sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Criação de mini animais ganha força no mercado pet


Com olhar bondoso feito olhos de filhote, eles parecem recém nascidos. São sociáveis e muito bem condicionados, sabem a hora de comer, seja com o criador ou direto nos cochos. Essas características retratam os pôneis que têm até um metro e quinze de altura, os mini horses que têm menos de 95 centímetros de altura e o forasteiro de linhagem americana com 79 centímetros. No Brasil, a variedade mais comum surgiu do cruzamento de raças da Inglaterra e da Argentina.


O Seu Dorival Possari começou a criação por hobby. Onze anos se passaram e hoje existem 112 animais no rancho, em Limeira, interior de São Paulo. Para o criador, o negócio virou algo prazeroso e lucrativo: “Eu tinha uma venda mais regional, agora o Brasil todo passou a ver minha criação. Entre os principais estados que eu vendo estão Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná”.

A Associação Brasileira de Mini Horses divide o mercado em três principais segmentos: o mercado de criadores que reúne os animais mais caros, o chamado mercado brinquedo que atende hotéis fazendas e também terapias alternativas tanto no tratamento de crianças quanto de adultos, e mais recentemente um setor vem despontando com bastante força, que é o chamado mercado pet. Os animais são considerados cavalos de jardim pelo tamanho e são vendidos como bichos de estimação.

Por serem animais rústicos, que vivem no pasto, os gastos são bem baixos comparados com os de um cachorro, por exemplo. Seu Dorival confirma que os gastos com um cachorro seriam mais caros e chegariam ao dobro do custo de um pônei: “O pônei gasta mais ou menos R$70,00 por mês entre feno, que seria o volumoso, e o concentrado, que seria uma ração. De resto é só escovar, agradar e se divertir com ele”, afirma. O investimento é diferente, mas o comportamento é semelhante. O pônei Coda foi domesticado e como um cão treinado obedece aos comandos do dono. Esta proximidade com o ser humano faz gente de todas as idades apreciarem os pequenos cavalos.





FONTE: 
PetRede

CRÔNICA: Imagine que você é um pit bull. O que você faria neste caso


Falar que os Pitbull são vítimas e o reflexo dos cuidados que recebem é bater na mesma tecla. Todos nós já estamos cansados de ouvir isso. Por isso, vou abordar esse assunto de outra forma, através da visão do cão. Desta forma, poderemos desvendar alguns dos segredos que cercam esses animais. Esqueçamos um pouco o cão assassino, comedor de criancinhas e matador de velhinhos, cuja fúria sempre é comparada à de um demônio.


A história desses cães remonta a uma época cheia de descobertas, pobreza e pouca diversão. No início, alguns cães do tipo bull eram usados para a lida com gado. Muito utilizados por açougueiros, esses cães tinham o papel de dominar touros. Alguns açougueiros tinham a crença de que se um boi fosse morto após um combate sua carne seria mais saborosa por causa do estresse sofrido. Isso é apenas merchandising para vender seus produtos. Nesse processo, além de trazer entretenimento para alguns, ele teria a chance de vender a carne.

Muitos vão dizer que isso era algo muito cruel com o touro. Com certeza é. Mas, vamos lembrar dos cães que estavam nesses combates: eles também saíam muito machucados. Imagine: será que algum veterinário iria cuidar desses cães? Com a proibição dos bull baiting, esse era o nome dessa prática, começaram as rinhas, pois isso também poderia render muito dinheiro: na venda de filhotes e cruzas de campeões, e na maioria das vezes com o enfrentamento entre cães. Em alguns países, a luta entre cães é permitida. No Paquistão, esses cães enfrentam outros animais, tais como: ursos, macacos e búfalos.

Como é um Pitbull?

Imagine que você é filhote, saudável, tem uma mãe carinhosa, seus irmãos estão sempre brincando com você. Seu dia se resume em brincar até não poder mais, aprender com aquele matinho malvado que não quer dobrar e depois comer, encher a barriga, e dormir sem se preocupar. Um dia, vem alguém, te tira desse paraíso, o leva para um local onde os cheiros e os sons são muito diferentes daqueles que você conhece. É bom lembrar que você ainda é um bebê. Sua rotina está mudando bruscamente: não brinca tanto tempo, a comida vem uma ou duas vezes por dia, e você passa o dia quase todo sozinho. Num determinado dia alguém vem brincar com você, te oferece uma bolinha, ou um paninho e começa um divertido cabo de guerra. Logo depois você toma um banho de mangueira e vai passear com seu novo amigo. Tudo é muito novo e muito legal: árvores, grama, cheiros novos e outros cães como irmãos. Você se aproxima junto a seu novo amigo desses cães.

Muita gente te admirando e falando sobre sua beleza e força. Você fica muito feliz com seu novo amigo. Ele te olha e sempre sorri para você. Nesse momento, tudo que imagina é: não vejo a hora de ver esses outros cães que parecem meus irmãos. Antes disso, seu novo amigo volta a brincar com você. Isso é muito legal. Outras pessoas fazem o mesmo e te convidam para brincar.

Repentinamente, você é levado para um lugar fechado que cheira a sangue, fezes, adrenalina. O medo te faz recuar. Seu amigo está lá, e isso te deixa mais confortável, afinal você confia nele. Quando os olhos começam a se acostumar com a falta de claridade, do outro lado você consegue ver que tem outro cachorro. Parece que você vai ter aquele momento que tanto aguardou: a oportunidade de brincar com outro cão. As pessoas que antes estavam brincando e admirando sua beleza, agora falam palavras estranhas e gritam seu nome. Seu amigo te incentiva a ir brincar com o outro cão. Você fica excitado, querendo muito isso, afinal faz tempo que não brinca com seus irmãos.

Finalmente, seu amigo te solta. Você corre em direção ao outro cão para brincar. Quando chega mais perto, percebe que, além de ser maior, ele parece não querer brincar, mas fica muito animado ao te ver. Ao invés de brincar, ele te recebe com uma mordida firme, que causa grande dor. Você não consegue entender o que fez de errado, afinal seu objetivo era só brincar. Outra surpresa: outra mordida, seguida de várias chacoalhadas. Agora é necessário se defender. Parece que o outro cão vai matá-lo! Você tenta mordê-lo, mas não adianta, o cão que o agride parece não se importar. Seu amigo não o ajuda, apenas grita com você e nada faz. Alguns minutos se passam. Os ataques e investidas do seu opositor o deixam exausto. Algumas dúvidas surgem em sua cabeça: por que tanto ódio, sem que você tenha feito algo? Por que meu amigo não me socorre?

Quando tudo parece perdido e ninguém vem ajudá-lo, já quase sem forças, você, como qualquer filhote, chora em busca de auxílio da sua mãe, aquela que sempre o tratou com carinho. Nesse momento, como por milagre, aparece alguém, retira, com muito esforço, o outro cão enlouquecido de cima de você. Ao olhar para o lado poderá enxergar com dificuldade, por causa do sangue que escorre em seus olhos. Por conta dos ferimentos, seu amigo, por quem tanto procurou, não entendeu o que aconteceu. Achou que você estava brincando com o outro cachorro. Ele começa a brigar. Todos estão rindo e caçoando porque chorou e não aguentou o combate. Você tenta sem sucesso pedir desculpas ao seu amigo pela vergonha causada. Tenta subir em seu colo, lamber suas mãos, mas sempre a respostas são palavras rudes e agressões.

No outro dia, enquanto você está muito inchado, dolorido e mal consegue andar, seu amigo volta para vê-lo. Seu pensamento: “Acho que ele trouxe algo para tirar minha dor”. Você o recebe com alegria, mas, ao invés de cuidar dos seus ferimentos, coloca uma coleira e uma guia. Leva-te para passear em um determinado lugar. Aquele amigo em que tanto confia te chama para uma brincadeira. Mesmo dolorido, você aceita brincar. Afinal, você o decepcionou tanto no dia anterior. Seu amigo pega uma bolinha. Ele sabe o quanto você adora, e a atira longe: no mato. Imediatamente, você vai atrás e já imaginando: “Não vou voltar sem a bolinha. Tenho que deixar meu amigo feliz!”

Depois de algum tempo de procura você volta com a bolinha. Descobre que seu amigo sumiu. O carro não está mais lá! O que aconteceu? Será que você ficou muito tempo procurando a bolinha? As horas passam. Seu amigo desapareceu. Você cansa de esperar e começa a procurar por ele sem sucesso. De todos aqueles que você tenta se aproximar, fogem ou tentam te agredir. As pessoas são muito cruéis contigo. Quando você tenta achar um local para descansar, vem alguém e o enxota. Alguns jogam água.

Depois de dois dias procurando, já com muita fome e sede, você tenta se aproximar de alguém. Talvez consiga outro amigo. Por incrível que pareça, alguém te chama, faz carinho e sorri. Você consegue outro amigo assim. Ele te leva para casa, dá um banho, põe uma vasilha cheia de ração. Você come até se fartar e adormece como nos velhos tempos de bebê. A casa é pequena. Você fica preso a uma casinha. Tem quase tudo: água, comida e até carinho. Quando teu amigo chega, nada te falta, somente a liberdade. Você fica o dia todo amarrado a uma corrente.

Os anos passam. Você se torna um cão forte, muito musculoso, mas continua preso. O que te conforta são os minutos que seu amigo brinca contigo, cerca de dez minutos mágicos quando chega. Sua alegria é visível. Com o passar do tempo esses dez minutos se tornam cinco, depois quatro, por fim se torna apenas um aceno de longe. Você começa a perceber que está ficando sozinho novamente. “Será que decepcionei novamente meu amigo? Não estou tomando conta da nossa casa como ele queria?”

Uma dúvida começa a te corroer: “Preciso fazer algo?”. Caso contrário, já sabe o que acontece com quem não agrada ao amigo. “Será que estou disposto a perder novamente minha casa, meus amigos, ser agredido e passar fome novamente?”. “Começo a mostrar ao meu amigo o quanto sou importante tomando conta de casa enquanto ele está fora, não deixando ninguém ultrapassar os portões. Tentarei afastar outros cães com muito vigor, as crianças também, às vezes elas fazem caretas e gritam me desafiando. Tenho que ser mais bravo para ter sucesso e agradar seu amigo”.

Um dia seu amigo sai de manhã, acena e some depois de passar pelo portão. Você assume o seu lugar de guardião. Aparece outro cão e começa a latir para você. Imediatamente vem a resposta em forma de latidos. Agora você é muito forte, cresceu bastante nesses dois anos, e quando dá uma investida para assustar o outro cachorro a velha corrente arrebenta. Livre e, por descuido, seu amigo deixou o portão aberto, achando que você nunca teria forças para estourar a corrente. O outro cachorro late. Agora você está livre e pode perseguir e expulsar o atrevido. Age pensando que seu amigo verá quanto é valoroso e terá a chance de retomar o contato com ele.

Ao passar pelo portão o outro cão não foge como você imaginou e vem para enfrentá-lo. Você lembra o que aconteceu quando era um filhote e encontrou outro cão. Quando o outro peludo vem em sua direção, você já sabe o que fazer. Não poderá perder tempo, ou ele irá te machucar, e você perderá novamente sua casa e seu amigo se fracassar. Agora, você tem algumas vantagens. Está muito forte e saudável. O outro cão é um velho vira-latas da rua, magro e sarnento. Dessa vez vai ser fácil. Quando começa a peleja, muitas pessoas começam a gritar e as crianças a correr, isso faz com que você tenha a certeza de que está acontecendo novamente tudo o que aconteceu no dia em que foi levado para ver um outro cachorro.

Durante a briga você se lembra de procurar seu amigo, mas como aconteceu da outra vez sabe que ele não estará lá para ajudar. Então é só você. Tem que segurar firme o outro cão para que ele não o machuque. Muitas pessoas gritam como daquela vez. Vem a certeza de que está tudo certo. Só precisa esperar que apareça outra pessoa e retire você de cima do seu oponente. Ao contrário disso, vem alguém com uma grande madeira na não e bate com toda força em sua cabeça, o que te deixa tonto, mas não o suficiente para te fazer desistir. Existe um compromisso com seu amigo, e nada vai fazer você desistir, nem mesmo o choro do outro cão.

Os golpes continuam até que as pancadas te fazem perder os sentidos. O outro cão foge desesperado. Quando você volta, ainda muito dolorido, descobre que as pessoas ainda o observam com cara de assustadas e praguejando. Olha à sua volta, e seu amigo não está lá. Isso quer dizer que você fracassou novamente e terá que conseguir uma nova casa e outro amigo. É difícil pensar por conta das pancadas na cabeça. Seus olhos incharam, o que dificulta a visão. Consegue enxergar aquele humano que lhe bateu até quase matá-lo. Ele continua com uma madeira na mão. Em sua cabeça vem a mensagem: “É ele ou eu”. Você investe contra seu agressor mordendo com firmeza para que ele não revide. O pânico se instala. Outra grande correria começa.

Na sequência, aparece outra pessoa e te chama pelo nome. Você larga o seu agressor para olhar quem te chama. Ao virar, você vê alguém que não conhece com uma coisa engraçada na mão, se aproxima para ver mais de perto o que é. Escuta um estouro e, na hora, perde as forças nas patas. Tenta fugir, mas as pernas não respondem. Escuta um novo estampido e tudo fica estranho. Os sons começam a ficar baixinho. As pessoas se tornam vultos. Os gritos parecem estar muito longe. Começa a ter uma vontade incontrolável de dormir. Você sente cansaço. A dor sumiu. A única coisa que consegue pensar é que novamente você falhou com seu amigo, mas que agora precisa descansar.

Essa é a história do Thor, um Pitbull recolhido cheio de marcas de combate ainda filhote por uma pessoa que conheço. Aos dois anos de idade, quando o portão ficou aberto por descuido do seu do seu dono, Thor escapou de sua casa, atacou outro cão e uma pessoa que tentava separá-los. Com a história contada nesse texto pretendo mostrar que os motivos dos ataques de uma cão, seja ele um Pitbull ou um Pinscher, não estão ligados aos sentimentos de ódio, fúria, possessão demoníaca, mas ao ambiente em que ele vive, como foi educado e integrado à família.

Neste artigo, escrevi levando em consideração o olhar do cão, que também é uma vítima: a de donos irresponsáveis!

AUTOR: JORGE PEREIRA – CINOTÉCNICO E ETÓLOGO, ESPECIALIZADO EM COMPORTAMENTO CANINO
FONTE: JB

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PetRede

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Porque cães de grande porte estão sujeitos a dores nas articulações?


De repente, algo trivial como caminhar torna-se um martírio. Cada passo incomoda. Pular, brincar ou subir escadas não são mais tarefas tão fáceis. O jeito é se movimentar o mínimo possível, para que as dores não aumentem ainda mais. Assim como os humanos, os animais também sofrem com dores articulares — mas, ao contrário de nós, não conseguem avisar quando algo não está indo bem. Entretanto, basta um olhar atento ao bichinho para descobrir se ele está ou não passando por maus bocados causados por inflamações nas juntas.

A doença de é um exemplo de problemas articulares que os cães — especialmente os de grande porte, como rottweilers, pastores alemães e labradores — podem enfrentar.

Esses cães crescem muito e muito rápido, e as articulações têm que aguentar o peso deles.

Embora não levem à morte, complicações nas juntas causam grande incômodo para o animal, que sente dores sempre que precisa se movimentar. O resultado é um cachorro desanimado, apático e que pode até ter os movimentos comprometidos.

Embora relacionadas a animais idosos, Carlos Augusto Nunes frisa que cachorros jovens e os de pequeno porte também podem desenvolver doenças nas articulações — tudo vai depender do modo como você trata seu bichinho. Uma alimentação não balanceada pode fazer com que o cachorro ganhe ainda mais peso (o que exigiria ainda mais das juntas e agravaria o problema). Exercícios físicos em excesso também prejudicam a saúde do animal, que corre mais riscos de romper um ligamento ou sofrer contusões que podem levar ao trauma articular.

Mas claro que nem tudo é culpa dos donos. O veterinário José Lino Martins explica que as doenças podem ser ocasionadas por problemas genéticos — como a displasia de Djiro — ou de coluna.

— A hérnia de coluna, também chamada de síndrome da cauda equina, é outra complicação recorrente — diz.

A doença, causada pela combinação de artrose com má-formação óssea, alterações degenerativas e articulações instáveis, pressiona os nervos que passam pela coluna e raízes nervosas. De tanta dor, alguns cães podem até se automultilar, mordendo os membros traseiros ou a cauda.

— Usamos anti-inflamatórios, analgésicos, antibióticos e opioides para aliviar a dor, mas, dependendo da situação, o tratamento precisa ser cirúrgico — completa José Lino Martins.

Para tratar o problema de forma adequada, a veterinária Andrea Bonates ensina: é importante tomar uma série de medidas para transformar a casa em um ambiente seguropara o animal. Se o cachorro estiver acima do peso, começar uma dieta balanceada e com poucas calorias é a medida de emergência. Lembre-se que seu pet está sentindo dor, então, evitar que ele tenha acesso a escadas ou fique exposto a situações em que seja necessário se movimentar em demasia é o segundo passo.

— O piso não pode ser muito liso, para que ele não derrape e tenha firmeza ao andar — finaliza Andrea.

Após investigar a vida, o ambiente e a rotina do animal, o procedimento médico inclui exames manuais e de raios x, para descobrir em qual estágio a doença está.

— O tratamento é baseado em perda de peso, manejo do ambiente e medicações — resume Andrea.

Ela explica ainda que esses medicamentos agem como regenaradores da cartilagem, uma vez que são feitos à base de sulfato de condroitina — substância que já faz parte da cartilagem articular. Os remédios repõem o sulfato de condroitina perdido durante os processos degenerativos, além de funcionarem como anti-inflamatórios.






Sintomas

Apesar de silenciosas, as doenças articulares mudam o comportamento dos animais. Aprenda a identificá-las para que seu bichinho de estimação não sofra:

:: Alterações de humor são um indício de que o pet pode estar sofrendo. Preste atenção a mudanças repentinas de comportamento, como falta de ânimo para brincar e passear.

:: Leve seu animal de estimação ao veterinário assim que notar que ele está diferente. As doenças articulares são progressivas.

:: Se o seu pet é um cachorro de grande porte, cuide para que ele não ganhe muito peso. Animais obesos têm mais chances de desenvolver doenças nas articulações, que ficam sobrecarregadas. Atualmente, há algumas rações que retardam o aparecimento precoce dessas doenças e, de quebra, evitam que seu bicho engorde demais

:: Cachorros precisam de atividade física constante, mascuidado para não exagerar. Muito exercício pode fazer com que ele tenha contusões — que podem se transformar em doenças articulares no futuro.

:: Escolha um piso que não seja liso, para que ele não deslize. Se o cão não tem como se equilibrar corretamente, precisará fazer mais esforço para se manter de pé e, consequentemente, forçará as articulações.

:: Quando não tratadas corretamente, as doenças articulares podem evoluir para um quadro crônico, no qual o animal passa por dores intensas e dificuldades de locomoção. Em casos mais graves, alguns animais deixam de comer, desenvolvem incontinência urinária e podem até mesmo perder os movimentos dos membros traseiros.
FONTE: DONNA

Postado por:
PetRede

Cães do canil do Corpo de Bombeiros viram verdadeiros heróis nas tragédias


Todo mundo sabe que o cão é o melhor amigo do homem, no entanto, nunca ficou tão em evidência que esses animais podem fazer coisas nunca antes imaginadas. A própria mídia revela essa proeza.

Os cães do canil do Corpo de Bombeiros do Ipiranga, por exemplo, são considerados heróis após salvarem várias vidas nas recentes tragédias que vêm acontecendo. O bom faro e a disciplina fazem com que encontrem desde brinquedos até mesmo uma vítima de acidente.

Hoje, a corporação possui diversos cães das raças pastor belga de malinois, labrador, pastor alemão, golden retriever e border colie. Desse total, poucos são machos, já que as fêmeas não têm o hábito de marcar território.


Não são apenas os humanos que se aposentam após um período de trabalho. Os cães também têm, com a vantagem de isso acontecer aos 8 anos. Geralmente, o animal fica com o próprio bombeiro que o acompanha. Caso não seja possível, pode ficar com algum familiar ou conhecido. Se não houver ninguém interessado, fica no quartel.

A cadela Jade, da raça pastor belga de malinois, já tem um bom currículo. Desde os noves meses ela já trabalhava nos deslizamentos que aconteceram no em várias tragédias.

“Esses animais são verdadeiros heróis e devem ser valorizados pela sociedade, pois desenvolvem esse trabalho com dedicação e disciplina”, declara a médica veterinária e tutora do Portal Educação, Danielle Pereira.


Além dos cães, vale ressaltar que os donos também passam por treinamentos e realizam curso de cinotecnia na Polícia Militar. Lá, aprendem como tratar, adestrar e lidar com o comportamento e também doenças dos cães.
FONTE: PANTANALNEWS

Nos EUA, pit bull é salvo graças ao Facebook



Muitas pessoas estão encontrando velhos amigos no Facebook, às vezes até um novo amor. Mas, para Nick, a rede social salvou sua vida.

Nick é um pit bull de dois anos de idade que estava prestes a ser sacrificado em um abrigo de animais. Para a sorte dele, uma de suas fotos foi parar no Facebook, explicando sua situação.

Quando Steve Jordan viu o pit bull, sabia que deveria ser seu novo dono. A descoberta de Nick aconteceu quando Steve estava olhando a página do Facebook “Urgent Dogs”, que ajuda cães a encontrarem um lar.

O grupo tem sede em Miami, EUA, e é dirigido por Maggie Rodriguez. Maggie usa a página para postar fotos de cães locais que estão correndo contra o tempo para serem resgatados de um triste fim.

No abrigo Miame-Dade, local em que vivia Nick, mais de 20 mil animais foram sacrificados no ano passado. Quando Maggie descobriu que Jordan queria adotar o cachorro, os dois tiveram que agir rápido. Jordan correu para o abrigo e conseguiu resgatar seu novo companheiro. Como ele mora em Michigan, teve que pegar um avião e correr contra o destino sombrio que Nick aguardava.

Jordan disse que se apaixonou pelo cachorro porque ele parecia muito com o seu bull terrier que morreu em 2005. Depois de escapar por um triz da morte, os dois novos melhores amigos caíram na estrada em uma viagem de dois dias de volta para Michigan.

AUTOR: STEPHANIE D’ORNELAS
FONTE: HYPESCIENCE

Música clássica: um ótimo recurso para acalmar o seu cachorro


Se você não sabe mais o que fazer para controlar as estripulias do seu cão, experimente colocá-lo para ouvir sonatas, sinfonias e cantatas.

Cientistas da Universidade Veterinária de Viena, na Áustria, garantem que Mozart e companhia deixam o animal em estado de relaxamento, mandando pra longe qualquer sinal de rebeldia.

“As vibrações provenientes das notas musicais têm ação direta no sistema límbico, região do cérebro responsável pelas emoções”, afirma o veterinário Mário Marcondes, de São Paulo. Com a exposição a melodias tranquilizantes, há uma diminuição da frequência cardíaca e o bicho se acalma. “É um ótimo recurso para ambientar um novo animal em casa”, aconselha.

postado no site:
PetRede

Brasil exige documento para entrada de animais


Com o maior fluxo de passageiros neste período de férias, os proprietários de animais que pretendem viajar devem ficar atentos aos documentos exigidos para ingresso no Brasil. 

Passageiros que retornam ao país com animais de companhia devem apresentar o Certificado Zoosanitário Internacional (CZI). O documento é emitido pelo Ministério da Agricultura ou pela autoridade sanitária do local de origem do animal.

O Ministério da Agricultura tem 18 modelos de Certificados Zoossanitários Internacionais acordados com os seguintes países: África do Sul, Austrália, Canadá, Chile, Colômbia,Estados Unidos, Hong Kong, Índia, Japão, México, Noruega, Nova Zelândia, Omã, Suíça, Taiwan e Venezuela; países do Mercosul e da União Europeia,. O Japão e os países da União Europeia exigem, além do CZI, que os animais estejam com um chip de identificação, contendo informações como idade, raça, sexo, além do nome do proprietário.

Para outros animais, como furões, tartarugas, coelhos e papagaios, o passageiro precisa apresentar, além do CZI, uma autorização de importação. O pedido deve ser feito à Superintendência Federal de Agricultura no estado de destino do animal ou ao Departamento de Saúde Animal, em Brasília, antes do embarque.

No caso dos animais que têm origem no Brasil, o documento é emitido pelas unidades do ministério nos aeroportos brasileiros após a apresentação do atestado de saúde do cão ou gato, assinado por um veterinário, e da carteira de vacinação em dia. O proprietário do animal também deve se informar sobre exigências adicionais dos países de destino. É necessário estar atento aos procedimentos porque quando os animais não possuem o CZI, retornam ao país de origem.


Saiba Mais

O Certificado Zoossanitário Internacional (CZI) é o documento emitido ou aprovado pelo Serviço Veterinário Oficial do país de origem ou de procedência dos animais. Tem como objetivo garantir o cumprimento das condições sanitárias exigidas para o trânsito internacional.

No Brasil, o CZI deve ser emitido por fiscal federal agropecuário, com formação em medicina veterinária e pertencente ao Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro). Para solicitar o documento, é recomendável levar o animal e os documentos. O proprietário será o responsável pela fidelidade das informações.

O certificado é expedido nos aeroportos, nos casos de transporte aéreo, na fronteira, para o trânsito internacional terrestre, e no porto marítimo ou fluvial, para o transporte marítimo. O documento é gratuito e feito na hora.
AUTOR: MAPA
FONTE: AGRONOTÍCIAS