domingo, 15 de junho de 2014

Gato: o bicho que virou mania no século XXI

Fonte: Revista Veja
por Rita Loiola 


Sagrado no Egito Antigo e perseguido na Idade Média, o gato deve assumir o posto de bicho mais popular do mundo neste século. A chave para compreender suas múltiplas faces é a ciência, afirma o biólogo britânico John Bradshaw


"Gatos e cachorros apelam a diferentes partes da natureza humana. Os gatos oferecem um vislumbre da vida selvagem, enquanto os cachorros oferecem lealdade e submissão" John Bradshaw, biólogo

No livro 'Cat Sense', o biólogo John Bradshaw revela o significado do comportamento felino e mostra como foi sua evolução ao longo da história (Thinkstock)

Em 13 de junho de 1233, o papa Gregório IX definiu o que era um gato. No documento oficial Vox in Rama, o gato preto foi descrito como "encarnação do demônio". Antes disso, no Egito Antigo, o animal tinha status de sagrado. Em um passado ainda mais longínquo, o gato foi domesticado com uma única função, caçar ratos – e esse era o motivo de mantê-lo em casa até poucas décadas atrás. Como um bicho com tantas "encarnações" na história transformou-se naquele que deve se tornar o mais popular do século XXI? "Gatos intrigam a humanidade desde que passaram a viver entre nós. A chave para compreendê-los está na ciência", afirma o biólogo John Bradshaw, pesquisador da Universidade de Bristol, na Inglaterra.

Em seu livro Cat Sense (Sentido do gato), lançado em setembro de 2013 nos Estados Unidos e inédito no Brasil, Bradshaw usa as últimas pesquisas científicas para explicar o comportamento dos bichanos e defender a tese de que eles são os companheiros ideais para o homem da atualidade.




Ainda existem mais cachorros do que gatos no mundo: são 335 e 260 milhões, respectivamente, segundo a consultoria de mercado internacional Euromonitor, em uma estatística de 53 países. Mas a população felina cresce mais do que a canina e, em nações como Estados Unidos, França e Alemanha, já é maioria. No Brasil, de acordo com a Associação Brasileira de Indústria de Produtos para Animais (Abinpet), vivem 37 milhões de cachorros e 21 milhões de gatos. Na proporção em que aumentam nos últimos anos – duas vezes mais do que os cães – os bichanos devem assumir a dianteira do ranking daqui a dez anos, segundo a Abinpet.

Popular, mas selvagem – Cada vez mais numerosos como bichos de estimação, os gatos permanecem essencialmente selvagens. Estão dentro de nossas casas, mas continuam com as quatro patas fincadas nas florestas onde seu ancestral, o Felix silvestris, caçava – e ainda caça – pequenos animais, sozinho e livremente. ​


O motivo pelo qual gatos não são leais e obedientes como os cachorros é evolutivo. Domesticados há cerca de 11 000 anos, na Europa, os cães foram sendo moldados pelos homem. Aqueles que exibiam características mais úteis ao convívio humano — capacidade de caçar, pastorear rebanhos, defender territórios, fazer companhia — foram acolhidos, passaram sua herança genética adiante e são os ancestrais dos que conhecemos atualmente. Já os gatos começaram a morar dentro de casa há cerca de 4 000 anos, no Egito – embora convivam com o homem há aproximadamente 10 000 anos.


Bradshaw diferencia gatos totalmente domesticados – aqueles que têm a reprodução controlada pelos humanos, como os com pedigree, minoritários – dos de rua, que se reproduzem sozinhos e têm o comportamento semelhante aos selvagens. Nas próximas décadas, com a intervenção humana na criação de novas raças adaptadas à vida doméstica contemporânea, os gatos provavelmente abandonarão algumas de seus traços selvagens. "Os gatos foram domesticados pela única razão de controlar o número de ratos. Interessava manter o seu comportamento selvagem", disse Bradshaw ao site de VEJA. "Hoje eles são principalmente um animal de estimação, e acredito que ainda neste século seu processo de domesticação será completado."

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Pesquisa "APS" - Motivos pelos quais seu cachorro é mais inteligente do que você imagina

"APS" - Associação de Ciência Psicológica (APS, na sigla em inglês)

Preferências — 60% das pessoas preferiram os cachorros, enquanto apenas 11% se consideraram amantes de gatos — os demais escolheram os dois bichos, ou nenhum deles. O companheirismo do animal foi a característica preferida pelos proprietários de cães, enquanto a afetividade foi o traço mais citado por aqueles que tinham gatos. A autora afirma que as pessoas podem escolher seus animais de estimação com base em sua própria personalidade. Os bichanos, por exemplo, são mais independentes e receosos em relação aos outros, de modo que uma pessoa com tais características tenderia a admirá-las quando projetadas no animal.

Os autores afirmam que pesquisas desse tipo podem melhorar terapias que tratam doenças por meio da interatividade entre animais e humanos. Denise alerta, porém, para o fato de que, por ter sido realizado com universitários, o estudo pode não se aplicar a todas as faixas etárias.

ENTENDE A LINGUAGEM CORPORAL HUMANA





Qualquer dono de cachorro sabe que o bicho é perfeitamente capaz de compreender gestos e olhares, como a indicação de um local para o qual apontamos ou um olhar de reprovação. O que poucos sabem, porém, é que essa habilidade de compreensão da nossa linguagem corporal é extremamente rara entre os animais — nem mesmo os chimpanzés podem interpretar tão bem nossos gestos quanto os cachorros.


PODE APRENDER PALAVRAS


Além de entender nossos gestos e olhares, cães também podem ser treinados para aprender palavras e seus significados. Certa vez, uma pesquisadora da Alemanha descobriu que seu cachorro aprendeu os significados de dezenas de novas palavras por meio de um processo de dedução lógica igual ao que crianças usam para descobrir nomes de objetos desconhecidos. Em outro experimento, um professor de psicologia conseguiu fazer com que sua cadela aprendesse o nome de 1 000 objetos.

CONSEGUE SE COMUNICAR COM AS PESSOAS

Os cachorros podem não falar, mas nem por isso são incapazes de se comunicar com os humanos. Assim como o choro de um recém-nascido pode ter vários significados, os cães usam diferentes tipos de latidos e rosnados para se expressar e ser compreendido pelos humanos — pesquisas mostram que os latidos representam apenas 3% das vocalizações dos lobos, provando que o hábito de latir é mesmo um recurso decorrente da domesticação. Outros estudos indicam ainda que a maioria dos donos parece entender os significados dos diversos latidos de seus cachorros.

FAZ E VALORIZA AMIZADES

Ao contrário do que acontece em outros grupos de animais, os líderes das matilhas não são um casal reprodutor dominante, mas sim os cães que têm mais amigos. Quanto maior a "rede de contatos" de um cachorro, maiores são as chances de que os outros o considerem um líder e o siga aonde ele for.


SENTE SIMPATIA


Existem fortes indícios de que o sentimento de empatia, ou seja, de se sentir mal ao ver alguém sofrendo e ficar feliz quando alguém sorri, está presente nos cães. Em 50% dos casos de briga entre dois cachorros, um terceiro elemento que não estava envolvido na luta se aproxima do perdedor. A aproximação aconteceu mesmo nos casos em que esse terceiro elemento não tinha visto o embate. Isso significa que os cães reagem ao comportamento do companheiro de espécie que indica a derrota. 

É CAPAZ DE ENGANAR O DONO
A inteligência dos cachorros também tem seu lado negativo. Um estudo realizado na Universidade de Viena, na Áustria, mostrou que os cães sabem quando estão ou não sendo observados pelo dono e se comportam de formas diferentes de acordo com isso. Os pesquisadores chegaram à conclusão de que os animais desobedecem mais ordens quando os donos não estão no mesmo ambiente que eles ou estão distraídos por alguma outra atividade, como ler ou ver TV.

"APS" - Associação de Ciência Psicológica (APS, na sigla em inglês)

Fonte: Revista Veja - 30/05/2014

Pesquisa "APS" - Donos de gatos e de cachorros têm personalidades distintas, diz estudo

"APS" - Associação de Ciência Psicológica (APS, na sigla em inglês)

Cães ou gatos? O PET preferido pode ter relação com a personalidade do dono

Para os pesquisadores, quem gosta de cachorro é mais ativo e sociável, e os amantes de gatos são mais introvertidos e sensíveis
Cães e gatos: o animal de estimação preferido pode ter relação com a personalidade de seu dono

Pessoas que gostam de gatos ou de cachorros têm personalidades diferentes. É o que sugere um novo estudo, feito por pesquisadores da Universidade Carroll, nos Estados Unidos. Os autores mostraram que os amantes de cães tendem a ser mais ativos e sociáveis, e também a seguir mais regras, enquanto os apaixonados por felinos seriam mais introvertidos, sensíveis e mente aberta.
Para Denise Guastello, professora de psicologia e principal autora do estudo, as diferenças de personalidade podem estar relacionadas ao tipo de ambiente que essas pessoas preferem. Um dono de cachorro tende a gostar de sair, ver outras pessoas e levar seu animal de estimação para passear, enquanto os indivíduos introvertidos e sensíveis podem preferir ficar em casa lendo um livro.


Fonte: Revista Veja - 30/05/2014

terça-feira, 10 de junho de 2014

Gatinho Center Vet


Animais X infecções respiratórias nas crianças

Convivência com animais
As  infecções respiratórias são muito comuns nas crianças, principalmente no inverno de hoje. É preciso tomar alguns cuidados para que elas não se tornem um problema mais grave e sejam desenvolvidas outras doenças a partir da baixa resistência que elas provocam.
Fábio Pereira Muchão, pediatra e pneumologista, comenta sobre as principais infecções respiratórias. “As mais comuns são as virais: gripes e resfriados, por exemplo. Mas as bactérias – que podem causar, entre outras doenças, pneumonias, otites e sinusites – também têm um papel relevante”. O pediatra diz que crianças abaixo de 2 anos e as portadores de doenças crônicas são as mais vulneráveis.
As causas dessas infecções são os vírus e as bactérias e elas podem ser prevenidas com alguns cuidados. O dr. Fábio explica que “ter uma alimentação saudável, vacinação em dia e acompanhamento pediátrico para detecção dos sintomas e instalação rápida do tratamento (que varia de acordo com a causa) são essenciais”.
Um estudo de pesquisadores da Finlândia diz que crianças que convivem com cães e gatos são mais saudáveis e apresentam menos problemas de infecções respiratórias no primeiro ano de vida do que as que não têm contato com os animais. O pediatra e pneumologista alerta sobre esse fato. 
“O resultado é apenas de um estudo. Mesmo que publicado em uma revista de alto impacto não é suficiente para definir uma conduta para todas as crianças”, diz o doutor. E afirma que os benefícios de se ter animais em casa ou não devem ser analisados individualmente em uma decisão conjunta do pediatra com a família.
Dr. Fábio diz que, na maioria das vezes, os pelos dos animais de estimação são prejudiciais para crianças alérgicas e, portanto, a convivência com eles pode estimular a alergia e, também, as infecções respiratórias. Porém, ele não deixa de comentar os benefícios de se ter um bichinho em casa. “Os animais podem ser importantes do ponto de vista afetivo para as crianças e também fazer parte das atividades lúdicas que contribuem para o seu desenvolvimento”, diz.
FONTE:
Bolsa de Bebê Logo
Fernanda Camargo
Do Bolsa de Bebê

Cães X chocolate_Saiba porque não se deve oferecer chocolate para os cães.

Saiba porque não se deve oferecer chocolate para os cães.


O chocolate contém substâncias que são tóxicas para os cães. Elas podem atingir o sistema nervoso do seu melhor amigo, causar aumento da pressão arterial, tremores, taquicardia e convulsões, dependendo da quantidade ingerida pode até levar a morte.

Em casos brandos pode causar vomito, diarreia, dor no estomago, além de problemas dentários.



Evite dar esse tipo de alimento, substitua por produtos próprios como petiscos com sabores de chocolate.

FONTE:



Outono e inverno: cuidado com as doenças respiratórias dos cães e gatos

 Aprenda a preveni-las

Além dos fatores alérgicos, nessa época do ano é muito comum o aparecimento de doenças respiratórias devido à baixa da umidade e temperatura.

Exemplos são:
Traqueobronquite canina (“tosse dos canis”)
Pneumonia
Bronquite
Rinite
Sinusite
Rinotraqueíte felina

Os sintomas dessas enfermidades são muito semelhantes:
Tosse
Espirro
Corrimento nasal
Lacrimejamento
Conjuntivite
Cansaço
Falta de apetite
Dificuldade respiratória
Febre




Caso seu animal apresente qualquer um desses sintomas, procure um médico veterinário para que seja feito o diagnóstico precoce e o tratamento correto, pois na maioria das vezes é eficaz.

O ideal é prevenir mantendo seu animal sempre em um local seco, limpo e protegido da chuva, porém ventilado.

Lavar periodicamente sua caminha, casinha, roupinhas, lençóis, edredons, etc para evitar a presença de pó, ácaros e mofos.

Mantê-lo aquecido nos dias mais frio com roupinha.


Sempre utilizar água morna na hora dos banhos e ao término seca-lo com toalhas macias e secador.

E o principal, fazer as vacinas mensais (nos filhotes) e anuais (nos adultos).


FONTE: