segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Pássaros também sofrem com piolhos


Se o seu pássaro está se coçando com muita freqüência existe a possibilidade dele estar contaminado com piolhos. Apesar de todo o cuidado, ele pode contrair essa doença entrando em contato com outros animais que já estejam contaminados como pombas que ficam próximas as gaiolas. Com o auxílio do bico, o animal fica coçando principalmente a região do pescoço.


Como são muito pequenos, os piolhos normalmente são observados pelos proprietários quando a infestação já está grande. Pelo fato de ficarem presos na pele dos pássaros, para observar se ele está infectado, é preciso segurar o animal e abrir as penas com as mãos.
Os animais infectados geralmente apresentam perda de apetite, fraqueza, queda das penas, anemia, machucados na pele e param de cantar. Dependendo do nível, essa doença pode até levar o animal a morte.

O piolho também pode aparecer nos ouvidos, traquéia e narinas por ficarem em contato com o ambiente externo. Esse parasita pode ainda aparecer nos poleiros e frestas das gaiolas.

Para saber qual o melhor tratamento, consultar um veterinário é imprescindível. Entretanto, os animais devem ser isolados e as gaiolas lavadas e desinfetadas para evitar o retorno desse parasita.


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Aprenda a reduzir o estresse do seu cão durante a visita ao veterinário.


Aprenda a reduzir o estresse do seu cão durante a visita ao veterinário. (Foto: Reprodução / Google)


Aprenda a reduzir o estresse do seu cão durante a visita ao veterinário. (Foto: Reprodução / Google)
A maioria dos cachorros tem medo de ir ao veterinário, muitos ficam apavorados quando percebem que vão entrar no consultório e tentam fugir de qualquer maneira.
Se você passa por essa situação, veja 7 dicas para deixar a visita ao veterinário menos estressante para seu cão:
  1.  Visite o veterinário quando não tiver nenhum exame envolvido - Para que o cachorro não associe o veterinário a coisas assustadoras, leve seu bichinho ao consultório para procedimentos simples como verificar o peso. E se o cachorro associa andar de carro com as visitas ao veterinário, é bom levá-lo a outros locais divertidos também, como o parque.
  2. Leve petiscos e brinquedos - Entreter seu cachorro com o brinquedo preferido na sala de espera pode ajuda-lo a se distrair e, dessa forma, não sentir medo. E os petiscos podem fazer com que ele associe a visita ao veterinário com coisas boas.
  3. Acostume seu cachorro a ser examinado – Torne como um hábito diário, tocar diversas partes do seu cão. Além de fazer com que seu acostume, é uma boa maneira de encontrar pulgas, carrapatos e, até mesmo, nódulos.
  4. Escove os dentes do seu cão – Isso faz com que o cachorro se acostume com a ideia de ter alguém tocando sua boca. Além disso, previne diversos problemas bucais como cáries, tártaro e gengivite. Para saber mais sobre a higiene bucal dos cachorros, acesse esse link.
  5. Ensine comandos simples ao cachorro – Isso facilita a consulta veterinária. Os tradicionais “senta”, “deita” e “levanta” ajudam bastante. Se possível, também ensine o cão a trocar de lado quando estiver deitado.
  6. Use aromaterapia – O uso de florais tem o poder de acalmar os cachorros. Dê preferência para as essências de lavanda e camomila.
  7. Administre sua própria ansiedade – O humor, bom ou mau, contagia todos ao redor. Então se você estiver ansioso, o cachorro vai perceber e, provavelmente, ficará assustado.

Aprenda a reduzir o estresse do seu cão durante a visita ao veterinário. (Foto: Reprodução / Google)
A consulta veterinária pode se tornar um hábito tranquilo. (Foto: Reprodução / Google)

Fonte: Dogster

Como proceder com a limpeza de aquários


Para ter peixinhos em casa é preciso tomar diversos cuidados e proporcionar um ambiente saudável para que os bichos possam viver nesse local. Uma das preocupações é quanto à limpeza do aquário para a retirada do acúmulo de sujeira.


A desinfecção deve ser feita antes mesmo da chegada dos peixes. Para isso, não devem ser utilizados produtos químicos, como sabão, apenas deve ser feita com uma bucha ou então com produtos próprios para aquarismo. Antes da chegada dos novos amiguinhos, o aquário deverá estar funcionando por pelo menos uma ou duas semanas para que o ambiente esteja pronto para recebê-los.

Depois da chegada dos pets, a desinfecção do aquário deve ser feita de acordo com as necessidades, mas em média, uma vez por mês. Também nesse período é preciso testar o Ph da água, retirar as folhas mortas do local e limpar o filtro.

Não é necessário trocar toda a água do aquário, pelo contrário, isso deve ser feito aos poucos. Em aquários de trinta a cem litros, a troca pode ser feita mensalmente, correspondendo a 20% do volume total. Já em aquário para peixes Betas, o período para limpeza pode ser a cada quinze dias.

O uso de filtro mecânico não é o suficiente para manter a água limpa. Em função disso, é indicado o uso de um sifão, uma espécie de mangueirinha que suga as impurezas existentes no aquário e retira as partículas maiores que não foram sugadas pelo filtro.



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domingo, 1 de fevereiro de 2015

Veja porquê oferecer ossinhos de mascar para os cães é um bom hábito

Oferecer ossinhos para os cães se divertirem roendo alguma coisa é considerado um bom hábito para a saúde dos bichinhos. Os ossos vendidos em lojas especializadas podem limpar os dentes, controlar o tártaro e cuidar do hálito dos animais.


Esse produto cuida ainda da gengiva e satisfaz a vontade dos cãezinhos de mastigarem alguma coisa. O ossinho também pode ser usado como uma forma de recompensa quando o animal fizer algo certo, como urinar no local correto ou então para o adestramento.

Mas como qualquer outro alimento, precisa ser administrado de forma moderada. Além disso, devem ser escolhidos os produtos atóxicos para que o seu bicho não passe mal.

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Leite após o desmame? Somente com moderação...


Nada mais gostoso do que ver o seu gatinho tomando uma tigela de leite. Apesar do animal admirar leite, nem sempre é bom oferecer esse alimento para o bichano. Grande parte dos gatos tem intolerância ao leite e têm dificuldade em digeri-lo. O alimento acaba atuando como um laxante e causando diarréia.


Apesar do leite ser essencial na dieta de filhotes recém -nascidos e gatas que estão amamentando seus filhotes, sempre é bom moderar.

Para que o animal não tenha problemas, o ideal é evitar o leite após o desmame, com aproximadamente 45 dias, pois o leite é dispensável para os gatos adultos. Mas, se o seu gato gostar muito de leite tente oferecer em pequenas quantidades.

Com uma alimentação balanceada de acordo com a idade e condições físicas, o bichano terá uma melhor qualidade de vida e viverá durante mais tempo.

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Verme do coração: Não deixe seu cão sofrer com esse mal


Muito conhecido em cidades litorâneas, o verme Dirofilaria immitis é transmitido aos cachorros através da picada de mosquitos que estão infectados. Também conhecido como verme do coração, esse parasita ao invés de escolher o intestino para se alojar, fica no coração.


Além de ser comum em cidades de praia, pode aparecer em outras regiões que têm bastante incidência de mosquitos. A transmissão é feita para o cachorro através da picada do mosquito infectado e a doença é passada para o mosquito quando ele pica um cão que já esteja doente.

Esse verme pode atingir até 35 cm de comprimento. O verme dirofilária impede o bombeamento do sangue e provoca a dilatação das artérias do pulmão e do coração. Com essa obstrução, o coração precisa se esforçar mais. Como conseqüência, o animal sente cansaço, desanimo, perda de peso, tosse e problemas de respiração.

O animal pode ficar anos com o verme e não apresentar sintomas. O tratamento é considerado bastante complicado, pois precisa eliminar esse verme que está alojado no coração. Porém, o ideal é fazer a prevenção. Existem alguns medicamentos que podem matar pequenas larvas.
Para cães que moram em regiões litorâneas, o tratamento deve ser feito mensalmente através de remédios dados por via oral. Animais que são levados freqüentemente para o litoral ou para regiões com alta incidência de mosquitos também precisam tomar esses remédios para a prevenção. 

Para maiores esclarecimentos, consulte seu veterinário

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Peixes não são os únicos que não fecham os olhos. Você sabia?


Quem já prestou atenção em um peixinho percebeu que ele não fecha os olhos em nenhum momento, nem mesmo para descansar. Os peixes não fecham os olhos porque não têm pálpebras, fazendo com que esses animais fiquem sempre com os olhos abertos. Mas eles não são os únicos seres que têm essa característica. Outro exemplo dessa condição são as cobras. 

Esses bichos sempre estão com os olhos abertos e com o olhar fixo. 

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