

Todo cuidado é pouco

Quando se sentem acuadas, as salamandras podem liberar uma substância de textura pegajosa que é venenosa aos humanos. A toxina pode provocar convulsões musculares e elevação na pressão sanguínea. Por isso, após o manejo do mascote, faça uma higienização completa nas mãos e braços, e nunca leve a área de contato com o animal aos olhos ou à boca antes disso. Para evitar que essa liberação de veneno aconteça, fique atento à região do pescoço e superfície do dorso da salamandra, onde ficam as glândulas que liberam esse líquido perigoso. Para melhor identificação, procure a região mais colorida do animal.






Dicas de inverno para ajudar você e seu animal de estimação em tempo de frio.

Organismo dos animais domésticos sofre as mesmas alterações que os humanos no inverno.
Neste inverno, muitas partes do país vai experimentar condições climáticas que são muito difíceis para alguns animais de estimação. Mas apesar dessas condições , os nossos cães devem ir para fora por uma razão básica :

Eles precisam se exercitar.

Então como é que os donos podem lidar com essas condições de frio ?
Aqui estão algumas dicas de inverno para ajudar você e seu animal de estimação em tempo de frio.

Traga o seu animal de estimação para um exame de pré- inverno. Seu veterinário deve ver o seu cão duas vezes por ano para o bem de saúde e check-up. É boa época do ano para visitar o médico do seu cão e certifique-se que ele não tem quaisquer problemas médicos subjacentes que o torne mais vulnerável ao clima de inverno.

Por exemplo , cães artríticos sofrem mais com o tempo frio e pode se beneficiar de medicamentos anti-inflamatórios .

Cães com problemas urinários pré- existentes também se saem pior nos meses de inverno , o clima frio tende a provocar mais infecções da bexiga.


Seu veterinário pode detectar problemas como estes no início, ou impedi-los por completo, com um exame e trabalho de laboratório.

Preste atenção especial para animais mais velhos e aqueles com problemas médicos. Faz sentido que um animal de estimação com menos gordura corporal não possa suportar baixas temperaturas. Animais mais velhos perdem massa muscular e gordura corporal (como nós fazemos com a idade) , eles não podem tolerar muito frio.

Além disso, animais de estimação com problemas de saúde como diabetes, doenças cardíacas, ou deficiências da tireóide têm mais dificuldade de regular sua temperatura corporal.

Tome especial cuidado com animais de estimação que estão em maior risco de problemas de temperatura induzido.
É  preciso esclarecer o mito de que cachorro não sente frio porque os pêlos o protegem. Isso é completamente infundado. Cães sentem frio. Por isso, é necessários mantê-los longe de correntes de vento, da chuva ou do sereno. Além disso, deve-se colocar uma casinha no quintal ou arrumar uma cama dentro de casa, forrar com manta e não deixá-los diretamente no chão, especialmente os de piso frio. Tudo isso ajuda a aumentar a temperatura corporal dos animais. Para animais que têm pêlos curtos, uma ótima opção para mantê-los aquecidos é o uso de “roupinhas”.
Você pode agasalhar o seu animal de estimação para o clima. Independentemente da idade ou estado de saúde.
Durante o tempo seco e frio, proteger o seu animal de estimação é muito importante.

A alimentação do animal, aliás, deve mudar durante o inverno. “Se o animal não tiver tendência à obesidade ou problemas decorrentes dela, a oferta de alimento deve aumentar de 15 a 20%”. Para os passeios, são indicados os horários mais quentes do dia. Não se recomenda tirar o animal de casa durante os horários mais frios do dia.
A caminhada aumenta a circulação sanguínea do seu animal.

Não é saudável para seu cão ir muito tempo sem urinar ou defecar . Segurando a urina na bexiga por longos períodos pode levar a infecções do trato urinário. Evacuações atrasadas pode resultar em prisão de ventre, ou o problema oposto .... diarreia de colite induzida pelo estresse. Eliminação regular é fundamental para o conforto e saúde de seu animal de estimação.

Fique com o seu cão quando ele está fora . Ficar com o seu cão , enquanto eles estão fora pode ajudar a determinar quando é o bastante . Se você ficar com muito frio ao ar livre , você sabe que é hora de levar o seu cão para dentro. Se você absolutamente deve deixar seu cão fora , certifique-se que ele tem abrigo contra o vento e a chuva . 

Com um pouco de bom senso você e seu animal de estimação irá suportar os meses de inverno com segurança. E você pode desfrutar de um pouco de tempo extra com o seu animal de estimação ao ar livre.

Saiba o que pode significar a tosse em cães durante o frio




Cuidado com o frio! 


A tosse nos cachorros tem diversas causas. Pode indicar problemas de origem pulmonar ou uma gripe, comum em épocas com baixas temperaturas. Além disso, o alto índice de animais com gripe nos canis faz com que o vírus seja transmitido pelo ar ou por contato direto.O sintoma de tosse pode ainda estar ligadoa outras doenças graves, como insuficiência cardíaca ou tumor no pulmão. Por isso, é importante levar seu companheiro de quatropatas para uma consulta com um médico veterinário para realizar um exame apropriado. Mesmo que seja uma simples gripe, por exemplo, o especialista pode evitar que ela se transforme em uma pneumonia.

Fonte: