segunda-feira, 1 de junho de 2015

Vegetais ideais presentes no feno para os coelhos


Coelhos precisam comer feno! Saiba quais são os vegetais que devem estar presentes no emaranhado de plantas secas

Coelhos não só gostam como precisam comer feno. Nutritivo e fonte de fibras, o emaranhado de plantas secas ajuda a prevenir bolas de pelo e a manter os dentes saudáveis. Apesar de ser facilmente encontrado, é importante saber quais vegetais estão presentes no feno servido ao orelhudo. Segundo Walter Motta Ferreira, professor do Departamento de Zootecnia da Escola Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais, para animais de até um ano, é recomendado o composto de alfafa, rico em cálcio e gordura. Já os mais velhos podem optar por outros tipos de vegetais, visto que grandes quantidades de alfafa tendem a estimular a formação de cálculos renais, sendo prejudiciais aos animais.

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Como escolher a coleira ideal para o seu cachorro



Para cada porte físico, idade e até mesmo temperamento existe um tipo de coleira ideal. Pensando nesses diferentes pets, a adestradora Camila Rhani indica alguns modelos que vão deixar as caminhadas muito mais seguras:

GUIA SIMPLES
Para aqueles peludos que já estão acostumados com os passeios e não têm o hábito de fazer “cabo de força” com os tutores. Apenas tome cuidado, pois esse tipo de coleira pode machucar o pescoço do animal.

GUIA PEITORAL
Este modelo é o mais seguro para os animais, mas também aumenta a força do pet, pois o peito é onde ele tem mais força de tração. Por isso, é ideal para mascotes treinados a acompanhar o ritmo dos donos, ou para esportes como ciclismo.

ENFORCADORES

São indicados para os tutores que ainda estão treinando seus cachorros ou para aqueles que não conseguem dominá-los totalmente. Também são aconselhados para os cães mais bravos ou curiosos.

COLEIRA GENTLE LEADER
Essa coleira é recomendada para animais agressivos e agitados, que não conseguem ser controlados durante as caminhadas. Porém, os peludos agitados, ainda que mansos, também devem usar.

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domingo, 31 de maio de 2015

Como tratar o comportamento destrutivo dos cães







Muitos cães costumam morder os sapatos e roupas dos donos. Veja como tratar o comportamento destrutivo dos pets.




Cães precisam de ambientes interativos, principalmente nos momentos em que ficam sozinhos. Para driblar o problema, ofereça brinquedos que estimulem o comportamento de busca, como os liberadores graduais de petiscos, e reveze as brincadeiras semanalmente. Dificultar o acesso às suas roupas e sapatos também é recomendado, além de considerar a possibilidadede intensificar a rotina de passeios e brincadeiras diárias do seu melhor amigo.

VIDEO: Experimento feito em Los Angeles que funcionou perfeitamente para aliviar o estresse da população local!

Assista ao vídeo de um experimento feito em Los Angeles que funcionou perfeitamente para aliviar o estresse da população local!


Brincar com vários filhotes de gatinhos alivia o estresse? Se sua resposta foi sim, você vai adorar um experimento feito por uma agência em Los Angeles, nos Estados Unidos. Os publicitários convidaram alguns adultos que consideravam o seu nível de estresse altíssimo para meditar em uma caixa de acrílico. Depois que entrassem na caixa, um compartimento liberava vários filhotinhos aos poucos. E não é que a aparência de quem entrava lá mudava completamente!

Se você ainda ficou na dúvida, assista ao vídeo e comprove!





Revista Meu Pet/ 


O impacto de um cachorro no meio ambiente. Pets também consomem recursos naturais



Uma camionete ou um cachorro: você sabe qual deles mais consome recursos naturais? Os pesquisadores do Instituto Ambiental de Estocolmo, na Suécia, foram em busca da resposta e mediram a pegada de carbono(nome dado ao impacto causado no meio ambiente) de pets e veículos. A conclusão foi impressionante.

Um cão de porte médio tem uma pegada de carbono de 2 acres, enquanto a de algumas camionetes não passa de 1 acre. Isso significa que os peludos precisam de mais água, ar e terra (usada para plantar vegetais e criar animais que entram na fórmula das rações) para se manterem do que uma camionete requer para ser fabricada.

Compare as pegadas
No livro Hora de comer o cão: o guia verdadeiro para a vida sustentável (tradução literal), os autores Robert e Brenda Vale compararam a pegada de carbono de bichos e itens de consumo.


Veja o que eles descobriram:
Criar um peixe-dourado consome tantos recursos do meio ambiente quanto dois telefones celulares;
Um gato de estimação impacta a natureza tanto quanto um carro popular;
Dois hamsters utilizam tantos recursos naturais quanto uma televisão de plasma


Revista Meu Pet/ Edição 01

Lambeduras excessivas: quando a lambida vira uma compulsão, o corpo do pet sofre com feridas



Você sabia? Pesquisadores da Escola de Medicina Veterinária Cummings, da Universidade Tufts, em Massachusetts, descobriram que cães das raças Dobermann e Pinscher compartilham um gene responsável por desenvolverem transtornos compulsivos, como a lambedura excessiva.


Lambe-lambe dos gatos
Todo gateiro sabe que esses peludos de longos bigodes adoram se lamberpor horas. Apesar de ser uma atitude natural, os tutores devem ficar atentos a esse hábito, que, mesmo tão higiênico e instintivo, pode passar dos limites e se transformar em compulsão – nada agradável para o felino. A lambedura excessiva, geralmente, é uma resposta para a falta de estímulos e o estresse do pet. “Para minimizar esse problema, o ideal é oferecer encorajamentos, como brincadeiras, prateleiras pela casa para que o bichano possa se exercitar, além da mudança de postura do dono”, indica.

Fora essas atitudes, que podem ser resolvidas em casa, alguns gatos precisam de acompanhamento médico e até tratamentos medicamentosos quando o ato passa da conta. “Quando o animal apresenta falhas no pelo ou demora muito se limpando, esse pode ser um sinal de que não está bem”, aponta Naila Fukimoto, da Cão Cidadão (SP).

Procure um veterinário
Ignorar a ação obsessiva do seu melhor amigo não é a melhor saída para acabar com o lambe-lambe. Isso porque a estratégia pode causar mais estresse no bicho e intensificar a tendência, já que eles usam desse artifício para chamar a atenção dos donos quando acreditam que foram esquecidos. Portanto, caso os tutores decidam colocar em prática essa medida, pouco ortodoxa, a compulsão pode não só não acabar, como evoluir para um estágio mais grave.

Por isso, siga as nossas dicas de treinos simples e adequados, e não deixe de encaminhar seu mascote para um médico veterinário especializado em comportamento se suspeitar que o hábito incômodo não cessará tão facilmente assim.“Só um profissional capacitado pode estabelecer um tratamento, que envolve desde a mudança de postura dos donos do animal, como mencionado, até uma prescrição com a manipulação de remédios”, finaliza o veterinário especialista Mauro Lantzman.

Revista Meu Pet/ Edição 24


Texto Camila Rodrigues / Foto: Pinterest My Future/ Reprodução 

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Ortopedia veterinária: os ossos dos animais também precisam da ajudinha de um especialista!


Quem nunca torceu o tornozelo no futebol no final de semana ou caiu do salto enquanto caminhava? Quando se trata de ossos, qual especialista você procura? O ortopedista! Essa especialidade é tão importante para a saúde dos pets quanto para a nossa. "Para quebrar, basta ter ossos!"

Ossos quebrados, acidentes com atropelamentos e tombos: qualquer pet que tenha ossos, pode, sim, machucar-se ou ainda ter algum tipo de problema ósseo com o passar dos anos.

A ortopedia veterinária é uma especialidade reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária. Isso significa que para que um veterinário seja reconhecido como ortopedista ele deve ter realizado uma especialização na área, que demanda um treinamento especifico por no mínimo dois anos.

As cirurgias em ortopedia veterinária são cruciais para resolver condições como as fraturas. A traumatologia, que atende basicamente pacientes atropelados ou que sofreram acidentes, é definitivamente uma das maiores demandas dos ortopedistas veterinários.

Condições que não são resultantes de traumas, como o reparo de ligamentos rompidos, é tarefa do ortopedista também. A intervenção cirúrgica ortopédica pode resolver o problema, eliminando a dor e o incômodo.

Outras condições, como alguns tipos dedegeneração óssea e doenças da coluna veterbral, podem aparecer com o avançar da idade, são frequentes entre os cachorros e gatos e são potenciais motivos a uma consulta com um ortopedista veterinário, que pode procurar uma alternativa para aliviar a dor e trazer condição de bem-estar para o seu bichinho.


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