domingo, 1 de fevereiro de 2015

Defesa dos Animais: Chega de insultos! Campanha do Instituto Ipê quer acabar com imagem negativa de animais e mudar este péssimo hábito dos brasileiros




Sempre há um xingamento na ponta da língua: "sua anta!", "seu porco!", "sai daí, lesma!". Os pobresanimais, que não têm culpa nenhuma deste comportamento irracional do ser humano, acabam pagando o preço pela falta de boas maneiras do homem.

Esta cultura de usar nomes de animais para insultar os outros passa de geração em geração no Brasil, mas agora uma campanha do Instituto de Pesquisas Ecológicas (Ipê) quer reverter esta "imagem negativa" dos animais.

A ideia teve origem no trabalho educativo daIniciativa Nacional para a Conservação da Anta Brasileira, coordenada pela pesquisadora Patrícia Médici, que, dentre várias ações, busca conscientizar a população sobre a importância da espécie e desmistificar a ideia de que "anta" significa um ser sem inteligência.

O movimento do Ipê nas redes sociais - Facebook e Twitter - está divulgando diversas ilustrações mostrando a interação de vários bichos, que têm seus nomes utilizados pejorativamente: baleia, cachorro, piranha, burro, tartaruga e tantos outros. As ilustrações foram feitas pelo veterinário e artista Ronald Rosa.

"Estudos comprovam que a anta tem uma quantidade imensa de neurônios e é um animal extremamente inteligente", afirma Patrícia. "Ser chamado de anta é na verdade um elogio". A espécie, maior mamífero terrestre da América do Sul, é também responsável pelo importante trabalho de dispersão de sementes nos biomas em que vive no Brasil: Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica e Pantanal.

Para Rosa, as ilustrações são uma maneira divertida de informar brincando. "Escolhi criar uma situação onde os animais estivessem 'tirando sarro' de si mesmos e rindo do óbvio da situação", conta.

Entre nesta campanha! Nada de insultos aos nossos animais. E melhor ainda, nada de insultos. Amor e paz é o que o planeta mais precisa.



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Biodiversidade: Animais que as próximas gerações podem não conhecer


Em todo o mundo, 41% dos anfíbios, 26% dos mamíferos e 13% dos pássaros estão próximos de desaparecer. No Brasil, são 1 173 animais ameaçados, de acordo com o último estudo do Ministério do Meio Ambiente, divulgado em dezembro. Se as estatísticas continuarem crescendo, em meio século, animais como o a onça-pintada, o boto-cor-de-rosa ou o tatu-bola talvez não existam soltos nanatureza. 

Além desses bichos carismáticos, que apelam à emoção e são facilmente estampados em camisetas ou broches que convidam à preservação, uma grande população de animais nem tão simpáticos, como besouros, pererecas ou lacraias tem diminuído drasticamente. De acordo com as pesquisas, a maior parte da população de invertebrados, como abelhas ou borboletas, sofreu um declínio de 45% desde os anos 1970. No mesmo período, os vertebrados tiveram uma queda populacional de 30%. No total, 322 espécies desapareceram nos últimos 500 anos. 

Os dados são baseados em estimativas, pois os pesquisadores conhecem cerca de 4% de todos os prováveis 11 milhões de animais de habitam o planeta. "Espécies raras e desconhecidas provavelmente estão ainda mais ameaçadas, pois descobrimos primeiros e prestamos mais atenção aos animais comuns", diz o biólogo americano Clinton Jenkins, pesquisador visitante da Universidade Duke, nos Estados Unidos, e do Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ), no Brasil. 

Para o equilíbrio ambiental e o bem-estar humano, o decréscimo dos animais na natureza é problemático. Perder a biodiversidade pode significar o surgimento e crescimento de doenças em humanos e a diminuição dos recursos naturais que movem a economia mundial. Leia a notícia completa no site da revista Veja.


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Tecnologia: Cão ganha próteses feitas em impressora 3D - e consegue correr pela primeira vez


Nos Estados Unidos, um cachorro de um ano que nasceu com as patas dianteiras subdesenvolvidas ganhoupróteses 3D sob medida e pode, finalmente, dar sua primeira corrida. O caso ocorreu no estado de New Hampshire. 

O problema de Derby, uma mistura de vira-lata com husky siberiano, limitava seus movimento e causava dificuldades de locomoção, principalmente sobre superfícies duras, como concreto. Derby foi abandondado em um abrigo, mas encontrou uma nova dona antes que fosse sacrificado. 

As próteses foram ideia de Tara Anderson, funcionária da 3D Systems, uma empresa que cria próteses sob medida como mãos e pernas feitas em impressoras 3D. Ela tinha ouvido falar sobre o cão por meio de um grupo que salvava animais em condições semelhantes e empenhou-se para encontrar uma forma de ajudar o cão a correr e mover-se com facilidade. 

Tara procurou a ajuda de Derrick Campana, um especialista em próteses animais, e reuniu alguns de seus colegas para trabalhar na criação de próteses sob medida. A equipe usou scanners 3D e softwares de modelagem 3D para criar as próteses. 

A tecnologia 3D vem sendo usada na produção de moldes e em pesquisas que prometem revolucionar ainda mais a área da saúde. O sucesso (veja o vídeo abaixo) mostra que as próteses 3D podem beneficiar não só a saúde de humanos, mas também de seus animais de estimação.

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Ambiente: Como funciona o mercado legal de animais silvestres?


Apesar de ser uma prática desaprovada por especialistas, é possível comprar animais silvestres para ter em casa ou montar criadouros comerciais. Para a prática legal, devem-se respeitar regras como ter uma nota fiscal de compra, identificar o animal e tomar cuidados específicos para cada espécie. De qualquer forma, o melhor mesmo é não tê-los


Para comprar um animal silvestre - aquele que vive na natureza e, diferente de cachorros e gatos, não é domesticado -, seja para ter em casa ou criar em um cativeiro comercial, é preciso, em primeiro lugar, compra-lo de uma loja autorizada oficialmente ou de um criador comercial legalizado. Neste caso, legalizado quer dizer que: 
- o criador comercial tem a nota fiscal do primeiro animal que comprou; 
- emite o documento para os exemplares que vender - não pode ser o original - e 
- seus bichos são marcados com microchip, brinco ou tatuagem, dependendo da espécie. 

"O comprador tem que guardar para sempre a nota fiscal. Ela é o único comprovante de que o animal foi comprado por vias legais", afirma Claudia Teddermann, do CFS - Centro de Fauna Silvestre da SMA - Secretaria do Meio Ambiente de São Paulo*, responsável por receber e reabilitar animais para soltura no meio ambiente ou em outro cativeiro. "Se o animal vem do tráfico ou foi adquirido em uma feira, não há nada que determine sua origem", explica Claudia. 

Também não é possível "legalizar" um animal sem nota fiscal. Nenhum órgão pode regularizar a posse de bichos de origem desconhecida. Aqueles que têm um exemplar sem origem comprovada pode leva-lo a um centro de fauna e entrega-lo, voluntariamente, sem receber multas. 

CONCESSÃO PARA CRIADOUROS COMERCIAIS 
Até uma lei complementar publicada em dezembro de 2011*, o Ibama - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis* era o órgão responsável por conceder as licenças para criadouros com fins de comércio de animais da fauna brasileira ou de produtos derivados deles. Mas a nova norma determina que, a partir de agora, os estados assumem as questões de fauna silvestre, como autorizações e aprovações de funcionamento dos criadouros. O Ibama afirma que, desde que a lei complementar foi publicada, não emite mais nenhuma licença, a não ser no caso de o Estado ter convênio com o instituto. 

É o que acontece com São Paulo. A SMA trabalha em parceria com a superintendência do Ibama no Estado. No final deste mês, a SMA recebe treinamento do Ibama para assumir a responsabilidade de autorizar criadouros conservacionistas mantenedores, que têm a função de preservar a espécie em cativeiro e não podem vender nenhum filhote. Segundo estimativa de Cláudia Teddermann, a Secretaria deverá começar a responder pelos criadouros comerciais em 2013. Outros Estados que não têm convênio com o Ibama devem se organizar para que suas SMAs assumam a função. 

FISCALIZAÇÃO DE PROPRIETÁRIOS DE ANIMAIS SILVESTRES 
A fiscalização de proprietários de animais silvestres é feita pela Polícia Militar Ambiental do Brasil* e acontece, apenas, em dois casos: 
- quando são feitas denúncias e 
- quando a PMA está em campo e aproveita para pedir comprovação. 

Se o proprietário não possuir nota fiscal do animal silvestre ou não tiver autorização para ter um criadouro comercial, recebe multa e o bicho é apreendido e levado ao Centro de Animais Silvestres.

Fonte:




sábado, 31 de janeiro de 2015

Cirurgias em cães e gatos e a necessidade de atendimento rápido e qualificado




Para o sucesso do profissional no mercado de trabalho e consequentemente o bom atendimento e satisfação do cliente, o treinamento do médico veterinário para a realização de variados procedimentos cirúrgicos é essencial.

O treinamento em cirurgias permite ao profissional se alongar no mercado de trabalho, as cirurgias em pequenos animais muitas vezes são procedimentos simples, mas por desconhecimento técnico grande parte dos profissionais não as realizam da maneira apropriada, obtendo sucesso.


Dentre as cirurgias em pequenos as que se destacam são: luxação de patela; colocefalectomia de fêmur;amputação de membro (anterior e posterior); uretrostomia em cão; nefrectomia; exerese de glândula paranal; exerese de glândula salivar mandibular; ablação parcial de conduto auditivo (ZEEP); colapso de traqueia; enucleação e vasectomia.

Na luxação da patela ou rótula as lesões incluem ruptura do ligamento cruzado cranial, fraturas, ruptura do tendão da patela e lesão do ligamento colateral.

A colocefalectomia é uma técnica que consiste na remoção da cabeça e colo do fêmur após algum acidente irreversível. A amputação de membros é feito quando não há como reverter o caso, é feito a remoção de uma extremidade do corpo. A uretrostomia é a técnica cirúrgica utilizada em casos de obstrução parcial ou total da uretra de cães machos de qualquer idade.


Todas as cirurgias são essenciais no dia a dia do médico veterinário, tendo em vista que acidentes acontecem com os animais com frequência, sendo preciso atendimento rápido e qualificado na busca de obtenção de resultados, satisfação do cliente e recuperação do animal.


Fonte:
Shop Veterinário

As principais áreas de atuação do médico veterinário



A profissão de médico veterinário é ampla e além da prática clínica aos animais, o veterinário trabalha com produção animal, saúde pública, melhoramento genético, bem-estar animal, inspeção sanitária e tecnológica dos produtos de origem animal e de seus derivados, gerenciando e avaliando programas em saúde.

As principais áreas de atuação desse profissional são: clínica de animais domésticos; clínica de grandes animais em fazendas e propriedades rurais; clínica de animais silvestres; controle do beneficiamento de produtos de origem animal em agroindústrias; defesa sanitária; saúde pública; desenvolvimento e produção de medicamentos e produtos biológicos de uso veterinário; desenvolvimento de biotecnologia; melhoramento genético.

Durante a formação os estudantes fazem estágios em empresas de produtosveterinários, fábricas de ração, fazendas, clínicas particulares, centrais de inseminação, matadouros e laticínios, zoológicos, faculdades de veterinária, indústrias, segurança de alimento e outros.

A profissão é regulamentada pela Lei nº 5.517, de 23 de outubro de 1968. E em busca do sucesso é necessário conhecer bem a profissão antes de entrar na faculdade para não frustrar as expectativas.

Dicas para aumentar a eficiência reprodutiva em bovinos


A eficiência reprodutiva dos rebanhos bovinos é possível quando alguns fatores são levados em consideração. O rebanho adulto saudável e com bom potencial de matéria, seja corte ou leite, depende diretamente de animais jovens de qualidade.

Muitas são as causas que estão diretamente relacionadas à reprodução dos rebanhos bovinos, afetando diretamente á eficiência reprodutiva. Dentre os fatores relacionados à boa criação e, consequentemente o bom desenvolvimento reprodutivo dos animais está: a alimentação, o manejo, o controle sanitário e reprodutivo dos animais e da propriedade.

Os animais devem ser alimentados de maneira adequada, ou seja, os alimentos oferecidos precisam ser de qualidade, tanto as pastagens como os concentrados, assim como a água. O programa de alimentação pode ser estabelecido por um veterinário, de acordo com as qualidades de cada propriedade, assim como o tipo de criação, corte ou leite.

Em casos de rebanhos destinados a produção leiteira, é possível utilizar a alimentação estratégica, com alimentos de melhor qualidade, oferecidos aos animais em períodos determinados, mais propícios para a síntese de reservas corporais, como no final da lactação e no período seco e, também, na fase inicial da lactação.


Fonte: http://www.portalagropecuario.com.br/bovinos/pecuaria-de-leite/dicas-de-como-aumentar-a-eficiencia-reprodutiva-em-gado-de-leite/