segunda-feira, 4 de maio de 2015

Chega de sapatos destruídos. Dicas para fazer o pet parar de morder e destruir suas coisas


Se o seu cão é cismado com seus objetos pessoais, a primeira lição é não brigar com ele, ensina Ricardo Nagamine, da Adestramento Argus.“Em seguida, tire o objeto de seu alcance e faça com que ele se ocupe com seus próprios brinquedos”,completa. Muitos cães, atacam os objetos pessoais do dono porque adoram novidades no ambiente.“Assim, para que ele abandone seu sapato, deixe outras novidades que chamem a atenção do cão em seu meio.” 

Há ainda outro motivo que pode levar o peludo a atacar o que não deve: o desejo de ter você mais perto dele. “Toda vez que o cão destrói um objeto, o dono aparece para dar bronca. 

Na maioria das vezes, o cão não entende que está sendo repreendido e continua como comportamento”, diz Nagamine, que ensina a maneira corretade “puxar a orelha” do cão:

 “Diga um ‘não’ firme, deixe ele entender que você não gostou do que ele fez e, em seguida, o ignore. Você pode apertar a nuca ou dar uma puxadana coleira para que ele entenda que ‘pisou na bola’”. Essas dicas valem para todos, inclusive os Labradores, experts na arte da destruição.

Gasto de energia diário

Segundo o médico veterinário Marcio Esteves, “a frequência e a intensidade dos exercícios variam conforme a raça, sexo, idade e saúde, principalmente do aparelho cardiorrespiratório e locomotor, do animal”. A seguir, veja as sugestões de Esteves para o tempo de gasto de energia - que deve ser dividido em dois turnos - em cada perfil de cão.

Buldogues: 40 minutos/dia

Cães pequenos: 60 minutos/dia

Médio porte: 80 minutos/dia

Grandes: 120 minutos/dia

Hiperativos: 120 minutos/dia

Fonte:

Câmara dos Deputados aprova projeto que aumenta pena para agressores de animais



Na última quarta-feira, 29, o Plenário da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 2833/2011, de autoria do deputado federal Ricardo Tripoli (PSDB-SP), que eleva as penas de crimes cometidos contra animais e das práticas práticas que atentam contra a vida, a saúde ou a sua integridade física deles. Atualmente, pela Lei Federal 9.605/98, crimes cometidos contra os animais são considerados, pela pena aplicada (três meses a um ano), de menor potencial ofensivo e, por isso, não permitem que agressores sejam punidos com prisão. Com a elevação das penas, os infratores deixarão de prestar serviços à comunidades, ou pagar cestas básicas, como forma de composição de dano, e poderão ser presos pelo cometimento do delito. 

O projeto cria tipos penais fundamentais para dar subsídio ao Poder Judiciário, visando efetiva punição de quem mata, abandona, deixa de prestar socorro, promove lutas e expõe a perigo a vida, a saúde e a integridade física de cães e gatos. Quem matar um cão ou gato estará sujeito à detenção de um a três anos (o texto original previa reclusão de cinco a oito anos). Se o crime for cometido com emprego de veneno, fogo, asfixia, espancamento, arrastadura, tortura ou outro meio cruel, a pena será aumentada em um terço.

Além disso, deixar de socorrer um cão ou gato em vias públicas ou particulares pode sujeitar o infrator à pena de detenção de um a três anos. O abandono de pets, um dos maiores dramas enfrentados na maior parte das cidades brasileiras, passa a ser punido com detenção de até um ano. Promover luta entre cães, a cruel rinha, pode levar o infrator à detenção de três a cinco anos. O projeto também inova ao estabelecer como crime o ato de “expor a perigo a vida, a saúde ou a integridade física de cão ou gato”, que pode ser punido com detenção, de três meses a um ano.

O Projeto de Lei 2833/2011 dá início a uma série de normas prevendo penas severas para vários tipos de condutas praticadas contra as diversas espécies. A elaboração da proposta contou com a parceria e colaboração da União Internacional Protetora dos Animais (UIPA) – Seção São Paulo. Agora, a proposta segue para apreciação no Senado Federal.



Fonte:

domingo, 3 de maio de 2015

Uma das doenças mais comuns nos cães é a dermatite causada por fungos e microorganismos

Fungos que causam problema de pele: Como proceder?


Uma das doenças mais comuns nos cães é a dermatite ou doença de pele. Os sinais clínicos são bastante variados, mas o pet pode apresentar queda de pelo, coceira, vermelhidão na pele, presença de pústulas, presença de crostas entre outros. É comum os proprietários logo acharem que o bichinho está com sarna. É natural que um leigo se confunda, mas ao mesmo tempo é muito importante saber que na grande maioria das vezes ele não tem sarna e sim uma dermatite causada por outros microrganismos.


Há diversos causadores de problemas de pele e um dos mais preocupantes é o fungo. Além de ele trazer danos para a pele do pet, na maioria dos casos, ele pode ser transmitido para as pessoas. Por isso, o cuidado precisa ser ainda maior. Afinal, ninguém quer os pets e a família doente, não é mesmo?


Como saber se meu cão está com fungo?

Para saber se ele tem fungos na pele que estão causando o problema, ele precisará ser examinado por um médico veterinário. Embora as lesões fúngicas tenham características que podem ser suficientes para o profissional chegar ao diagnóstico, muitas vezes, apenas o exame visual e clínico não são suficientes. Nesse caso, será feita coleta para encaminhar para um laboratório e descobrir qual é o causador, se é fungo ou não e se ele está associado ou não a uma bactéria.


Consigo perceber se meu animal está com fungo?

O pet com fungo causador de dermatite tem queda de pelo, na maioria das vezes forma-se um círculo sem pelo na pelo do cão, mas isso não é uma regra. A pele fica vermelha e em alguns casos, umas caspinhas podem ser vistas na região afetada.


A evolução da doença é rápida e a área sem pelo cresce e se espalha pelo corpo do bichinho com rapidez. Alguns cães ficam com a pele um pouco mais grossa e muitos têm coceira intensa.

Quais são os fungos que podem atingir meu pet?

São vários! O mais comum é um de nome Malassezia SP. Ele causa queda de pelo, muita coceira, hiperpigmentação na pele e vermelhidão. Quase sempre esse fungo vem acompanhado de uma bactéria ou de uma reação alérgica.


Outros que costumam prejudicar a pele dos pets também é o Microsporum sp e Trichophyton spp. Ambos são muito frequentes e para saber ao certo qual fungo ataca o cão é necessário um exame de cultura fúngica. O médico veterinário coleta a amostra da lesão e encaminha para um laboratório. O resultado demora alguns dias para ficar pronto, porque é necessário esperar o fungo crescer no laboratório para depois identificá-lo.

Caso realmente seja fungo, há cura?

Sim, há cura, porém o tratamento é longo e o proprietário precisará segui-lo a risca. O veterinário pode tanto indicar uma pomada ou spray local quanto um comprimido para tomar. Isso vai variar muito de acordo com o fungo encontrado, com o tamanho da lesão e com a idade do animal.


Se além do antifúngico o profissional receitar um antibiótico, não se assuste. Isso ocorre com frequência porque em grande parte das vezes o fungo vem acompanhado de bactérias e há a necessidade de tratar os dois juntos. Com cuidado e atenção. Logo ele ficará bem.


Por: Filipi S. A.

Fonte:

Alergias mais comuns nos animais: Sintomas, diagnóstico e tratamento


É muito frequente encontrarmos animais alérgicos?

Sim. Da mesma forma que os humanos, os cães e gatos são frequentemente acometidos de doencas alérgicas. Estima-se que entre 25 a 30% de todos os cães sofrem de alguma doença alérgica. As doenças alérgicas nos cães são a causa mais frequente de consultas nas clínicas veterinárias das grandes cidades.

Quais são as alergias mais comuns nos animais?

Em um país de clima tropical como o nosso, os alérgenos mais importantes são os fungos e bolores, seguidos de inalantes encontrados dentro das casas tais como: lã, algodão, juta/sisal, fumaça de tabaco, carpete e gramas das mais variadas. Em algumas regiões do Brasil, tais como o interior do estado de São Paulo e na região Sul do país, o alérgeno mais importantes é o pólem das árvores. Os alimentos são responsáveis por aproximadamente 10% dos casos de alergias.

Como saber o que está causando alergia no animal?

Descobrir as causas da alergia nos cães e gatos é muito fácil. Já existe no Brasil um teste que é feito com uma pequena amostra de sangue. Este teste verifica se o animal e alérgico para um painel de 90 substâncias. Nós já realizamos mais de 3.600 testes no Brasil desde o ano de 1992.

Se meu animal é alergico e ele cruzar, os filhotes serão alérgicos também?

As alergias tem um forte componente genético e ambiental. Nem sempre filhotes de pais alérgicos vão desenvolver alergias, mas a probabilidade existe e é bem elevada, embora o fator ambiental tambem seja responsável pelo desenvolvimento das alergias. É muito frequente encontrarmos proprietários de cães alérgicos também serem alérgicos. Isto tem uma relação direta onde o animal e o proprietário vivem.

A alergia tem cura?

Não! As alergias não têm cura. Elas podem ser controladas através de vacinas específicas, também conhecidas como IMUNOTERAPIA, que consiste em injetar no animal, de maneira gradativa, concentrações crescentes das substâncias às quais o animal é sensivel. Pode ser feito também o controle das doenças de pele que normalmente estão associadas às alergias.

É verdade que o animal alérgico que se coça o tempo todo pode vir a ter infecção de pele?

Sim, infecções de pele são os sintomas mais frequentemente encontrados nos animais alérgicos. Os animais, quando se coçam com as patas ou com a boca, abrem pequenas fissuras na pele, por onde entram bactérias. Estas bactérias se reproduzem nas camadas internas da pele, causando lesões, algumas delas bastante graves.

A grande maioria dos animais alérgicos é tratada com cortisona. Esse tratamento é eficaz?

Primeiramente, a utilização de cortisonas não se constitui em um tratamento, mas somente um paliativo para evitar os sintomas das alergias. Existem vários tipos de cortisonas ou corticosteróides. As cortisonas de curta duração, aquelas que são eliminadas do organismo em um curto período de tempo, podem ser utilizadas por períodos curtos para diminuir a coçeira. As cortisonas de longa duração, também chamadas de cortisonas de depósito (aquelas injeções de coloração branca aplicadas a cada 15 ou 30 dias de intervalo), não devem jamais ser utilizadas. Apesar de muitos profissionais no Brasil se utilizarem com muita frequência deste tipo de cortisona, não existe no mundo nenhuma indicação técnica para a utilização deste tipo de cortisonas para tratamento das alergias dos cães.

Quando se opta por um tratamento à base de cortisonas, o profissional deve alertar os proprietários dos riscos para a saúde do animal que estes produtos apresentam.

Como podemos tratar as alergias sem o uso da cortisona?

Existem várias alternativas para o tratamento das alergias dos cães e gatos sem a utilização das cortisonas. A principal delas é a imunoterapia, que consiste na aplicação de concentrações dos alérgenos sensíveis por um período de tempo que pode variar de nove meses até toda a vida do animal. As vacinas de alergia consistem em 3 frascos ampola contendo concentrações crescentes de alérgenos (substâncias que causam as alergias). Com a imunoterapia, o animal vai se tornando cada vez menos sensível aos alérgenos. Obviamente, a imunoterapia não deve ser o tratamento único, pois na grande maioria dos casos as alergias vem acompanhadas de várias doencas de pele, que precisam ser diagnosticadas e tratadas de acordo. Existem inúmeras doenças que podem ser confundidas com alergias.

Em quanto tempo podemos observar uma melhora no animal tratado com vacinas?

Aproximadamente 5 meses após o início do tratamento. Isto pode variar de paciente para paciente. Alguns animais começam a manifestar melhora no quadro após um mês, e outros podem demorar até 9 meses para começarem a melhorar.

Ele terá que tomar vacinas a vida toda?

Para a grande maioria dos pacientes a resposta é SIM! As alergias são disfunções imunológicas que devem ser acompanhadas durante toda a vida do animal.



Verminoses: Sintomas, Tratamento e Prevenção

Seu cachorro está com vermes. O que fazer?

Seu cachorro está com vermes? O que fazer.


Verminose é um problema muito comum em animais de estimação. A presença de vermes no cachorrinho pode causar diarreia, falta de apetite, emagrecimento entre outros diversos sinais. Até problemas cardíacos! Não se preocupe! Há maneiras de controlar e evitar que o seu pet adoeça por causa da verminose. 

Tipos de Vermes em cães

Os cães possuem os vermes chatos e os redondos. Há diferentes espécies que habitam o intestino, músculo cardíaco, fígado, entre outros órgãos dos animais. Dentre eles podemos destacar:

Cestóides (vermes chatos):

 • Taenia multiceps
 • Taenia pisiformis
 • Dipylidium caninum
 • Taenia ovis
 • Echinococcus granulosus
 • Taenia taeniaeformis
 • Echinococcus multilocularis
 • Joyeuxiella pasqualei
 • Mesocestoides ssp.
 • Taenia hydatigena
 Nematódeos (vermes redondos):
 • Ancylostoma braziliense
 • Ancylostoma caninum
 • Toxocara canis
 • Toxascaris leonina
 • Trichuris vulpis
 • Uncinaria stenocephala

Sintomas

Muitas vezes, o cão está cheio de vermes e não apresenta nenhum sinal que o dono possa entender como “doença”. Há até os que confundem aquela barriguinha gigante, muito comum nos filhotes, com “está gordinho”. Na verdade, ele provavelmente está é lotado de vermes! É isso mesmo! Aquela barriga enorme dos filhotes não significa uma boa alimentação e sim um pedido de socorro do organismo. Ele está cheio de vermes e precisa de ajuda para expulsá-los.

Além disso, há outros sinais frequentes, que podem vir sozinhos ou não:

• Diarreia;
• Muco nas fezes;
• Falta de apetite;
• Fraqueza;
• Desidratação (secundária a inapetência);
• Emagrecimento progressivo;
• Abdômen dilatado;
• Sangue nas fezes;
• O animal pode esfregar o bumbum na parede ou no chão;
• Fezes mole;
• Vermes nas fezes;
• Vomito;
• Anemia.

É importante lembrar que esses bichinhos, os vermes, se alimentam do que o pet está comendo, ou seja, se ele tem um quadro grave de verminose, a fraqueza virá secundária a ela. É muito importante que o socorro seja imediato e que o protocolo de prevenção seja feito corretamente. 

Tratamento

Se o animal começar a ser tratado sem que ele tenha sinal clínico visível, a administração de vermífugo, associado ou não a um polivitamínico, costuma ser o suficiente. Caso o pet já apresente sinais de desidratação, diarreia intensa, vômito entre outros, além do suporte de medicamentos que será feito em casa, receitado pelo médico veterinário, pode ser necessário internar o pet para hidratação venosa e controle dos sinais clínicos.

Cães de qualquer idade estão sujeitos a ter um quadro de verminose, quando o proprietário descuidar de sua vermifugação rotineira ou deixar de levá-lo para o check up feito pelo médico veterinário. Como em todas as doenças, a prevenção é o melhor a ser feito. 

Como prevenir

A ingestão de ovos de vermes pode ocorrer através do chão, das fezes de outros cães que o pet cheira, entre outros. É praticamente impossível fazer com que um cão saudável e que brinca e passeia com seu dono, nunca tenha contato com vermes. Para evitar um quadro de verminose, o proprietário deve seguir o protocolo médico veterinário de vermifugação. No geral, animais a partir de 45 dias de vida, devem tomar a primeira dose de vermífugos.

A repetição deve ser feita 15 dias depois e, de acordo com cada caso, o profissional irá estabelecer o restante do protocolo. Cães adultos também precisam ser vermifugados e a dose sempre deve ser repetida depois de 15 dias. No geral, os adultos devem receber vermífugos a cada 4 ou 6 meses, de acordo com o protocolo médico veterinário.

Há vários vermífugos e o profissional saberá indicar o melhor e mais seguro. Cães que vivem em cidades litorâneas, por exemplo, precisam de um tratamento diferenciado para evitar o verme do coração.

Amor, carinho e visitas frequentes ao médico veterinário evitarão que o pet sofra com a verminose.
Por: Filipi S. A.

Fonte:

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Identifique a doença do seu bicho pelos olhos


O cuidado com os animais não deriva apenas de uma carteirinha de vacinação em dia, de banho toda semana, água limpa, ração de ótima qualidade, carinho e amor. Você sabia que por estarem em constante contato com o chão, eles podem ter sérios problemas com as vistas?
A maioria dos problemas com os olhinhos dos bichinhos são os quadros inflamatórios de conjuntivite, às vezes causados por agentes irritantes, por xampus e até mesmo por causa de produtos de limpeza. “Por eles estarem com a cabeça muito próxima do chão, alguns produtos usados com frequência, podem ser os causadores da inflamação. Fortes odores podem trazer irritação a esses animais, até mesmo em toda a via aérea, e provocar espirro, tosse e a te a conjuntivite”, explica Luiz Artur Giuffrida, diretor do curso de Medicina da Universidade Guarulhos (UnG). Também pode acontecer de pequenos fragmentos de material inerte, pedaço de vegetal também causarem irritação na face interior das pálpebras nos animais.
Soluções

Segundo Giuffrida, não há um tratamento para ser feito em casa, ou uma solução imediata para estes tipos de caso. O mais coerente é correr para a primeira clínica veterinária, de preferência onde haja especialistas em oftalmologia, e deixar que estes profissionais cuidem do bichinho.
E na hora de lavar o local, use apenas soro fisiológico. E o importante é lembrar sempre de irrigar a solução no olho do animal, sem passar nada que abafe ou que irrite, como algodão ou gaze.
Os sinais

Conheça algumas atitudes dos animais que podem identificar como infecção na região dos olhos:
Lacrimejamento;
Secreção amarela;
Mucosa dos olhos avermelhada
Espasmo da pálpebra;
Olho sempre fechado;
Manchas ou pacificações nos olhos, na córnea ou na esclerótica (parte branca do olho);

Fonte: Portal Armário Feminino

Gatos: loucos por água corrente