quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Viagens de carro com seu pet no Verão


Mais uma vez falamos sobre animais e o problema do calor, este alerta é muito importante!!
Animais não suam, por isso correm o risco de desenvolver hipertermia – hipertermia, é uma temperatura do corpo elevada, relacionada à incapacidade do corpo de promover a perda de calor ou reduzir a produção de calor –  o que pode ocasionar a morte rapidamente.  Temos que falar sobre os acidentes que ocorrem anualmente com animais que são esquecidos dentro do automóvel durante o verão.
Lemos jornais notícias tristes de crianças que  morreram,pois foram esquecidas pelos pais dentro do carro ,e  infelizmente, todo ano atendemos casos de animais que ficaram por poucos minutos dentro do carro e acabaram morrendo.
Podemos dar exemplos em que pessoas que vão fazer “comprinhas” no supermercado e levam os cães e deixam o animal com um pouco da janela aberta, mas… o carro está no sol e é aquecido da mesma forma. Ao voltarem o animal está convulsionando,pode estar com a língua azulada, ou mesmo morto. Este alerta é extremamente importante e  para todos: eles não suportam mais do que 2 minutos de temperaturas altas dentro de um carro!!!!!
Dicas:
- Para quem tem carro com ar condicionado: deixe-o  ligado enquanto o animal estiver dentro.
- Para os que não têm ar condicionado: deixar o carro na sombra,com as janelas abertas e o animal preso em uma guia (para não fugir).
- Quando estiver passeando de carro com o animal, pode deixar a janela aberta, mas sempre com o animal preso no cinto de segurança apropriado ou dentro de uma gaiola de transporte. Nada mais incorreto do que aqueles animais com metade do corpo para fora da janela podendo cair e se machucar ou mesmo entrar um corpo estranho em seus olhos, etc. Atendemos,infelizmente, alguns casos de animais que sofreram este tipo de traumatismo todo ano.

- Em caso de ter trancado o carro com a chave dentro e estiver um dia quente, NÃO exite em quebrar o vidro e retirar o animal de dentro.

DICAS E CUIDADOS COM OS CÃES NO VERÃO


Neste verão, devido ao calor, os animais com certeza vão sofrer muito mais do que nós, pois não conseguem suar, e a maneira de perderem calorias é encostando parte do seu corpo em superfície gelada. Por isso eles gostam de se “esparramar” no chão da cozinha ou do banheiro com as pernas de trás abertas.
Aqueles que estiverem muito ofegantes, devem ser colocados, se possível, em ambiente com ar refrigerado. O animal respira ar frio e  espira ar quente, fazendo assim a troca de calor.
Acontece que no verão, com temperaturas acima de 30 graus, esta perda é mínima. Logo, exige alguns cuidados: passear em horas frescas do dia (cedinho e a noite) e não usar nenhum tipo de coleira (corrente, enforcador) que comprima a traqueia e dificulte a respiração.

Dicas:

- Se o animal estiver muito mal, dê um banho de água fria nele e deixe-o secar a vontade.
- Água, de preferência gelada ou com pedrinhas de gelo. Afinal nós também nos refrescamos na piscina, tomamos bebidas geladas e ficamos no ar condicionado.
- Banhos em Petshop, somente com água morna fria (entre e verifique) e secador morno frio. O perigo está nesta hora, pois é muito mais rápido lavar o animal com água quente e secá-lo com ar quente, mas pode matá-lo no verão!!!
- Se for passear com seu animal no carro, NUNCA o deixe dentro do carro, se não estiver na sombra, com os vidros abertos ou com ar condicionado ligado.
Todo ano atendemos vários animais com hipertermia devido ao calor e infelizmente muitos destes morrem apesar de todos nossos recursos…

Fonte:



Princípios básicos para escolher um animal de estimação exótico

Decidindo por um animal exótico
Ao escolher um animal de estimação exótico é importante considerar as razões que você quer um animal de estimação e da realidade de cuidar do tipo de animal de estimação que você deseja. E devido às particularidades dos animais exóticos, escolher um deles não é apenas uma decisão de ir até a loja e comprar um deles. Vai exigir muito mais cuidados do que você imagina.
Reunimos então 10 dicas e cuidados básicos na hora de comprar e escolher seu animal exótico.

Princípios básicos para escolher um animal de estimação exótico

  • Evite adoções/compras por impulso;
  • Saiba tudo o que puder sobre um animal de estimação potencial antes de trazê -lo para casa;
  • Tenha todos os equipamentos e suprimentos necessários em mãos para o regresso a casa para fazer a transição para uma nova casa tão fácil quanto possível para o seu animal de estimação.

Qual é a sua motivação?

Se você está pensando em um animal de estimação exótico para o fator “cool”, por favor, reconsidere escolher um animal de estimação exótico. O compromisso de longo prazo pode ser esmagador , uma vez que a novidade se desgasta. Considere se um animal de estimação realmente vai atender às suas expectativas e se encaixam em seus planos a longo prazo. Sua escolha do animal de estimação exótico também deve ser baseada em sua capacidade (em tempo e dinheiro) para fornecer moradia adequada, espaço, cuidado e atenção.

O animal de estimação é legalizado?

Em primeiro lugar, descubra quais os tipos de animais de estimação são ilegais em sua área. Não ignore as leis (mesmo as arcaicas) só porque você pode. Além disso, somente compre animais de estimação de vendedores autorizados e legalizados pelo IBAMA. Qualquer situação diferente é um caso de estímulo ao tráfico de animais e você estará ajudando a prejudicar mais ainda a vida dos animais e a natureza.

Pense no tamanho adulto do animal

Animais maiores precisam de mais espaço e exercício, e podem ser mais difíceis de lidar.

Sociabilidade do animal exótico

Você quer um animal de estimação que gosta de interação humana ou um animal de estimação que está mais feliz sem manipulação regular? Isso pode parecer uma pergunta boba, mas muitos donos de animais ficam decepcionados ao descobrirem que seus pets não são muito chegados ao calor 

A ação do homem provocou em 40 anos a destruição de mais da metade dos animais selvagens do planeta.


 A ação do homem provocou em  40 anos a destruição de mais da metade dos animais selvagens do planeta. 

Esse cálculo  terrível domina o relatório Planeta Vivo 2014 publicado recentemente pela ONG Fundo Mundial Para a Natureza (Rede WWF Brasil)

O relatório de 2014 avaliou a Evolução de 10.038 espécies de mamíferos, pássaros, répteis, e peixes, enquanto que o índice de 2012 foi baseado em apenas 2.699 populações de animais

O relatório realizado a cada dois anos faz um balanço das consequências da exploração humana para a terra. O índice Planeta Vivo, que mede a evolução da vida selvagem em todo o mundo constatou uma redução de 52% do número de animais. Uma redução muito mais expressiva do que os 28% apontados no relatóriuo anterior de 2012.

As diferentes espécies vivas são ao mesmo tempo a matriz dos ecossistemas que garantem as condições para a vida na terra e o termômetro das consequências da ação do homem no planeta.

Fonte:
WWF


Consumo Inteligente: 12 princípios básicos que podem ajudá-lo(a) a praticar o consumo consciente e contribuir com o desenvolvimento sustentável de nossa região



1 PLANEJE SUAS COMPRAS: Nao seja impulsivo nas compras. A impulsividade é inimiga do consumo consciente. Planeje antecipadamente e, com isso, compre menos e melhor. 

2 AVALIE 0 IMPACTO DO SEU CONSUMO: Leve em consideração o meio ambiente e a sociedade em suas escolhas de consumo. 

3 CONSUMA APENAS 0 NECESSÁRIO: Reflita sobre suas reais necessidades e procure viver com menos. 

4 REFLITA SOBRE SEUS VALORES: Avalie constantemente os princípios que guiam suas escolhas e seus hábitos de consumo. 

5 REUTILIZE PRODUTOS E EMBALAGENS: Não compre outra vez o que você pode consertar, transformar e reutilihttp://www.akatu.org.br/zar. 

6 SEPARE SEU LIXO: Recicle e contribua para a economia de recursos naturais, a redução da degradação ambiental e a geracão de empregos. 

7 CONTRIBUA PARA A MELHORIA DE PRODUTOS E SERVIÇOS: Adote uma postura ativa. Envie às empresas sugestões e críticas construtivas sobre seus produtos/servicos. 

8 USE CRÉDITO CONSCIENTEMENTE: Pense bem se o que voce vai comprar a crédito não pode esperar e esteja certo(a) de que pode pagar as prestacões. 

9 NAO COMPRE PRODUTOS PIRATAS: Compre sempre do comércio legalizado e, dessa forma, contribua para gerar empregos estáveis e para combater o crime organizado e a violência de consumo. 

10 CONHEÇA E VALORIZE AS PRÁTICAS DE RESPONSABILIDADE SOCIAL DAS EMPRESAS: Em suas escolhas de consumo, não ache apenas preço e qualidade. Valorize as empresas em função de sua responsabilidade para com os funcionários, a sociedade e o meio ambiente. 

11 COBRE OS POLÍTICOS: Exija de partidos, candidatos e governantes pro-postas e ações que viabilizem e aprofundem a prática do consumo consciente. 

12 DIVULGUE 0 CONSUMO CONSCIENTE: Seja um militante da causa: sensibilize outros consumidores, dissemine informações, valores e práticas do consumo consciente. Monte grupos para mobilizar seus familiares, amigos e pessoas mais próximas. 

Fonte: 

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Terapia mediada por animais: Uma prática veterinária.


O uso dos animais como auxilio em atividades terapêuticas
tem uma longa história, porém o uso extensivo, documentado
e organizado é relativamente novo. Os programas que incluem
animais já existem na Europa e América do Norte e, recentemente,
estão sendo integrados às práticas de diversas instituições
brasileiras visando benefícios terapêuticos, fisiológicos,
psicológicos e psicossociais (BECK e KATCHER, 1984; FARACO,
2003).
Atualmente, essa especialidade tem sido empregada numa
ampla variedade de contextos, como: terapias de grupo e individual,
com pacientes externos ou em circunstâncias de internação,
em escolas, em residências terapêuticas e para reabilitação
física e social. Além dessas, na Saúde Mental há programas direcionados
aos casos de: transtorno de ansiedade; transtornos
alimentares; transtornos de humor; comportamentos obsessivos-
compulsivos; estresse pós-traumático; déficit de atenção e
hiperatividade; conduta opositiva/ desafiante; nos casos de abuso
e dependência de drogas (FARACO et al, 2009).
Cabe ressaltar que devido a sua amplitude singular, há diferentes
profissionais contribuindo para o desenvolvimento desta
área: fonoaudiólogos, assistentes sociais, terapeutas de família,
terapeutas ocupacionais, veterinários, enfermeiros, psicólogos,
comportamentalistas, pedagogos, professores, médicos, entre
outros. A natureza interdisciplinar e multidisciplinar destas atividades
constitui um desafio adicional e uma oportunidade incomum
para os profissionais potencialmente envolvidos nessa
temática.
Para a Medicina Veterinária estas atividades terapêuticas
abrem novos caminhos para o exercício profissional. Possibilidades
essas, que demandam aquisição e adequação de habilidades
específicas. Este texto, preenchendo uma lacuna na área em
questão, aborda tópicos de interesse para o médico veterinário
que atua ou deseja participar destas intervenções.
Os programas de intervenção com animais
A decisão de incluir animais com fins terapêuticos pressupõe
que esses possam oferecer algo que as pessoas ou grupos
alvos necessitem para melhorar sua vida significativamente, ou
então, adicionar uma motivação especial para que sejam realizadas
determinadas atividades ou tratamentos.
Os resultados esperados poderão ser de natureza variada:
melhoria psicossocial, motivação para executar tarefas importantes
ou até mesmo ajuda para realizar determinadas tarefas
que são inalcançáveis para os beneficiários por seus próprios
recursos. Deve ficar claro que não devemos esperar que um animal
possa satisfazer as necessidades ou melhorar a vida de todas
as pessoas. Fatores trans-geracionais e experiências de vida

podem definir a possibilidade ou impossibilidade de contato
humano com determinadas espécies animais ou raças.

Quando um profissional idealiza um programa de AAT para
uma pessoa ou grupo, em cujo processo de tratamento será incluído
um animal, objetivos concretos devem ser estipulados
e adequados às peculiaridades de cada caso. A intervenção
pode ser realizada por um profissional ou por uma equipe inter/
multidisciplinar. No entanto, os cuidados higiênicos sanitários
devem ser de responsabilidade de um médico veterinário, bem
como a supervisão dos aspectos comportamentais do animal e
as formas de interação com os pacientes alvos.
Aspectos éticos envolvidos
Os aspectos éticos devem estar relacionados
a três perspectivas que muitas vezes são conflitantes
no seu interesse: pessoas, animais e delineamento
da intervenção. No que diz respeito
às pessoas, nas nossas intervenções seguimos a
Resolução do CFP Nº 016/2000 de 20 DE DEZEMBRO
DE 2000 que orienta sobre a realização
de intervenções com seres humanos.
Para as atividades educacionais seguimos as
recomendações da Declaração do Rio de Janeiro
sobre os Animais de Estimação nas Escolas, elaborada
pela International Association of Human-
-Animal Interaction Organizations (IAHAIO), em
2001. Esta dispõe sobre as condições sanitárias, de
segurança e de bem-estar dos animais e crianças.
Neste documento, é enfatizada a importância da
precisão de objetivos, da intervenção e do esclarecimento,
junto às escolas e famílias, sobre os
propósitos destes programas.
O início de cada programa implica em um acordo
sobre as regras de convivência entre pessoas e
animais e, nesse são previstos os cuidados com os
animais (incluindo informações sobre o manejo
adequado e o respeito com as características fisiológicas
e comportamentais de cada espécie).
Os animais selecionados para estas atividades
são considerados animais de serviço e devem
ter um regime especial de participação. É
preciso preservar o período de descanso, para
evitar estresse, sendo estabelecidas áreas de
isolamento em que o ruído, movimento e outros
fatores ambientais sejam controlados.
Seleção dos animais
A seleção de animais tem como foco o
princípio de que quem recebe as atenções co-
-terapêuticas dos animais é portador de transtornos físicos
ou mentais e poderá beneficiar-se através da inclusão destes
como modalidade terapêutica complementar.
Muitos dos princípios que se empregam para selecionar animais
de companhia em ambientes domésticos podem ser empregados
em settings terapêuticos. Dentre esses, podemos salientar:
os animais que participam de atividades devem ser saudáveis, ter
o esquema de vacinação completo, padrão para a espécie, e tratamento
antiparasitário. É de fundamental importância que cada
animal seja avaliado no que diz respeito a sua estabilidade comportamental
frente às mudanças de ambiente físico e social.
Existem inúmeras razões para a variação dos animais utilizados
nas intervenções em relação à espécie,
raça, e nível de treinamento. O contexto da
atividade e os objetivos a serem alcançados
são etapas básicas a detalhar, quer dizer, os
animais serão facilitadores para exercícios,
para aprendizagem, transmitirão segurança
ou serão facilitadores sociais? Estas e outras
questões devem ser respondidas já no planejamento.
É necessário conhecer amplamente as espécies,
sendo um erro básico escolhê-las pela
afinidade do profissional/equipe ou pela sua
disponibilidade, sem levar em conta todos os
aspectos envolvidos no contexto. Os cães, sem
sombra de dúvida, são os mais freqüentemente
utilizados, mas cabe salientar, que as diferentes
raças ou as cruzas entre elas somadas as
experiências de vida de cada animal, podem
resultar em indivíduos com comportamentos
opostos, por ex: agressividade ou tolerância,
ser submissos ou dominadores e serem brincalhões
ou pacatos. Reiteramos que as avaliações
comportamentais são também responsabilidade
dos veterinários (WENG et.al,2006).
É indispensável o controle sanitário dos
animais, detectando manifestações clínicas
precoces de enfermidades infecciosas e de patologias
comportamentais. A avaliação periódica
por um médico-veterinário é obrigatória,
assim como devem ser elaborados protocolos
preventivos e de manejo desde a etapa de planejamento

destas atividades.


Considerações finais:
Para concluir, consideramos ser muito promissora a implantação
de programas adequadamente planejados de intervenção
mediada por animais como modalidade terapêutica complementar,
e a conseqüente divulgação dos resultados obtidos. A
incipiente publicação de resultados consistentes é ainda o imenso
desafio a ser superado no nosso país.
Os desafios futuros incluem a participação imprescindível
de médicos veterinários nas equipes para exercer a responsabilidade
e a supervisão dos animais participantes. Além disso,
é essencial que esses profissionais estejam capacitados para
contribuir nas diferentes fases destas atividades, ou seja, do
planejamento à análise de resultados. Conhecimentos sobre
Etologia e Antrozoologia são requisitos indispensáveis para
associar aos conhecimentos básicos sobre clínica e saúde pública.


É um novo campo profissional da Medicina Veterinária
e, para ser desenvolvido, necessitará do esforço conjunto entre
profissionais, entidades de classe e academia.
REFERÊNCIAS:
BECK A.M. & KATCHER A.H. A new look at pet-facilitated
therapy. Journal of the American Veterinary Medical Association
184, 414–420, 1984.
FARACO, C. B. Animais em sala de aula: um estudo das repercussões
psicossociais da intervenção mediada por animais.
Dissertação (Mestrado em Psicologia) – Faculdade de Psicologia,
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande
do Sul, Porto Alegre, 2003.
FARACO, C. B; PIZZINATO, A.; CSORDAS, M. C, MOREIRA,
M. C; ZAVASCHI, M. L. S; SANTOS, T; OLIVEIRA, V. L. S;
BOSCHETTI, F. L; MENTI, L. M. Terapia mediada por animais
e Saúde Mental: um programa no Centro de Atenção
Psicossocial da Infância e Adolescência em Porto Alegre.
Saúde Coletiva, n.34, p.231-236,2009.
WENG, HSIN-YI; KASS, P. H.; HART, L. A.; CHOMEL, B. B.
Risk factors for unsuccessful dog ownership: An epidemiologic
study in Taiwan. Preventive Veterinary Medicine, v.
77, n. 1-2, p. 82-95, 2006
WOOD, L, GILES-CORTI,B.BULSARA, M. The pet connection:
Pets as a conduit for social capital? Social Science &

Medicine 61, 1159–1173, 2005.

Profa Dra. Ceres Berger Faraco
Médica Veterinária, Dra. em Psicologia PUCRS/Universidade de
Valencia,Espanha. Professora do Curso de Psicologia da FACCAT,
Coordenadora Grupo de pesquisa INTERHA – Estudos da relação humanoanimal.
Presidente da AMVEBBEA – Associação Médico-Veterinária Brasileira
de Bem-Estar Animal. Email: ceresfaraco@gmail.com . Av. Oscar Martins
Rangel, 4500, Taquara, RS, CEP: 95600-000


Fonte: