O ronronar é parte do repertório de comunicação social dos gatos, aparentemente criado pelo movimento do ar em espasmos por contrações do diafragma.
O ronronar é, as vezes, ouvido em gatos severamente doentes ou ansiosos, talvez uma vocalização de auto-conforto.
Mas, tipicamente, é sinal de contentamento.
Entre os mamíferos o Homem é o animal que mais vive (115 anos)
Tartarugas podem viver até 152 anos
Cachorros podem viver até 12 anos
Arara podem viver até 63 anos
Burros podem viver até 12 anos
Carneiros podem viver até 15 anos
Coelhos podem viver até 12 anos
Corvos podem viver até 69 anos
Esquilos podem viver até 11 anos
Gatos podem viver até 17 anos
Golfinhos podem viver até 65 anos
Leões podem viver até 25 anos
Ratos podem viver até 3 anos
Ursos podem viver até 30 anos
Veados podem viver até 10 anos
Rinocerontes podem viver até 70 anos
Avestruzes podem viver até 50 anos
Cangurus podem viver até 7 anos
Cavalos podem viver até 30 anos
Corujas podem viver até 24 anos
Elefantes podem viver até 60 anos
Galinhas podem viver até 7 anos
Girafas podem viver até 10 anos
Gorilas podem viver até 20 anos
Porcos podem viver até 10 anos
Tigres podem viver até 25 anos
Vacas podem viver até 15 anos
Zebras podem viver até 15 anos
Tartarugas podem viver até 100 anos
Um estudo científico sugeriu que os cães atribuem aos seus donos as figuras de pai ou de mãe. A pesquisa mostrou que os cães exibem um comportamento semelhante ao encontrado em crianças humanas, ou seja, eles sentem como se seus proprietários fossem a base para um ambiente seguro de vida.
Nas crianças, esse efeito influencia suas vidas diárias e se torna importante para o seu desempenho cognitivo. No caso dos cães, eles vêm nos donos uma figura de proteção e afeto.
Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores testaram os cães em três condições: Na primeira o dono estava ausente; na segunda o dono estava em silêncio; e na terceira o dono estimulava o cão com palavras de incentivo. Em uma condição adicional, o proprietário foi substituído por um homem desconhecido.
Durante os testes, foi nítido que os cães se mostravam mais confortáveis quando o proprietário estava presente, independentemente de seu comportamento. Na presença de um ser humano desconhecido, o grau de angústia do cão foi maior.
O estudo forneceu evidências de que os proprietários de cães representam uma base segura para os animais. A presença ou a ausência dos donos pode afetar substancialmente a motivação dos cães.
Assim, os pesquisadores conseguiram entender que há o desenvolvimento de um vínculo forte do cão com o seu cuidador primário, uma vez que os animais associam a imagem dos donos à imagem de sua mãe ou pai. Existe nessa relação um apego que ativa o sistema de fixação que mantém a proximidade com este indivíduo específico.
A pesquisa levou em conta que os cães domésticos têm sido intimamente associados com os seres humanos por cerca de 15 mil anos. Assim, esses animais se encontram bem adaptados ao nicho da sociedade humana onde, em muitos casos, o proprietário substituiu membros da mesma espécie como o principal parceiro social.
Esta relação única entre cães adultos e seus donos humanos tem uma notável semelhança com o vínculo do apego infantil, já que os cães são dependentes de cuidados humanos e seu comportamento parece ser especificamente orientado pela prestação dos cuidados de seus donos
O porco é o único animal invulnerável à picadas de serpentes venenosas.
Alguns entendidos afirmam que este fenômeno se deve às mantas de gordura do animal, que impediriam que o veneno possa atingir a circulação sanguínea.
Há uma raça de porcos chamada casco-de-burro, curiosa por ser a única que não tem o casco fendido. São suínos antiguíssimos que teriam sido criados na Europa, na Idade Média.
Curioso é também o conhecido porco-espinho. Seu corpo é revestido de longos e afiados espinhos. Esses estiletes naturais são sua arma de defesa. Atacado, agita o corpo e desfere uma quantidade enorme de espinhos sôbre o inimigo à distância de 15 metros, não erra o alvo.
Fonte:
Dicionário Universal de Curiosidades, 1968.
Os cavalos não conseguem respirar pela boca.
Os olhos dos cavalos estão entre os maiores dos mamíferos terrestres.
Os cavalos dormem a maior parte do tempo em pé. Estes animais têm um mecanismo nas pernas (tendões e ligamentos) que lhes permite estar em pé sem utilizarem os músculos. Para entrar em fases mais profundas do sono, os cavalos têm de se deitar.
Para os cavalos é mais confortável estar de pé do que deitados, isto porque quando estão deitados fazem pressão sobre os órgãos internos.
WASHINGTON (Reuters) - Passar alguns minutos acariciando um cachorro pode diminuir a ansiedade de um doente do coração e até mesmo ajudar na recuperação dele durante uma internação hospitalar, disseram pesquisadores dos EUA nesta terça-feira.
Os efeitos benéficos do contato com o animal foram maiores do que quando os doentes com insuficiência cardíaca receberam a visita de um voluntário ou quando foram deixados sozinhos, afirmaram os cientistas durante um encontro da Associação Americana do Coração.
"Essa terapia justifica que analisemos com seriedade essa opção como uma terapia auxiliar para o caso de pessoas com insuficiência cardíaca. Os cães representam um grande conforto", disse Kathie Cole, enfermeira da Universidade do Centro Médico da Califórnia (EUA), que chefiou o estudo.
"Eles deixam as pessoas mais felizes, mais calmas. Eles fazem com que as pessoas sintam-se mais amadas. Isso é algo muito importante quando a pessoa está se sentindo amedrontada e mal."
O estresse pode piorar o quadro de um doente cardíaco, mas Cole disse que ninguém tinha até agora avaliado com profundidade se medidas simples de alívio do estresse, como acariciar um animal, poderiam ajudar de tal forma que pudesse ser medida.
A equipe de Cole descobriu que uma visita de 12 minutos de um cachorro ajuda as funções cardíaca e respiratória, diminuindo a pressão pulmonar, reduzindo a produção de hormônios prejudiciais e combatendo a ansiedade.
Os cientistas avaliaram 76 pessoas com insuficiência cardíaca internadas em um hospital. Desse grupo, alguns receberam a visita de um cachorro por 12 minutos, outros receberam a visita de um voluntário treinado e outros ficaram sozinhos.
Os índices de ansiedade caíram 24 por cento para os doentes visitados por um cão, caíram 10 por cento para os que receberam a visita de uma pessoa e permaneceram inalterados para os que não receberam nenhuma visita.
Fonte:
Reuters
Sim, eles enxergam em azul, amarelo e cinza.
Não conseguem diferenciar as cores verde e vermelho.
Portanto, se quiser ensinar seu animal de estimação a buscar objetos no gramado, por exemplo, escolha os de tons azuis, pois será mais fácil de localizá-los visualmente