segunda-feira, 13 de abril de 2015

Como ajudar seu cão idoso a lidar com as dores da idade




Cegueira, surdez e incontinência urinária são condições comuns na velhice canina. Conheça dicas que você pode seguir para tornar a vida do seu cão mais tranquila

Ao perceber mudança de comportamento do animal, o primeiro passo é levá-lo ao veterinário (Foto: reprodução)

Para um cachorro idoso, os sinais do tempo não são uma fórmula matemática, e assim como em nós humanos, ninguém sabe ao certo quando eles vão chegar.

Pode ser que um dia você perceba que o seu cachorro não está escutando e enxergando tão bem quanto antes, ou que ele simplesmente não está mais tão disposto a se exercitar e agora não vê a hora de tirar uma boa soneca.

Sempre que você perceber que a saúde do seu cão está deteriorando, o primeiro passo é levá-lo ao veterinário. Por meio de um check-up de rotina, muitas doenças podem ser descobertas ainda em seu estágio inicial, o que aumenta as chances de tratamento.

Nesse momento, o auxílio do dono é crucial para acalmá-lo e auxiliá-lo a atravessar a velhice com o máximo de dignidade e tranquilidade. Mesmo nas doenças que o seu veterinário não pode efetivamente curar, o seu papel ainda é importantíssimo para garantir um ambiente confortável. Lembre que o cachorro dedicou toda a sua vida sendo companheiro e amando-o.

Conheça algumas situações comuns associadas à velhice e o que você pode fazer para amenizar:

Cegueira: Manter o ambiente com o mínimo de mudança diminui as chances do seu cão de bater nos lugares e se machucar, já que ele está andando em um local familiar. Fazer uma grande alteração no layout dos móveis pode ser um pesadelo para ao seu cachorro que já está batalhando para se achar.

Surdez: Para o seu cachorro que não tem escutado tão bem, o contato pode se tornar um problema. Principalmente encontros repentinos podem deixá-lo apavorado, já que ele não previu a chegada da pessoa. Avise a todos que convivem com ele sobre o problema e evite surpreendê-lo.

Com os cães que não são totalmente surdos, você pode bater palmas para chamar sua atenção. Para os que são totalmente surdos, dar uma passada mais forte causa uma vibração no chão que pode ser sentida pelo animal.

Incontinência Urinária: Pode acreditar que a incontinência do seu cão o irrita muito mais do que a você. Leve-o para fazer suas necessidades antes do momento de dormir e sempre deixe a passagem aberta para que ele possa levantar e urinar, já que ele não pode segurar muito.

O uso de tapetes higiênicos e absorventes na cama e fraldas caninas podem ser um auxílio para a situação.

Fonte: Portal do Dog, 

adaptado pela equipe

Gato se prepara para completar 30 anos e se tornar o mais velho do mundo




Felino sueco está prestes a superar oficialmente
seu rival do Guinness que alcançou 24 anos


Ele vive com a dona, Åsa Wickberg, em uma fazenda de Karlskoga (Suécia). Em 1985 o bichano foi encontrado abandonado por ela e, logo em seguida, foi adotado. Atualmente, perto de completar 30 anos, Missan pode ser reconhecido pelo Guinness World Records como o gato mais velho do mundo.
Na mais recente edição, o livro dos recordes registra que o título de mais velho pertence a Poppy, um gato britânico de 24 anos, que faleceu em junho de 2014.
Apesar da idade, de acordo a proprietária, Missan tem apenas alguns problemas nas costas e rins, fazendo com acredite que ele vai superar sua própria marca. “Li um artigo sobre outro gato que era supostamente o mais velho do mundo, e pensei: o meu é mais velho!”, afirma Åsa.
Em “anos humanos” Missan teria cerca de 133 anos.
Fonte: O Globo e Gadoo, adaptado
pela equipe

Infecções e envelhecimento podem causar surdez nos pets


Ignorar os comandos de voz, latir menos, não notar a chegada dos tutores ou agir com surpresa e agressividade quando é tocado são alguns sinais do problema

Embora a perda auditiva em cães aconteça de forma gradual, os tutores nem sempre conseguem notar quando aparecem os primeiros sinais de que o mascote está desenvolvendo o problema. “O mais comum é que as alterações só sejam notadas quando estas se agravam”, explica a Dra. Carla Berl, diretora do Hospital Veterinário Pet Care. “Se tiver alguma suspeita, o tutor deve procurar um médico-veterinário para avaliar o animal. é importante identificar a possível causa do problema e, principalmente, se o animal não tem outras alterações”.

Os principais fatores ligados à perda auditiva são herança genética e outras doenças. “As infecções crônicas de ouvido, causada por fungos e bactérias, e infecções virais, como cinomose, estão entre as causas mais comuns dos quadros de surdez nos pets”, alerta a médica-veterinária. “O problema também pode estar ligado às doenças comuns em cães idosos, como a Sindrome Cushing, que atinge a produção de hormônios”, completa. Há ainda os pets que nascem com a deficiência. “Surdez congênita não é tão incomum para cães de raça pura como Dálmatas ou outras raças como Boston Terrier, Dachshunds, Collies, Bull Terrier e Pastor de Shetland e alguns SRDs. Gatos brancos e com cores de olho diferentes, um olho azul outro amarelo, por exemplo, também têm mais predisposição ao problema”, explica.

Segundo a veterinária, alguns medicamentos também podem provocar alterações significativas na audição dos animais. “Certos medicamentos podem causar surdez em cães por danificar a estrutura do ouvido. Os antibióticos aminoglicosídeos, em particular, podem ser prejudiciais em doses elevadas e quando os tratamentos são administrados por um longo período”, explica. “Um cão com esses medicamentos devem estar sob os cuidados de um veterinário”, conclui.

A Dra. Carla Berl lembra ainda que também entram na lista de fatores de risco para o surgimento do problema os acidentes e traumas. “Um acidente vascular cerebral ou uma pancada forte também podem lesionar nervos e ocasionar a surdez”, comenta.



Como identificar o problema
A médica-veterinária ensina que a maneira mais eficaz de identificar as alterações auditivas dos pets é prestar atenção às mudanças de comportamento. “Ignorar os comandos de voz, latir menos, não notar a chegada dos tutores até que estejam no campo visual ou agir com surpresa e agressividade quando é tocado são alguns dos sinais que podem indicar a presença de problemas auditivos”, lista Carla.

Também é possível fazer testes para saber se está tudo bem com a audição do pet desde filhote. “A melhor maneira de testar a audição é selecionar um barulho que os filhotes não conhecem, como o som agudo de um apito”, explica a diretora do Pet Care. “Coloque o animal em ambiente tranquilo e deixe que ele reconheça o novo espaço. Quando o pet estiver focado em você peça para que alguém emita o som, fora do alcance visual do animal. O cão que escuta vai procurar de onde vem o som e o animal surdo continuará a olhar para você como se nada tivesse acontecendo”. A simples movimentação das orelhas indica que o animal está escutando.

Mas é necessário esperar 25 dias após o nascimento para fazer o procedimento, pois, neste período, todos os cães escutam pouco. “O conduto auditivo está se abrindo e somente por volta dos 14 dias de vida é que os ouvidos se abrem e o animal pode começar a perceber os sons”, completa Dra. Carla.



Como educar um cão surdo
Normalmente, os cães são educados com elogios e repreensão verbal. O cão é auditivo e olfativo e aprende muito com a entonação da voz humana. Em casos de animais surdos, o tutor terá que aprender ensiná-lo de outra forma. “Como o cão não pode ouvir o elogio verbal, o ideal será usar sinais com as mãos (treinamento visual) que poderá se tornar o principal meio de comunicação entre o dono e o cão surdo”, explica a veterinária.

Além dos recursos tradicionais (movimentos com as mãos), o tutor poderá usar lanternas para se comunicar durante a noite, ou ponteiras de laser, pois é muito mais brilhante que a luz normal e pode alcançar até 100 metros a noite. “Ao brilhar a ponta de laser na frente do cão, ou em uma parede, o tutor pode atrair a atenção do cão, mas nunca direcionar nos olhos do animal, pois pode causar desconforto ou lesar a retina”, finaliza Dra. Carla.

Fonte:

sábado, 11 de abril de 2015

COMPORTAMENTO: Gatos possuem uma natureza comportamental diferente dos cães





Eles podem ser inquietos, brincalhões ou manter certa independência, mas o que todos os gatos possuem em comum é a necessidade de uma atenção especial que garantirá a sua saúde e bem-estar, assim como de toda a família. Com hábitos peculiares, os gatos possuem natureza comportamental diferente dos cães, por considerar o ser humano como um parceiro de seu convívio social, ao contrário dos cachorros, que mantém a família como uma matilha. Justamente por ter esta característica, os felinos precisam ser conquistados por seus proprietários desde a sua chegada ao lar.

Independente de ter sido adotado, comprado ou ter sido presenteado, a socialização do animal precisa ser iniciada logo que ele começa a conviver com a família. “Os gatos costumam demorar alguns dias para se adaptar a novos ambientes, portanto, é importante deixá-lo circular à vontade em sua chegada para permitir que ele conheça o local e se sinta seguro. 

Após a adaptação do animal, você pode começar a delimitar as áreas em que o gato não poderá ter acesso e é extremamente importante manter recipientes com água fresca em diferentes locais da casa, além do felino ter fácil acesso à ração e a caixa higiênica, que deve estar sempre limpa. Forneça sempre utensílios e brinquedos que possam estimular a prática de exercícios e a diversão do gato, afinal eles adoram novidades”, afirma o Dr. Carlos Alberto Geraldo Júnior, Professor Mestre de Clínica Médica de Pequenos Animais das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU) e veterinário da Clínica Vet Master.

A instalação adequada do animal não deve ser a única preocupação dos proprietários. Comum em gatos, as verminoses podem ser ameaças para o animal e toda a família, desta forma, a prevenção é a melhor solução. Os nematoides (vermes redondos) Ancylostoma sp. e Toxacara cati são considerados os de maior incidência e ocorrem quando o animal ingere larvas ou ovos presentes no ambiente.

 Entre os chamados cestódeos (vermes chatos) o mais comum é o Dipylidium caninum, que ocorre quando há a ingestão acidental das pulgas que são hospedeiros intermediários desse verme. “Os vermes intestinais são parasitas que, quando adultos, instalam-se no sistema digestório e causam manifestações clínicas como apatia, diminuição do apetite, emagrecimento, vômitos, diarreia, que pode ter ou não presença de sangue, anemia e alterações na pelagem. A intensidade e a gravidade de tais manifestações clínicas irão variar entre os animais parasitados, mas estão diretamente relacionadas com alguns fatores como o grau de parasitismo, idade (onde os mais jovens e idosos são mais predispostos), condição imunológica, tipo de alimentação e associação com outras doenças pré-existentes” , afirma o Dr. Carlos Alberto.

A vermifugação deve ser um ato incorporado à rotina de cuidados com o animal de estimação para minimizar os riscos de transmissão. Aos humanos, o parasita Ancylostoma spp. pode causar a larva migrans cutânea conhecida popularmente como ‘bicho-geográfico’, que caracteriza-se pela penetração da larva do verme na pele, formando lesões sinuosas que se assemelham a um mapa, causando muita coceira. Já no caso do Toxocara spp., o verme pode causar a larva migrans visceral e se alojar em diferentes partes do corpo humano. Os sintomas podem variar de dores abdominais, náuseas, vômitos, tosse e febre, até o estrabismo, diminuição da visão e cegueira, caso haja alojamento da larva em tecidos oculares. A infecção ocorre pela ingestão acidental dos ovos do verme, que pode ocorrer a partir do contato com o solo ou objetos contaminados (mãos levadas à boca). A Dipilidiose ocorre quando uma pulga contendo o verme Dipylidium Caninum é ingerida acidentalmente.

Para proteger o animal e, consequentemente toda a família, é importante que o gato receba um vermífugo tópico de amplo espectro como o Profender® SpotOn®, da Saúde Animal da Bayer HealthCare, que oferece a praticidade em sua aplicação, pois em um tratamento único elimina os nematoides e cestoides nas formas adultas e larvais, não sendo necessário repetir a dose após 15 ou 30 dias. Profender® SpotOn® pode ser utilizado por gatas prenhes, em lactação e filhotes a partir de oito semanas de idade, com peso acima de 0,5 kg, sendo a sua aplicação realizada na região da nuca do felino, que pode receber a vermifugação logo após o banho, com os pelos secos.

A avaliação para verminoses é realizada por um veterinário, que apoiado por exames parasitológicos nas fezes do felino, faz o diagnóstico. “É importante ressaltar que, em um ambiente com a presença de mais de um gato, todos devem ser vermifugados ao mesmo tempo, não somente o animal doente, pois o local se torna contaminado e pode servir como fonte de infecção para aqueles que estão sadios”, explica o Dr. Carlos Alberto.

Fonte:

CÃES: Questões comportamentais para termos uma convivência saudável com eles




Os cães são amigos de estimação maravilhosos e merecem todos os cuidados. Para que possamos ter uma convivência saudável com eles é importante conhecermos algumas questões comportamentais.

Todos os cães domésticos, Canis familiaris, descendem do lobo que vive em matilha. A matilha é uma unidade social que tem uma organização, que tem regras sociais baseadas principalmente na hierarquia, ou seja, no líder ou dominante, e nos submissos. O líder, que é chamado de líder alfa, também pode ser um casal alfa; estes resolvem as divergências com sua autoridade para que haja mais harmonia na matilha.

Cada vez mais os cães são considerados membros da família. Para o cão, a família humana será a sua "matilha" e nela ele procurará encontrar um líder, ou um dominante. Assim, o melhor é que o proprietário faça o papel de "dominante", uma vez que é ele quem deve orientar o comportamento do animal dentro da família, impondo os limites. O cão terá em seu dono a imagem de "líder da matilha".

O comportamento do cão pode ser estudado sob diversos aspectos. Para conhecer melhor seu amigo, destacamos algumas classes do comportamento canino:

Comportamento social
  1. O Período Neonatal vai desde o nascimento até a abertura dos olhos. Nesse período o comportamento resume-se a mamar e dormir.
  2. O Período de Transição começa com a abertura dos ouvidos e o filhote começando a perceber os ruídos.
  3. O Período de Socialização inicia-se após o período de transição, com três semanas de idade, e termina com aproximadamente 12 semanas. É uma fase muito importante, pois o filhote começará a interagir com o que há ao seu redor, ou seja, com pessoas, com outros animais e com objetos.
  4. O quarto, e último período, é o Período Juvenil, que vai de 12 semanas de vida até a maturidade sexual.
  5. A "terceira idade" é um capítulo especial do cão geriátrico, uma vez que, nessa fase da vida, o cão é mais vulnerável a todo o tipo de stress, por isso também merece todo amparo e compreensão.
Comportamento comunicativo
Os cães comunicam-se de duas formas: verbal e não verbal. A comunicação verbal, ou comunicação vocal, corresponde a uma diversidade de sons, como latidos, gemidos, grunhidos, uivos, silvos, rosnados, choros, entre outros. O latido se inicia entre a 2ª e a 4ª semana de vida, dependendo da raça. A comunicação não verbal corresponde às posturas e os movimentos do cão.

Comportamento alimentar

Inicia-se com o recém-nascido ingerindo leite. Com 4 semanas de vida os filhotes começam a ingerir alimentos semissólidos. Os cães desenvolverão preferências, utilizando-se do olfato e do sentido da gustação, dependendo do que lhes seja oferecido durante o seu desenvolvimento. O proprietário deve aconselhar-se com o Médico Veterinário sobre a alimentação mais adequada e deve estar atento a quaisquer distúrbios gastrointestinais e do crescimento.

Para entendermos melhor o cão, além das classes de comportamento citadas acima, devemos também conhecer as particularidades de seu comportamento sexual, comportamento de eliminação, comportamento de locomoção, de agressão e o higiênico.

A convivência com o cão nem sempre é isenta de dificuldades, às vezes está sujeita a desentendimentos. Os distúrbios de comportamento vão de agressividade com os próprios donos, ao ato de pular nas visitas, passando por componentes de ansiedade e medo.

O proprietário disposto a exercer a posse responsável, a dedicar amor e carinho ao seu animal de estimação, deve procurar informar-se sobre as necessidades dele. O filhote, ao ganhar um lar, deve aprender desde pequeno a ter limites e cabe ao dono ensiná-lo corretamente.

Desejando orientações sobre o comportamento de seu animal de estimação, procure o apoio de um profissional especializado.


Algumas curiosidades sobre os cães:

  1. Os cães lambem a água e a língua enrolada para trás funciona como uma concha para levar água à boca.
  2. Quando o cão fica ofegante, o faz para amenizar o calor e equilibrar a temperatura corporal.
  3. Em geral os machos pesam cerca de 10% mais que as fêmeas da mesma raça.
  4. O cão nasce com os olhos e ouvidos selados fisicamente.
  5. Os cães da raça Basenji, de origem africana, são os únicos que não latem e gostam de subir em lugares altos, como os gatos.
  6. Os cães da raça Greyhound, conhecidos cães de corrida, podem atingir a velocidade de 70 km por hora.
  7. O cão foi uma das primeiras espécies de animais a serem domesticadas.

Fonte:

Revirar Lixo: uma mal que deve ser corrigido com um NÃO firme




Os cães adoram revirar a lata de lixo, mesmo tendo um lar, alimento e carinho, ou seja, mexer na lata de lixo não é comportamento somente dos cães de rua que fazem isso por não terem onde e nem o que comer. Os animais que mexem na lata de lixo a acabam comendo algo que não devem podem vir a passar mal.

Para evitar o comportamento do cão, primeiramente é necessário observar o que leva o animal a ter determinado comportamento: a fome ou apenas um manifestação comportamental. Assim, o dono deve observar a alimentação dada ao cão, e ficar atento à qualidade, frequência oferecida e quantidade. Outros fatores que influenciam no comportamento são as verminoses, que absorvem os nutrientes essenciais para o animal, o que ocasiona o déficit nutricional, fazendo com que o animal tenha mais fome.

Se não for detectada nenhuma anormalidade em relação à saúde (verminoses) e se a quantidade de alimento a ser oferecida é o suficiente, o animal deve ser corrigido com um não firme, seguido de uma recompensa. O lixo também deve ser mantido longe do animal. No mercado também existe um produto que inibe o ato de lamber e morder, um tipo de spray que é aplicado em móveis e objetos costumadamente atingidos pelos animais.


Fonte:
Shop Veterinário

Comportamento Animal: Cães e Gatos, uma relação bastante amistosa


A condição que vai determinar se duas espécies diferentes podem dividir o mesmo espaço físico e a mesma casa é a sua posição na cadeia alimentar. A relação amistosa depende muito de instintos básicos de sobrevivência. Podemos dizer que animais que pertencem ao mesmo patamar na cadeia alimentar podem conviver pacificamente e sem problemas.

O mesmo não acontece entre espécies de patamares diferentes como é o caso de gato e pássaro, gato e peixe, gato e hamster (roedores), cão e coelho etc. Mesmo assim não é raro vermos essas espécies convivendo harmoniosamente e em cumplicidade.

O mais comum hoje em dia é o cão e o gato dividindo o mesmo ambiente, ou seja, duas espécies que ocupam o mesmo espaço na cadeia alimentar. Na verdade, se forem criados juntos desde filhotes não teremos problema algum. O mesmo não ocorre quando tem idade diferente, principalmente um gato mais velho e um filhote de cão.

Geralmente o gato, por ser um animal de hábitos solitários, não aceita esse filhote. Já o cão, por ser um animal que vive em grupo (matilha), mesmo quando mais velho, geralmente aceita um filhote de gato facilmente. Quando os dois são filhotes a aceitação é imediata.

As fêmeas mais velhas podem aceitar os mais jovens como filhos, mesmo independente da raça e espécie, principalmente se não forem castradas, quando o instinto materno aflora.

Mesmo com idades diferentes, podemos fazer com que a aceitação seja facilitada e que tenham uma convivência pacífica, se respeitarmos as particularidades das espécies e se mantivermos separados por uns dias.

Como cão e gato tem o sentido da audição e olfato muito desenvolvidos, mesmo quando estão separados em ambientes distintos, ambos sabem da presença um do outro e com o tempo eles vão se acostumando. A aproximação visual deve ser gradativa, apresentando um ao outro ainda no colo do dono e sempre respeitando o ambiente do animal mais velho.

Eles têm senso de domínio de território e isso deve ser respeitado sempre. O animal mais novo deve ter um comportamento de respeito pelo território alheio e por isso a apresentação e liberação dos ambientes devem ser gradativas. O que vemos com maior frequência é uma convivência pacífica e muitas vezes de cumplicidade.

Na verdade não existem regras fixas para essa convivência e quais espécies podem conviver juntas, mas o bom senso deve prevalecer sempre nessa escolha. Muitas vezes temos surpresas boas em espécies diferentes e ruins em animais da mesma espécie. Devemos levar em consideração também a índole do animal, a raça escolhida e características da personalidade deles.



Fonte: