segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Sabia que alguns cães e gatos também devem usar protetor solar? Veja quando é recomendado e porque

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(Imagem: Shutterstock)


Cães e gatos albinos e com pele sensível necessitam de proteção contra o sol. Usar protetor solar específico para animais é a melhor maneira de deixar seu petlonge das doenças causadas pela exposição excessiva ao sol.

Protetores para seres humanos também podem ser usados, mas com cautela. Sempre seguindo as orientações de um médico veterinário.

Pode até parecer frescura, mas alguns cães e gatos precisam usar protetor solar.

Todos os pets necessitam tomar sol diariamente para ativar a Vitamina D responsável por auxiliar na absorção de cálcio. E para protegê-los da exposição excessiva ao sol, o uso de protetor solar é feito cada dia mais.


Para quem é indicado?
Cães e gatos albinos e os com pouca pelagem são os maiores usuários de protetores solares.


(Imagem: Shutterstock)

Nem todo pet necessita usar protetor solar. Seu uso é indicado para cães e gatos com pele sensível, albinos, com pele clara, com pouco pelo, com focinho e patas sem pigmentação. Animais que passam longo períodos expostos ao sol também devem fazer uso dos protetores solares.

Animais sem pigmentação ou de pele mais clara são muito mais sensíveis aos raios UVB e UVA emitidos pelo sol. Ao usar o protetor nesses pets, eles são protegidos e é evitado o aparecimento de diversas doenças causadas pela exposição excessiva ao sol.

Os cães das raças Boxer de cor branca, Dálmata, Wippet, Stattfordshire Terrier Americano e os Bull Terrier de cor branca também possuem uma tendência maior para desenvolver problemas de pele, como melanoma (câncer de pele) e dermatites, em decorrência da exposição ao sol, e, por isso, também necessitam de usar continuamente os protetores.


Por que usar?
O protetor solar auxilia na prevenção do aparecimento de doenças causadas pela exposição excessiva ao sol.

A exposição excessiva ao sol pode levar ao aparecimento rapidamente de algumas doenças. As mais comuns são as queimaduras solares principalmente no focinho, nas patas e nas orelhas.

O aparecimento de outros problemas dermatológicos como as dermatites solares também é comum. Nos casos mais graves e de exposição prolongada ao sol, são observados casos de aparecimento de câncer de pele, também conhecido como melanoma.

Com o uso de protetor, a pele dos animais está protegida contra os efeitos nocivos das radiações UVA e UVB. Mesmo utilizando o protetor, os pets não devem ser expostos ao sol entre 10h e 16h.


Como usar?
O protetor deve ser utilizado todas as vezes que o pet for exposto ao sol.

O modo de usar o protetor em pets é basicamente o mesmo utilizado em seres humanos. Após espalhar bem nos locais em que se deseja proteger, é necessário esperar 30 minutos antes do peludo sair ao sol. E no máximo a cada 2 horas, deve ser feita uma reaplicação do protetor.

Em média, o tempo de absorção do protetor pela pele é de 15 minutos, por isso recomenda-se utilizar protetores líquidos, pois têm uma absorção mais rápida.

Para evitar que os pets lambam o produto e deixem algumas regiões expostas ao sol, alguns laboratórios utilizam em sua fórmula uma substância amarga, atóxica, que dá um gostinho muito desagradável na pele.

O protetor deve ser aplicado nas regiões em que o sol irá atingir com maior intensidade, como as regiões com menos pelo ou sem pelo, no focinho, no lado interior das orelhas, na barriga e nas patas.


Qual escolher?
Protetores solares para seres humanos também podem ser usados em pets.


(Imagem: Pet Society/ Divulgação)

Na hora de escolher, opte por protetores à prova d’ água. Assim você fica tranquilo caso seu pet, durante o passeio, dê uma de espertinho e resolva dar um mergulho no mar ou na piscina.

Escolher o fator correto também é muito importante. Os protetores solares específicos para animais têm fator a partir de FPS 15, mas o ideal é optar por fatores mais fortes, a partir de FPS 30.

A melhor opção é escolher os protetores solares específicos para cães e gatos, mas outra protetores solares para seres humanos também podem ser usados. Quando se opta por esses protetores, os mais indicados são os para peles sensíveis ou infantis.

Mas esses produtos possuem substâncias que podem ser tóxicas para os pets, então sempre escolha produtos sem zinco. O zinco pode causar problemas gastrointestinais. Já os gatos são mais sensíveis e não podem utilizar produtos com octil salicilato, homosalato, etilhexil salicilato e dióxido de titânio em sua fórmula.

Na hora de escolher qual protetor é mais indicado para o seu pet,peça ajuda ao médico veterinário e deixe seu peludo totalmente protegido.


Onde comprar?
Os protetores solares específicos para cães e gatos são encontrados apenas nos pet shops.


(Imagem: Progenic Veterinária/ Divulgação)

Na hora de comprar o protetor para o seu pet, basta ir até o pet shopmais próximo. Apesar de ainda não existires muitas marcas no mercado, o valor é bastante parecido com os protetores para as pessoas.

O protetor da Pet Society FSP 30 custa em torno de R$ 50, pode ser usados em cães e gatos e é à prova d’água. O SunDog, da Progenic Veterinária, tem FSP 15 e é apenas para cães, custa entre R$ 19 e R$ 23.

(Imagem: Dermoscent/ Divulgação)

Outra maneira de adquirir é importando alguns produtos emsites de venda, como o Sun Free, da Dermoscent. Ele custa em torno de 15 euros.

Antes de comprar qualquer produto fora do Brasil, consulte um veterinário.

Fonte:
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Meu cachorro mordeu um sapo: o que fazer nessas horas?



Sapos podem ser um problema aos donos de pets pois eles produzem toxinas letais aos cães. Acidentes envolvendo cães e sapos são comuns e devem ser motivo de preocupação para quem é proprietário de um cachorro, principalmente quem mora em locais como próximos ao habitat natural destes anfíbios.


Os sapos comuns, (do gênero Bufo) podem causar graves intoxicações entre os cães. Fora da água, os sapos caminham lentamente, o que os torna presas fáceis para qualquer cachorro, que podem morder estes anfíbios. Na superfície dos sapos, existem substâncias potencialmente fatais para um cachorro. No momento da mordida, os sapos eliminam este 'veneno', produzidos em suas glândulas espalhadas pelo seu corpo, sendo rapidamente absorvido causando graves sintomas nos cachorros. 


Sintomas da intoxicação por veneno de sapo em cães
O veneno produzido pelos sapos pode causar diversos sintomas entre os cães, que podem variar de acordo com a quantidade ingerida

(Imagem: Shutterstock)


* Vômitos e náuseas: cães podem começar a demonstrar ânsia de vômito logo após a intoxicação;
* salivação intensa;
* incontinência urinária e fecal : animal defeca e urina de forma descontrolada; 
* convulsões;
* o efeito do veneno pode causar hemorragias generalizadas nos cães, e ainda causar parada cardíaca, levando a morte em poucos minutos.


Tratamento das intoxicações causadas pelo veneno de sapo em cães
Esta situação é uma emergência e se não tratada a tempo pode levar a morte de um cão em poucos minutos!

(Aspecto de veneno produzido pelas glândulas paratóides Imagem: Sonne et Al. 2008 )

Se você presenciou o ocorrido, o que pode ser feito como medida de primeiros socorros é lavar bem a boca do cachorro com água para eliminar restos do veneno, se isso for possível. Não o faça se não tiver segurança, pois vale lembrar que os cães podem morder, principalmente nestes momentos pois o veneno pode causar dor. 

Procure por atendimento veterinário o mais rápido possível. Casos de intoxicação por sapos precisam de tratamento imediato com medicamentos para combater os sintomas. Quando atendidos a tempo por um médico veterinário, existem boas chances de recuperação quando tratamento de suporte é realizado a tempo.

O veterinário pode precisar de exames complementares como um ECG - eletrocardiograma. Não existe um antídoto e sim medicamentos que irão auxiliar no controle dos sintomas, como a atropina e medicamentos anticonvulsivantes.

Como evitar acidentes envolvendo sapos e cães
Os sapos comuns podem ser encontrados em praticamente em quase todas as regiões do planeta.

Quem mora em locais próximos a lagoas ou riachos pode não ter como evitar este 'problema de convivência' entre cães e sapos. Não existe justificativa para matar os sapos: basta seguir algumas 'boas regras de convivência', veja algumas dicas a seguir:

1. Sapos se alimentam praticamente de tudo: são animais onívoros.Evite deixar a ração de cães ou outros alimentos em locais que eles possam ter acesso e facilitando a presença deles nos locais onde cães possam atacá-los. 
(Imagem: Shutterstock)

2. Cuidado redobrado ao passear com seu cachorro em ambientes como sítios ou fazendas que tenham áreas alagadas. Evite que os cães tenham acesso aos locais que onde você perceba que existam sapos durante a noite. Sapos normalmente evitam sair a luz do dia, devido ao risco deles perderem umidade. 

3. Use as plantas ao seu favor:plantas que produzem odor cítrico, como o limão, são repelentes naturais de sapos. Uma sugestão é espalhar uma mistura de suco de limão nos locais onde eles forem indesejados. Grãos de café torrado também tem essa função e podem ser uma alternativa.

4. Se você tem qualquer tipo de água parada em sua propriedade, o ideal é ter algum tipo de filtro que faça a água recircular. Anfíbios põem ovos na água parada: manter a água em movimento é uma forma de controlar o número de novos sapos.

Importante: O veneno dos sapos comuns não é tóxico aos humanos: se você tocar um sapo, o ideal é lavar as mãos o mais rápido possível.

Fonte:
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Pancreatite ou inflamação do pâncreas em cães e gatos: saiba tudo sobre o assunto aqui

pancreatite em cães

A pancreatite é uma inflamação do pâncreas, pode ocorrer de forma aguda (rápida) ou crônica, causa muita dor e pode levar um cão ou gato à morte. Essa condição pode ocorrer nos cães e gatos, principalmente os maisidosos, obesos, como uma consequência ou causa de diabetes.

O pâncreas é um órgão fundamental do sistema digestivo e endócrino: é o responsável pela produção de insulina, que regula os níveis de glicose e tem papel fundamental na digestão das gorduras dos alimentos.


Nos humanos, a principal causa de inflamação do pâncreas é o alcoolismo. Já entre os cães, outros motivos que podem levar a essa condição, sendo o principal deles os elevados níveis de gorduras na dieta e a obesidade causada por alimentação inadequada.

(Imagem: Shutterstock)

Algumas raças podem ter predisposição genética a essa condição, como os cães da Poodle eSchnauzer miniatura e Cocker Spaniel.

Um exemplo de um quadro de pancreatite aguda é quando cães comem grandes quantidades de alimentos gordurosos (por exemplo, quando seu cachorrinho rouba e come aquele pedação de bacon que você estava preparando para churrasco do final de semana).

Outro motivo da pancreatite são os acidentes com escorpiões. Animais que são picados por escorpiões podem morrer rapidamente devido a ação do veneno , pois ele causa inflamação aguda do pâncreas e hemorragia interna.

Mais um motivo de pancreatite em cães e gatos é o uso inadequado de medicamentos, o que podem causar lesões irreversíveis no pâncreas. Por isso, jamais dê medicamentos por conta própria ao seu animal de estimação. Além de não resolver o problema, você pode estar prejudicando de forma irreversível a saúde dele.

Fonte:

domingo, 19 de outubro de 2014

Formiga tem capacidade de "Dar Aula" para a companheira



Um cérebro grande não é necessário para dar aulas. Antes que professores fiquem indignados e inundem a Folha com cartas raivosas, segue o motivo: a afirmação se refere a formigas, e foi feita por dois pesquisadores que analisaram um fenômeno único na natureza --um inseto ensinando outro.


"Nossa identificação de comportamento de ensino em uma formiga mostra que um cérebro grande não é um pré-requisito para isso", escrevem Nigel Franks e Tom Richardson, da Universidade de Bristol, Reino Unido, na edição de hoje da revista científica "Nature".


Claro, o cérebro continua importante. "Talvez animais com cérebro grande possam muitas vezes aprender de modo independente", disse Franks à Folha .


Os dois afirmam que o exemplo que encontraram de relacionamento professor-aluno é inédito no reino animal, descontando-se o ser humano. "Um indivíduo é um professor se ele modifica seu comportamento na presença de um observador, com algum custo inicial para ele próprio, para poder dar um exemplo, de modo que o outro indivíduo aprenda mais rápido", definem eles.


Eles estudaram o modo como uma formiga "professora" ensinava à "aluna" o caminho até uma fonte de comida. O caminho era demorado, e envolvia uma relação entre as duas --a "aluna" tocava a "professora" nas pernas ou abdômen com sua antena, e ela modificava seu comportamento em seguida.


Dar aula custa caro para a formiga professora. Ela poderia chegar quatro vezes mais rápido à fonte de comida se não tivesse de ensinar o caminho.


Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u14148.shtml


RICARDO BONALUME NETO da Folha de S.Paulo em 12/01/2006




Leia Mais no SitedeCuriosidades.com: http://www.sitedecuriosidades.com/curiosidade/formiga-tem-capacidade-de-dar-aula-para-companheira.html


Curiosidade: Como o camaleão muda de cor?


O camaleão é um bicho que consegue controlar a movimentação dos pigmentos que dão cores às células de sua pele. Ele possui a capacidade de imitar a cor do ambiente para tentar se camuflar e se livrar dos predadores.

No camaleão, a mudança de cor pode acontecer para criar uma semelhança com folhagem, galhos ou troncos de árvores. Além da defesa, a camuflagem também é uma técnica para a caça. Para capturar insetos com sua língua, o camaleão assume cores diferentes.

Suas cores variam entre tons de verde, rosa, azul, amarelo, vermelho, marrom e preto. O processo da camuflagem é involuntário. O cérebro do camaleão recebe a luz que incide na retina, a compara com a luz refletida no ambiente e libera os hormônios para as células da pele. Com esse processo, o camaleão pode assumir a cor do ambiente em segundos.

Essa alteração de cor é regulada por hormônios produzidos pela hipófise, uma glândula na base do cérebro, e que chegam às células da pele pela circulação sanguínea.

Essas células especiais que dão cor ao bicho são chamadas de cromatóforos.

Fonte: SitedeCuriosidades.com

Sintomas Característicos da Tosse Canina


tosse canina

A tosse canina causada pelo coronavírus é uma doença que acomete os animais e se apresenta na maioria das vezes de forma branda.

O vírus é disseminado quando um animal sadio entra em contato com as fezes ou outras excreções de outros animais que estão infectados pelo vírus.

Os animais acometidos pela doença apresentam pouca mortalidade, mas a tosse canina pode ser difícil de ser controlada em filhotes ou cães que apresentam estresse, ou ainda nos animais que não estão com boa saúde.

Os animais acometidos pela doença apresentam depressão, falta de apetite, vômitos com sangue e diarreia que pode ter cheiro forte e ainda apresentar sangue ou coloração amarelo-laranja.

Observado qualquer sintoma é preciso buscar orientação médico veterinária para que o animal seja medicado. Geralmente os veterinários recomendam cuidados com a alimentação e com a água oferecidos, visando à substituição do que foi perdido com o vômito e diarreia. A doença também é tratada com medicação de controle.


Fonte: Casa HSW
Adaptação: Revista Veterinária

Instituto Nina Rosa defende o consumo sem crueldade e a posse responsável de bichos domésticos - Repórter Eco - cmais+ O portal de conteúdo da Cultura