domingo, 19 de outubro de 2014

Curiosidade: Como o camaleão muda de cor?


O camaleão é um bicho que consegue controlar a movimentação dos pigmentos que dão cores às células de sua pele. Ele possui a capacidade de imitar a cor do ambiente para tentar se camuflar e se livrar dos predadores.

No camaleão, a mudança de cor pode acontecer para criar uma semelhança com folhagem, galhos ou troncos de árvores. Além da defesa, a camuflagem também é uma técnica para a caça. Para capturar insetos com sua língua, o camaleão assume cores diferentes.

Suas cores variam entre tons de verde, rosa, azul, amarelo, vermelho, marrom e preto. O processo da camuflagem é involuntário. O cérebro do camaleão recebe a luz que incide na retina, a compara com a luz refletida no ambiente e libera os hormônios para as células da pele. Com esse processo, o camaleão pode assumir a cor do ambiente em segundos.

Essa alteração de cor é regulada por hormônios produzidos pela hipófise, uma glândula na base do cérebro, e que chegam às células da pele pela circulação sanguínea.

Essas células especiais que dão cor ao bicho são chamadas de cromatóforos.

Fonte: SitedeCuriosidades.com

Sintomas Característicos da Tosse Canina


tosse canina

A tosse canina causada pelo coronavírus é uma doença que acomete os animais e se apresenta na maioria das vezes de forma branda.

O vírus é disseminado quando um animal sadio entra em contato com as fezes ou outras excreções de outros animais que estão infectados pelo vírus.

Os animais acometidos pela doença apresentam pouca mortalidade, mas a tosse canina pode ser difícil de ser controlada em filhotes ou cães que apresentam estresse, ou ainda nos animais que não estão com boa saúde.

Os animais acometidos pela doença apresentam depressão, falta de apetite, vômitos com sangue e diarreia que pode ter cheiro forte e ainda apresentar sangue ou coloração amarelo-laranja.

Observado qualquer sintoma é preciso buscar orientação médico veterinária para que o animal seja medicado. Geralmente os veterinários recomendam cuidados com a alimentação e com a água oferecidos, visando à substituição do que foi perdido com o vômito e diarreia. A doença também é tratada com medicação de controle.


Fonte: Casa HSW
Adaptação: Revista Veterinária

Instituto Nina Rosa defende o consumo sem crueldade e a posse responsável de bichos domésticos - Repórter Eco - cmais+ O portal de conteúdo da Cultura


quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Banho de Pet em casa requer cuidados





Se o proprietário escolher dar o banho em seu pet em casa, é necessário observar alguns cuidados para que não haja nenhum problema com o animal e com quem está dando o banho.

O primeiro passo é evitar o estresse e a agressividade do animal, para isso escolha um ambiente tranquilo, em que o animal se sinta bem, que pode ser um tanque, banheiro, banheira ou ainda algum esguicho de água. É necessário que a água esteja em temperatura agradável, para isso observe como o clima esta no dia escolhido.

Os xampus devem ser usados, existem produtos específicos para o corpo e para a área dos olhos, nunca use produto de uso humano nos animais. Nos olhos também pode ser usada à pomada lubrificante, indicada pelo medico veterinário. Os ouvidos devem ser protegidos com algodão seco ou parafinado, evitando assim que a água entre.

O animal deve ser lavado, começando pelas pernas, assim ele se acostuma com a temperatura da água, e evita o estresse e agressividade. Lave, enxague e seque o animal, se o clima estiver frio ou o animal possuir muito pelo, o secador pode ser usado, mas cuidado para não assustar o bicho.


Fonte:
Shop Veterinário

Curiosidades inúteis sobre animais


* Os ratos multiplicam-se tão rapidamente que, em 18 meses, um casal de ratos pode ter para cima de um milhão de descendentes.

* Os camarões têm o coração alojado na cabeça.

* Os porcos não são fisicamente capazes de olhar para o céu.

* Um crocodilo não coloca a língua para fora da boca.

* Um estudo, que abrangeu cerca de 200 mil avestruzes durante mais de 80 anos, não registrou um único caso em que um deles fosse visto enfiando a cabeça na areia.

* Os ratos e os cavalos não conseguem vomitar.

* Quando a galinha bota ovos coloridos o galo mata o pavão (brincadeirinha).

* Uma galinha põe cerca de 250 ovos por ano.

* Um canguru pode saltar até 3 metros de altura.

* O Leão Marinho pode casar-se com até 20 damas.

* O mosquito bate as asas 1.000 vezes por segundo.

* Um formigueiro pode alojar até 1 milhão de formigas.

* Há 7 pintas no dorso de uma joaninha adulta.

Fonte:
 SitedeCuriosidades.com

As doenças e vacinação das aves


Várias doenças podem vir a acometer o sistema avicultor. Para evitar que algumas moléstias tragam prejuízos é necessário vacinar os animais. Dentre as doenças que acomete as aves e que existem vacinas estão: Marek, Coriza Infecciosa, Newcastle, Bouba Aviária e Bronquite infecciosa.

As aves devem ser vacinadas ao nascer por via subcutânea no dorso do pescoço contra a doença de Marek.

Contra a coriza infecciosa os animais são vacinados duas vezes, uma dos 25 a 40 dias e outra quando completarem 80 a 90 dias, por via subcutânea no dorso do pescoço.

A vacinação contra a Newcastle ocorre por via ocular ou nasal, são três doses, sendo a primeira entre 3 a 10 dias; a segunda entre 21 a 30 dias; e a terceira entre 45 a 60 dias.

Contra a bouba aviária há três doses com reforço anual. A primeira dose deve ser ministrada com 1 a 5 dias; a segunda dose com 80 a 90 dias; a terceira dose com 180 dias. A vacinação é feita por punção na membrana da asa ou ainda com 1 gota no poro da coxa.

A vacinação contra a bronquite infecciosa é colocada na água. A primeira dose deve ser ministrada aos 4 dias, a segunda com 4 semanas e a terceira após o pico de reprodução.

É importante que se deve vacinar somente as aves em bom estado de saúde, não utilizar água clorada para a diluição da vacina e sim água mineral ou de poço previamente fervida, e ainda é necessário vacinar o plantel regularmente.

A sarna suína




Os suínos são sensíveis a dois tipos de sarna, a sarcóptica e a demodécica. A sarna sarcóptica é mais frequentemente encontrada, enquanto à sarna demodécica é de rara ocorrência entre os suínos.

Quando a sarna acomete os animais, eles apresentam descamação da pele, causada pelos ectoparasitas, além de intensa coceira. Para se aliviarem desta coceira, os animais roçam o corpo contra a parede. A sarna acomete os suínos de todas às idades.

Quando a fêmeas são portadoras da sarna, o parasita pode ser transmitido aos filhotes. A sarna também se espalha através dos machos reprodutores durante a cobertura.

Os suínos infectados apresentam-se inquietos e irritados, perdem peso, há retardo no crescimento e também aumento de refugos.

Se for observado sarna no plantel, os animais devem ser tratados com vacinas ou com banhos com sarnicidas, todo tratamento é preciso ser indicado pelo médico veterinário capacitado.

Fonte: