O Governo Federal libera R$ 2, 7 bilhões para que os sertanejos tenham melhores condições de conviver com a seca.
Antecipação do Garantia-Safra: o benefício de R$ 680,00, divididos em cinco parcelas, já começou a ser pago a agricultores familiares, nos municípios que aderiram ao programa e que perderam ao menos 50% da produção. Lojistas, setores da indústria, além dos produtores rurais, também já contam com linha de crédito especial no Banco do Nordeste, com juros baixos e prazo de pagamento de até 10 anos, que disponibiliza R$ 1 bilhão para a economia da região. A Operação Carro-pipa conta com mais de 3 mil veículos para levar água às áreas e cidades mais afetadas. Construção de 111 mil cisternas para armazenar água dos caminhões-pipa e das chuvas. Até o final do ano, serão 290 mil cisternas construídas. O Bolsa Estiagem paga, aos agricultores familiares que não aderiram ao Garantia-Safra, R$ 400,00 divididos em cinco parcelas, desde que: - residam em municípios em situação de emergência ou estado de calamidade pública; - possuam renda familiar mensal média de até dois salários mínimos; e - tenham inscrição no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal e Declaração de Aptidão ao Pronaf, que podem ser feitas a qualquer momento. Venda balcão, pela Conab, de milho para ração animal com preço subsidiado. A venda destina-se a agricultores de municípios que enfrentam dificuldades com a estiagem prolongada. Os benefícios já começaram a ser pagos nas agências da Caixa. Para saber mais sobre o Garantia-Safra e o Bolsa Estiagem e suas datas de pagamento, informe-se na prefeitura, no sindicato do trabalhador rural ou nas empresas de Assistência Técnica e Extensão Rural do seu município. |
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
Enfrentamento aos efeitos da seca. Confira a participação do Ministério da Agricultura no combate à seca
MEIO AMBIENTE: Dia Mundial da Água 2015 celebrará o desenvolvimento sustentável
Justamente no ano em que se encerra a Década da Água - 2005 - 2015, proclamada pelas Nações Unidas, muitos países do mundo - e particularmente o Brasil, finalmente se dão conta que a água é um recurso finito. E extremamente valioso.
Infelizmente, em nosso país, foram a seca prolongada e o iminente risco de falta d’água em diversas cidades que fizeram com que governantes e população encarassem esta realidade.
Durante esta década, a cada ano a UN-Water (agência da ONU que coordena ações em assuntos sobre água doce e saneamento) escolhe um tema para ser debatido internacionalmente. Este ano, quando este ciclo se fecha, Água e Desenvolvimento Sustentável dará o tom de encontros e discussões.
O mesmo tema também será celebrado no Dia Mundial da Água, 22 de março. A data é lembrada mundialmente desde 1993, depois de recomendação feita por especialistas, reunidos na Conferência da ONU para o Meio Ambiente, Eco-92, no Rio de Janeiro.
Água é um bem essencial para que o planeta enfrente os desafios das próximas décadas. Com o aquecimento global, recursos hídricos serão ainda mais fundamentais para que a produção de alimentos possa atender a população global, que deverá chegar a 9 bilhões de habitantes.
Outro grande problema que ainda faz parte do dia-a-dia de milhares de pessoas no mundo é a falta de acesso a saneamento básico e água potável. Mas antes de tudo, será necessário fazer com que ela não falte através de uma gestão hídrica maisconsciente e sustentável. Afinal, sem água, não há vida.
Cães e gatos podem viajar no país sem a necessidade da Guia de Trânsito Animal (GTA)
Em viagens aéreas ou rodoviárias, cães e gatos transitam no País sem a necessidade da Guia de Trânsito Animal (GTA). É obrigatório, porém, o porte de atestado de saúde, emitido por um médico veterinário inscrito no Conselho Regional de Medicina Veterinária.
Para as demais espécies de companhia, como aves, coelhos, furões ou iguanas, é exigida a GTA, expedida por veterinário habilitado pelo Ministério da Agricultura ou pelo órgão executor da defesa sanitária nos estados. No caso de espécies silvestres, é necessária autorização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama).
Para o transporte de animais entre países é preciso obter o Certificado Zoossanitário Internacional (CZI), emitido pela autoridade do país de origem ou de procedência do animal. O CZI deve estar em conformidade com as exigências sanitárias do país de destino.
Como levar seu cão ou gato para o exterior
O trânsito de cães e gatos entre países exige algum documento emitido pela autoridade veterinária do país de origem e aceito pelos países de destino, que ateste as condições e o histórico de saúde do animal de estimação bem como o atendimento às exigências sanitárias do país de destino. No Brasil, os documentos utilizados para essa finalidade são o CVI (Certificado Veterinário Internacional) e o Passaporte para Trânsito de Cães e Gatos que são expedidos pelo Serviço de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), órgão vinculado à Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) do MAPA.
Cada país tem requisitos específicos para autorizar o ingresso de cães e gatos no seu território. É muito importante que o proprietário planeje com antecedência a viagem do seu animal para ter tempo suficiente de atender todas as exigências do país de destino, o que às vezes pode requerer alguns meses.
É responsabilidade do proprietário do animal procurar se informar sobre as exigências junto à embaixada/consulado do país de destino. Nos links abaixo você encontra uma lista com os principais destinos e suas exigências sanitárias.
Para saber onde emitir o Passaporte de cães e gatos ou o CVI, consulte a Divisão de Defesa Agropecuária (DDA) da Superintendência do seu Estado.Clique aqui para saber o endereço da SFA mais próxima. Para levar o seu animal com você na próxima viagem, siga os passos abaixo:
1. Uma vez definido o país de destino, leve ao Médico Veterinário de seu animal os requisitos, obtidos junto ao consulado ou embaixada de cada país, para que ele avalie e emita, quando for o caso, um certificado que ateste que seu animal de estimação cumpre com cada uma das exigências do país para onde você vai viajar. Disponibilizamos, como forma de facilitar a consulta, uma lista com os principais destinos e seus requisitos, entretanto recomendamos fortemente que os mesmos sejam confirmados com as autoridades do país de destino, pois eles podem ser alterados sem aviso prévio.
2. Imprima e preencha o Requerimento de Fiscalização para Animais de Companhia.
3. Caso tenha interesse em obter um passaporte para seu animal e o mesmo se encontrar apto a tal (conforme disposto na IN 54/2013), imprima e preencha o Requerimento para Concessão de passaporte para Cães e Gatos.
4. Após obter todos os documentos requeridos e preencher os formulários necessários, contate a Divisão de Defesa Agropecuária (DDA) mais próxima para agendar uma entrevista para concessão do documento de viagem do seu animal de estimação.
Programe-se para que a entrevista ocorra entre 10 e 2 dias da data da viagem, de modo que imprevistos não impeçam seu animal de embarcar com você. Sugerimos contatar a DDA com, no mínimo, 30 dias de antecedência, uma vez que o atendimento APENAS ocorre com agendamento prévio.
Países que aceitam o Passaporte para Trânsito de Cães e Gatos do Brasil
Países que aceitam o Passaporte para Trânsito de Cães e Gatos do Brasil:
‐ Países membros (Estados Parte) do MERCOSUL: Argentina,Paraguai,Uruguai e Venezuela
Requerimentos sanitários de cada país para receber cães e gatos estrangeiros:
Clique no país de interesse e confira o documento em PDF com as exigências necessárias para viajar com tranquilidade.
quanto à aceitação ou não do passaporte para cães e gatos brasileiro.
Versão 1/2014 – 19/02/2014
Abandono de animais aumenta 70% durante as férias
O descanso de final de ano, por conta das férias, é sempre muito esperado e comemorado pelas pessoas, mas vários animais não têm motivo algum para festejar nesse período.
Levantamentos feitos pelas ONGs Suipa, do Rio de Janeiro, e Arca Brasil, de São Paulo, apontam que o número debichos abandonados aumenta cerca de 70% nas férias. Isso porque muitos donos querem viajar no período, mas não podem levar os animais de estimação e não têm com quem deixá-los.
Sem dinheiro para hospedar os bichos em hotéis especializados, acabam optando por abandoná-los dentro de casa - sem cuidados como comida, água e higienização - ou mesmo na rua.
Os dados da Secretaria de Defesa dos Animais da capital fluminense também chocam. Segundo a instituição, o número de cães e gatos deixados em abrigos cresceu, aproximadamente, 340% em novembro, em comparação com os meses de março a outubro. Normalmente, essas entidades recebem cerca de 28 animais a cada 30 dias.
Vale lembrar que abandonar e maltratar animais é crime, previsto no artigo 32 da Lei Federal 9.605/98 de Crimes Ambientais. A punição é detenção de três meses a um ano, além de multa. E mais: caso o bicho abandonado morra, a pena do criminoso pode aumentar de um sexto a um terço.
Se presenciar qualquer tipo de maus tratos a animais, denuncie. A queixa pode ser feita nas delegacias comuns ou especializadas em meio ambiente. Também é possível denunciar para o Ministério Público ou para o Ibama.
Os dados da Secretaria de Defesa dos Animais da capital fluminense também chocam. Segundo a instituição, o número de cães e gatos deixados em abrigos cresceu, aproximadamente, 340% em novembro, em comparação com os meses de março a outubro. Normalmente, essas entidades recebem cerca de 28 animais a cada 30 dias.
Vale lembrar que abandonar e maltratar animais é crime, previsto no artigo 32 da Lei Federal 9.605/98 de Crimes Ambientais. A punição é detenção de três meses a um ano, além de multa. E mais: caso o bicho abandonado morra, a pena do criminoso pode aumentar de um sexto a um terço.
Se presenciar qualquer tipo de maus tratos a animais, denuncie. A queixa pode ser feita nas delegacias comuns ou especializadas em meio ambiente. Também é possível denunciar para o Ministério Público ou para o Ibama.
A importância da desparasitação externa dos animais
Neste sentido, torna-se indispensável a utilização de antiparasitários, inclusive em meios citadinos, devendo existir um especial cuidado com a repetição da administração do produto, garantindo assim uma proteção contínua.
Os parasitas externos podem ser divididos em duas classes, a Insecta, onde se inserem as pulgas, piolhos, moscas e mosquitos, e a classe Arachnida que inclui as carraças e os ácaros. Apesar de um gato doméstico não apanhar parasitas, tão facilmente, como um animal vadio, existe sempre uma probabilidade de ocorrer infestação, uma vez que o ser humano, com acesso ao exterior, pode funcionar como um vetor de transmissão.
Existem diversos antiparasitários no mercado, que podem ser utilizados periodicamente ou regularmente, contudo, o método mais eficaz e de maior facilidade de aplicação denomina-se “spot-on”, mais conhecido por pipetas. Deve ser feita a aplicação do produto (apenas algumas gotas), na retaguarda do pescoço do animal, todos os meses. Na maioria destes produtos, o pequeno felino não deve ter contacto com água nos dois dias anteriores e posteriores à aplicação, para garantir os resultados.
O medicamento utilizado deve ter sido adquirido, o mais recentemente possível, já que este tipo de produtos é constantemente actualizado, devido à capacidade de resistência e adaptação dos parasitas. É extremamente importante que não sejam utilizados antiparasitários destinados a cães. Estas substâncias são muito tóxicas para os gatos, provocando diversas patologias ou até mesmo a morte.
Os gatos recém-nascidos são mais facilmente contaminados por estes parasitas, no entanto as pipetas ainda não podem ser utilizadas. O método mais comum, para estes casos, é usar algodão embebido no produto que deve ser passado no corpo do animal.
Contudo, este processo deve ser efectuado pelo veterinário pois, quando a dose de medicamento é excessiva, o animal, de tenra idade, pode sofrer danos, Os parasitas externos podem causar lesões cutâneas que, posteriormente podem evoluir para infecções fúngicas ou bacterianas como a dermatite. Por outro lado, estes “bichinhos” têm capacidade de provocar irritação e toxicidade na pele, grandes reações alérgicas, anemia e transmissão de outras doenças.
Por fim, é de notar que os parasitas externos podem interferir na relação com os seus donos.
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