sexta-feira, 10 de abril de 2015

Meu cachorro pode comer queijo?


Cachorro pode comer queijo? Proprietários de cães podem ficar na dúvida quando pensam em oferecer algum tipo de queijo aos seus pets. Muitos cães adoram o sabor do queijo, especialmente os queijos amarelos, com gosto e cheiro mais marcantes. Mas será que o queijo é um alimento seguro para cães? Para responder a esta pergunta, vamos primeiro falar um pouco sobre os benefícios que o queijo pode trazer para a alimentação do seu cachorro
O queijo pode ser uma boa fonte de proteína para o seu cão. É também um alimento que fornece vitaminas e minerais, como por exemplo o cálcio, vitamina A, vitaminas do complexo B e ácidos-graxos essenciais. Mas será que os benefícios que os queijos trazem à alimentação do seu pet são motivos suficientes para introduzir esse alimento na sua dieta?

É importante saber que, assim como os seres humanos, muitos cães podem apresentar intolerância à lactose. Cada cão pode apresentar ou não algum tipo de intolerância aos derivados do leite, e isso deve ser analisado com cautela a cada caso. Mas, para respondermos a questão inicial deste artigo a resposta é: sim, cachorro pode comer queijo, desde que em quantidade moderada, e de vez em quando. O consumo excessivo de queijo pode causar distúrbios digestivos no seu cachorro. O tipo de queijo mais indicado para o consumo canino é o queijo cottage, que pode ser uma excelente fonte de proteína e pode ainda auxiliar no tratamento de um cão convalescente ou com enjoo.


Determinar a quantidade certa de queijo que seu cão pode comer, ou o nível de tolerância que ele apresenta em relação a esse alimento pode ser difícil e acaba por tornar-se um processo de tentativa e erro. Lembre-se que para cães intolerantes, uma superdosagem de qualquer derivado de leite pode causar problemas digestivos, como flatulência, distensão abdominal ou até mesmo diarreia ou constipação. Todos esses problemas são causados aos cães intolerantes porque eles não conseguem digerir a lactose. Alguns cães também podem ter dificuldade em processar o elevado teor de gordura contida em alguns tipos de queijos, em especial os queijos amarelos, como por exemplo o queijo prato ou a mussarela. É muito importante saber que, mesmo que o seu cão não tenha problema algum quando consome queijo, ainda assim a quantidade oferecida deve ser moderada. O motivo de limitar a ingestão de queijo a uma quantidade pequena é que os cães não conseguem digerir uma quantidade grande de queijo de uma só vez.

Qual a quantidade de queijo que um cachorro pode comer?

Como nem todos os cães são completamente intolerantes à lactose, caso você queira oferecer a ele este tipo de alimento, vai ser necessário testar os limites de consumo de produtos derivados de leite. Seja cauteloso nesse processo, nunca ofereça uma quantidade grande de queijo sem saber se ele é ou não intolerante, e lembre-se que os cães de pequeno porte devem receber porções realmente pequenas. Se ele não se sentir mal depois de comer um pedaço de queijo, você pode continuar a oferecer uma pequena porção ocasionalmente, como uma guloseima, mas sempre em pequena quantidade para não prejudicar o seu sistema digestivo. Apesar de não ser um alimento que possa ser considerado tóxico para cães, a ingestão em grande quantidade vai, no mínimo causar uma dor de barriga e diarreia.

Dica: uma coisa interessante sobre o queijo, é que se o seu cachorro não demonstrar uma forte intolerância à lactose, um pedaço desse alimento pode ajudar bastante na hora de dar remédio. Se o seu cão está com alguma enfermidade e o veterinário prescreveu algum tipo de remédio em cápsulas ou comprimidos, vai ficar bem mais fácil administrar esse remédio escondido em um delicioso pedaço de queijo.


Fonte:
Cachorro pode comer isso?

Primeiros socorros em cachorros: O que deve ser feito em uma emergência


Os primeiros socorros, como o próprio nome diz, referem ao primeiro procedimento a ser feito momentos depois do acidente. é normalmente utilizado em pacientes com risco de vida, para que seja feita a estabilização e, em seguida o animal possa ser encaminhado imediatamente a uma clínica ou hospital, ou seja, a um local onde seja feita uma assistência devida. Essa prática, no momento crítico, é de suma importância, pois na maioria das vezes que o paciente não recebe os primeiros socorros adequados, chega a óbito.

Os primeiros socorros, não necessariamente, ocorrem quando o animal corre risco de morte. Até mesmo numa queimadura ou numa perfuração, é de suma importância que seja feita a estabilização. Ao contrário dos seres humanos, os animais, mesmos os mais mansos, reagem de forma mais violenta no momento de dor. Por conta disso, ao se aproximar de qualquer animal lesionado, é necessário cautela e equipamento para a segurança de quem for ajudar.

No momento da aproximação do cão, é importante que se coloque uma focinheira de imediato, ou se não tiver, improvise com um cadarço de calçado. Isso poupará você e o pet de inconvenientes. Como dito anteriormente, o cão quando está com dor, reage de forma agressiva mordendo até mesmo os tutores. Depois de imobilizar o cão, é necessário observar se há alguma hemorragia no corpo do animal, cortes profundos, como também alguma fratura aparente.

Depois de uma breve avaliação do animal, é necessário estabilizar o quadro para que seja levado a uma clínica veterinária. Os principais acidentes em cães que necessitam de primeiros socorros, são:
Queimaduras: Esse caso é bastante encontrado em acidentes domésticos, mas também pode acontecer de forma proposital, quando executado por malfeitores. A conduta que o tutor deve tomar de imediato é lavar a queimadura com água corrente e limpa, não aplicar sabão, gelo ou água fria e se possível cobrir o ferimento com pano limpo.

Fraturas: Esse caso é bastante encontrado em atropelamentos. Nessa situação é indicado imobilizar o local fraturado com algo fixo, como: tábua ou papelão. Em caso de fratura exposta, cubra-o com pano limpo e leve imediatamente à clínica veterinária. é importante ressaltar que jamais tente por o osso no local, pois agravará o quadro.

Cortes: é importante que o corte seja lavado com água limpa, e em seguida, pressionado com um pano limpo a fim de parar o sangramento. No momento que for levar o cão à clínica, manter a lesão coberta para que não haja infecção.

Em casos de cães com parada cardiorrespiratória, ou seja, a parada do batimento cardíaco e da respiração, é importante que seja feito uma manobra de emergência. Por isso, a rapidez no atendimento é fundamental, devendo o animal ser socorrido antes de completar 20 minutos, sob alto risco de óbito.

Em qualquer caso, leve o pet imediatamente à uma clínica. Os primeiros socorros dão uma estabilização no quadro clínico, até que o animal chegue a um médico veterinário. Não tente tratar em casa, isso pode custar a vida do cão.

Por: George Augusto von Schmalz Portella de Macedo

Ocupação: Acadêmico de Medicina Veterinária

Contato: george_medvet@hotmail.comFonte: Portal do Dog

CALOR E SECA - A prática de esportes, hidratação, queimaduras, parasitas oportunistas etc

Hidratação
]
Troque com frequência a água da vasilha, para que esteja sempre fresca e disponível. Como não possuem glândulas sudoríparas, cães e gatos costumam desidratar mais facilmente que os humanos. A cena do bichinho deitado, com barriga no piso frio, explica o fato.

Com apenas 10% de perda de fluidos corporais, eles já podem desidratar. Os sintomas são perda de elasticidade da pele, letargia, perda de apetite, olhos fundos, focinho, boca e gengiva secas. Atenção especial para os gatos, principalmente, que não ingerem tanta água e, por causa disso, podem desenvolver problemas renais.

Em passeios ou viagens mais longas, não se esqueça de oferecer água e comida ao animal. As caixas de transporte costumam esquentar também, se ele for permanecer tempo confinado, faça paradas para o animal andar e se refrescar.
 
A mídia sempre traz casos dramáticos de pais que esquecem os bebês no carro durante essas temperaturas mais altas. Os cães e os gatos também não devem ficar no carro à espera do tutor. Eles podem desidratar facilmente nessas situações.  

Queimaduras

O chão quente pode queimar as patinhas dos animais durante os passeios, por isso o ideal é levá-los para caminhar em horários alternativos durante o verão. O ideal é antes das 10h00 e depois das 16h00, quando a calçada já não está tão quente e o sol mais fraco. 
As queimaduras podem acontecer naquela parte que chamamos de almofadinha das patas (coxim). De acordo com a veterinária Karina Mussolino, da Pet Center Marginal, são ferimentos complicados para tratar que apresentam em formatos de bolhas, rachaduras e feridas, além de causar dor. Por ser uma região sensível e de atrito, a cicatrização é complicada e com tendência a infecções.

“Animais que ficam expostos por muito tempo no sol podem desenvolver câncer de pele. Um dos sintomas iniciais é uma vermelhidão na pele (dermatites solares). As regiões mais afetadas pela radiação solar constituem o focinho e as extremidades das orelhas. Animais mais claros são as principais vítimas, coma as raças Whippet, Staffordshire Terrier Americano, Boxer branco, entre outros”, informa.



Converse com o veterinário que poderá indicar um protetor solar específico para pets. Não se deve usar os produtos feitos para humanos, pois eles podem causar graves alergias.

Se o seu gato é mais branquinho, o aconselhado é pedir orientações do veterinário responsável. Gatos gostam de ficar ao sol e também correm riscos em relação aos tumores de pele.

Prática de esportes

Assim como nós, os pets não se transformam em atletas de uma hora para outra. Antes de levá-los para correr, o tutor deve fazer um check-up completo no animal. Cães, principalmente os mais velhos, podem ter doenças cardíacas, um dos sinais da doença é a tosse seca e falta de ar após um simples esforço. Nesses casos, exercícios mais puxados podem matá-lo com um infarto.

Já os cães obesos não podem correr com seus tutores sem avaliação médica. Isso porque assim eles costumam sobrecarregar ligamentos e colunas, desenvolvendo sérios problemas ortopédicos.

Nem todos os animais sabem nadar, contando cães e gatos. Por isso, é importante olhares atentos do dono quando levarem seus bichinhos a lugares com piscina.

Caso gostem de nadar, como é o caso do Labrador e do Golden Retriever, o cuidado com os ouvidos se faz necessário. Como canal auditivo fica abafado e molhado, os cães podem desenvolver otites. Além de dolorosas, se não tratadas devidamente, eles podem levar à perda de audição.


Sombra e água fresca 
 
Se o animal fica muito tempo sozinho no quintal ou na varanda, fora da casa ou da parte interna do apartamento, certifique-se para que tenham um lugar fresco, onde não bata sol, para que possam se proteger do calor e das chuvas de verão. é importante que tenham a opção de um lugar com sombra, distante dos raios solares para se abrigar.

O aconselhável é que o animal tenha um piso frio, com os azulejos do banheiro e da cozinha, para poder deitar esparramado – uma forma instintiva para se livrar do calor e baixar a temperatura corporal.

Parasitas oportunistas 

As temperaturas altas representam ambiente ideal para a proliferação de pulgas e carrapatos. A maioria dessas parasitas está no ambiente, não em outros animais, como em cachorródromo, a casa de um amigo, o hall do apartamento e até o pet shop. é importante saber que a hipersensibilidade à picada de insetos é a causa mais comum das alergias em cães. 

A pulga, além de provocar os processos alérgicos, transmite verminose para cães e gatos. Nos bichanos especialmente transmite também o Mycoplasma, um parasita do sangue, que vem sendo estudado como provável carreador de outras doenças e vírus. Em grandes infestações, as pulgas causam anemia. 

Já a Erlichiose e babesiose, que são popularmente conhecidas como “doença do carrapato”, causam a destruição de células sanguíneas. Os sintomas são febre, apatia, falta de apetite e ate a morte. 

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Ajude-nos adotando um animal de estimação!



A carinha é irresistível. A companhia é agradabilíssima. A amizade deles não tem preço. E só quem já adotou um animal de estimação sabe o quanto este ato é de valor inestimável.


Porém, antes adquirir um animal de estimação, considere que eles também dão despesa e trabalho. 


Se você tem a intenção de adotar um, analise os pontos abaixo e veja se está pronto para ter um bichinho:

- Ter tempo para eles é fundamental. Afinal os animais de estimação também precisam de amor e atenção.
- Lembre-se das despesas com vacinas, vermífugos, produto anti-pulgas e gastos inesperados com emergência veterinária.
- O animal deve ser alimentado com ração de boa qualidade para garantir crescimento e desenvolvimento saudáveis.
- Não esqueça: educá-los para que façam as necessidades no local certo leva tempo.
- Quando você for viajar, quem vai ficar com seu animal?
- O tempo de vida de um cão ou gato é, em média, 15 anos. Lembre-se de que os cuidados com o animal é para a vida toda.

Apesar do trabalho, ter um bichinho de estimação é tudo de bom, e todo esse trabalho torna-se recompensador.

Entre em contato conosco que nós temos um bichinho para você.

CENTERVET - 4784-2759

Sarcoptes, Demodex e Otodectes: O perigo invisível do ácaro para seu pet



Como pode um pequeno ser, invisível aos nossos olhos, causar tamanho estrago nos pets? Pois então, os ácaros são um perigo para os bichinhos e os transtornos são muitos. E se está calor então, os ácaros ficam bem mais ativos.

E olha que dependendo do tipo de ácaro, temos uma disseminação maior nos meses mais quentes. Ainda em março, por exemplo, há relatos de muitos casos. 


 Odor forte?

O cheiro forte que muitos donos sentem – e relatam como insuportável – pode ter ligação indireta com o ácaro.

Se surgirem infecções secundarias, podemos ter um odor muito forte por causa de uma levedura que cresce nas lesões. Ela pode causar um cheiro mais forte. 

Alguns sinais que podem indicar que seu cãozinho está com ácaro

perda de pelo sem motivo;
sangramento de várias escoriações na pele e fissuras;
casquinhas na pele;
ficar mordendo entre os dedos da patinha;
pele avermelhada;
pele inchada e;
odor desagradável

Lembre-se de que todos os cães possuem uma quantidade de ácaros em seu corpo, como qualquer animal. O surto acontece quando o sistema imunológico canino está fraco e não consegue repelir a multiplicação de ácaros.





Sarcoptes Scabiei


Demodex canis



Existem três tipos mais comuns: sarna demodécica, causada pelo ácaro Demodex canis, sarna sarcóptica, causada pelo ácaro Sarcoptes Scabiei e sarna otodécica, causada pelo ácaroOtodectes cynotis.

Os Riscos
A Sarna Sarcóptica ou Escabiose (ácaro Sarcoptes scabiei), perfura a pele de cães e gatos formando túneis, provocando muita coceira e algumas vezes infecção da pele. É altamente contagiosa e pode acometer os humanos.

A Sarna Demodécica ou Sarna Negra (ácaro Demodex canis), é microscópico e normalmente está presente na pele canina saudável, próximo aos folículos pilosos. É uma doença que depende de fatores como estresse, estado imunológico e genética. Estes fatores desencadeiam o aumento do número destes ácaros levando a lesões com queda de pelo e vermelhidão da pele.

Por fim, a Sarna Otodécica ou Sarna de Ouvido (ácaro Otodectes cynotis) fica na superfície da pele dos condutos auditivo se alimentando de restos celulares. Causa coceira intensa, balanço de cabeça e arranhões nas orelhas devido as coceiras. A confirmação do diagnóstico de sarna deve ser feita pelo Médico Veterinário, pois existem doenças com sintomas semelhantes.


Tratamento e Prevenção
Em caso de suspeita de sarna procure um Médico Veterinário para que seja feita uma avaliação e orientação quanto ao tratamento adequado. O diagnóstico é feito com um exame simples chamado "raspado de pele" para observar no microscópico a presença dos ácaros.
Sarna Sarcóptica ou Escabiose

Como ela é contagiosa entre animais e seres humanos, evite o contato com o animal infectado até que sua saúde se restabeleça após o tratamento, acompanhado pelo Médico Veterinário.

Deve-se utilizar luvas para manipular o animal doente. Recomenda-se lavar os tapetes, panos e roupas utilizados por esses animais com água quente.
Sarna Demodécica ou Demodicose

É hereditária, ou seja, transmitida pela mãe aos filhotes. Quanto mais cedo o diagnóstico, mais rápida será a recuperação evitando uma infecção de pele grave. Quanto mais o diagnóstico e tratamento forem adiados, mais demorada será a recuperação do cão.

A Sarna Demodécica não é contagiosa para humanos, não tem cura no animal, mas tem tratamento e controle. O animal, sob acompanhamento do Médico Veterinário, pode levar uma vida normal.
Sarna Otodécica ou Sarna de Ouvido

É contagiosa entre animais, recomenda-se separar o cão doente até sua cura. Mesmo após a cura, o cão pode se reinfestar quando entrar em contato com outro animal que estiver com a sarna otodécica.




Pets estão entre as reclamações mais comuns de convivência nos condomínios


Os animais de estimação estão entre as reclamações mais comuns de convivência nos condomínios, por isso é importante manter o regulamento atualizado para evitá-los e solucioná-los. “A quantidade de pessoas que têm pets em apartamentos aumentou muito nos últimos anos e o barulho, circulação em área comum e os animais exóticos fazem parte do maior número de reclamações”, explica a coordenadora do Conselho de Síndicos do Secovi-PR, Siomara Freitas Kaltowski.

“Quando o síndico começa a ouvir reclamações diferentes, uma dica é realizar uma assembleia com os moradores para achar as soluções. Assim é importante a participação dos moradores em todas as reuniões para poder mostrar seu ponto de vista”, afirma Siomara.

Com relação aos gatos, Siomara conta que a instalação de redes de segurança nas janelas ou sacadas são essenciais, principalmente, nos andares mais baixos, para evitar que os animais passeiem pela área comum. “O morador tem direito a ter seus animais de estimação, há até jurisprudências sobre o tema, mas é importante lembrar, por exemplo, de regras comuns, como a de não deixar os animais frequentar sozinhos as áreas comuns.”

Segundo a coordenadora, há condomínios que já estão debatendo a possibilidade de moradores terem animais peçonhentos e lagartos como pets. “Os gostos por animais exóticos também devem ser abordados nessas reuniões, pois uma cobra que, eventualmente, fuja do domicílio pode causar uma grande confusão”, alerta. “Todos devem lembrar-se de que o bom senso é primordial para resolver qualquer impasse”, afirma.


Fonte:
Paranashop

Check-up é a melhor forma para identificar doenças em animais idosos



A idade vai chegar para todos, inclusive para o seu animalzinho de estimação. E é nessa fase que o cuidado deve ser diferenciado. Por isso, um check-up e o acompanhamento constante do médico veterinário são fundamentais.

Segundo a médica veterinária do Hospital Veterinário Pró Vita Rhéa Cassuli Lima dos Santos, os problemas mais comuns nessa fase são doenças crônicas como a insuficiência renal e cardíaca, doenças endócrinas como o diabetes, as neoplasias e doenças articulares. “Embora também possam acometer pacientes jovens, essas doenças tendem a se agravar com o avanço da idade. Raças diferentes costumam ter problemas típicos que aparecem mais com idade avançada”, explica Rhéa.

Existe uma diferença no processo de envelhecimento dos cães de diferentes portes. Cães de pequeno porte costumam ter vidas mais longas e são considerados idosos a partir dos oito anos de idade. Os cães de maior porte podem ser considerados idosos a partir dos seis anos de idade. Com a evolução dos cuidados é comum atendermos cães com cerca de 20 anos de idade.

O check-up ainda é a melhor opção para identificar e tratar as doenças nos pets idosos. “O diagnóstico precoce permite que essas doenças sejam tratadas antes que se agravem. Além do exame físico existem exames que podem ser feitos para monitorar o funcionamento do organismo mesmo antes das manifestações clínicas das doenças”, acrescenta a médica veterinária.

Outro ponto importante nessa fase é cuidar com a alimentação dos animais idosos. Eles têm necessidades nutricionais diferentes, que variam entre cada animal por fatores internos e externos. Lembrando que a ração adequada deve ser indicada apenas por um médico veterinário. “Os diferenciais das rações para animais idosos vão desde o formato e tamanho das pellets, passando pela consistência e textura, e a formulação própria balanceada para as necessidades específicas dos animais idosos”, finaliza Rhéa.

Se o seu pet está na “melhor idade”, fique atento a qualquer sinal diferente e não se esqueça de que nessa fase os cuidados e o carinho são essenciais!

Fonte: Paranashop