quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Acostumando o seu cão a ficar só em casa


Quando as pessoas saem de casa, muitas vezes são obrigados deixar o seu animal, por algum tempo, sozinho. Se o seu animal roer os móveis ou fizer alguma “arte”, é para mostrar que estão chateados ou estressados com a sua ausência. Afinal, ninguém gosta de ficar sozinho, não é? Mas existem algumas coisas que podemos fazer para aliviar esses sentimentos do animal.

Antes de sair leve seu amigo para passear. Assim, quando voltarem ele estará tão cansado que vai dormir por horas.

Espalhe, pela casa, petiscos escondidos em brinquedos ou bem enrolados em meias velhas, com muitos nós, pra ele ter um desafio, até alcançar o petisco.

Ninguém gosta de ficar só. Mas, com um pouco de adestramento, o seu cachorro vai deixar você sair, sem preocupação. Acostume-o aos poucos, com sua saída. Vá aumentando, gradativamente, o tempo de permanência fora de casa. Assim compreenderá que vai retornar.

Fazer festa, quando chega em casa, só aumenta a ansiedade do animal. Procure tratar a sua chegada como algo normal e sem grande significado.

Com um osso, o seu animal de estimação vai se entreter muito, além de cuidar da saúde bucal. Lembre-se, cães adoram ossos. Mas procure o seu veterinário para a melhor recomendação do tipo de osso a presentear.

Ter som em casa (como a televisão ligada) ajuda a manter o nível de stress do seu animal sob controle. Assim, um som com um volume agradável, vai manter o seu animal bem mais tranqüilo.

Deixe, ao lado da caminha dele, algo com o seu cheiro. Assim, ele vai ficar mais confortado.

Com todas estas dicas, pode ter a certeza que sair e deixar o seu amiguinho em casa sozinho, vai deixar de ser um pesadelo e se tornará um período de tranqüilidade, para o dono e para o animal.

FONTE:

Seu cachorro cava buracos?


Os cachorros que cavam buracos, cavam para escapar, para procurarem um bichinho que viram por ali, para trabalhar, para esconder sua comida favorita, para ficarem mais fresquinhos, para fazer um exercicio, para diminuir o tedio de um dia.

Para tentar contornar o problema, usa-se de algumas estrategias:
Encha o buraco favorito de seu animal com pedras;

Arranje um lugar fixo onde ele possa cavar sem dramas para os donos e ensine-o a cavar apenas nesse lugar;

Quando ele estiver cavando em local proibibo, jogue uma boa ducha com a mangueira e corrija-o dizendo um firme "nao";

Coloque no buraco favorito de seu pet algo bem fedorento;

Pode-se fazer cercas com pedras de varios tamanhos, pois os cachorros evitam pisar nesses pisos irregulares.

Experimente.

Sons emitidos pelos animais


ABELHA: - azoinar, sussurrar, zinir, ziziar, zoar, zonzonear, zuir, zunzum, zumbar, zumbir, zumbrar, zunzir, zunzar, zunzilular, zunzunar.

ABUTRE: - grasnar.

AÇOR: - grasnar.

ÁGUIA: - borbolhar, cachoar, chapinhar, chiar, escachoar, murmurar, rufar, rumorejar, sussurrar, trapejar, crocitar, grasnar, gritar, piar.

ANDORINHA: - chilrar, chilrear, gazear, gorjear, grinfar, trinfar, trissar, zinzilular.

ANDORINHÃO: - crocitar, piar.

ANHO: - balar, mugir.

ANHUMA: - cantar, gritar.

ANTA: - assobiar.

ANUM: - piar.

ARAPONGA: - bigornear, golpear, gritar, martelar, retinir, serrar, soar, tinir.

ARAPUÁ: - azoinar, sussurrar, zinir, ziziar, zoar, zonzonear, zuir, zunzum, zumbar, zumbir, zumbrar, zunzir, zunzar, zunzilular, zunzunar.

ARARA: - chalrar, grasnar, gritar, palrar, taramelar.

ARGANAZ: - chiar, guinchar.

ARIRANHA: - regougar.

ASNO: - azurrar, ornear, ornejar, rebusnar, relinchar, zornar, zunar, zurrar.

AUROQUE: - berrar.

AVESTRUZ: - grasnar, roncar, rugir.

AZULÃO: - cantar, gorjear, trinar.


BACURAU: - gemer, pair.

BAITACA: - chalrar, chalrear, palrar.

BALEIA: - bufar.

BEIJA-FLOR: - trissar.

BEM-TE-VI: - cantar, estridular, assobiar.

BESOURO: - zoar, zumbir, zunir.

BEZERRO: - berrar, mugir.

BISÃO: - berrar.

BODE: - balar, blalir, berrar, bodejar, gaguejar.

BOI: - mugir, berrar, bufar, arruar.

BÚFALO: - bramar, berrar, mugir.

BUGIO: berrar.

BURRO: - azurrar, ornear, ornejar, rebusnar, relinchar, zornar, zunar, zurrar.


CABRA: - balar, balir, berregar, barregar, berrar, bezoar.

CABRITO: - balar, balir, berregar, barregar, berrar, bezoar

CABURÉ: - piar, rir, silvar.

CAITITU: grunhir, roncar.

CALHANDRA: - chilidar, gazear, grinfar, trinfar, trissar, zinzilular.

CAMBAXIRRA: - chilrear, galrear.

CAMELO: - blaterar.

CAMUNDONGO: - chiar, guinchar.

CANÁRIO: - cantar, dobrar, modular, trilar, trinar.

CÃO: acuar, aulir, balsar, cainhar, cuincar, esganiçar, ganir, ganizar, ladrar, latir, maticar, roncar, ronronar, rosnar, uivar, ulular.

CAPIVARA: assobiar.

CARACARÁ: - crocitar, grasnar, grasnir.

CARNEIRO: - balar, balir, berrar, berregar.

CAVALO: - bufar, bufir, nitrir, relinchar, rifar, rinchar.

CEGONHA: - goterar, grasnar.

CHACAL: - regougar.

CIGARRA: - cantar, chiar, chichiar, ciciar, cigarrear, estridular, estrilar, fretenir, rechiar, rechinar, retinir, zangarrear, zinir, ziziar, zunir.

CISNE: arensar.

COBRA: - assobiar, chocachar, guizalhar, sibilar, silvar.

CODORNA: - piar, trilar.

COELHO: - chiar, guinchar.

CONDOR: - crocitar.

CORDEIRO: - berregar, balar, balir.

CORRUIRA: - chilrear, galrear.

CORRUPIÃO: - cantar, gorjear, trinar.

CORUJA: - chirrear, corujar, crocitar, crujar, piar, rir.

CORVO: - corvejar, crocitar, grasnar, crasnar.

COTOVIA: - cantar, gorjear.

CROCODILO: - bramir, rugir.

CUCO: - cucular, cuar.

CURIANGO: - gemer.

CUTIA: - gargalhar, bufar.


DONINHA: - chiar, guinchar.

DROMEDÁRIO: - blaterar.


ÉGUA: - bufar, bufir, nitrir, relinchar, rifar, rinchar.

ELEFANTE: - barrir, bramir.

EMA: - grasnar, suspirar.

ESTORNINHO: - palrar, pissitar.


FALCÃO: - crocitar, piar, pipiar.

FERREIRO: - bigornear, golpear, gritar, martelar, retinir, serrar, soar, tinir.


GAFANHOTO: - chichiar, ziziar.

GAIO: - gralhar, grasnar.

GAIVOTA: grasnar, pipilar.

GALINHA: - carcarejar, cacarecar, carcarcar.

GALINHA D’ANGOLA: - fraquejar.

GALO: - cantar, clarinar, cocoriar, cocoricar, cucuricar, cucuritar.

GAMBA: chiar, guinchar, regougar.

GANSO: - gasnar, gritar.

GARÇA: - gazear.

GARRINCHA: - chilrear, galrear.

GATO: - miar, resbunar, resmonear, ronronar, roncar, chorar, choradeira.

GATURAMO: - gemer.

GAVIÃO: - guinchar.

GRALHA: crocitar, gralhar, gralhear, grasnar.

GRAÚNA: - cantar, trinar.

GRILO: - chirriar, crilar, estridular, estrilar, guizalhar, trilar, tritrilar, tritrinar.

GROU: - grasnar, grugrulhar, gruir, grulhar.

GUARÁ (ave): - gazear, grasnar.

GUARÁ: - uivar.


HIENA: - gargalhar, gargalhear, gargadear.

HIPOPÓTAMO: - grunhir.


INAMBU: - piar.

INHAMBU: piar.


JABURU: - gritar.

JACU: - grasnar.

JAGUAR: - esturrar, miar, rugir, urrar.

JANDAIA: - chalrar, grasnar, gritar, palrar, taramelar.

JAVALI: - arruar, cuinchar, cuinhar, roncar, rosnar.

JIA: - coaxar.

JUMENTO: - azurrar, ornear, ornejar, rebusnar, zornar, zurrar.

JURITI: - arrular, arulhar, soluçar, turturinar.


LAGARTO: - gecar.

LEÃO: - bramar, bramir, fremir, rugir, urrar.

LEBRE: - assobiar, guinchar.

LEITÃO: - bacorejar, cuinchar, cuinhar.

LEOPARDO: - bramar, bramir, fremir, rugir, urrar.

LOBO: - ladrar, uivar, ulular.

LONTRA: - assobiar, chiar, guinchar.


MACACO: - assobiar, guinchar, cuinchar.

MACUCO: - piar.

MAITÁ: - chalrar, chalrear, palrar.

MAITACA: - chalrar, chalrear, palrar.

MARRECO: - grasnar, grasnir, grassitar.

MELRO: - assobiar, cantar.

MILVUS: - crocitar, grasnar.

MORCEGO: - farfalhar, trissar.

MOSCA: - zinir, zoar, zumbir, zunir, zumbar, ziziar, zonzonear, sussurrar, azoinar, zunzum.

MULA: - azurrar, ornear, ornejar, rebusnar, relinchar, zornar, zunar, zurrar.

MUTUM: - cantar, gemer, piar.

ONÇA: - esturrar, miar, rugir, urrar.

OVELHA: - balar, balir, berrar, berregar.


PACA: - assobiar.

PANTERA: - miar, rosnar, rugir.

PAPAGAIO: - charlar, charlear, falar, grazinar, parlar, palrear, taramelar, tartarear.

PARDAL: - chaiar, chilrear, piar, pipilar.

PATATIVA: - cantar, soluçar.

PATO: - grasnar, grassitar.

PAVÃO: - pupilar.

PEGA: - palrar.

PEIXE: - roncar.

PELICANO: grasnar, grassitar.

PERDIGÃO: - cacarejar, piar, pipiar.

PERDIZ: - cacarejar, piar, pipiar.

PERIQUITO: - chalrar, chalrear, palrar.

PERNILONGO: cantar, zinir, zuir, zumbir, zunzunar.

PERU: - gluginejar, gorgolejar, grugrulejar, grugrulhar, grulhar.

PICA-PAU: - estridular, restridular.

PINTAROXO: - cantar, gorjear, trinar.

PINTASSILGO: - cantar, dobrar, modular, trilar.

PINTO: - piar, pipiar, pipilar.

POMBO: - arrolar, arrular, arrulhar, gemer, rular, rulhar, suspirar, turturilhar, turturinar.

PORCO: - grunhir, guinchar, roncar.

POUPA: - arrulhar, gemer, rulhar, turturinar.

RÃ: - coaxar, engrolar, gasnir, grasnar, grasnir, malhar, rouquejar.

RAPOSA: - regougar, roncar, uivar.

RATO: - chiar, guinchar.

RINOCERONTE: - bramir, gruñir.

ROLA: - arrolar, arrular, arrulhar, gemer, rular, rulhar, suspirar, turturilhar, turturinar.

ROUXINOL: - cantar, gorjear, trilar, trinar.


SABIÁ: - cantar, gorjear, modular, trinar.

SAGÜI: - assobiar, guinchar.

SAPO: - coaxar, gargarejar, grasnar, grasnir, roncar, rouquejar.

SERIEMA: - cacarejar, gargalhar.

SERPENTE: - assobiar, chocachar, guizalhar, sibilar, silvar.


TICO-TICO: - cantar, gorjear, trinar.

TIGRE: - bramar, bramir, miar, rugir, urrar.

TOUPEIRA: - chiar.

TOURO: - berrar, bufar, mugir, urrar.

TUCANO: - chalrar.


URSO: - bramar, bramir, rugir.

URUBU: - corvejar, crocitar, grasnar, crasnar.


VACA: - berrar, mugir.

VEADO: - berrar, bramar, rebramar.

VESPA: - azoinar, sussurrar, zinir, ziziar, zoar, zonzonear, zuir, zunzum, zumbar, zumbir, zumbrar, zunzir, zunzar, zunzilular, zunzunar.

ZEBRA: - relinchar, zurrar.

Cada país tem uma forma de escrever o som de seus animais.

Se o seu cachorrinho faz "whow whou" ao inves de au au, ele deve ser francês.
Cada patria tem uma forma de escrever o som de seus animais.
A Alemanha - vow vow
A Argentina - gua gua
Brasil - au au
A Colombia - gau gau
Os Estados Unidos - ruf ruf
O Japao - won won
A Russia - guf guf
A Tailandia - hong hong
o Vietna - go go

Sanidade Animal


A saúde animal, numa visão ampliada, envolve questões relacionadas a enfermidades dos animais, saúde pública, controle dos riscos em toda a cadeia alimentar, assegurando a oferta de alimentos seguros e bem estar animal.


Para assegurar a saúde animal, é necessária a existência de serviços veterinários bem estruturados, capacitados e aptos para detecção e adoção precoce das medidas de controle e erradicação das doenças.


Em sintonia com a Organização Mundial de Saúde Animal – OIE, que reconhece os serviços veterinários como um bem público mundial, o serviço veterinário brasileiro, responsável pela condução da política de saúde animal, compartilha com o setor privado as responsabilidades para aplicação das medidas que objetivam a melhoria da saúde animal.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Mapa orienta sobre a estomatite vesicular







O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) está atento aos casos de estomatite vesicular (EV), com focos confirmados este ano em quatro estados do País: Bahia, Piauí, Maranhão e Mato Grosso. Trata-se de uma doença viral, com cura espontânea, que afeta bovinos, equídeos, bubalinos, pequenos ruminantes e suínos. Apresenta sinais clínicos semelhantes aos da febre aftosa, com lesões na boca, narinas, no focinho, nas patas e úberes; salivação abundante e dificuldade na locomoção.

Desde 2012 a Comissão do Código de Animais Terrestres da Organização Mundial da Saúde Animal (OIE) propôs a retirada da estomatite vesicular da lista de doenças, por não causar morbidade ou mortalidade significativa, apresentando baixa prevalência de sinais clínicos nos animais infectados e baixo potencial de impacto. Assim, em 2014, foi aprovada a retirada da estomatite vesicular da lista de doenças da OIE.

Diante de uma suspeita da EV, o serviço veterinário oficial deve ser notificado imediatamente para permitir um diagnóstico rápido e a adoção de medidas adequadas que evitem a sua propagação. A interdição das propriedades é uma medida de segurança que impede que os animais doentes deixem o local, e assim possam ser tratados, evitando infecções secundárias em razão das lesões típicas da estomatite. Os casos suspeitos devem ser encaminhados primeiramente ao diagnóstico de febre aftosa. Todos os animais submetidos aos exames foram negativos a esse teste. É importante ressaltar que os animais com EV não precisam ser abatidos, por isso a doença não gera impactos econômicos.


Sobre a EV


Acredita-se que o vírus seja transmitido por insetos vetores hematófagos (que sugam o sangue). Os animais doentes também podem transmitir o vírus para outros animais via contato direto. Os infectados eliminam vírus por meio de secreções e excreções, como a saliva e líquido das vesículas (bolhas), que contaminam os animais suscetíveis ao ter contato com a pele e mucosas que apresentem lesões. O cocho, utensílios e as pessoas que lidam com os animais podem se tornar veículos de transmissão do agente da doença.


Para o controle da dispersão do vírus deve-se restringir a movimentação de animais na propriedade foco, instituir quarentena para os doentes, buscar um rápido diagnóstico e controlar o ingresso de insetos vetores, com a eliminação ou redução dos criadouros, além de desinfecção do ambiente, em caso de currais e estábulos. A doença tem cura espontânea e o tratamento dos doentes é sintomático, para evitar infecções secundárias.


Histórico da doença



O primeiro caso foi registrado em equinos em 1964, no estado de Alagoas. Dois anos depois, também no estado de Alagoas, o serviço veterinário brasileiro registrou a atuação em um surto da doença em mulas.


De 2005 a 2013 houve 169 focos registrados nos estados da Bahia, Ceará, Goiás, Pernambuco, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, São Paulo e Tocantins. Foram registrados 16 focos em 2011; 1 em 2012; 55 em 2013 e este ano 54 até o momento.

Cobras Peçonhentas - São aquelas que representam risco de acidentes.

O veneno destes animais pode até levar à morte do acidentado, caso não haja tratamento específico adequado.

Para saber se as cobras são peçonhentas é preciso observar a presença da fosseta loreal (orifício entre olhos e narina), existente em todas as serpentes peçonhentas das Américas, com exceção das corais verdadeiras.


J A R A R A C A
Serpente responsável pelo maior número de acidentes do Brasil


Nome científico: Bothropoides jararaca.

Alimentação: roedores e pequenas aves.

Reprodução: vivípara (filhotes são paridos).

Habitat: matas, campos cultivados, florestas, regiões urbanas e periferias.

Soro específico: antibotrópico.


J A R A R A C U Ç U
Serpente peçonhenta temida pela agressividade e quantidade de veneno que pode inocular



Nome científico: Bothrops jaracussu.

Alimentação: roedores e rãs.

Reprodução: vivípara (filhotes são paridos).

Habitati: matas, campos cultivados, regiões urbanas e periferias.

Soro específico: antibotrópico.


C A S C A V E L
Serpente peçonhenta com chocalho na ponta da cauda. Faz barulho ao perceber presença humana.



Nome científico: Caudisona durissa.

Alimentação: roedores.

Reprodução: vivípara (filhotes são paridos).

Habitat: campos abertos, lugares secos e pedregosos.

Soro Específico: anticrotálico.


S U R U C U C U     P I C O    D E    J A C A
Maior serpente peçonhenta das Américas



Nome específico: Lachesis muta

Alimentação: roedores.

Reprodução: ovípara (fêmea põe ovos).

Habitat: Floresta Amazônica e Mata Atlântica (matas primárias).

Soro Específico: antibotrópico-laquético.


C O R A L    V E R D A D E I R A
Serpente peçonhenta com o veneno mais potente do Brasil



Nome específico: Micrurus sp

Alimentação: outras serpentes.

Reprodução: ovípara (fêmea põe ovos).

Habitat: matas úmidas, campos e regiões secas, vive normalmente abaixo do solo.

Soro específico: antialapídico.


Em breve falaremos das Cobras Não-Peçonhentas, aguardem!