terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Obesidade em gatos

Os gatos obesos
A obesidade é caracterizada por um excesso de gordura, no corpo, e cerca de 15% dos gatos sofrem desta patologia.
Alguns fatores responsáveis tais como: alimentação desequilibrada, com grandes porções calóricas; redução da atividade física e consequente pouco consumo de energia; e ingestão de sobras de alimento humano. Contudo existem outras condições capazes de influenciar o ganho de peso como taxa metabólica, informação genética, esterilização e factores ambientais.
Assim, o próprio comportamento sedentário, característico da atualidade, quer em humanos, quer em animais domésticos, representa um aumento na probabilidade de um gato se tornar obeso. Estudos comprovaram que este é um dos factores determinantes.
Os gatos de raça, como o siamês, são mais propensos à obesidade, do que os animais cruzados.
À semelhança do que acontece na espécie humana, a obesidade, nos pequenos felinos, é capaz de provocar determinadas patologias ou agravar as que já existem. Neste sentido, um gato obeso terá menos esperança de vida. As doenças a nível osteoarticulares, como a artrite ou patologias no disco invertebral, são características da obesidade, podendo até levar a um aumento de peso do animal, uma vez que este, com dores, torna-se cada vez mais inativo.
Por outro lado, a obesidade pode ser responsável por perturbações circulatórias e deficiências respiratórias. Esta condição também pode provocar diabetes, hipertensão e problemas dermatológicos. A obesidade aumenta o risco, quer numa cirurgia, quer em anestesias.
Para tratar esta doença há necessidade de uma mudança na alimentação e exercício constante, por isso, implica uma alteração de comportamento, do dono, do gato. Para a perda de peso acontecer de forma eficiente, tem de existir muita cooperação entre o animal e o humano, sendo necessário perceber que a obesidade acarreta grandes malefícios.
Antes de ser posto em prática qualquer tratamento, é necessário realizar exames médicos, ao animal, para que se possa averiguar o estado de saúde deste e prevenir futuras complicações, no quadro clínico. Existem outros factores que influenciam a escolha do tratamento como a raça e a idade. Contudo, em qualquer um dos métodos, passiveis de adotar, irá existir uma adaptação do alimento ingerido e, provavelmente da frequência, com que isto acontece.
Não é aconselhado reduzir a ingestão de calorias através da diminuição da porção, de ração, dado ao gato. Quanto tal acontece, o pequeno felino sofre de carências nutritivas e não perde peso. É importante perceber que um animal, com fome, pode tornar-se mais agressivo, devido à ansiedade que sente.

Fonte:Pequenos Felinos

O convívio entre crianças e gatos

O convívio entre crianças e gatos
Nem sempre é vista com bom olhos a convivência entre crianças e gatos. O medo do animal magoar a criança muitas das vezes fala mais alto e evita-se o contacto entre eles. Levando até a comportamentos extremos de se abandonar o felino.
Obviamente que terão de ser tomados alguns cuidados para que seja proporcionado o bem-estar a ambos e para que a sua convivência seja pacifica, mas não é uma tarefa difícil ou impossível.
Por norma os gatos domésticos são animais sociais e completamente capazes de criar laços com crianças ou adultos, mas não devemos esquecer que que são inseguros e assustadiços por instinto, pelo que se deverá ter em atenção situações de stress para os felinos.
Muitas vezes as brincadeiras das crianças podem ser altamente energéticas e provocar situações de stress para o gato, mas lembre-se que o gato tem o instinto de fugir, e só atacará se estiver completamente encurralado e sem forma de fugir.
O acto de tentar agarrar o gato é intrínseco das crianças pois estas tendem a confundir os pequenos felinos com brinquedos, cabe-lhe a si ensinar-lhes que um gato não é um brinquedo, e que não devem tentar agarrá-lo ou tratá-lo mal.
Ensinar a criança a chamar o gato com tranquilidade, possivelmente tentando captar a sua atenção com uma guloseima ou um brinquedo que o animal goste particularmente, é uma das tarefas mais árduas, mas uma vez conseguida a convivência entre ambos será prazerosa.
Não deverá esquecer que os gatos possuem unhas afiadas e dentes. As brincadeiras dos felinos passam muitas vezes por ferrar o dente em mão alheia ou tentar “caçar” um pé descalço, o que poderá provocar alguns arranhões incômodos
.
Uma forma de evitar estes percalços é encontrar brincadeiras para a criança e o gato que não envolva muito contacto direto. Por exemplo bolas que saltam ou outros objetos que o gato consiga perseguir são bons brinquedos para entreter crianças e gatos.
Quanto mais entretido estiverem entretidos com estes jogos menos probabilidade existe de a criança tentar agarrar o gato á força ou deste tentar caçar uma perna desprotegida.
A convivência entre crianças e gatos é possível e fácil, cabe-lhe a si proporcionar bom ambiente para que se possam relacionar.

Fonte:Pequenos Felinos

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Vacina contra a tristeza parasitária bovina

Pesquisas indicam que é grande e negativo o impacto econômico causado pela Tristeza Parasitária Bovina. Estima-se que pode ultrapassar, somente no Brasil, os 500 milhões de dólares.
Muitas vezes, a demora nos resultados dos exames laboratoriais obriga a um atendimento e início de tratamento imediato, aos animais afetados, em função do caráter agressivo da doença.
Já se encontra no mercado uma vacina para imunizar animais, para que não sejam  acometidos desse mal, que tanto preocupa os pecuaristas brasileiros, considerando-se o índice de mortalidade e perdas indiretas que essa doença pode ocasionar ao rebanho, assim como a diminuição do ganho de peso e a queda na produção de leite.
Importante ficar atento e vacinar o gado, para que essa perda indesejável seja descartada em tempo hábil.
  Fonte: Site Pecuária 
Adaptação: Logo Revista Veterinária

Mudanças na dieta para bovinos podem prevenir acidose


Estudo apresenta os efeitos da levedura viva sobre o PH ruminal e a dieta do gado de leite explorado a pasto.  Com isso, identifica nova forma de prevenir acidose no rúmen.
Acidose ruminal subaguda - também conhecida por Sara - é uma ameaça bem conhecida dos produtores de leite. Os primeiros sinais externos são visíveis ao se constatar a redução do consumo alimentar e do tempo de ruminação. As fezes das vacas também representam um bom indicador quando há suspeita de acidose: a consistência varia muito, de seca e firme, até muito líquida.
Logo após, surgem consequências mais dramáticas: diminuição da produção e da qualidade do leite, laminite, abscessos no fígado, e, ao longo do tempo, problemas reprodutivos como dificuldades de fertilidade. Nesse estágio, obviamente, já é muito tarde, uma vez que a acidose já se encontra instalada e os transtornos de saúde podem ser irreversíveis.
Recente estudo, na Dinamarca, revelou que 22% das vacas recém paridas sofriam de Sara. Nos EEUU, a incidência da doença foi estimada em 20%, por pesquisadores da Universidade de Wisconsin.
Dentre todas as consequências da acidose, a diminuição da produção de leite e os custos relacionados à doença são, diretamente perceptíveis e crescentes, quanto maior for o avanço da doença.
No Reino Unido, uma pesquisa revelou a incidência de laminite clínica, consequência direta da acidose, em mais de 20 casos por 100 vacas.
Por essas razões, torna-se imprescindível detectar a acidose, o mais cedo possível, e, principalmente, prevenir o quanto antes. Isso significa controlar o PH do rúmen, especialmente em situações que favoreçam o aparecimento da doença, como é o caso das dietas ricas em concentrados, períodos de estresse calórico e transição alimentar, entre outros fatores. Fique atento!

Fonte: Revista Balde Branco
Adaptação:

Casqueamento em bezerros



Os bezerros crescem com rapidez. O ganho de peso acelerado pode dar origem a irregularidades no desenvolvimento dos aprumos, comprometendo o crescimento ósseo. Determinar o quanto essa rapidez influencia no desenvolvimento do bezerro facilita a obtenção de melhores resultados na correção de aprumos.

O período de crescimento de maior intensidade está compreendido nos primeiros três meses de vida. A intensidade cai lentamente durante os três meses seguintes e também, de novo, nos próximos seis meses.

Entretanto, enquanto o casqueamento tem grande importância para novilhos, novilhas, touros e vacas de rebanhos criados confinados, os bezerros constituem uma categoria que merece tratamento diferenciado quanto a esse assunto. Antes da desmama eles não devem ser casqueados rotineiramente. Somente se ocorrer algum problema grave de casco é que será necessária a intervenção, o que é um acontecimento raro, e que exige grande perícia e experiência do casqueador. Mesmo assim, só deve ser aparado o casco defeituoso, e com toda a atenção, pois esta é uma fase em que as crias estão se desenvolvendo e qualquer aparação de casco mal feita pode ocasionar problemas ainda maiores.

Fonte: Tellini, Marcos. " Casqueamento e Correção de Aprumos em Bovinos".

Hamsters: uma boa opção para quem tem pouco espaço


Eles são pequenos, ágeis, não fazem muita sugeira e precisam de pouco espaço. Estes são considerados por muitos pais como os pets perfeitos: os hamsters. Mas para tê-los como bichinhos de estimação é necessário ter alguns cuidados.


Para a escolha das giolas é preciso levar em consideração o tamanho do animal. As gaiolas mais comuns são de arame, mas se o bichinho for muito pequeno, o espaço entre as grades não pode ultrapassar 0,5 cm uma da outra.

Na gaiola é preciso ter espaço para a comida, banheiro, brinquedos, além de ter lugar para o animal descansar. É necessário sempre mantê-la limpa e bem cuidada. É indicado deixar papel picado e serragem para forrar o espaço e fazer a troca ao menos uma vez por semana desse material. A lavagem da gaiola pode ser feita mensalmente.

Com relação a comida, ela deve ser colocada todos os dias e e as sobras sempre devem ser jogadas fora. Também é possível oferecer vegetais como cenoura e frutas como morango, além de sementes duras tais como o girassol e milho. Já a água precisa estar sempre fresquinha.

Dentro da gaiola é necessário que sempre tenham brinquedos para os bichinhos se exercitarem, como rodinhas, cubinhos e objetos de escalar.Nunca se deve deixar os hamsters no sol e muito menos soltos pela casa. Também é necessário protegê-los de correntes de ar e não colocá-los em locais altos.



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O seu cachorro tem caspa?


Da mesma forma como os humanos os cães podem ter caspa e as causas são muito variadas. Também chamada de seborréia, é uma doença de pele que ataca os cães e deixa um aspecto de flocos de neve no corpo do bicho.


É possível detectar a seborréia primária e secundária com diferentes causas. A seborréia primária pode ter fundo medicamentoso, endócrino, problemas com a alimentação como a falta ou excesso de gordura, proteína, vitamina A, zinco, além da má absorção e problemas no metabolismo.

Já a seborréia secundária pode ter como causa as pulgas e carrapatos, dermatites, sensibilidade a produtos que são passados no animal como o xampu e o tempo muito seco. As características da seborréia primária são tipicamente a oleosidade e a descamação. A seborréia secundária também apresenta descamação, porém é mais seca.

Além disso, existem algumas raças que tem maior predisposição a desenvolver esse tipo de problema por questões genéticas, como é o caso da seborréia dos spaniels.

As formas de tratamento estão ligadas a causa do problema. Entretanto, normalmente, são usados xampus, pomadas e medicamentos de uso interno que pode ser por via oral ou injetável, se o caso um pouco mais grave.

Para o diagnóstico e indicação do tratamento, o ideal é consultar um veterinário.



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